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                     Pureza na Morte

            Nora Roberts - J. D.Robb
                       Srie Mortal 17

                      Edio de Berkley / setembro de 2002


        Ns curvamos nossas cabeas na frente de Thee, e ns louvamos
                   E aumente thy nome Deus Todo-poderoso!
               Mas homem  thy a maioria de instrumento terrvel
                        Em descobrindo um intento puro.
                             --William Wordsworth




Em falso de amizade, implacvel em dio, Resolv iria arruinar ou decidir o estado.
                                 --John Dryden




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       Prlogo
           O calor era o assassinato. Julho dobrou seus msculos suados, de olhos a meta, e gota-
chutadas Nova York no sufocante steambath do vero. Alguns conseguiram escapar, fugindo para suas
tosquiadas casas onde eles podiam bebidas de gole frio e se aqueciam em brisas de oceano enquanto eles
fizeram seus negcios via telelink. Algum carregado em cima em material e hunkered abaixo dentro de
seu ar-esfriadas casas como tribos debaixo de assdio.
       Mas mais acabou de ter que viver por isto.
       Com humatures nos dgitos triplos, e no terminar em viso, humores girando mal-humorados,
desodorizantes falhados, e aborrecimentos insignificantes acotovelaram at a mais aprazvel das almas
em direo a violncia.
       Os centros de emergncia mdica eram emperrados com os soldados feridos do vero, 2059.
Muitos que, debaixo de condies normais, no iriam tanto como atravessar a rua distraidamente viu as
dentro das delegacias de polcia e segurando tanques, forados a chamar advogados explicar por que eles
tentaram estrangular um colega de trabalho, ou empurre um estranho completo debaixo das rodas de um
CAB Rpido.
       Normalmente, uma vez acalmaram-se, eles no souberam por que mas se sentaram ou
permaneceram, em branco-enfrentado e confundido, como algum terminando de um transe.
       Mas Louie K. Cogburn soube s o que ele estava fazendo, por que ele fez isto, e como ele com
inteno de manter direito em fazer isto. Ele era um negociante de ilegais de pouca importncia que
principalmente mascateando Zoner e Jazz. Para aumentar sua margem de lucro, Louie corta o Zoner com
secou grama marcada de parques da cidade, e o Jazz com assar p que ele comprou em caixas de
armazm de tamanho. Sua clientela de objetivo eram crianas de classe-mdia entre as idades de dez e
doze nos trs distritos da escola mais ntima para seu Leste Mais baixo apartamento Lateral.
       Este diminui em tempo de viagem e despesa.
       Ele preferiu diretamente de classe-mdia como os pobres geralmente tinham seus prprios
provedores dentro dos graus de famlia, e o rico copped para a grama e assando polvilha muito depressa.
O objetivo envelhece grupo ajusta marca do Louie de lgica. Ele gostou de dizer se voc enganchado
eles jovens, voc teve um cliente por toda vida.
       At agora esta crena no provou fora para ele como Louie teve ainda para manter uma relao
de negcios com um cliente por graduao do segundo grau.
       Ainda, Louie tomou seus negcios seriamente. Toda noite quando seus clientes potenciais
estavam fazendo sua lio, ele fez seu. Ele orgulhava-se de sua contabilidade, e certamente teria ganho
mais por annum como um nmero esmagador para qualquer midlevel firma que ele negociou. Mas ele
era um homem que pareceu homens reais trabalhados por eles mesmos.




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       S ultimamente se existe uma lavagem de descontentamento, um toque de irritabilidade, uma
extremidade dentada de desespero depois que ele gastou uma hora correndo seus programas de negcios
em sua terceira-mo de mesa, ele adia isto o calor.
       E a enxaqueca. A maligna bastarda de uma enxaqueca nenhuma dose de seus prprios produtos
podia aliviar.
       Ele perdeu trs dias do trabalho porque a dor se tornou o enfoque de seu mundo. Ele furou em
cima em seu fracasso de estdio, esopando no calor, arranhada sua msica para cobrir a tempestade
furiosa em sua cabea.
       Algum iria pagar por isto, isto  tudo que ele soube. Algum.
       Goddamn preguioso-assed super no consertou o controle de clima. Ele pensou isto, com raiva
crescente enquanto sua pequena, avermelhou nmeros de olhos esquadrinhados. Ele se sentou em sua
roupa ntima, pela janela aberta nica de seu apartamento de um quarto. Nenhuma brisa foi bem
sucedida para isto, mas o barulho de rua era horrendo. Gritos, buzinas, pneus guinchando em pavimento.
       Ele aumentou a pedra de lixo que ele tocou fora de sua unidade de entretenimento antiga para
suprimir o barulho. Para bater na dor.
       Sangue gotejado fora de seu nariz, mas ele no notou.
        Louie K. esfregou uma garrafa tpida de casa-bebida fermentada acima de sua fronte. Ele
desejou que ele tivesse um jateador. Se ele tivesse um goddamn jateador que ele se debruaria fora o
goddamn janela e tiraria um goddamn cidade quarteiro.
       Seu ato mais violento para datar tinha sido para chutar um cliente delinqente fora de seu
airboard, mas a imagem da morte e destruio o abasteceram agora como ele suou acima de seus livros e
loucura florescida em seu crebro como rosas pretas.
       Seu rosto era plido como cera, regatos de suor que despejam abaixo de seu cabelo marrom
emaranhado, fluindo abaixo suas bochechas estreitas. Suas orelhas tocaram e o que sentiram como um
oceano de graxa balanada em sua barriga. O calor estava o fazendo doente, ele pensou. Ele ficou
doente, ele perdeu dinheiro. Devia tirar isto do super  esconder. Devia.
       Suas mos tremidas como ele olhou fixamente para a tela. Olhada fixamente para a tela. No
podia tomar seus olhos da tela.
       Ele teve uma imagem de que ele mesmo indo para a janela, subindo fora na borda, batendo seus
punhos naquela parede quente de ar, no barulho, nas pessoas abaixo. Um jateador em suas mos,
repartindo morte e destruio que ele gritou neles. Gritados e gritou como ele saltou.
       Ele cairia sobre seus ps, e ento . . .
       O bater em sua porta o teve tecedura ao redor. Com seus dentes trancaram que ele subiu de volta
na janela.
       "Louie K., voc otrio! Diminua aquela fudida msica l!"


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       "V para inferno," ele murmurou como ele hefted o taco de bola ele freqentemente levou para
reas de recreao para insinuar ele mesmo com clientes potenciais. "V para inferno, v para inferno.
Deixe seja todos vo para inferno."
       "Voc me ouve? Goddamn isto!"
       "Sim, eu ouo voc." Existiam espigas, grandes espigas de ferro que perfura em seu crebro. Ele
teve que conseguir eles. Em um grito magro, ele soltou o taco para rasgar em seu prprio cabelo. Mas o
bater no pararia.
       "Suze est chamando os Polis. Voc me ouve, Louie? Voc no gira que caga abaixo Suze est
chamando os Polis." Cada palavra era pontuada com um punho contra a porta.
       Com a msica, o bater, os gritos, as espigas todos martelando em sua cabea, o suor o afogando,
Louie levantou o taco novamente.
       Ele abriu a porta, e comeou a balanar.




       Captulo 1


       A Tenente Eve Dallas vadiou em sua escrivaninha. Ela estava protelando, e ela no orgulhava-se
disto. A idia de varivel em um vestido de fantasia, dirigindo bairro residencial para encontrar seu
marido e um grupo de estranhos para um jantar de negcios finamente disfarado como um ajuntamento
social teve toda a atrao de subir no mais prximo reciclador e ligando Fragmento.
       Agora mesmo Central de Polcia era muito atraente.
       Ela pegou e fechou um caso que tarde, ento existia papelada. No estava todo protelando. Mas
como no grupo de testemunhas todos concordaram que o sujeito que tomou um cabealho fora de um
deslizamento das pessoas de seis histrias tinham sido a pessoa que comeou o insistente shovey partida
com os dois turistas de Toledo, no era muita de uma ventosa de tempo.
       No passado vrios dias, todo caso ela pegou tinha sido uma variao no mesmo tema.
Domsticos onde os cnjuges batalharam para a morte, rixas de rua virada letal, at um mortal combate
em um carro de deslizamento de canto acima de cones de gelo.
       O calor fez pessoas estpidas e quis dizer, ela pensou, e a combinao derramou sangue.
       Ela estava sentindo um pouco se significa na idia de vestir-se bem e gastando vrias horas em
algum restaurante esnobe fazendo conversa ftil com as pessoas ela no soube.
        disso que voc chegou, ela pensou em desgosto, quando voc casa-se com um sujeito que teve
suficiente dinheiro para comprar uns continentes.
       Roarke gostou realmente das noites como isto. O fato que ele nunca falhou em confundi-la. Ele
era todo pedao em casa em um restaurante de cinco estrelas--um que ele provvel possuiu de qualquer


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maneira--mordiscando em caviar quando ele estava sentando em de casa comendo abaixo em um
hambrguer.
        E ela sups como seu casamento estava abordando seu segundo ano, seria melhor ela parar
crabbing sobre isto. Renunciou, ela empurrou de volta da escrivaninha.
        "Voc est ainda aqui." Seu ajudante, Peabody, parada na entrada de seu escritrio. "Eu pensei
que voc teve alguns imaginarem bairro residencial de negcio de jantar."
        "Eu consegui tempo." Um olhar em sua unidade de pulso causou um pouco puxo de
culpabilidade. Certa, ela ir estar atrasada. Mas no muito. "Eu acabei de acabar por no mergulhador de
deslizamento."
        Peabody, cujo blues do vero desafiou toda ordem natural e conseguiu ficar encaracolado no
murchar calor, mantidos seus olhos escuros sbrios. "Voc no estaria protelando, no , Tenente?"
        "Um dos residentes de nossa cidade, quem eu sou jurado para servir e proteger, acabado squished
como um percevejo em Quinta Avenida. Eu penso que ele merece uns extras trinta minutos de meu
tempo."
        "Deve ser realmente spero, forado a colocar um vestido bonito, pegue alguns diamantes ou
qualquer por toda parte voc e sufoque abaixo champanha e croquetes de lagosta ao lado do homem
mais bonito sempre nascido, dentro ou fora de planeta. Eu no sei como voc consegue pelo dia com
aquele peso em seus ombros, Dallas."
        "Feche."
        "E aqui eu sou, livre apertar no lugar de pizza local com McNab onde ns dividiremos a torta e o
cheque." Peabody agitou sua cabea lentamente. A tigela escura de cabelo debaixo de seu bon
balanado em vaidade. "Eu no posso dizer a voc o quo culpado eu sinto sabendo isto."
        "Voc procurando por dificuldade, Peabody?"
        "No, senhor." Peabody fez seu melhor para parecer piedoso. "Oferecimendo apenas meu suporte
e condolncia neste tempo difcil."
        "Beije meu traseiro." Rasgado entre aborrecimento e diverso, Eve comeou a empurrar por. Seu
vnculo de escrivaninha buzinado.
        "Eu devo conseguir aquele para voc, senhor, e diga a eles que voc foi pelo dia?"
        "Eu no disse que voc fechasse?" Eve voltada para a escrivaninha, tomou a transmisso.
"Homicdio. Dallas."
        "Senhor. Tenente."
        Ela reconheceu rosto do Oficial Troy Trueheart como estalou na tela, entretanto ela nunca veria
seu jovem, Aflija-caractersticas Americanas to cansadas. "Trueheart."
        "Tenente," ele repetiu depois de uma andorinha audvel. "Eu tenho um incidente. Em resposta
para . . . oh nossa, eu o matei."
        "Oficial." Ela puxou seu local na tela  medida que ela falou. "Voc est de servio?"

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       "No, senhor. Sim, senhor. Eu no sei, exatamente."
       "Puxe voc mesmo junto, Trueheart." Ela bateu fora a ordem, assistido seu puxo de cabea
como se ele sentisse isto fisicamente. "Relatrio."
       "Senhor. Eu tive s com bagueta fora de troquei e estava em meu caminho para casa a p quando
uma cvil gritou para ajuda de uma janela. Eu respondi. No quarto andar do edifcio em questo um
indivduo armado com um taco estava assaltando a fmea. Outro indivduo, macho, era inconsciente ou
morto no corredor, sangrando da cabea. Eu entrei no apartamento onde o assaltar esteve acontecendo, e
. . . Tenente, eu tentei o parar. Ele ia matar ela. Ele ligou-me, ignoradas todas as advertncias e ordenou
desistir. Eu consegui desenhar minha arma, aturdir. Eu juro eu com inteno de aturdir, mas ele est
morto."
       "Trueheart, olhe para mim. Escute mim. Assegure o edifcio, chame no incidente por Despache e
informe eles que voc reportou para mim e eu estou a caminho. Eu pedirei ajuda mdica. Voc segura a
cena, Trueheart. Segure isto pelo livro. Voc entende?"
       "Sim, senhor. Eu devia ter chamado Despacho primeiro. Eu devia ter--"
       "Voc permanece, Trueheart. Eu estou a caminho. Peabody," Eve comandou como ela andou a
passos largos fora a porta.
       "Sim, senhor. Eu sou com voc."
       -=O=-***-=O=-
       Existiam dois pretos-e-brancos, nariz-para-nariz, e um medi-furgo zumbido entre eles no meio-
fio quando Eve parada. O bairro era o tipo onde as pessoas dispersam em lugar de juntou quando Polis
apareceu, e como resultado existia no mais do que um conhecimento superficial de parvos na calada
que teve que ser informado para ficar de volta.
       Os dois uniformes que flanquearam a entrada de olhos ela, ento permutou um olhar. Ela era
metal, e a pessoa que podia bem pr uma de bolas do seu prprias grau no liquidificador.
       Ela podia sentir o frio  medida que ela abordou.
       "Policial no devia ser discutido por Polis para fazer o trabalho," um deles murmurou.
       A Eve pausada a meio caminho e olhou o fixamente abaixo.
       Ele viu grau na forma de um longo, magra construiu mulher com olhos dourados marrons que era
to plano e inexpressivo quanto da serpente como eles encontraram seu. Seu cabelo, pequeno e agitado,
era quase a mesma cor e emoldurava um rosto estreito compensado por uma boca larga que estava agora
firmada em uma linha magra. Existia um entalhe raso em um queixo que pareceu com isto podia segurar
seu prprio contra um punho.
       Debaixo de seu olhar fixo ele sentiu que ele mesmo encolhe.
       "Policial no devia insultar um policial para fazer o seu," ela disse friamente. "Voc conseguiu
um problema comigo, Oficial, espere at que eu faa aquele trabalho. Ento boca fora de."


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       Ela moveu no salo de entrada de caixa de sapato, esmurrou um dedo no em cima boto do
elevador nico. Ela j estava emitindo fumaa, mas ele teve pequeno para fazer com o calor opressivo.
"O que  com alguns uniformes que eles querem morder sua garganta quando voc  grau?"
       "So nervos apenas, Dallas," Peabody respondeu como eles andaram sobre o elevador. "A maior
parte dos uniformes fora de Centrais conhecem Trueheart, e voc precisa o gostar de. Um uniforme
termina sozinho como isto, Teste vai ser brutal."
       "Teste  brutal de qualquer maneira. Os melhores ns podemos fazer para ele  para manter este
limpo e ordenado. Ele j est atarraxado em cima por etiquetando-me antes dele chamar isto."
       "Ele vai tomar calor isto? Voc  a pessoa que o puxou fora dos escavadores de calada detalhe e
em Central ltimo inverno. Interno devia entender--"
       "IAB no  grande em compreenso. Ento vamos esperar isto no vai l." Ela andou fora do
elevador. Estudou a cena.
       Ele tem sido esperto suficiente, policial suficiente, ela notou com algum alvio, no perturbar os
corpos. Dois homens deitam espreguiados no corredor, um deles de bruos em um charco de gelar
sangue.
       O outro era faceup, olhando fixamente com um pouco de surpresa no teto. Por uma entrada
aberta ao lado dos corpos ela podia ouvir os sons de chores e gemendo.
       A porta atravs de tambm estava aberta. Ela notou vrios buracos e entalhes frescos nas paredes
de corredor, lascas de wallboard, salpicos de sangue. E o que uma vez tinha sido um taco de beisebol
estava agora um clube quebrado, coberto com sangue e crebro importam.
       Diretamente como um soldado, plido como um fantasma, Trueheart permaneceu na entrada.
Seus olhos ainda seguraram a extremidade vtrea de choque.
       "Tenente."
       "Segure isto junto, Trueheart. Registre em, Peabody." A Eve abaixada at examinar os dois
corpos. Os sangrados eram grandes e corpulentos, o tipo de gordura e msculo misturados constrem
que podia normalmente arado por paredes se aborrecidas suficiente. A parte de trs de seu crnio
pareceu com um ovo que tinha sido rachado com um tijolo.
       O segundo corpo vestiu s um par de grayed Jquei calo. Seu magro, ssea armao no
mostrou a nenhum ferimento, no contundindo, nenhum dano. As gotas magras de sangue vazaram fora
de suas orelhas, seu nariz.
       "Oficial Trueheart, ns temos identificao nestes indivduos?"
       "Senhor. O, um, vtima inicial foi identificada como Ralph Wooster, que residiu em apartamento
42E. O homem eu--" Ele cessou bruscamente como cabea preparada rapidamente da Eve, como seus
olhos perfurados em seus.
       "E o segundo indivduo?"


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       Trueheart molhou seus lbios. "O segundo indivduo  identificado como Louis K. Cogburn de
apartamento 43F."
       "E quem atualmente est lamentando dentro de apartamento 42E?"
       "Suzanne Cohen, companheiro de coabitao de Ralph Wooster. Ela pediu ajuda fora a janela de
apartamento dito. Louis Cogburn estava a assaltando com que pareceu ser um clube ou taco quando eu
cheguei na cena. Naquele tempo--"
       Ele cessou bruscamente novamente quando Eve levantou um dedo. "O exame preliminar de
vtimas indica uma misturados-corrida macho--anos trinta meios, aproximadamente duzentos e trinta
libras, aproximadamente seis p se sofreu trauma severo para encabear, rosto, e corpo. Um taco,
aparentemente de madeira, e marcado com sangue e crebro do assunto pareceriam ser a arma de assalto.
O segundo macho, anos trinta tambm meios, Caucasianos, aproximadamente cem e trinta libras,
aproximadamente cinco p oito,  identificada como o atacante. Porque da morte ainda indeterminada.
Segunda vtima sangrou nas orelhas e nariz. No existe nenhum trauma ou ferimento visual."
       Ela endireitou. "Peabody, eu no quero estes corpos tocados. Eu farei o exame de campo depois
de que eu conversar com Cohen. Oficial Trueheart, voc descarregou sua arma durante o curso deste
incidente?"
       "Sim, senhor. Eu--"
       "Eu quero que voc renda aquela arma para meu ajudante, que ensacar isto neste momento."
       Existiam murmrios dos dois uniformes no fim do corredor, mas ela os ignorou como ela
segurou Trueheart  olhar. "Voc no  obrigado para render sua arma sem presente de representao.
Voc pode solicitar um representante. Eu estou perguntando a voc para dar sua arma para Peabody
muito existe nehuma dvida que sobre a seqncia desta investigao."
       Pelo choque, ela viu sua confiana absoluta nela. "Sim, senhor." Quando ele passou para sua
arma, ela pe uma mo em seu brao.
       "Desde quando voc  um canhoto, Trueheart?"
       "Meu brao direito est um pouco dolorido."
       "Voc foi ferido durante o curso deste incidente?"
       "Ele conseguiu uns balanos em antes--"
       "O individual voc era obrigado para desenhar em assaltou voc no devido curso de seu
trabalho?" Ela quis o agitar. "Por que o inferno voc no disse isso?"
       "Aconteceu muito rpido, Tenente. Ele me apressou, entrou balano, e--"
       "Tire sua camisa."
       "Senhor?"
       "Perca a camisa, Trueheart. Peabody, registre aqui."
       Ele corou. Deus, que inocente, Pensou Eve, como Trueheart desabotoou sua camisa uniforme.
Ela ouviu Peabody chupar em uma respirao, mas se era para inegavelmente bonito trax do Trueheart,

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ou o contundir aqueles explodido acima de seu ombro direito e mosqueado o brao para o cotovelo, ela
no podia estar certa.
       "Ele entrou um par de bons balanos pelo olhar disto. Eu quero o MTs tomar um olhar para voc.
Da prxima vez voc  machucado no trabalho, Oficial, faz isto conhecido. Aguarde."
       O apartamento 42E era um matadouro. Entretanto de que era remanescente da decorao, Eve
imaginou administrao interna no era uma prioridade alta de seus residentes. Ainda, era duvidoso o
lugar era normalmente um campo minado de vidro quebrado, ou as paredes decoradas com pinturas
surrealistas de salpicos de sangue.
       A mulher no gurney pareceu com que ela soube dias melhores tambm. Uma bandagem listrada
atravs de seu olho deixado, e acima disto, abaixo disto, a pele era crua.
       "Ela coerente?" A Eve perguntou a um dos mdicos tcnicos.
       "Somente. Mantida ela de ir a distncia toda debaixo de desde que ns figuramos que voc
quereria uma palavra com ela. Faa isto mordaz entretanto," ele disse a ela. "Ns precisamos a conseguir
em. Ela pegou uma crnea destacada, ma do rosto quebrada, brao quebrado. Sujeito whaled em seu
bom e adequado."
       "Cinco minutos. Senhorita Cohen." Eve aumentada, debruada abaixo. "Eu sou Tenente Dallas.
Voc pode dizer a mim o que aconteceu?"
       "Ele foi louco. Eu penso que ele matou Ralph. Acabou de ir louco."
       "Louis Cogburn?"
       "Louie K., sim." Ela gemeu. "Ralph estava irritado. A msica em cima to alta voc no podia
diretamente pensar. Fucking quente. S querido umas bebidas fermentadas e um pouco quieto. Que
diabo? Louie K., ele principalmente toca a msica alta, mas isto era rompendo nossos tmpanos. Ele 
tido ele gemidos por dias."
       "Que Ralph fez?" Eve iniciada. "Sra. Cohen?"
       "Ralph foi e bateu na porta, disse que ele cortasse isto atrs. Prximo eu soube, Louie veio para
busting, balanando um taco ou algo. Olhado louco. O sangue estava voando, ele estava gritando. Eu era
assustado, realmente assustado, ento eu bati a porta e corri para a janela. Pedi ajuda. Eu podia ouvir ele
gritando l fora, e estes terrveis thumping sons. Eu no podia ouvir Ralph. Eu continuei pedindo ajuda,
ento ele entrou."
       "Quem entrou?"
       "Louie K. At no pareceu com Louie. Tinha sangue por toda parte nele, e algo estavo errado
com seus olhos. Ele vem em mim, com o taco. Eu corri, tentei correr. Ele estava quebrando tudo e
gritando sobre espigas em sua cabea. Ele me bate, e eu no lembro depois disto. Bata-me no rosto e eu
no lembro at o MTs comeou a trabalhar em mim."
       "Voc viu ou falou com o oficial que respondeu para seu pedido de ajuda?"


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       "Eu no vi nada alm de estrelas. Ralph est Morto, no ?" Uma nica lgrima deslizou abaixo
sua bochecha. "Eles no diro a mim, mas Louie nunca teria passado por ele 'menos que ele estava
morto."
       "Sim, eu sinto muito. Ralph e Louie tiveram uma histria de altercaes?"
       "Voc quer dizer que eles foram nisto antes? Gritado em um ao outro s vezes sobre a msica,
mas eles mais provvel teriam umas bebidas fermentadas do par ou fumariam um pouco Zoner. S um
pouco seringa do Louie de um sujeito. Ele nunca causou nenhum problema ao redor aqui."
       "Tenente." Um do MTs se mudou. "Ns precisamos a transportar."
       "Certo. Envie algum em tomar um olhar para meu oficial. Ele pegou uns slidos do par no brao
e ombro." Eve andada atrs, ento movida para a porta atrs deles. "Trueheart, voc vai dar a mim um
relatrio, em registro. Eu quero isto claro, eu quero isto detalhado."
       "Sim, senhor. Eu com bagueta fora s dezoito e trinta e prossegui sudeste de Central a p."
       "O que seu era destino planejado?"
       Ele esvaziou um pouco. A cor veio e entrou seu rosto. "Eu era, ah, prosseguindo para a casa de
um amigo onde eu tive acordos para jantar."
       "Voc teve em encontro."
       "Sim, senhor. Como eu abordei este edifcio, eu ouvi pedido de ajuda e olhando em cima viu
uma mulher debruar-se sobre a janela. Ela pareceu estar em angstia considervel. Eu entrei no
edifcio, prosseguindo para o quarto andar onde eu podia ouvir os sons de uma altercao. Vrios
indivduos vieram para suas portas, mas ningum tentou terminar. Eu pedi para algum para chamar
nove e onze."
       "Voc tomou os degraus ou o elevador?" Detalhes, ela pensou. Ela precisou o levar por todo
detalhe.
       "Os degraus, senhor. Eu pensei que seria mais rpido. Quando eu alcancei este cho, 1 serra o
macho identificado como Ralph Wooster deitando no cho do corredor entre apartamentos 42E e 43F.
Eu no fiz, naquele tempo, verifique ele para danos como eu podia ouvir gritando e quebrar vidro que
emite de 42E. Eu respondi para este imediatamente e testemunhei o indivduo identificado como Louis
K. Cogburn assaltando uma mulher com que pareceu ser um taco de beisebol. A arma era . . ."
       Ele pausou um momento, tragado duro. "A arma estava coberta com que pareceu ser sangue e
massa cinzenta. A mulher estava inconsciente no cho, com Cogburn acima dela. Ele segurou o taco
acima de sua cabea como se preparando atingir outro sopro. Eu desenhei minha arma neste momento,
pediu o atacante para cessar e desistir, identificando eu mesmo como Polcia."
       Trueheart teve que parar agora, e esfregou o de volta de seu dar sua boca. O olhar ele mandou a
ela era ambos impotente e pleiteando. "Tenente, isso tudo aconteceu rpido de l."
       "S diga isto."


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         "Ele foi embora a mulher. Ele estava gritando algo sobre espigas em sua cabea, sobre arranhada
fora a janela. Material louco. Ento ele ergueu o taco novamente, trocando assim pareceu que ele iria
atingir a mulher. Eu movi em prevenir isto, e ele me carregou. Eu tentei evadir, conseguir o taco. Ele
aterrissou uns sopros que--eu acredito em que isto quebrou naquele tempo--e eu retirei-me, batido algo
acima de, bata a parede. Eu vi ele vindo em mim novamente. Eu gritei nele parar."
         Trueheart tomou respirao de um afianar, mas ele no parou o estremecimento em sua voz.
"Ele armou o taco de volta como ele estava balanando para casa, e eu descarreguei minha arma. 
fixado em baixo aturde, Tenente, a colocao mais baixa. Voc pode ver--"
         "O que aconteceu a seguir?"
         "Ele gritou. Ele gritou como--eu nunca ouvi qualquer coisa como isto. Ele gritou e ele correu
fora no corredor. Eu procurei. Mas ele afundou. Eu pensei que ele era atordoado, s atordoado. Mas
quando eu desci pr restries ele, eu vi que ele estava morto. Eu verifiquei sua pulsao. Ele estava
morto. Eu fui confundido em cima. Senhor, eu fui confundido em cima. Eu sei que era procedimento
incorreto para etiqueta voc antes de chamar--"
         "No importa isto. Oficial, voc era, no momento voc desdobrou sua arma, em medo para sua
vida e/ou as vidas de civis?"
         "Sim, senhor. Sim, senhor, eu era."
         "Louis K. Cogburn ignorou algum e todas as suas advertncias para cessar e desistir e render sua
arma?"
         "Sim, senhor, ele fez."
         "Voc." Eve apontada para um do corredor abaixo de uniformes. "Oficial de escolta Trueheart no
andar de baixo. A ateno mdica para seus danos pediu. Ponha ele em um do negro-e-brancos at o
MTs possa o ver. Fique com ele at que eu seja feito aqui. Trueheart, chame seu representante."
         "Mas, senhor--"
         "Eu estou aconselhando a voc chamar seu representante," ela disse. "Eu estou declarando aqui,
para o registro, aquela em minha opinio, depois de um exame superficial da evidncia, depois de uma
entrevista com Suzanne Cohen, sua conta deste incidente  satisfatrio. O desenvolvimento de sua arma
parece ter sido necessrio para proteger sua vida e a vida de civis. Isto  tudo que eu posso dizer a voc
at que minha na investigao da cena neste assunto  completa. Agora eu quero que voc v, saia de de
seus ps, chame seu rep e deixe o MTs cuidar de voc."
         "Sim, senhor. Obrigado, senhor."
         "Vamos, Trueheart." O outro uniforme bateu levemente Trueheart atrs.
         "Oficial? Algum da batida Polis conhece estes sujeitos mortos?"
         O uniforme relanceou atrs em Eve. "Proctor tem este setor. Ele poderia."
         "Consiga ele," ela disse como ela lacrou em cima e caminhado em 43F.
         "Ele  terrvel agitado," Peabody disse.

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       "Ele ter que recuperar disto." Ela esquadrinhou o quarto.
       Era uma baguna imunda, cheirando ripely de comida deteriorada e roupa para lavar suja. A rea
da cozinha espasmdica consistida em um contador de dois ps, um mini-AutoChef e minifridgie. Uma
lata enorme sentada no contador. A Eve ergueu suas sobrancelhas como ela l a etiqueta.
       "Sabe, eu s no vejo nosso Louie K. assando muitos bolos." Ela abriu um dos dois armrios e
leu a linha limpa de jarros fechados hermeticamente. "Parea com Louie estava na linha ilegais.
Engraada, tudo aqui limpa como do Tia Martha, e o resto do lugar  um chiqueiro."
       Ela girou ao redor. "Nenhum p na moblia entretanto. Isto  engraado, tambm. Voc no
figuraria um sujeito que dorme em lenis que cheiram como um pntano aborreceria perseguindo p."
       Ela abriu o armrio. "Limpo aqui, tambm. As roupas mostram a uma falta do gosto de moda,
mas eles so todos limpos. Olhe para aquela janela, Peabody."
       "Sim, senhor?"
       "Vidro  limpo, dentro e fora. Algum os lavou dentro o ltimo par de semanas. Por que voc
lava suas janelas e parte--que diabo  isto?--Substncia de comida derramada no identificada por toda
parte do cho?"
       "Semana da empregada fora?"
       "Sim, algum semana fora de. Isto  sobre quanto tempo esta roupa ntima tem sido amontoada
aqui." Ela relanceou na porta quando um uniforme entrado.
       "Voc  Proctor?"
       "Sim, senhor."
       "Voc conhece aqueles dois sujeitos mortos?"
       "Eu sei Louie K." Proctor agitou sua cabea. "Cague--desculpe, Tenente, mas cague, isto 
alguma baguna. Aquela criana Trueheart desce l vomitando seus intestinos."
       "Diga a mim sobre Louie K., e me deixe preocupar sobre Trueheart e seus intestinos."
       Proctor cutucou em cima. "Rato de Ilegais de pouca importncia, seguiu schoolkids. Deu a eles
amostras de Zoner e Jazz para atrair eles. Desperdcio de ar, voc pergunta a mim. Fez algum tempo,
mas principalmente ele era bastante esperto sobre isto, e os sujeitos de Ilegais nunca conseguiram muitas
fora das crianas."
       "Ele uma propenso violento?"
       "Qualquer coisa mas. Manteve um perfil baixo, nunca deu a voc lbio. Voc disse que ele
movesse seu traseiro junto, ele moveu isto. Ele daria a voc um olhar de vez em quando como ele
gostaria de fazer mais, mas ele nunca teve os intestinos para isto."


       "Tido intestinos suficiente para abrir cabea do Ralph Wooster, bata uma mulher e assalta um
uniforme."


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       "Deve ter sido amostragem que seu prprio produto  tudo que eu posso pensar. E isto no 
perfil sobre o qual qualquer um. Ele talvez fumou um pouco Zoner de vez em quando, mas ele era muito
barato para fazer mais. O que est l fora parece com Zeus," Proctor adicionou com um puxo do dedo
polegar em direo ao corredor. "Pequeno sujeito assim ida nutso. Mas ele nunca lidou com qualquer
coisa aquele quente que eu ouvi."
       "Certo, Proctor. Obrigado."
       "Sujeito vende ilegais para schoolkids, em melhor situao do mundo sem ele."
       "Isto no  nossa escolha." A Eve o despediu girando ela de volta. Ela moveu para a
escrivaninha, carranca na tela de computador.


       PUREZA ABSOLUTA ALCANADA


       "Que diabo este quer dizer?" Ela perguntou em voz alta. "Peabody, alguma nova merda nas ruas
que vo pelo nome de Pureza?"
       "Eu no ouvi falar disto."
       "Computador, identifique Pureza."


       COMANDO INVLIDO.


       Fanzindo o cenho, ela entrou em seu nome, nmero de distintivo, e autorizao. "Identifique
Pureza."


       COMANDO INVLIDO.


       "Huh. Peabody faz uma corrida em nova e conhecido ilegais. Computador, salve exibio atual.
Exiba ltima tarefa apresentada."
       A tela oscilou, ento abriu uma planilha eletrnica limpa, organizada detalhando inventrio,
lucro, perda, e codificou cliente bsico.
       "Ento, de acordo com a ltima tarefa, e o tempo anotado, Louie estava sentando aqui, muito
eficazmente fazendo seus livros quando ele conseguiu um percevejo em cima seu traseiro para cabea de
busto aberta do seu vizinho."
       " quente, Dallas." Peabody examinou ombro da Eve. "As pessoas podem s ficar loucas."
       "Sim." Talvez era s to simples. "Sim, eles podem. Nada em seu inventrio chamado Pureza."
       "Nada no atual lista de ilegais por aquele nome qualquer um."
       "Ento que diabo , e como era isto alcanou?" Ela andou de volta. "Vamos tomar um olhar para
Louie K., veja o que ele diz a ns."

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       Captulo 2


       Ele no disse a ela tanta  medida que ela teria gostado.
       A melhor ela podia determinar na cena com seu kit de campo era que Louie K. morreu devido a
fundio neurolgica. Isso no era exatamente o tipo de termo que produziu sbio movimenta a cabea
do metal.
       Ela desapareceu pelo corpo para o ME, embandeirando para prioridade.
       Que quiseram dizer, devido a horas do vero e excesso do vero, ela seria sortuda se ela
conseguisse uma patologia confirmada pela primeira congelao.
       Ela quis dizer empurrar, chamando em chips com o examinador de chefe mdico.
       Enquanto isso ela falou com rep departamental do Trueheart via 'vnculo, e danou a dana
burocrtica. Ela enviou o nefito agitado quieta casa, e ordenou ele para aguardar para Prova.
       Ento ela voltou para Central para escrever, e reescrevar, um relatrio detalhado no incidente que
resultou em duas mortes e um dano crtico.
       E entretanto seu estmago coalhado, ela procedimento seguido e copiou Negcios Internos.
       Quando ela chegou em casa, estava bem passada a hora de jantar.
       As luzes estavam ligadas, de forma que a fortaleza urbana Roarke construiu ardia como uma
baliza na noite. As sombras verdes de rvores principais e copadas lanaram padres na grama
aveludada e deslizaram suavemente acima de rios de flores que eram brilhantes e corajosas de dia.
       O Leste Mais baixo bairro Lateral que comeu a maior parte de sua noite era um mundo longe
deste paraso privado de riqueza, de privilgio, de indulgncia.
       Ela estava quase acostumada a escarranchar mundos agora sem perder seu equilbrio. Quase.
       Ela deixou seu veculo na base da escada de pedra e correu em cima eles mais fora de um desejo
desesperado para encolher os ombros fora do peso de calor que fora de pressa.
       Ela apenas entraria, tomado que primeira respirao de ar fresco, limpo, quando Summerset,
mordomo do Roarke, apareceu no vestbulo como uma vista mal recebida.
       "Sim, eu faltei o jantar," ela disse antes dele poder abrir sua boca. "Sim, eu sou um fracasso
miservel como uma esposa e um exemplo pobre de um ser humano. Eu no tenho nenhuma classe,
nenhuma cortesia, e nenhuma sensao de decoro. Eu devia ser arrastado desnudo nas ruas e bbedas
para meus pecados."
       Summerset levantou uma sobrancelha de ao cinza. "Bem, isso parece cobrir isto."
       "Bom, salve tempo." Ela recomeou atividades os degraus. "Ele volta?"
       "Somente."

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          Um pouco aborrecido que ela deu a ele nenhuma oportunidade para criticar, ele carranca depois
dela. Ele teria que ser mais rpido da prxima vez.
          Quando ela estava certo que ele evaporou para onde quer que ele apareceu de, Eve pausada 
uma das telas da casa. "Onde est Roarke?"


          BOA NOITE, QUERIDA EVE. ROARKE EST EM SEU ESCRITRIO.


          "Figuras." Continuao do Jantar de negcios. Ela deu um pensamento feliz para desviando para
o quarto, saltando impetuoso no chuveiro. Mas culpabilidade teve seu cabealho para seu escritrio.
          A porta estava aberta. Ela podia ouvir sua voz.
          Ela sups que ele estava refinando os detalhes de um pouco de negcio ele teve ida, mais
provvel o que envolveu hoje  noite jantar. Mas ela no se importou com as palavras.
          Sua voz era poesia, sedutora nele mesmo at para uma mulher que nunca entenderia o corao de
um poeta. Feixes da Irlanda arrastou por isto, adicionando msica para o que ela assumiu era fatos e
figuras secas.
          Ele vestido de seu rosto, um que chateia tudo aquela beleza Cltica selvagem em seus olhos de
ossos fortes, afiados, fundos azuis, no total, boca firme que poderia ter sido esculpida por algum deus
sagaz em um dia particularmente bom.
          Ela andou para a entrada, viu que ele permaneceu  uma das janelas, olhando enquanto ele ditou
seu memorando. Ele puxou seu cabelo atrs, ela notou, toda aquela seda preta espessa que ele
normalmente vestiu solta de forma que fluiu quase para seus ombros.
          Ele ainda vestiu seu terno de jantar, preto e macio e lustroso, acima de seu longo, rangy forma.
Voc podia olhar e ver o homem de negcios elegante, loucamente bem sucedido, perfeitamente
civilizado. Ele poliu ele mesmo, Pensou Eve, mas aquele celta perigoso estava quieto, sempre, s em
baixo da superfcie.
          Ele quieto, sempre, atraa ela.
          Ela pegou um vislumbre de agora  medida que ele girou, entretanto ela no fez um som, e seus
olhos encontrados suas.
          "Assine Roarke," ele disse, "e transmita. O arquivo copia Hagerman-Ross. Oi, Tenente."
          "Oi. Arrependida sobre jantar."
          "No, voc no est."
          Ela dobrou as mos em seus bolsos. Era ridculo, realmente, o modo que eles continuamente
coaram pegar o em. "Eu sou tipo de arrependido sobre jantar."
          Ele sorriu, aquele parafuso de raio de charme e humor. "Voc no teria sido chateada como voc
pensa."


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       "Voc  provavelmente certo. Se eu tiver sido chateada como eu pensei, eu teria deslizado em
um coma. Mas eu sinto muito que eu desaponto voc."
       "Voc no me desaponta." Ele cruzou para ela, batido seu queixo em cima com seu dedo e
ligeiramente a beijou. "Adiciona consideravelmente para meu sinete quando eu me desculpar por minha
esposa, que tem sido chamada para trabalhar em um caso. Assassinanto sempre faz conversao de
jantar alegre. Quem est morto?"
       "Par de sujeitos do centro da cidade. De pouca importncia chem negociante whaled em seu
vizinho com um taco de bola, ento seguiu uma mulher e um policial. O policial o tirou."
       Roarke ergueu uma sobrancelha. Mais, ele pensou. Existia um negcio mais dificuldade em seus
olhos que seus rpidos informes autorizados. "Isso no parece como o tipo de disputa que manteria voc
a trabalho to tarde."
       "O policial era Trueheart."
       "Ah." Ele deitou suas mos em seus ombros, esfregou. "Como ele est fazendo?"
       Ela abriu sua boca, ento agitou sua cabea e compassou longe. "Merda. Merda, Merda, Merda."
       "To ruim, huh?"
       "Criana quebra sua cereja que  duro suficiente."
       Roarke acariciou um dar o gato gordo que espreguiado acima do consolar, ento deu a Galahad
um pouco cutuca o mover junto. "Isto  um caminho interessante para pr isto."
       "Existem Polis que vai pela vida inteira do trabalho sem desdobrar. A criana est em uniforme
debaixo de um ano, e ele  racked em cima um trmino. Muda tudo."
       "Fez para voc? Seu primeiro trmino no trabalho," ele adicionou. Eles dois souberam que ela
matou longo antes dela ter um distintivo.
       "Era diferente para mim." Ela freqentemente perguntou-se se o modo que ela comeou vida fez
morte de alguma maneira diferente para ela.
       Um resfriado e insulto pessoais.
       "Trueheart, ele  apenas vinte e dois e ele  . . . brilhante ainda." Piedade--uma escurido, flor
escorregadia--florescida dentro dela. Ela abaixou abaixo, deu a Galahad um arranho ausente debaixo
do queixo. "Ele no dormir hoje  noite. Ele examinar cuidadosamente isto e acima dele e acima dele
em sua cabea. Se eu fizesse isto, se eu fizesse isto. E amanh . . ." Ela esfregou ela d seu rosto 
medida que ela endireitou. "Eu no posso bloquear Prova para ele. Eu no posso parar o processo."
       Ela soube o que era. Desnudado-se nu, monitorado, questionado, forado a deixar mquinas e
techs em sua cabea. Em seu intestino como um tumor.
       "Voc est preocupado que ele no passar por isto?"
       Ela espiou acima de, tomou a taa de vinho que ele a despejou. "Ele  mais duro que ele parece,
mas ele  assustado at o osso. E ele est nadando em culpa. Tome tudo aquela culpa, todas aquelas
dvidas em Prova, eles podem afogar voc. E existe precisa ser uma investigao. Interno."

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       "Por que  isto?"
       Ela se sentou, deu a ele os detalhes enquanto o gato saltado em cima e amassou um ninho em seu
colo. Ajudou claro ela se importar de dizer isto em voz alta, particularmente para algum que
compreendeu depressa e viu o retrato cheio antes de voc pintar em todas as linhas.
       "Stunner do uniforme no pode terminar debaixo daquelas condies."
       "Sim." Eve movimentada a cabea. "Exatamente. Teria que estar em cheio aturdir e emperrado
na garganta pulsa. At ento levaria mais de se sacode."
       "Que significa verso do Trueheart dos eventos no segura quase."
       IAB no acharia, ela soube, e examinou isto para ela mesma como ela iria para eles. "Ele estava
debaixo de compulso sria. Um morto de civil, outro em extremo perigo, ele mesmo machucado."
       "Isto  como voc vai tocar isto com IAB?"
       Sim, ele sempre viu o retrato inteiro. "Bonito perto disto." Ela tamborilou seus dedos
impacientemente em sua coxa, no gato, sorveu seu vinho. "Eu preciso do ME sou relatrio. Mas existe
nenhum modo vai terminar para Trueheart terminou com deliberao. Pnico, certo. Ele tomar uma
palmada para pnico, trinta dias suspenso de, alguma terapia obrigatria. Eu no posso entrar o modo
disto. J  dicey para ele porque ele etoquetou-me em vez de chamar isto por Despacho. IAB cheira
encobrimento, e o acabado da criana."
       Roarke se sentou, sorveu seu prprio vinho. "Voc considerou falar com seu amigo velho
Webster?"
       Ela bateu seus dedos no brao de sua cadeira agora e manteve ela olhar afiana em do Roarke. L
poderia ter sido diverso em seu rosto--ou qualquer outra coisa. Era freqentemente duro para chamar.
       Don Webster no era justamente um amigo velho. Ele tinha sido muito brevemente e anos antes
um amante. O fato que ele, por razes que nunca seria claro para Eve, nunca recuperou aquela noite
nica que eles compartilhado causaram uma altercao violenta e fascinante entre ele e Roarke.
       No era algo que ela quis repetir.
       "Talvez, a menos que voc esteja pensando que seria uma oportunidade boa para bater em seu
rosto novamente."
       Roarke sorveu, sorriu. "Eu acredito Webster e eu termos uma compreenso razovel. Eu no
posso o faltar por ser atrado para minha esposa, como eu estou muito atrado para ela eu mesmo. E ele
sabe aquele se ele puser suas mos o que  meu novamente, eu quebrarei todo osso em seu corpo em
pedaos pequenos, dentados. Ele trabalhos bem para ns."
       "Grande. Dndi." Ela disse isto entre seus dentes. "Ele  acima disto. Ele disse isso," ela
adicionou e Roarke meramente sorriu novamente. Preguiosamente agora. Como um gato.
       "Voc sabe o que, eu tenho suficiente para pensar sobre, ento ns s no vamos ir l hoje 
noite. Eu quero chamar o chefe," ela disse. "E eu no posso. Eu tenho que tocar isto por toda pgina no
livro. A criana era cachorro doente. Nada que eu podia fazer para ele."

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        "Ele estar certo, Mame."
        Seus olhos estreitados. "Cuidadoso. Eu sou a pessoa que trouxe o para dentro fora de Homicdio
Lite. Eu o ponho no hospital alguns meses atrs."
        "Eve."
        "Certo, certo. Eu o ponho em uma situao onde ele acabou no hospital. Agora ele est lidando
com um trmino suspeito. Eu tenho uma responsabilidade."
        "Voc veria isto aquele modo." Ele pastou sua mo as partes de trs de seu inquieto ringers. "
disso que faa voc o que voc . E por que ele chamou isto para voc primeiro. Ele era assustado, ele
era agitado. A tomada de uma vida no  um assunto simples para mais, e no devia ser. No o faz um
policial melhor que ele sentiu algo?"
        "Sim, e eu usarei isto, tambm. S no pendura, Roarke. S no pendura," ela disse como ela
chegou a seus ps para compassar novamente. Aborrecido, o gato atirou em seu rabo no ar e trotou fora
do quarto.
        "Nenhuma marcas de queimadura em sua garganta. Se Trueheart o atirou aquele modo, l devia
ter sido marcas. Por que no estava l?"
        "Ele podia ter usado outra arma, um com o poder letal?"
        Ela agitou sua cabea. "Eu no sei ningum menos provvel para levar um pedao de gota. Se eu
estiver errado sobre ele, onde est isto? No estava nele. No estava em um ou outro apartamento. Eu
tive os recicladores verificados. Seu telefonema para mim entrou minutos depois do trmino. Nenhum
tempo para pensar claramente suficiente para fosso um seguramente. Alm disso, quando voc voltar por
isto, a coisa inteira no faz sentido."
        Ela se sentou novamente, debruado em. "Tome este Louie K. O policial de batida, os vizinhos,
at a mulher ele atacou todos o descrevem como seu bsico lowlife wimp. Vivido de schoolkids. Ele
pegou uma folha, mas nada nele com violncia. No assalta, nenhuma bateria. Nenhuma arma de
qualquer tipo em seu fracasso."
        "O taco?"
        "Ele tocou bola. Ento ele est sentando l em sua roupa ntima fazendo seus livros. Livros
limpos, apartamento imundo. Mas no logicamente imundo. Os armrios so organizados, janelas so
lavadas, mas existe comida e pratos sujos, roupa para lavar madura lanada ao redor.  como ele ficou
doente ou fez uma bebedeira por uma semana."
        Ela escavou sua mo por seu cabelo como ela trouxe o retrato de seu espasmdico pequeno
apartamento em sua cabea. Pintou ele nisto. Sentando no calor em sua unidade de escrivaninha, pela
janela aberta. Suando por seu calo de Jquei.
        "Ele pegou a msica at orelha-arranhada, nada novo de acordo com os vizinhos. Ralph de
atravs do corredor examina cuidadosamente e bate na porta. Novamente, nada novo. Mas este tempo,


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em vez de diminuir a msica, Louie K. levanta seu taco e batidas suas algum dia bebendo amigo para a
morte com isto.
       "Rache seu crnio," ela continuou. "'Gire seu rosto para gelia, batidas abaixo duras suficientes
para rachar um bem, taco de beisebol slido. O vizinho excede em valor Louie K. por melhor que cem
libras, mas ele no consegue uma chance de pr uma marca ele."
       Ele soube que ela estava vendo isto agora, puxando imagens em seu crebro do que aconteceu.
Entretanto ela no tinha estado l, ela veria isto. " duro para lutar de volta se seus crebros esto
vazando de suas orelhas."
       "Sim, isto  uma desvantagem. Entretanto, gritando o tempo todo, Louie K. contribui a porta do
vizinho e segue a mulher. O policial responde, e Louie vai para ele."
       "O calor pode girar pessoas."
       "Sim, pode. Destaca o querer dizer. Mas o otrio estava sentando l, fazendo seus livros.
Fazendo entradas. S como ele toda noite sobre aquele tempo. No parece certo."
       Fanzindo o cenho, ela se debruou de volta em escrivaninha do Roarke. "Voc sabe de algum
ilegal que vai por Pureza?"
       "No."
       "Nem faa qualquer outro. Quando eu entrei em seu apartamento, sua tela estava ligada. Disse
Pureza Absoluta Alcanada. Que diabo  pureza absoluta, e como era isto alcanado?"
       "Se ele novo de algo, por que um de pouca importncia playground negociante estaria em o
andar trreo?"
       "Eu tenho perguntado eu mesmo isto. O computador no identificaria, at com meu cdigo de
autorizao. Ento eu enviei isto em EDD. No pode trazer para dentro Feeney," ela meditou. "Injustia
de olhares para etiqueta a cabea de Diviso de Detetive de Eletrnica para uma procura de dados
normais."
       "Voc podia ter me etiquetado."
       "Converse sobre parecer errado. Alm disso, voc estava trabalhando."
       "Ento eu era, e comendo, que eu imagino que voc no era. Faminto?"
       "Agora que voc menciona isto. O que voc teve?"
       "Hmm. Sopa de ameixa gelada, salada de caranguejo, e um rodovalho grelhado excelente."
       "Huh." Eve empurrou para seus ps. "Eu podia ir para um hambrguer."
       "De alguma maneira eu soube isto."
       -=O=-***-=O=-
       Mais tarde, Eve deita acordado, olhando fixamente para o teto como ela reconstruiu dados,
evidncia, teoria. Nada pareceu certo, ela pensou, mas no podia estar certa quanto disso era
influenciado por preocupao acima de um jovem, prometendo policial.


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       Ele teve um bom crebro, e um idealismo que era to brilhante e brilhante quanto prata polida.
Pureza, ela pensou novamente. Se ela tivesse que usar uma palavra para definir isto, seria Trueheart.
       Ele perdeu alguma daquela pureza hoje. Alguma, ela soube, ele nunca poderia voltar. Ele sofreria
para isto, mais que ele devia.
       E ela no estava sendo uma mame, ela pensou, girando sua cabea s suficiente para carranca
em Roarke na escurido.
       "Bem ento." Ele trocou em direo a ela, correndo suas mos infalivelmente acima de seus
peitos. "Desde que voc tem toda essa energia . . ."
       "Sobre o que voc est conversando? Eu estou dormindo aqui."
       "Voc no , no com seu crebro correndo ao redor alto suficiente para despertar os mortos. Por
que eu s no dou a voc uma mo com toda aquela energia?"
       Como ele a puxou contra ele, ela riu. "Eu tenho notcias para voc, s. Isto no  sua mo."
       -=O=-***-=O=-
       Trinta e seis quarteires longe, Troy Trueheart prov a escurido, olhando fixamente para o teto.
Ningum compartilhada sua cama para oferecer conforto ou distrao. Tudo que ele podia ver, impresso
na escurido, era o rosto do homem que ele matou.
       Ele soube que ele devia tomar um secionalmente aprovado tranq. Mas ele tinha medo de dormir.
Ele veria isso tudo novamente em seus sonhos.
       Da mesma maneira que ele podia ver isso tudo como ele deita acordado.
       O salpico de sangue e osso e piores por toda parte das paredes daquele corredor mido. At aqui
em seu apartamento limpo, ele podia cheirar isto. O modo que o calor amadureceu o fedor de sangue, de
escorne. Ele podia ouvir os gritos, a da mulher no mais do que um uivo de terror e dor terrveis. E o do
homem. Louis K. Cogburn. Os gritos do homem gostam de louco do animal selvagem da caa. As vozes
de outros inquilinos que gritam fora portas por detrs bloqueadas. Telefonemas intensivos em cima nas
janelas da rua.
       E seu prprio corao furioso em seu trax.
       Por que ele no pediu auxlio? O minuto ele ouviu a mulher pedindo ajuda, ele devia ter pedido
auxlio.
       Mas ele apressou do lado de dentro, pensando s proteger e servir.
       Ele gritou de volta que--ele teve, pelo menos ele gritou como ele apressou em cima aqueles
degraus para algum chamar 911. Ningum teve. Ele percebeu isto agora. Ningum teve ou Polis teria
vindo para longo na frente de Tenente Dallas.
       Como pessoas podiam permanecer atrs de portas bloqueadas e no fazer nada enquanto seu
vizinho estava chorando para ajuda? Ele nunca entenderia isto.
       Ele viu o homem no corredor longe alm de ajuda de algum. Ele viu isto, sentido seu estmago
balana, e o rugido de sangue em sua cabea em um barulho de zumbido branco que era o som de medo.

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Sim, ele tem medo, muito com medo. Mas era seu trabalho para ir pela porta. A porta aberta, ele pensou
agora, v por ele e nos gritos e o sangue e a loucura.
       O que ento? O que ento?
       Polcia! Solte sua arma! Solte a arma agora.
       Seu stunner estava em sua mo. Ele tirou isto a caminho em cima. Ele estava certo disto. O
homem. Louis K. Cogburn. Ele girou, o taco sangrento engatado em ambas as mos gostam de uma
massa no prato. Olhos minsculos, Trueheart pensou agora. Os olhos minsculos quase desaparecendo
em um rosto magro que estava vermelho de ira e secondhand sangue.
       Sangue mais escuro, sangue mais fresco vazado de seu nariz. S lembrado isto, ele pensou.
Importou?
       Ele carregou. Um louco em calo de Jquei que moveu como raio. O taco desceu em seu ombro
to rpido, to duro. Tropeou de volta, quase perdeu o stunner. Terror, brilhante como sangue.
       O homem. Louis K. Cogburn. Ele girou de volta em direo  mulher. Ela descia, ofuscada,
lamentando. Impotente. O taco balanado em cima, alto. Um golpe fatal.
       Entretanto ele se agitou. Seus olhos--oh Deus, seu demnio de olhos vermelhos, foi largo,
saltado dentro de seu crnio. Seu corpo sacudido, sacudido como um boneco que dana em srie como
ele administrou por. Fora no corredor.
       Ele danou, ainda danando. Ento ele caiu, tipo de dobrado e solto, faceup olhar fixamente para
o teto com aqueles olhos vermelhos terrveis.
       Morto. Morto. E eu estou de p acima dele.
       Eu matei um homem hoje.
       Trueheart enterrou seu rosto em seu travesseiro, tentando apagar as imagens que quiseram tocar
em seu crebro. E ele lamentou para os mortos.
       -=O=-***-=O=-
       De manh, Eve pe em um telefonema para Examinador de Chefe Mdico Morris e
experimentado para no soar muito speramente quando ela era forada a deixar uma mensagem em seu
correio de voz. Se necessrio, ela faria tempo para afundar para o morgue e falar com ele pessoalmente.
       De fato, isso era s o que ela iria fazer--e consegue outro olhar para corpo do Cogburn.
       Tanto em se cansou, ela pe um telefonema em Don Webster em Negcios Internos. Este tempo
ela no aborreceu menosprezar o aborrecimento quando ela era transferida para verbalizar correio.
       "A pega da Esquadra de Rato um pouco de confortveis horas. Americano real Polis j somos a
trabalho. D-me um telefonema, Webster, quando voc bambolear dentro para seu dia de montar a
escrivaninha e cheirando em cima sujeira em oficiais das mesmas categorias."


       Provavelmente no esperto o incomodar, ela pensou como ela quebrou transmisso. Ento
novamente, se ela tentasse doce para conversar Webster, ele saberia que ela era at algo.

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       "Tenente." Bon na mo, Trueheart permaneceu em sua entrada. "Voc mandou me buscar."
       "Est certo, Trueheart. Entre. Feche a porta."
       Ela no estava cruzando quaisquer linhas o chamando para seu escritrio antes de Prova. Ela era
primria no caso.
       Isso era sua histria, ela pensou, e ela estava pegando para isto.
       "Sente-se, Trueheart."
       Ele olhou todo pedao como plido e oco-de olhos  medida que ela esperou. De alguma maneira
ele conseguiu ficar na ateno at acomodada. Ela programou sua AutoChef para dois cafs, pretos, se
ele quis um ou no.
       "Noite spera?"
       "Sim, senhor."
       "Voc vai ter um dia mais spero. Teste no  nenhum passeio na praia."
       "No, senhor. Eu ouvi."
       "Voc melhor estar em cima para isto. Olhe para mim quando eu falar com voc, Oficial." Ela
estalou isto, assistiu sua cabea surgir e seu enfoque de olhos cansados. "Voc coloca o uniforme, voc
levanta o distintivo, voc embainha a arma e voc empreende tudo que quer dizer. Seu trmino era de
Louis K. Cogburn justificvel?"
       "Eu no fao--"
       "Sim ou no. No existe nenhum meio aqui, nenhuma qualificao. Seu intestino, Trueheart. O
desenvolvimento era de sua arma necessria?"
       "Sim, senhor."
       "Se voc caminhasse na mesma situao hoje, voc novamente desdobraria sua arma?"
       Ele estremeceu, mas ele movimentou a cabea. "Sim, senhor."
       "Isto  o caroo disto." Ela o passou pelo caf. "Voc espera pelo caroo disto, voc conseguir
pelo resto. No experimente pensar Prova. Voc no tem o metal para isto ainda. Responda
corretamente, responda verdadeiramente. E porm eles torcem a pergunta de justificao, voc
desdobrou sua arma justificavelmente, preservar a vida de um civil e seu prprio."
       "Sim, senhor."
       "Jesus, Trueheart, voc  um agradvel bastardo. Em que distncia voc era do assunto quando
voc desdobrou?"
       "Eu penso--"
       "No pense. A que distncia?"
       "Seis ps, talvez cinco e uma metade."
       "Quantos sacodes voc deu a ele?"
       "Dois."
       "Fez sua arma, em qualquer hora durante a altercao, entre dirija contato com o assunto?"

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       "Contato?" Ele pareceu confundido para um momento. "Oh, no, senhor. Eu descia e ele era
mudar-se quando eu desdobrei. Ento ele girou, movendo em direo a mim quando eu desdobrei a
segunda vez."
       "O que voc fez com o pedao de gota?"
       "O . . ." Choque puro sacudido acima de seu rosto. Ela assistiu virar rosa com que podia s ser
indignao. "Senhor, eu no tive nenhuma arma secundria, nem eu possuo um. Eu tive s a rua stunner,
que eu sou autorizado para levar e que voc tomou em evidncia na cena. Senhor, eu me ressinto--"
       "Salve isto." Ela se debruou de volta. "Se eles no perguntarem a voc aquela pergunta em
Prova, eu ficarei surpreendido. Voc pode apostar seu traseiro que IAB perguntar isto. E eles
empurraro. Ento salve a afronta moral para eles. Voc no bebe caf, Trueheart?"
       "Sim, senhor." Ele olhou miseravelmente na xcara, ento ergueu isto, sorveu. Sua respirao
chupada em. "Isto no  caf."
       "Sim, .  caf real. Conseguiu muito mais indo para ele que aquela vegetariana de merda, no
faa isto? Voc podia usar o pontap extra hoje. Escute mim, Troy. Voc  um bom policial e com
alguns temperando que voc ser um melhor. Os trminos no deveriam ser fceis. Ns no devamos
ser capazes de encolher os ombros fora da tomada de qualquer vida como no era nada ou ns rodeamos
muito perto de estarmos o que ns estamos aqui colocar no lugar."
       "Eu desejo que . . . eu desejasse que existisse outro modo."
       "No existia, e no esquea isto.  certo para sentir muito, at um pouco culpado. Mas no 
certo para sentir qualquer coisa menos que absolutamente confiante que voc fez o que teve que ser feito
dadas as circunstncias. Voc deixa eles verem que voc no est certo, e eles rasgaro voc em cima
como um leopardo faz uma gazela."
       "Eu tive que fazer isto." Ele segurou o caf apertado em ambas as mos como se ele tivesse
medo que saltaria fora de seu aperto. "Tenente, eu toquei isto em minha cabea cem modos diferentes
ontem  noite. Eu no podia ter feito qualquer outra coisa. Ele teria matado aquela mulher. Ele
provavelmente teria me matado e qualquer outro que entrou o modo. Mas eu cometi enganos. Eu devia
ter pedido auxlio antes de entrar no edifcio. Eu devia ter chamado despacho em vez de etiquetar voc."
       "Sim, aqueles so enganos." Ela movimentou a cabea, agradoda que ele achou isto, escolheu
isto separadamente. "Nenhum do qual teria mudado o trmino. Mas eles eram enganos que podem custar
voc um pouco brilho. Por que voc no pediu auxlio?"
       "Eu reagi. A mulher parecida estar em imediato perigo. Eu gritei ordens para algum chamar
nove e onze uma vez que eu estava do lado de dentro, mas eu devia ter feito muito pessoalmente. Se eu
tiver sido fracassado em parar o perpetrator, tido nenhuma auxlio en rota, mais vidas podiam ter sido
perdidas."
       "Boa. Lio aprendida. Por que voc me chamou em vez de Despacho?"


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       "Eu era . . . Tenente, eu no estava diretamente pensando. Eu percebi ambos os homens estavam
mortos, que eu terminei o atacante, e eu--"
       "Voc era desorientado dos sopros que voc recebeu," ela vivamente disse. "Voc teve algumas
preocupaes que voc poderia perder conscincia. Seu pensamento imediato era reportar o homicdio e
o trmino, e voc muito contatou o tenente de Homicdio com que voc trabalhou no passado. Voc est
conseguindo isto, Trueheart?"
       "Sim, senhor."
       "Voc estava em angstia fsica e mental. O tenente, para quem voc relatou sua situao,
ordenou voc para assegurar a cena e permanecer at que sua chegada. Voc fez isso."
       "No era procedimento."
       "No, mas ele segurar. Estar certo voc faz. Eu no trouxe para dentro voc fora de detalhe de
calada para assistir voc lavar."
       "Eu pegarei suspenso de trinta dias obrigatria."
       "Possivelmente. Provavelmente."
       "Eu posso suportar isso. Eu no quero perder meu distintivo."
       "Voc no vai perder seu distintivo. Reporte para Prova, Oficial Trueheart." Ela chegou a seus
ps. "E mostre a eles o que voc  feito."
       -=O=-***-=O=-
       Ela pe em outro telefonema resmungo para Morris, ento decidiu balanar em EDD antes dela
prender Peabody e encabeado para o morgue.
       EDD sempre a confundiu. Como algum conseguiu qualquer coisa feita quando eles estavam
todos compassando ao redor conversando em headsets ou escavado em cubos que discutem com
computadores estavam alm dela.
       E eles raramente vestiram como Polis. McNab, o prato de moda fraca que era tomava atualmente
parte em atividades de tempo em tempo turno com Peabody que Eve no gostou de pensar sobre, poderia
ter sido a mais ultrajante do grupo. Mas ele no ganhou por muito.
       Ela retrocedeu to depressa quanto possvel em enfadonho do Feeney, escritrio do workingman.
       Sua porta estava aberta. Ele raramente fecha isto, at quando ele era, como agora, esfregando um
subordinado acima de um pouco de parafuso-em cima.
       "Voc pensa que as unidades aqui esto para sua diverso e entretenimento, Halloway? Voc
figura que voc pode dar e tocar um pouco Cruzado Espacial no nquel dos contribuintes?"
       "No, senhor, Capito, eu no era--"
       "Este departamento no  seu frigging brinquedo caixa."
       "Capito, era minha folga de almoo e--"
       "Voc conseguiu tempo para almoo?" Choque de rosto de bass registrado do Feeney,
assombro, e uma secreta alegria. "Bem, isto  fascinante, Halloway. Eu posso prometer voc pelo

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prximo pequeno enquanto folgas de almoo vo estar uma memria aficionada, aficionada. Voc pode
no ter notado, desde que voc tem estado economia to ocupada o universo virtual enquanto voc dobra
em um sanduche, mas ns somos emperrados aqui. O crime est subindo rapidamente como os
temporrios l fora, e ns, estando empregados propriamente jurados da lei, tenha que afivelar nossos
asnos em e salvar a cidade antes de ns partir espaar e goddamn invasores estrangeiros. Eu quero um
relatrio no hacker de Dubreck em minha escrivaninha em trinta."
         Halloway pareceu encolher dentro de sua lima verde macaco. "Sim, senhor."
         "Quando voc  feito com que voc engancha em cima com Silby nos 'vnculos do rombo de
Stewart. E quando voc for feito com isto, eu informarei. Suma."
         Halloway sumiu, sacudindo se mortificou olhar em Eve como ele subiu fora e atrs em direo a
seu cubo.
         "Faz bem ao corao," Feeney disse com um suspiro, "descascar a pele fora de um alvo fraco de
manh. O que est em cima com voc?"
         "Qual era sua pontuao em Cruzado?"
         "Levantou para cinqenta e seis mil em nvel de Comando." Feeney cheirou. "Condene prximo
beliscado meu registro e isso tem sido suportar trs anos, quatro meses, e vinte e dois dias. Pequeno
putz."
         Ela passeou dentro, sentado no canto de sua escrivaninha, e surrupiou um punhado das amndoas
confeitadas ele manteve em uma tigela. "Voc ouve sobre Trueheart?"
         "No. Sido enterrado." Seu rosto folgado dobrado com preocupao. "O que?"
         Ela disse a ele, no omitindo para nada como eles dois mastigado em nozes. Feeney arrastou uma
mo por sua exploso de cabelo de gengibre. "V ser duro nele."
         "Contruiu fudido carter," ela murmurou. "Ele est dando isto para mim diretamente, Feeney.
Brinque mais cedo tragaria um rato ao vivo que minta para mim. Mas ele no levanta. Eu trouxe dados e
centro de comunicao do Cogburn. Eu estava pulando que voc podia bater isto at prioridade. Olhe, eu
sei que voc seja inundado," ela adicionou antes dele poder falar. "Mas eu quero toda a munio que eu
posso conseguir para este. E existe algo em l. Eu sei que existe. Este negcio de Pureza cheira ruim."
         "No pode dar a voc McNab. J o consegui prestidigitando. Halloway," ele disse e clareou. "Eu
s no penso que aquele menino tem suficiente para fazer. Eu o porei isto. Um pouco sero devia servir
para o para."
         "E ajude proteger sua pontuao alta."
         "Fique sem dizer." Mas o humor em seu enfraquecido de rosto depressa. "IAB vai tomar alguns
empurres duros naquela criana."
         "Eu sei isto. Eu vou ver se eu posso inclinar alguns deles." Ela partiu a escrivaninha. "Eu vou ir
hostilizar Morris. Se minha corcunda levanta, Trueheart  fora do gancho mais afiado."


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        Captulo 3


        Quando Eve balanado atrs em Homicdio para arrebatar Peabody, vrios dos detetives no
bullpen enviaram olhares significantes seu modo.
        "Rato no buraco," Baxter comentou como ele a passou, e empurrou sua cabea em direo a seu
escritrio.
        "Obrigado." Ela enganchada seus dedos polegares nos bolsos dianteiros de sua cala comprida e
encabeada em seu escritrio.
        O tenente Don Webster se sentou em sua cadeira sobressalente nica, seus sapatos polidos
chutados em cima em sua escrivaninha atravancada. Ele estava bebendo seu caf.
        "Eh, Dallas. Estado um pouco enquanto."
        "Mas de alguma maneira nunca longa suficiente." Ela bateu seus ps fora de sua escrivaninha.
"Isto  meu caf naquele assalta?"
        Ele tomou um gole longo, alargue um suspiro feliz. "Deve ser bom, sendo capaz de escolher a
coisa real sempre que voc est no humor. Como  Roarke estes dias?"
        "Este um social  telefonema? Porque eu no tenho tempo para conversar. Eu estou de servio."
        "No social, mas ele podia ser amigvel." Ele moveu seus ombros quando sua expresso ficou
fixa e pedregosa. "Ou no. Precise dizer entretanto, voc est parecendo inchao justa."
        Ela alcanou atrs dela, feche a porta. "Voc teria conseguido o relatrio do incidente
acontecendo ontem entre dezenove cem e dezenove e trinta envolvendo um uniformizado oficial atribuiu
para Central que, enquanto de folga, respondido para--"
        "Dallas." Webster levantou uma mo. "Eu consegui o relatrio. Eu sei o incidente. Eu sei inferno
de Oficial Troy Trueheart de um nome, huh--est em Prova neste momento. Os negcios internos
entrevistaro o assunto e investigaro o trmino depois dos resultados de Prova dita so avaliadas."
        "Ele tem vinte e dois anos de idade. Ele est ainda verde, mas ele  slido. Eu estou perguntando
a voc para ir fcil nele."
        Irritao povoada acima de seu rosto. Fortaleceu isto. "Voc pensa que eu levanto de manh
pensando sobre quantos Polis eu posso destruir aquele dia?"
        "Eu no sei o que voc ou o resto de seu pacote pensam." Ela comeou a ordenar caf para ela
mesma, ento girada ao redor. "Eu pensei que voc estava voltando. Eu pensei que voc decidiu ser um
policial novamente."
        "Eu sou um goddamn policial."
        "Afinal aquela sujeira terminou de dentro de IAB--"




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       " por isso que eu fiquei em casa." Ele disse isto quietamente, e corte sua tirada. "Eu pensei
sobre isto." Ele empurrou uma mo por seu cabelo marrom ondulado. "Eu pensei sobre longo e duro. Eu
acredito na Agncia, Dallas."
       "Como? Por que?"
       "Cheques e equilbrios. Ns precisamos verifica e equilbrios. Quando existir poder existir
corrupo. Eles vo de mos dadas. Pego do policial errado nenhum direito para um distintivo. Mas ele
merece tendo outro policial v  tirado dele."
       "Eu no tenho nenhum uso para sujo Polis." Aborrecido com o mundo em geral, ela tomou o caf
assaltar dele e bebeu. "Condene isto, Webster, voc era bom na rua."
       Deu a ele um fecho rpido para ouvir ela dizer isto. Para saber que ela quis dizer isto. "Eu sou
bom na Agncia. Eu penso que eu fao uma diferena."
       "Martelando em um nefito como Trueheart porque ele fez o que ele teve que fazer para proteger
um civil e ele mesmo?"
       "Sabe, a primeira coisa eu fiz quando eu voltei em IAB era sair todas as prateleiras, parafusos, e
outros dispositivos de tortura. Eu leio o relatrio, Dallas.  claro existia imediato perigo. Mas existem
buracos, e existem perguntas. Voc sabe isto."
       "Eu estou examinando isto. Deixe-me claro ele."
       "Sabe. Eu adoraria fazer voc um favor, s assim voc me deveria um. Mas ele tem que ser
entrevistado, ele tem que fazer uma declarao. Ele pode ter seu rep l. Ele pode ter voc l. Jesus,
Dallas, ns no estamos contando com foder esta criana. Mas quando um uniforme terminar usando sua
arma que tem que ser revisado."
       "Ele  limpo, Webster. Ele  goddamn surra limpa."
       "Ento ele no pegou nada para se preocupar. Eu tomarei isto pessoalmente se isso significa
qualquer coisa para voc."
       "Eu acho que isto fazer."
       "Voc diz a Roarke que voc etiquetou-me era para este? Ou ele vai ser aborrecido em cima
assim eu tenho que chutar seu traseiro novamente?"
       "Oh,  disso que voc estava fazendo quando voc teve que ser executado do quarto
inconsciente?"
       "Eu gosto de lembrar disto que eu estava s conseguindo meu segundo vento."
       Webster esfregou um dar sua mandbula. Ele podia ainda lembrar o que punho do Roarke sentiu
como plowing nisto. Como um tijolo bem apontado.
       "Qualquer trabalhos para voc. E eu no reporto para Roarke."
       "Voc continua a pensar que isto." Ele tomou o caf de volta dela, terminou isto. "Voc est to
casada que eu vejo pequenos lovebirds que circulo acima de sua cabea."


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       Mortificou, completamente para seus dedes do p. "Roarke no  o nico que pode bater voc
inconsciente."
       "Eu realmente gosto do olhar de voc." Ele sorriu abertamente quando seus olhos estreitaram.
"S olhando," ele a assegurou. "Nenhum comovedor. Aprendida minha lio l. Voc pode confiar-me
para manter isto limpo, pessoalmente e profissionalmente. Aquele bom o suficiente para voc?"
       "Se ele no fosse, eu no teria chamado voc."
       "Cheque. Eu estarei em toque." Ele abriu a porta, espiou atrs. Ele realmente gostou do olhar
dela--magro e duro e sensual. "Obrigado pelo caf."
       S, ela agitou sua cabea. Ela podia ouvir a gota de nvel de barulho em silncio do bullpen
como Webster caminhou por isto. Ele escolheu uma estrada muito dura, ela pensou. Um distintivo que
policiou outros distintivos era considerado com suspeita, derriso, e medo.
       Uma linha escorregadia para caminhar. Ela suposta, ao todo, ela gostou dele bem suficiente para
esperar que ele mantivesse seu equilbrio.
       Ela verificou sua unidade de pulso, julgado quanto Trueheart mais longo estaria em Prova. Mais
que suficiente tempo, ela pensou, para ela para browbeat Morris para resultou em Cogburn.
       -=O=-***-=O=-
       Eles eram empilhados e empratileirado e empacotado no morgue. Raramente em onze anos no
trabalho tiveram Eve vista tantos cadveres em um lugar uma vez.
       Um trio do ensacado e etiquetado eram atingidos em gurneys e empurrado contra a parede fora
de um dos apartamentos de autpsia.
       Tome um nmero, ela pensou. Muito tarde para ser protegido, mas voc ser eventualmente
servido.
       Como Eve andou a passos largos abaixo o corredor branco claro dos mortos, Peabody apressou
ao lado dela.
       "Homem, este lugar  sempre um pouco fantasmagrico, mas isto  alm. Voc sabe como voc
metade espera uma destas bolsas para se sentar em cima e agarrar-se a voc?"
       "No. Espere fora aqui. Se um deles faz uma corrida para isto, d-me um telefonema."
       "Eu no penso que isto  particularmente engraado." E assistindo as bolsas pretas quietas
cautelosamente, Peabody levou ela postar na porta.
       Dentro de Morris estava ocupado no trabalho, uma passagem de escalpelo de laser meio o Y
corta em um dos seis corpos alargados fora em mesas.
       Ele vestiu culos de proteo acima de seu rosto agradvel, um capuz de plstico acima de seu
cabelo longo, escuro trancado, e um casaco protetor claro acima de um terno azul marinho elegante.
       "O que o ponto em ter  voz remete se voc no conversar para isto?" Eve exigida.
       "Muita companhia inesperada solta nesta manh, devido a um coliso de transportes areos.
Voc no pegou o relatrio? Os corpos que saem do cu como macacos voadores."

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       "Se eles pudessem voar eles no seriam ensacados e etiquetados. Quantos?"
       "Doze mortos, seis ferido. Um pouco de puxo em um airmini rammed isto. O piloto de bonde
conseguido para segurar os controles a maior parte do modo abaixo, mas as pessoas apavoradas.
Adicione a aquela a luta de faca em um clube que tomou ambos os participantes e um espectador, a
fmea de Cora de Jane achado cheio em um reciclador, e seu dirio bashings, bludgeonings, e
brutalidades e ns temos ns mesmos uma casa cheia."
       "Eu tenho um trmino de polcia com algumas perguntas. O uniforme nefito aturde sujeito
louco, sujeito louco morre. Nenhum sinal de stunner contacta em vtima. Stunner confiscado do oficial
era fixado em baixo."
       "Ento ele no o matou."
       "Ele est morto como o resto de seus convidados."
       Morris completou seu corte Y. "S modo um no-contato atira com um uniforme stunner tiraria
um homem, louco ou no, seria se disse que potencial que homem louco teve uma condio respiratria
ou neurolgica de tal seriedade que a eletrnica sacode acerbatou ele e levado a trmino."
       Era exatamente o que ela quis ouvir. "Se isto  o caso, no  realmente um trmino por fora de
mximo."
       "Tecnicamente, no. Porm--"
       "Tecnicamente far. Seja um camarada, Morris, tome um olhar para ele.  Trueheart."
       Morris olhou em cima e empurrou os culos de proteo. "A criana com a penugem de pssego
em seu rosto que parece com um anncio de tela para pasta de dentes?"
       "Isto  aquele. Ele est em Prova. Prximo do IAB. E algo no vaga o modo que este afundou.
Ele podia usar uma fratura."
       "Deixe-me o olhar em cima."
       "Ele est ali. Nmero quatro na linha." Ela empurrou um dedo polegar.
       "Deixe-me parar o relatrio."
       "Eu posso--"
       "Deixe-me ler isto" Morris a corta fora com uma onda da mo e movida acima do centro de
dados. "Nome de sujeito morto louco?"
       "Cogburn, Louis K."
       Morris telefonou o relatrio de campo  medida que ele l, ele zumbiu para ele mesmo. Era
alguma cativante pequena melodia, vagamente familiar para ela. E ele comeou a tocar ao redor em sua
cabea de um modo que disse a ela que seria pega l por horas.
       "Negociante de Ilegais," Morris comeou. "Podia ter sido acima de-amostragem, corao ou
dano neurolgico possvel. Sangrando de orelhas, nariz, vasos sangneo quebrados nos olhos. Hmm."
       Ele moveu para a mesa onde o Louie K. era atingido, fraco e desnudo. Ele refit os culos de
proteo, abaixado seu rosto muito perto de Louie  isto olhou como se ele estava para beijar os mortos.

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       "Registre em," ele disse e comeou a ditar dados preliminares, visual .
       "Bem, vamos abrir ele, veja o que ns vemos. Voc indo declive para este?"
       "Sim, se ele for rpido."
       "No se apressa gnio, Dallas." Ele levantou uma serra de crnio, deixa ele para girar.
       A Eve freqentemente perguntou-se por que algum escolheu esta linha particular de trabalhar,
ou como eles podiam ser to alegres quando indo sobre isto. Pelo menos o ar no quarto era fresco, ela
pensou e vagou acima de estudar os oferecimentos do pequeno fridgie. Ela conformou-se um tubo de
cerveja inglesa de gengibre antes de caminhar de volta para Morris.
       "O que faz voc--"
       "Ssh!"
       Ela carranqueou, mas baixou. Morris era normalmente falador quando ele trabalhou. Neste caso
ele foi sobre o trabalho em silncio, referindo ao crnio do dentro de Cogburn, para a imagem de
computador na tela ao lado da mesa.
       Ela estudou isto ela mesma, mas viu nada alm de formas e cores.
       "Voc faz uma procura mdica neste sujeito?"
       "Sim. Ele no tem estado em para qualquer tipo do trabalho ou cheque em uns anos. Nada
estalou."
       "Oh sim, algo estalou. Seu crebro, e nenhum stunner padro fez este dano. Nenhum tumor que
eu posso ver. No coagulando. Se ele fosse uma embolia deveria existir . . . O que ns temos  severa
presso intercranial. Maciamente inchado do seu crebro."
       "Preexistindo?"
       "Eu no posso dizer, no ainda. Isto vai levar tempo. Fascinante. Estale seja s o que este crebro
fez. Como um acima de-balo inchado. Eu posso dizer a voc que aquela em minha opinio isto no era
feito por qualquer arma.  interno."
       "Mdico ento."
       "Eu no vou confirmar isto. Eu vou correr alguns testes." Ele espantou ela longe. "Eu contactarei
voc quando eu tiver algo slido."
       "D-me algo."
       "Eu posso dizer a voc que parece este crebro do sujeito estava em condio sria, uma
condio contnua antes qualquer para agir por seu oficial ltimo  noite. O que aconteceu aqui no
aconteceu como resultado de um aturdir. No aconteceu se ele pegasse uma polcia emitir laser na orelha
e explodiu longe do sujeito. Eu no posso dizer se o aturdir causou um pouco de tipo de reao de cadeia
que levado a primeiro trmino. Mas dos olhares deste crebro, este sujeito teria estado morto dentro de
uma hora. Eu informarei quando eu compreender como e por que. Agora v e deixe-me trabalhar."
       -=O=-***-=O=-


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        A Eve ultrapassou o selo em apartamento do Cogburn. O fedor, o passado, prendeu calor
esmurrou como um punho sujo quando ela abriu a porta.
        "Deus. Isto  sujo."
        "Oh sim." Peabody girou sua cabea, chupada em que ela imaginou era sua ltima respirao
fcil, ento seguiu Eve do lado de dentro.
        "V em frente e abra a janela enquanto ns estamos aqui.  precisa ser melhor que trabalhando
em uma caixa fechada."
        "O que ns estamos procurando?"
        "Preliminar do Morris est debruando em direo a condio preexistente. Ns podemos achar
algo aqui para verificar isto, indicar ele estava automedicando. O lugar parece com que ele era fora de,
doente.  disso que me atingiu primeiro. Ele  um rastejar, mas um limpo, organizado rasteja. Mantenha
seu ninho limpo ordinariamente. Mas os ltimos vrios dias, ele est caindo na frente domstica.
Acompanhando seus negcios entretanto. Voc est doente, voc  quente, voc  irritvel. O vizinho
discute voc, voc racha. Faa sensao melhor."
        "Mas, bem, realmente no importa por que Cogburn teve rebatendo prtica em seu vizinho."
        "Sempre importa por que," Eve respondida. "Morto do Ralph Wooster, pago do e Cogburn por
isto. Mas ele importa por que."
        Ela abriu gavetas que ela abriu e procurou a Eve. "Talvez ele teve um duro-em para Wooster
desde o princpio. Talvez ele quis shag que mulher do Ralph, ou o devia dinheiro. E agora ele est
sentindo como caga e Ralph velho est martelando em sua porta e gritando nele."
        Ela abaixou abaixo, brilhou um penlight no fundo dos intervalos de um armrio. "O ponto , algo
fez ele estalar, v postal. Podia ser seu crebro estava fritando. Morris disse que ele estava um homem
morto."
        "Mesmo assim, Trueheart est em Prova." Peabody relanceou em sua unidade de pulso. "Ou s
terminando disto. Ele ter que enfrentar IAB se ou no Cogburn tiveram um preexistir."
        "Sim, mas ele se sentir melhor se terminar para que ele deu ao sujeito o normal e aceitvel
aturdiu, e um preexistente era a raiz ou causa da morte. Ns o conseguimos isto, ele no conseguir as
frias de trinta dias obrigatrias."
        Ela ficou abaixada, fanzindo o cenho no espao. "De qualquer maneira, eu no gosto de como
sente. S no goste disto."
        "O que aquela cano voc  estar zumbindo?"
        A Eve parou, amaldioou se, endireitou. "Eu no sei. Condene Morris. Vamos bater em portas."
        -=O=-***-=O=-
        Estava espantando quantas pessoas perdidas sua sensao de audio ou sua habilidade de
comunicar em oraes coerentes quando um distintivo era envolvido.


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          Mais de metade da Eve de portas batidas em permanecidas firmemente fechadas, e qualquer sons
que emitem de dentro de eram imediatamente abafado. As portas que abriram pessoas reveladas no
mais teis, com respostas que de eu dunno para eu no no ouvi nada de ningum.
          No andar trreo, em apartamento 11F, Eve est encolhendo pacincia era recompensada.
          A loira era jovem e olhou metade adormecida. Ela vestiu um par minsculo de calcinha branca e
um tanque magro. Ela bocejou imensamente em rosto da Eve, ento piscado no distintivo quando era
empurrado na frente dela.
          "Minha licena  saldada. Eu consegui mais seis meses at renovao, e eu acabei de ter meu
cheque de sade obrigatria. Eu consegui o certo."
          "Bom para saber." Como companheiros licenciados foram este aqui estava no lado jovem e ainda
pareceu fresco. A licena estava provvel em seu primeiro ano. "Eu no estou aqui sobre isto. Esta
preocupaes o que aconteceram no quarto andar ontem."
          "Oh! Uau! Isso estava certo algo. Eu escondi no armrio at o gritar parou. Eu era realmente
assustado. Existia uma grande briga e as pessoas foram mortas e material."
          "Voc conheceu qualquer um dos homens quem foram mortos?"
          "Tipo de."
          "Podemos ns vir do lado de dentro. Senhorita . . ."
          "Oh, oh, eu sou Reenie, Reenie Pike--Pikowski bem, mas eu estou mudando isto para Pike
porque, sabe,  mais sensual. Eu acho muito--sobre entrar. Meu treinador disse como ns deveramos
cooperar com a polcia assim ns no conseguimos rousted e material."
          Ela era, Pensou Eve, o Trueheart do companheiro licenciado aglomera. Ainda brilhante e
inocente apesar de sua ocupao escolhida. "Isto  uma boa poltica, Reenie. Por que ns todos no
temos alguma cooperao. Do lado de dentro."
          "Certo, mas o lugar  kinda sujo. Eu durmo durante o dia, principalmente, especialmente desde
que  to quente. Super no consertou o controle de clima. Eu no penso que isto  certo."
          "Talvez eu posso conversar com ele para voc," Eve ofereceu como ela aliviou dentro da porta.
          "Realmente? Isso seria grande.  duro de devolver clientes aqui porque  muito quente para sexo
e material, e eu estou s licenciado para rua trabalha e a maioria de clientes de rua no querem estalar
para um quarto de hotel e material. Sabe?"
          A moblia era sobressalente, o plano idntico para do Cogburn. A desordem veio de roupas
dispersas em brilhantes, cores venham para mais perto, no trio de perucas lanadas sobre como
emaranhados escalpos e o exrcito de encarecimentos cosmticos confundidos no trax debaixo da
janela.
          O ar era quente suficiente para assar biscoitos.
          "O que voc pode dizer a mim sobre Louis Cogburn?" A Eve comeou.
          "Ele gostou disto diretamente e rpido. Nenhum material de fantasia."

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       "Isto  realmente interessante, Reenie, mas eu no estava realmente perguntando sobre suas
preferncias sexuais. Mas desde que voc menciona isto, ele era um cliente regular?"
       "Tipo de." Ela moveu em torno do quarto, levantando roupas, lanando eles em um armrio.
"Uma vez que toda semanas do par desde que eu me mudei. Ele era real corts sobre isto, disse como era
bom tendo um lc direito no edifcio. Ele disse como ns podamos descobrir um comrcio, mas eu disse
a ele que eu iria mais cedo a causa de dinheiro que eu sou economizar para em servio condio, e eu
no fao ilegais e material. Oh." Ela bateu uma mo em sua boca. "Eu no quis dizer dizer sobre ele
procedimento, mas eu acho que  certo desde que ele est morto."
       "E material. Sim, ns sabemos sobre seus negcios. Ele j lutou com alguns dos outros inquilinos
antes de ontem?"
       "Oh no, nuh-uh. Ele era real quieto, e como eu disse, corts e material. Mantido para ele mesmo
principalmente."
       "Ele j mencionou Ralph Wooster ou Suzanne Cohen para voc, algum problema ou rancor ele
teve relativo a eles?"
       "Nuh-uh. Eu classifico de conheo Suze. Tipo de. Eu quero dizer dizer oi para, e howzit. E s
alguns dias atrs ns no nos sentamos no inclinar e tivemos uma bebida fermentada porque era to
quente do lado de dentro. Ela  boa. Ela disse como ela e Ralph estavam pensando sobre se casar e
material. Ela trabalha em um 24/7 em torno do canto e ele faz o saltar em um clube. Eu esqueo qual.
Talvez eu devia ir a ver no hospital."
       "Eu aposto que ela apreciaria isto. Voc notou qualquer coisa diferente sobre Sr. Cogburn nos
ltimos dias?"
       "Tipo de. Eh, voc quer um bebida frio? Eu consegui algum Limo Efervescente."
       "No, isto  certo. Voc vai em frente."
       "Eu podia usar alguma gua," Peabody pe em. "Se voc no se importar."
       "Certo, certo. Ele duro estar sendo um policial e material?"
       "Pode ser." A Eve assistiu atrevido pequeno alvo do Reenie ergue como ela curvou at achar seu
Limo Efervescente no fridgie. "Mas ele mostra a vocs . . . todos os lados da condio humana."
       "Voc v muitos como um lc, tambm."
       "O que voc viu diferente sobre Sr. Cogburn recentemente?"
       "Bem . . ." Reenie voltou com um copo de gua para Peabody, ento tomou um momento para
beber delicadamente seu refrigerante. "Tome o dia Suze e eu estvamos no inclinar. Louie K. subiu em
sua entrada. Ele olhou kinda ruim, voc sabe todo plido e suado e tuckered fora e material. Ento eu
disse, sabe, quente suficiente para voc? E ele deu a mim este olhar srdido real e disse a mim que eu
devia manter minha boca fechar se tudo que eu pudesse dizer era algo estpido."
       Seu unpainted lbios movido em um bonito pequeno faz beicinho. "Realmente machuque meu ,
mas voc sabe, Louie K.'s s no signifique assim e ele realmente no pareceu bom, ento eu disse, aw,

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Louie K., voc olha todos vestido. Voc quer um pouco de minha bebida fermentada? E por um minuto,
ele pareceu com que ele era ir ser srdido novamente, e Suze conseguiu todo duro. Entretanto ele
classifica de esfregado em seu rosto e disse como ele sentia muito que ele disse isto, e como o calor
estava chegando o a e ele teve esta enxaqueca e material ruim. Eu disse que eu tive alguns bloqueadores
se ele procurado, que, eu acho, era estpido, tambm, 'porque de seus negcios. Mas ele no disse muito
e acabou de dizer como ele talvez anunciaria por algum tempo e tentaria dormir fora da enxaqueca."
       Ela pausou um minuto como se achando isto. "E assim," ela concluiu.
       "Voc o viu entre aquele tempo e ontem?"
       "No ver. Mas eu o ouvi ontem de manh. Eu estava dormindo, mas ele despertou-me batendo no
super  porta e gritando nele consertar o controle de clima. Ele estava amaldioando em cima uma raia,
que no era algo que voc ouviu ele fazer um lote inteiro, mas o super no abriu a porta, e Louie K., ele
continuou de volta em cima, no fora como ele fez a maioria de dias."
       "Ele voltou at seu apartamento depois de tentar o super."
       "Sim, e isto  kinda causa estranha Louie K. era realmente, sabe, como disciplinado sobre o
trabalho. Eu no penso que ele saiu durante algum tempo, agora que voc menciona isto. De qualquer
maneira eu estava sendo vestido ontem quando eu ouvi todo o gritar e o colidir de cima. Eu s espiei
fora para um segundo, e viu aquele policial atraente vir para correndo em. Ento eu escondi no armrio.
O policial atraente estava gritando por algum chamar 911. Eu acho que eu devia ter, mas eu era muito
assustado e material."
       "Voc ouviu o responder oficial pedir algum para pedir auxlio de polcia?"
       Reenie curvou sua cabea. "Sim. Eu sinto muito que eu no ajudei, mas eu pensei outra pessoa
iria e eu era assustado. Eu acho que no teria feito uma diferena de qualquer maneira porque isso tudo
recuperou-se bonito rpido. O sujeito de policial, o sujeito atraente, eu penso que ele  um heri real
para subir l o modo que ele fez quando todo mundo outro ficou dentro de onde estava seguro. Talvez,
se voc o vir e encher que voc podia dizer a ele que eu disse isso. E eu me sinto ruim que eu no
ajudei."
       "Certo," Eve respondida. "Eu o deixarei conhecer."
       -=O=-***-=O=-
       Em lugar de escreva um relatrio atualizado, Eve optada para ir diretamente para Chefe Whitney
com um oral. Ela teve que lisonjear uma janela de cinco minutos pelo assistente do chefe mas ela estava
disposta a tomar o que ela podia conseguir para o choque de um cara a cara.
       "Obrigado por fazer tempo, Chefe."
       "Se eu pudesse fazer tempo, meu dia seria muito menos saqueado. Faa isto rpido, Tenente."
       Ele continuou a ler qualquer dados estava em sua tela de escrivaninha. Seu perfil era pedregoso.
O tamanho dele vestido do grande e atualmente atravancou escrivaninha como fez o peso de seu
comando. Ambos aquele tamanho e aquele peso, Eve teve razo para conhecer, msculo de ao levado.

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       "Relativo ao incidente envolvendo Oficial Trueheart, senhor. Eu juntei dados adicionais, que
indica o atacante terminado pode ter sofrido de um preexistir que causaram sua morte. MIM Morris est
testes ainda correntes mas declarou aquela devido a esta condio o assunto teria morto dentro da hora."
       "Morris me atirou um sumrio preliminar nisto. Voc tem associados leais, Dallas."
       "Senhor. Trueheart completou Prova at agora. Os resultados deviam estar em pela manh. Eu
gostaria de adiar qualquer envolvimento de IAB at a investigao em ontem incidente mostra
claramente se qualquer envolvimento  autorizado ou necessrio."
       Whitney girou para ela agora, seu fim de rosto largo, escuro. "Tenente, voc tem alguma razo
para acreditar que uma investigao de IAB e entrevista normais lanaro alguma sombra nas aes
tomadas por este oficial?"
       "No, Chefe."
       "Ento deixe isto ir. Deixe isto ir," ele repetiu antes dela poder falar. "Deixe o menino suportar
ele mesmo. Deixe ele limpar ele mesmo. Ele ser o melhor para isto. Tendo voc em seu canto  uma
coisa. Tendo que voc permanece como uma proteo  outro completamente."
       "Eu no estou tentando . . ." Ela diminuiu, percebendo que ela estava fazendo s isto. "A
permisso para falar francamente, Chefe."
       "Desde que ele  sumrio."
       "Eu sinto alguma responsabilidade como eu trouxe para dentro Trueheart de seu antigo detalhe.
Alguns meses atrs ele esteve seriamente ferido em um de meu ops. Ele segue ordens para a carta e ele
tem muita espinha. Mas seus instintos esto ainda em desenvolvimento, e ainda magros da sua pele. Eu
s no quero ver ele tomar mais bate acima deste que ele merece."
       "Se ele no pode levantar-se para isto, melhor ele descobrir agora. Voc sabe isto, Dallas."
       "Se existe um preexistir, obrigatrio trinta dia pode ser acenado. Voc sabe isto, Chefe, como
voc sabe a angstia sentimental e mental at uma pela-suspenso de livro pode causar. Ele respondeu
para ajuda de um pedir. Ele pe ele mesmo na linha, sem vacilao."
       "Ele falhou em pedir auxlio."
       "Sim, senhor, ele fez. Voc j falhou em pedir auxlio?"
       Sobrancelhas erguidas do Whitney. "Se eu fiz, eu mereci ser chutado para isto."
       "Eu o chutarei."
       "Eu considerarei a desistncia, Tenente, uma vez que todos os dados e resultados esto dentro e
estudados."
       "Obrigado, senhor."
       -=O=-***-=O=-
       Amontoado em seu cubo, Halloway correu outra srie de esquadrinhou na unidade de Cogburn.
E lamentou.


                                                                                                      36
       Toque um pouco Cruzado em sua fratura, e voc consegue todo o cagar detalhes esvaziados em
voc. Quem o inferno se importou com os dados armazenados no passeio da unidade do morto kiddie
negociante? Que Feeney iria fazer? Tagarele nos clientes de quartilho de tamanho para suas mames?
       Quatro horas, ele pensou, e estalou um bloqueador para a enxaqueca maligna trombeteando
dentro de seu crnio. Quatro frigging horas dicking com dados intil em uma intil segunda-unidade de
taxa todo porque bigshot Dallas vem para mendicncia para bigshot Feeney.
       Ele se sentou de volta, esfregados seus borrados olhos.
       Ele no podia ficar passado a proteo nesta transmisso de Pureza. Cogburn no gerou a
mensagem. Tanto que ele verificou. Veio de fora de, mas ento o fuck o que?
       Pureza absoluta. Provavelmente um pouco de tipo de loo de beb.
       Sua cabea foi matana ele. E Deus, era quente aqui. O controle de clima de maldio deve ter
sado novamente. Ningum fez seus trabalhos mais. Ningum mas ele.
       Ele empurrou longe da escrivaninha, empurrado fora de seu cubo, desesperada para a gua, para
ar.
       Ele acotovelou outro Polis fora de seu modo, ganhou ele mesmo algumas sugestes inventivas
em satisfao prpria.
       No refrigerador da gua, ele bebeu abaixo xcara depois de xcara como ele localizou os
movimentos de seus associados.
       Olhe para eles. Como um grupo de formigas em um ninho. Algum devia fazer o mundo um
favor e espremer algumas formigas.
       "Eh, Halloway." McNab saltou em fresca de uma tarefa de campo. "Como ele est indo? Ouviu
que voc pegou detalhe de um cagar."
       "Foda-se voc, otrio."
       Temperamento rolado acima de rosto do McNab, entretanto ele notou pallor do Halloway, e as
contas de suor. "Voc olha um pouco perdido. Talvez voc devia tomar uma fratura."
       Halloway abaixou mais gua. "Algum  ir ficar perdido. Saia de de meu caso antes de eu
mostrar ao resto destes dickweeds que maricas Feeney  acariciar realmente ."
       "Voc conseguiu um problema comigo?" Nesse caso, era um novo. Para aquele ponto McNab e
Halloway fluram junto suavemente. "Ns podemos suportar isso at o ginsio e resolvemos isto. Veja
que  o maricas de EDD."
       Feeney varreu em, parado pelo refrigerador quando ele sentiu a parede quente de tenso.
"McNab, eu quero aqueles relatrio dez minutos atrs. Halloway, voc conseguiu tudo isso tempo para
permanecer em torno do refrigerador que eu posso achar mais para voc fazer. Mova isto."
       "Mais tarde," Halloway murmurou debaixo de sua respirao, e seguiu atrs para seu cubo com
sua cabea furiosa.


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       Captulo 4


       Com Peabody em reboque, Eve parada pelo hospital para uma entrevista de atualizao com
Suzanne Cohen. A mulher era chorosa e desesperada, tendo descoberto seu afeto para Ralph correr
consideravelmente mais fundo agora que ele estava morto.
       Mas ela no teve nada aprecivel para adicionar a mistura. Sua verso do incidente em do o
inclinar Reenie seguido, como fez seu bsico empreendeu Louie K.
       Ele estava quieto, com exceo de sua msica, e mantinha principalmente para ele mesmo.
       "Isto no  sempre o modo?" Eve notada. "Toda vez voc tem um pouco de sujeito fazendo um
divertimento que termina em sangue, pessoas dizem que ele estava quieto e mantido para ele mesmo.
Uma vez s, eu gostaria de ouvir como ele era um manaco que comeu serpentes ao vivo."
       "Existia aquele sujeito no ano passado que mordeu fora das cabeas de pombos antes dele saltar
fora do telhado de seu edifcio de apartamentos."
       "Sim, mas ele s espirrou ele mesmo, e ns no pegamos aquele. Nenhum ponto em tentar me
alegrar em cima com comedores de pombo." Desesperado se, Eve retirou-se ela buzinando
Comunicador. "Dallas."
       "Pensou que voc quereria uma atualizao," Morris comeou. "Eu tenho testes ainda correndo, e
resulta em so largamente inconclusivo."
       "Menino, aquelas vantagens certas mim em cima."
       "Pacincia, Dallas, pacincia." Seu rosto estava ardendo do modo que algumas pessoas ardiam
quando eles reivindicaram ter achado Jesus, Pensou Eve.
       "O que ns temos aqui  merecedores de um escrever-em cima em dirios mdicos atravs da
terra. Este crebro do sujeito  fascinante. Como estava debaixo de ataque do do lado de dentro. Mas no
existe nenhum tumor, nenhuma massa, nenhum sinal de doena como tal."
       "Mas existe dano. Dano de crebro."
       "Eu direi. Goste algum cargas de conjunto microscpicas dentro disto. Biff, bam, estrondo.
Voc sabe como eu comparei isto para um balo super inflado?"
       "Sim."
       "Retrato este balo, em um espao includo, neste caso, o crnio. Inchaes de balo, maior,
maior. O espao fica o mesmo. Continua empurrando, expandindo, mas ele no pegou nenhum lugar
para ir. A presso constri, construes, construes. Os vasos capilares estouram. PING, PING, PING.
O nariz sangra, orelha sangra at . . . Estale!"
       "Isto  uma imagem realmente bonita."




                                                                                                     38
       "pobre Otrio teve que estar sofrendo de enxaquecas importantes. O Monte Vesuvius de
enxaquecas. Eu enviei tecido para o lab para anlise adicional, e eu estou chamando dentro um
neurologista."
       "Este dano teria causado seu sbito comportamento violento?"
       "Eu no posso dizer a voc isto, no finalmente. Mas a dor pode ter o empurrado acima da
extremidade. A natureza da dor est advertindo sistema. Ai, algo errado comigo. Suficiente dor
entretanto, pode dirigir voc louco. E, um invasive corpo como um tumor no crebro pode fazer
comportamento aberrante. Este crebro era, indiscutivelmente, invadiu."
       "Por que?"
       "O melhor eu posso dizer a voc  isto parece que um pouco de tipo de vrus neurolgico.
Alfinetando aquele abaixo no vai ser trabalho rpido."
       "Certo, consiga-me o que voc pode quando voc puder." Ela clicou fora de. "Parea com isto 
sair da rea de problema de polcia e em problema mdico. Ns fecharemos isto. Assunto, sofrendo de
desordem neurolgica ainda sem diagnstico, assalta e mata vizinho, ataques outro. A resposta de
polcia resulta na morte de atacante. Trueheart s precisa esperar pelo IAB de merda."
       "Voc vai deixar ele conhecer o sujeito estava principalmente morto antes do aturdir?"
       "Sim, mas ele devia lidar com IAB primeiro. Direito do Whitney. Eu vou estando na frente dele,
fao ele parecer fraco."
       "Ele no , sabe." Peabody sorriu um pouco. "Ele  s . . . puro."
       "Sim, bem, sua pureza est um pouco suja agora, e ele provavelmente ser em melhor situao.
Ns balanaremos em EDD e veremos se eles obrigassem  outra Pureza. Eu quero prender isto e
colocar no lugar isto."
       -=O=-***-=O=-
       Em seu cubo, Halloway zombou e ele suou e ele trabalhou. Ele no soube que ele esteve
morrendo, mas ele soube, ele soube que maldio bem que ele estava sendo abusado.
       Ele no podia lembrar, no exatamente, por que ele teve isto velho e crappy dados concentrar-se
em seu contador de trabalho. Mas ele lembrou, oh ele lembrou, o modo como Feeney teve insultado ele,
como Feeney o humilhou.
       E McNab, aquele otrio, breezing em cima e irnico. Rindo dele atrs de suas costas. Rindo
direito em seu rosto. Por que ele era a pessoa que sempre conseguiu as tarefas de ameixa? Aquelas
ameixas deviam ir para filho do Colleen Halloway, Kevin. E eles iria se aquele backstabber McNab no
beijou traseiro do Feeney toda chance que ele chegou.
       Eles estavam o segurando abaixo, segurando ele de volta. Eles dois, ele pensou como ele bateu
seu antebrao acima de seu suor-encharcado rosto. Tentando o arruinar.
       Eles no iriam cair fora com isto.


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       Deus. Deus! Ele quis ir para casa, v para a cama. Ele quis estar s em seu prprio lugar, longe
deste calor, longe deste barulho, longe da dor.
       Sua vista borrada como ele olhou fixamente abaixo nos intestinos da unidade que Feeney
ordenou ele para trabalhar em.
       E ele viu intestinos do McNab estendem e cintilando debaixo de suas mos.
       Tire isto para o ginsio? Ele alarga um pequeno bufo, aquele concludo em um soluo. Inferno
com isto! Inferno com eles. Ele empurrou para seus ps, fechados suas mos em sua embainhada arma.
Desenhou isto.
       Eles lidariam com isto aqui e agora. Como homens.
       -=O=-***-=O=-
       Eve andada no deslizamento. "Eu no preciso de voc para este, Peabody."
       "Senhor, eu sou seu ajudante fiel. Eu sinto obriguei ficar perto de seu lado."
       "Se voc pensar que voc est surgindo para EDD comigo assim voc pode tocar agarra traseiro
com McNab, voc  muito confundido, ajudante fiel."
       "A pensada nunca cruzada minha mente."
       "Isto  isso? Por que suas calas esto queimando?"
       Peabody sorriu abertamente. "Eles no so porque eu no estou deitando. Eu estava pensando
sobre bater levemente traseiro, no agarre traseiro. Seu  to fraco  um tanto quanto duro para agarrar
um bom punhado."
       Ela pulou fora ao lado de Eve, e desde que ela pensou que ela viu estremeo de boca do seu
tenente em que poderia ter sido um sorriso em lugar do tique de msculo habitual durante tais
conversaes, ela empurrou.
       "E eu posso conseguir um de primeira mo na condio da unidade do Cogburn, escreva aquela
rea do relatrio para voc. Como seu ajudante fiel e trabalhador."
       "Isto  um bom suborno, Peabody. Voc me faz orgulhosa."
       "Eu aprendi do mestre."
       Eles terminaram a caminhada atravs do breezeway que conectou EDD, girado em direo ao
setor dos detetives. E todo inferno libertou-se.
       Gritos, os distintivos zumbam de uma arma despedida, o passeio de ps. A arma da Eve estava
em sua mo, e ela estava correndo antes dela ouvir o primeiro impacto.
       Um policial desenrolado da entrada como outros vieram para apressando abaixo corredores.
       "Ele o atirou! Jesus Cristo, ele o atirou. Pea mdico."
       "Quem desce? Detetive, d-me a situao."
       "Eu--Deus. McNab desce."




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       A Eve agarrou brao do Peabody como seu ajudante comeou a pular adiante. "Ala!" Ela
ordenou como os msculos tremidos debaixo de sua mo. "Oficial abaixo, oficial abaixo!" Ela estalou
em seu Comunicador. "EDD, Nvel dos detetives. D-me o goddamn situao."
       "Eu no sei! Halloway, ele acabou de subir para cubo do McNab. Atirou ele, ento todo mundo
est correndo e Halloway est gritando, fluxos de disparo. Ele pegou o capito. Eu vi ele tomar o
capito."
       "Fique fora!" A Eve andou a passos largos para a porta, ordenou o Polis que despejou ao ar livre
e corredores para ficar claro. "Ns temos uma situao de refm potencial, pelo menos um ferido. Eu
preciso desta rea assegurada. Eu preciso de um negociador. Peabody, informe o chefe desta situao."
       "Sim, senhor." Lgrimas juntadas nos cantos de seus olhos. "McNab."
       "Ns estamos entrando. Desenhe sua arma." Ela aliviou mais ntimo, abaixando ela verbaliza
para Peabody s. "Se voc no pode lidar com isto, diga muito agora. Voc no ajudar eles se voc no
pode manter."
       "Eu posso. Eu irei." O medo j soprou por ela, e fora novamente. "Ns temos que entrar l."
       "Segure fogo," Eve gritada. "Segure fogo."
       Ela entrou lento, varrendo primeiro. Polis era disperso, cubos destridos, alguns deles ainda
emitindo fumaa. Ela viu uma embreagem de que eles se amontoaram cubo do no cho--McNab--que
ela notou, e sentiu um ajuntamento de gelo em sua barriga. Mais estava escritrio do fora de Feeney,
gritando pela porta.
       "Eu sou Tenente Dallas!" Ela teve que gritar para ser ouvida. "Eu estou em carga aqui at Chefe
Whitney assuma o comando desta situao. Voc homens, caiam fora daquela porta."
       "Ele pegou o capito! Ele pegou o capito l."
       "Consiga o inferno longe da porta. Agora! O que  Condio do McNab?"
       Ela podia o ver agora, deitando inconsciente, seu rosto branco como osso. Ela no disse nada
quando Peabody soltou abaixo ao lado dele, verificada sua pulsao.
       "Ele  vivo." Peabody respondeu instavelmente. "A pulsao  thready."
       "No tomou um total aturdir. Detetive Gates." Uma mulher com cabelo de zebra listada
avanada. "Eu vi Halloway subir para o cubo. Algo fora sobre isto, ento eu vi a arma. Eu gritei algo.
McNab procurou, serra, ele deu o fora fluxo da sua cadeira e Halloway o tiraram. Era ruim. Era ruim,
mas eu no penso que era um total aturde."
       "Mdico est a caminho. Eu preciso de olhos em escritrio do Feeney. Consiga-me olhos l. No
momento, consiga-me para uma 'estao de vnculo assim eu posso conversar com ele. Peabody, avalie
quantos esto feridos e em que condio."
       Ela impediu um 'vnculo, transmisso ordenada para do Feeney. Buzinou, buzinou, buzinou. E
seu corao trovejou.


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       "Isto  Capito Fucking Halloway." Rosto do Halloway, quase to branco quanto do McNab,
abastecimento a tela. Os brancos de seus olhos eram rachados com as linhas vermelhas, e uma baba de
sangue vazado de seu nariz. "Eu estou em carga aqui!"
       Ele gritou isto, ento andada atrs to Eve viu ele segurando sua arma debaixo de mandbula do
Feeney.
       Um fluxo, ela pensou entorpecida com medo, morte imediata.
       "Isto  Tenente Dallas."
       "Eu sei que o inferno voc seja. Grandstander. Eu excedo em importncia voc agora. Que diabo
voc quer?"
       " o que voc quer isto est em assunto, Halloway."
       "Capito Halloway."
       "Capito." Do seus olhos Feeney encontrado. Mil mensagens passaram entre eles em um
segundo de diviso. "Se voc diria a mim, senhor, o que ele  que voc quer, o que parece ser o
problema, ns podemos passar sem tocar tudo em cima sem violncia adicional. Voc no quer
machucar Capito Feeney. Eu no poderei ajudar voc consegue o que voc quer se voc machucar
Capito Feeney."
       "Voc precisa conversar conosco, filho." A voz do Feeney era tranqila como um lago. "Diga a
ns o que o problema ."
       "Voc  o problema, e eu no sou seu filho. Ento feche! Feche!" Ele empurrou Feeney  voltar
com sua arma, e rompeu transmisso.
       Toda cela em corpo gritado da Eve para apressar a porta. Todo instinto, toda hora de treinar,
ordenada ela para conter-se.
       "Olhos. Consiga-me olhos l agora! Eu quero todos os dados disponveis em Halloway. Se ele
for casado, consiga sua esposa aqui ou em um 'vnculo. Consiga-me sua me, seu irmo, seu padre.
Quem ele  mais provvel escutar . Eu quero todo pessoal dispensvel fora desta rea. Quem aqui saiba
Halloway melhor?"
       Rostos chocados, rostos horrendos, rostos bravos olhados atrs nela. Era Gates que finalmente
falou. "Eu acho que todos ns pensamos que ns o soubemos. Isto no faz sentido, Tenente."
       "Converse com ele." Eve apontada para o 'vnculo. "Mantenha isto tranqilo e amigvel. Voc
pergunta a ele o que ele quer, o que ns podemos fazer para ele. No critique ele. No diga nada para o
deixar fora de. S mantenha ele conversando."
       Ela se virou, movendo s fora do alcance e retirou-se seu Comunicador. "Chefe."
       "A caminho." Seu rosto poderia ter sido esculpido em granito. "Situao?"
       Ela retransmitiu isto, rpido e sumrio.
       "Negociador tambm est a caminho. O que voc precisa?"


                                                                                                    42
          "Atiradores de preciso. Eu estou conseguindo olhos, mas neste momento eu no posso averiguar
rea de objetivo. Feeney normalmente mantm suas sombras, mas eles poderiam ser abaixados.
Apressando o quarto ou fechando  muito arriscado. Ele soltaria Feeney antes de ns podermom chegar
a ele."
          "Eu estou dois minutos longe. Mantenha-o conversando. Descubra o que ele quer."
          "Sim, senhor." Ela recuou em direo ao 'vnculo. Gates bateu manualmente nas chaves de um
mini-unidade.
          Ele no est escutando mim. Incoerente, disperso. Nenhuma resposta. Olhares doentes.
          A Eve movimentou a cabea e assumiu o comando do 'vnculo. "Voc certo l, Capito
Halloway? Precise de qualquer coisa?"
          "Eu preciso de algum respeito! Eu no vou ser ignorado."
          "Eu no estou ignorando voc. Voc tem minha ateno completa. Eu estou tendo um pouco
dificuldade concentrando. Se voc pudesse aliviar de volta em sua arma um pouco assim ns podemos
conversar este."
          "Ento voc pode romper aqui?" Sua risada era um rechinante ofegar. "Eu no acho."
          "Ningum est entrando l. No existe nenhuma razo que ns no podemos solucionar este sem
mais danos. Feeney, voc dar a Halloway sua palavra para permanecer acomodado e cooperativo, no
?"
          Feeney entendeu a mensagem. Fique onde voc est desde que possvel. "Certo. Eu me sentarei
aqui mesmo enquanto ns resolvemos isto."
          " quente aqui.  muito goddamn quente aqui." Como ele falou, Halloway usou sua mo livre
para bater no sangue que gotejado fora de seu nariz.
          Vendo isto, Eve foi fria. "Eu terei o clima controlar ajustado." Ela gesticulou fora da tela para
Gates. "Ns esfriaremos isto abaixo l para voc. Voc se sentindo certos caso contrrio, Halloway?"
          "No! No, eu no estou me parecendo certo. Este filho de uma cadela tem-me trabalhar at que
meus olhos de maldio sangrem. Minha cabea." Ele agarrou um punhado de seu prprio cabelo,
arrancado violentamente. "Matana da minha cabea me. Eu estou doente. Ele me fez doente."
          "Ns podemos conseguir voc uns mdicos. Voc me deixar enviar um mdico em? Voc no
parece bem, Halloway. Deixe-me conseguir voc alguma ajuda mdica."
          "S me deixe s." Quando uma lgrima gotejada fora de seu olho, era tinto com sangue. "Deixe-
me s. Eu preciso pensar!"
          Ele quebrou transmisso.
          "Condio," Whitney estalou por detrs ela.
          "Ele est doente. Ele est mostrando os mesmos sintomas demonstrados por Cogburn. Eu no
posso explicar isto, Chefe, mas ele est morrendo l, e ele podia tomar Feeney com ele. Ns precisamos
o conseguir fora, consigamos ele ajuda mdica."

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          "Tenente. Ah, Chefe." Outro detetive apressado em cima. "Ns temos seus olhos." Ele
administrou um sorriso plido. "E orelhas com eles."
          Com Whitney, Eve curvada acima de um monitor. Ela podia ver o todo de escritrio do Feeney
agora--o sol e as sombras de isolamento abaixado. No existiria no fora de visuais para os atiradores
de preciso. Feeney estava em sua cadeira de escrivaninha, restries fechando seus braos para seus
braos.
          Halloway compassou atrs dele, seu rosto jovem, agradvel saqueado. Seu prprio sangue
smeared como guerra pintar. Ele rasgou em seu cabelo com uma mo, acenou a arma de modo selvagem
com o outro.
          "Eu sou a pessoa que sabe o que eu estou fazendo ao redor aqui." Ele zombou, chutando
violentamente cadeira do Feeney  medida que ele passou. "Eu sou a pessoa que est em carga. Voc 
velho e voc  estpido, e eu estou doente para a morte de suas ordens."
          A resposta do Feeney estava quieta e medida. "Eu no soube que voc estava sentindo aquele
modo. O que eu posso fazer para fazer direito de coisas com voc?"
          "Voc quer fazer eles direito? Voc quer fazer eles direito?" Ele emperrou a arma debaixo de
queixo do Feeney novamente e teve Eve braceada para se lanar na porta de escritrio. "Ns vamos
escrever para ns um memorando, Ry."
          "Certa, certa." Ela alarga uma respirao longa. "Mantenha ele ocupado."
          "Senhor. O negociador est na cena."
          "Traga ele em dia, Dallas," Whitney ordenou. "Ento ns estruturamos alternativas."
          Ela informou o negociador, instalou ele com um 'vnculo. E girando, viu Roarke que anda a
passos largos pela porta. "Que diabo voc est fazendo aqui?"
          "Boletim de mdia." Ele no falou do terror com que ele viveu desde ouvir o relatrio que
existiram armas despedidas, oficiais feridos, e um refm tomado em Central de Polcia. E de seu rpido
esquadrinhe do quarto, ele de tamanho em cima os aspectos mais vital da situao.
          Sua esposa estava inclume. E Feeney estava faltando.
          "Feeney?"
          "O refm. Eu no tenho tempo para voc."
          Ele deitou uma mo em seu brao antes dela poder ir embora. "O que eu posso fazer para
ajudar?"
          Ela no desperdiou tempo perguntando como ele entrou em uma rea assegurada no primeiro
lugar. Ele era um homem que foi onde ele quis ir. Nem fez ela perguntar como ele esperou ajudar
quando o setor era carregado com Polis cujo trabalho era para lidar com uma crise.
          Ningum era melhor em cortar por uma crise.
          "McNab era batido."
          "Cristo." Ele girou, como ela fez, e achou Peabody, no cho com o primeiro time mdico.

                                                                                                    44
       "Eu no sei sua condio. Eu me sentiria melhor se eu soubesse de uma forma ou de outra."
       "Feito." Existia raiva nele agora, uma espcie de fria frgida mais mortal que calor. "Tenente, se
ele for dinheiro que ele quer, o departamento ter capitais ilimitados em sua disposio."
       "Apreciou, mas ele no  dinheiro. V, d a Peabody um ombro. Eu preciso enfocar em
conseguir Feeney fora de l vivo. Roarke. Espere." Ela passou uma mo por seu cabelo. "Ache que cubo
 do Halloway. Ele pegou uma unidade de dados l. Feche isto. No toque isto, no consiga qualquer
mais ntimo para ele que necessrio. S fecha isto."
       -=O=-***-=O=-
       Dentro de escritrio do Feeney, Halloway gritou no 'vnculo. As facas mofosas estavam fatiando
sua passagem em seu crebro. Ele podia sentir isto hemorragia. "Voc quer conversar comigo? Ento
diminua a temperatura neste forno. Voc continua tentando me fritar fora, eu solto este intil velho E-
peida. Eu no estou conversando com voc, otrio. Coloque Dallas de volta. Ponha aquele goddamn
deitando cadela de volta em. Voc conseguiu dez segundos!"
       No sinal, ela pulou para o 'vnculo. "Eu estou aqui Halloway."
       "Eu no ordenei voc para diminuir o calor aqui? Eu no dei a voc uma ordem direta?"
       "Sim, senhor. Eu seguido que ordeno."
       "Voc no mente para mim. Voc quer que eu comece em suas mos." Halloway apertou sua
arma abaixo dura atrs da mo do Feeney. "Eu dou isto um bom forte sacudir, ele no estar empurrando
fora com esta mo mais."
       "Eu terei isto mais distante diminudo. Halloway, s escute mim. Olhe para Feeney. Ele no est
suando. Voc pode fazer um cheque de temperatura. O quarto desce para sessenta e cinco."
       "Isto  merda! Eu estou queimando totalmente aqui."
       "Porque voc est doente. Voc tem algum tipo de vrus, como uma infeco. Voc tem uma
enxaqueca ruim, no , Halloway? E voc tem um sangramento nazal.  a infeco que est fazendo que
voc sente deste modo, a infeco que est machucando voc. Voc precisa de mdico. Vamos
conseguir voc alguma ajuda, e ns endireitaremos tudo isso."
       "Por que voc no entra, cadela?" Sua boca tranada. "Entre e voc ver o quo rpidos ns
endireitamos este."
       "Eu posso entrar. Eu posso trazer voc um pouco de medicina."
       "Foda-se voc."
       "Eu entro, Halloway, e no entregue. Voc teria dois refns. Voc est em controle. Voc est
em carga. Voc sabe que Feeney  um amigo meu. Eu no faria nada para arriscar seu bem-estar. Eu
posso trazer voc em medicamento para sua enxaqueca, e qualquer outro que voc quer."
       " Foda-se voc," ele disse novamente, e rompeu a transmisso.




                                                                                                       45
       "Permutando outro refm no  o caminho para negociar com esta situao." O negociador
empurrou ele mesmo entre Eve e o 'vnculo. "Ns no precisamos de quaisquer sacrificando, ns no
precisamos de quaisquer pessoas importantes."
       "Normalmente eu concordaria com voc, mas o homem segurando os cartes l no ir escutar as
linhas habituais. Primeiro, ele  um policial e ele sabe a rotina. Segundo, ele est sofrendo de um pouco
de tipo de desordem neurolgica que est afetando seu comportamento, seu julgamento, suas aes."
       "Eu estou em carga desta negociao."
       "Isto no est competio de um urinar, condena isto. Eu no quero seu trabalho. Eu quero ver
ambos daqueles Polis termina de l em um pedao. Chefe, eu sinto muito, eu no tenho tempo para
explicar isso tudo. As condies fsicas e mentais do Halloway esto deteriorando. Eu no sei quanto
mais longo ele pegou antes dele perder isto completamente. Mas quando ele fizer, ele vai tomar Feeney
com ele."
       "Atiradores de preciso esto em posio. Eles podem tirar ele usando um na tela visual."
       "Se aturda e ele est morto.  disso que aconteceu com Cogburn. Halloway est ainda um
distintivo, Chefe. E o que ele fez, o que ele est fazeendo no est dentro de seu controle. Eu quero que a
chance de o levar vivo."
       "Voc entra," o negociador disse, "e trs Polis morrem."
       "Ou vivem. Eu posso tranq ele. Ele est em dor sria. Se o meds esto l, ele querer eles. Chefe,
Feeney me treinou, ele me educou. Eu preciso entrar."
       Whitney olhou fixamente em seus olhos. "Converse ele nisto. Faa isto rpido."
       Levou seus momentos preciosos de pechincha, mas ela caiu no ritmo de rastejar. Isto, ela
percebeu, era o que ele precisou. No s para ser reconhecido como estando em carga, mas ser mostrada
subservincia absoluta.
       "Ele podia fogo muito bem em que voc o minuto voc est na porta." Roarke falou suavemente
como ela esperou pelo MTs preparar os medicamentos e seringas de presso.
       "Ele podia."
       "Mas voc entra sem um colete, sem uma arma."
       "Isso era o negcio. Eu sei o que eu estou fazendo."
       "Voc sabe o que voc tem que fazer. Existe uma diferena sutil e perigosa. Eve." Ele deitou
uma mo em seu brao. Levou tudo dentro dele no arrancar ela claro do quarto. Levar ela longe. "Eu
sei o que ele quer dizer para voc. Lembre o que voc quer dizer para mim."
       "Eu no sou provvel esquecer isto."
       "Condio do McNab  sria. Ele tomou um golpe duro em perto alcance. O MTs era defendido,
mas ele veio a si brevemente antes deles o transportar.  um bom sinal."
       "Certa." Ela no podia pensar sobre McNab. No podia se preocupar sobre ele agora.


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       "Trs outros foram feridos na frente de Halloway agarrar Feeney e o usou como uma proteo no
escritrio. Eu gostaria de conhecer, s para causa da curiosidade, como um homem tira quatro outros
Polis sem tomar um golpe nico."
       "Jesus, Roarke, isto  EDD. Metade dos Polis aqui so zanges glorificados ou geeks. Voc 
mais provvel ver eles retirando-se um e-acolchoam que uma arma."
       "Tenente." A MT abordou com uma bolsa clara de meds. "Instale estes como seu procurados. A
seringa com o ponto vermelho no depressor  o tranq. Tire um homem em abaixo de cinco segundos.
Segundo  o bobo. Nada alm de um bloqueador aprazvel. As plulas so bloqueadores normais, com
exceo da com a pequena faixa amarela. Isto  outro tranq. Voc consegue que ele use qualquer um
daqueles, ele desce bonito rpido. Cinco segundos."
       "Certo, conseguiu isto. Atrs em alguns minutos," ela disse a Roarke.
       "Veja que voc ." E porque ele no deu uma maldio no momento sobre sua muito estimada
reputao, ele a arrancou contra ele e a beijou.
       "Jeez. Salve isto, no ?" Mas ele a guerreou, afianada ela como ela subjugou para o 'vnculo e
ps pela prxima transmisso. "Eu consegui seu meds, senhor." Ela levantou a bolsa. "Bloqueadores de
Dor, orais e circulao sangnea. A MT me informa que a seringa clarear a infeco, e cuide de sua
enxaqueca bastante depressa."
       Ela segurou seus braos, girou um crculo lento. "Eu no estou levando. Eu sei que voc esteja
em controle. Eu s quero dar a voc o que voc precisa solucionar esta situao para sua satisfao."
       "Condene skippy." Ele bateu no sangue que vaza de seu nariz novamente. Ele estava balanando,
balanando, de um lado para outro em seus calcanhares como se acalmar longe a dor. Seu cabelo
arenoso estava de p em topetes loucos onde ele arrancou nisto. O suor e sangue tiveram encharcado
pelo topo de seu alegre verde macaco.
       "Entre, Dallas." Sua boca movida em um sorriso terrvel como ele ergueu sua arma debaixo de
mandbula do Feeney novamente. "Eu vou mostrar a voc s o que eu preciso solucionar esta situao
para minha satisfao. Mantenha aquele 'vnculo aberto."
       Ele pausou, silvada fora uma respirao, ento bateu o dorso de sua mo livre contra seu olho.
"Mantenha aquele visual assim eu posso ver voc a distncia toda para a porta. Algum tenta passar por
voc uma arma, este homem velho est terminado. Mantenha seu mos ao alto, mantenha eles em cima
onde eu posso ver eles."
       Ele perfurou o salto de sapato de sua mo contra seu olho novamente, o outro rodante de modo
selvagem como ele tentou enfocar na tela. "Minha cabea!"
       "Eu tenho o medicamento para ajudar voc." A Eve calmamente falou, lentamente como ela
caminhou para porta de escritrio do Feeney. Em um ou outro lado disto, s fora de visual, era duas crise
Polis por completo revolta engrenar armado com lasers. "Eu preciso de voc para lanar as fechaduras,
senhor."

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       "Algum tenta apressar aquela porta, eu o tiro."
       "Eu estou entrando s. Eu no sou armado. Eu no estou levando qualquer coisa exceto o
medicamento. Voc est em controle aqui. Todo mundo sabe que voc esteja em controle."
       "Sobre condene tempo!" Ele lanou as fechaduras, ento Feeney empurrado  voltar,
entrincheirando-se com o assunto termina de sua arma.
       E agora, Pensou Eve, se ela estivesse errada, todo mundo morreu. Ela aliviou a porta aberta,
ento erguendo suas mos altas, cutucou isto o resto do modo com o dedo do p de sua bota.
       "Eu estou s, Capito Halloway," ela disse, entrou, feche a porta nela atrs.
       Ela arriscou um olhar rpido em Feeney. Ela l a raiva, a frustrao em seu rosto. E viu o
ajuntamento de contuses debaixo de mandbula de MS onde o Halloway teve empurrando sua arma
repetidas vezes.
       "Derrube a bolsa na escrivaninha." Halloway lambeu seus lbios seco, rachado  medida que ela
obedeceu.
       "Aceite em devoluo um passo, mos atrs de sua cabea."
       "Sim, senhor."
       "Por que existem duas seringas?"
       "Senhor, a MT disse que voc poderia exigir uma segunda dosagem para alvio cheio."
       "Venha a si para a escrivaninha lenta."
       Ela podia o ouvir keening debaixo de sua respirao, como um animal alm de dor.
       Ele no podia fazer trinta ainda, ela pensou. Ele no podia ser trinta e algumas horas na frente de
Feeney o vestir abaixo para lutar estrangeiros virtuais.
       Sangue gotejado lentamente fora de seu nariz. A manga deixada de seu macaco estava vermelha
de enxugar nisto. Ela podia cheirar seu suor, seu sangue, sua fria bombeando.
       "Quantas vezes voc bateu este ter velho bastardo para fazer tenente?"
       "Senhor, Capito Feeney e eu no temos sido ntimos."
       "Deitando cadela." Ele balanou fora, backhanding seu mais rpido, mais duro que ela antecipou.
Fora de equilbrio, ela retirou-se em uma cadeira. "Quantas vezes?"
       "Tantos como levaram. Eu perdi a conta."
       Sua cabea rapidamente foi para cima e para baixo. "Isto  o modo que ele trabalhos. Algum
est sempre atarraxando algum assim eles podem atarraxar outra pessoa."
       "Todo mundo sabe que voc alcanou seu grau e posio por seus prprios mritos."
       "Voc conseguiu isto. Voc fucking-Um conseguido isto." Ele agarrou um bloqueador azul fora
da bolsa. "Como eu sei que isto no  veneno? Aqui." Ele empurrou isto em boca do Feeney. "Trague
isto! Trague isto ou eu a fao." Ele balanou a arma em direo a Eve.
       Eles foram fecharam, mas no fechem suficiente para ela ver se a plula teve uma faixa amarela
magra. Ela esperou, enumerando os segundos como Feeney tragou ver se ela j perderia o jogar.

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           Mas seus olhos ficados claros. "Halloway." Como fez sua voz. "Todo mundo aqui quer
solucionar isto. Voc precisa dizer a ns o que voc quer de forma que todo mundo sai."
           "Feche." Ele fatiou sua arma abaixo bochecha do Feeney com violncia casual. Ento agarrou
outra plula fora da bolsa, estalou isto em sua boca, mastigou isto como doce.
           "Talvez aquelas seringas so veneno. Consiga um, consiga um." Ele mastigou uma segunda
plula. "Ns teremos um pouco teste."
           "Sim, senhor." Ela fingiu apalpar um pouco como ela alcanou na bolsa. "Eu sinto muito. Eu
estou um pouco nervoso." Ela tirou o bobo. "Voc quer que eu administre isto, senhor, ou voc preferiria
fazer isto voc mesmo?"
           "Voc vai em frente e administra isto. No," ele disse quando ela comeou a subir. "Se sente a
mesmo. Bomba ele em voc mesmo. Voc vive por isto, talvez voc vive um pouco mais longo."
           Ela manteve seus olhos em seus como ela girou a seringa em direo a seu brao, povoou isto,
deprimido o plunger.
           "Eu seguido suas ordens, senhor. Eu sinto muito que voc est em dor.  difcil de pensar
claramente quando em dor. Eu espero, depois deste medicamento aliviar sua angstia fsica, ns
poderemos solucionar esta situao para sua satisfao."
           "Voc quer fazer capito, voc vai ter que comear a me bater. Eu estou em carga agora.
Levante, levante! D-me a seringa de maldio. Estas plulas so inteis."
           Ela avanou. Existia sangue em suas orelhas agora. Ela manteve seus olhos bloqueados em seus
como ela ergueu a seringa. "Este trabalhar mais rpido."
           Ela deixa seu dedo polegar no depressor.
           "Veneno!" Ele gritou isto, empurrado longe. "Veneno! Minha cabea est explodindo. Eu
matarei voc. Mate todos vocs."
           Ela ouviu a pressa na porta, pintou os atiradores de preciso apontando. Ele era um policial, era
tudo que ela podia pensar como ela saltou nele, inclinando sua arma um momento antes do fluxo a
atingir.
           Ela diminuiu a seringa em seu ombro e bombeou o tranqilizante nele.
           "Segure seu fogo! Segure fogo!" Ela gritou isto como Halloway correu em crculos em torno do
quarto, gritando como ele rasgou em seu cabelo. "Eu o desarmei. Ele  desarmado."
           A porta arromba. Ela saltou entre Halloway e o lasers. "Eu disse pare seu goddamn fogo."
           Ela girou ao redor. Esteve tomando mais longo que cinco segundos. Halloway estava lanando
ele mesmo contra a parede. Gritando, lamentando. Ento seu corpo danado, como corpos fazem quando
um fluxo tirar eles.
           O sangue vazou de seu nariz como ele lanou adiante.
           "Fique mdico aqui," Eve ordenou como ela apressou acima de ajoelhar ao lado de Halloway.


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          Ela viu morte muito para entender freqentemente mal isto. Mas quieta ela verificou sua
pulsao.
          "Condene isto. Condene isto." Ela bate um apertado punho contra seu joelho, examinado
encontrar o conhecimento em olhos do Feeney. "Ns o perdemos de qualquer maneira."




          Captulo 5


          "Ele realmente pegou voc um bom." Eve abaixou at onde o Feeney se sentou debaixo do
ministrations de um medtech. Ela enrrugou seus lbios como ela examinou o longo, raso corte que
marcou sua bochecha. "Sido um tempo desde que voc levou um no rosto, huh?"
          "Eu no pego meu nariz no knothole to freqentemente quanto outras pessoas. Voc e eu, ns
vamos ir um redondo, Dallas. Eu ensinei voc melhor que isto. Adicionando um refm--"
          "Eu pareo com um refm? Eu no recordo ficando bloqueado para minha cadeira de
escrivaninha com minhas prprias restries ultimamente."
          Feeney suspirou. "Sorte muda to trabalhada. E sorte muda--"
          " uma gratificao agradvel para polcia slida trabalha. Algum disse a mim uma vez." Ela
sorriu nele, deitou uma mo na dele. Debaixo dela toca, sua mo girou muito seus dedos ligados.
          "No pense que eu devo voc um. No para sorte muda. E voc tem certeza que seu homem sabe
aqueles--ah--negcios sobre bater e estante era acabava de fumar."
          "Eu sei que ele esteja fervendo com um cime preto e contando com whomping em voc, mas eu
farei o que eu posso para tranqilizar ele."
          Ele movimentou a cabea, mas seu enfraquecido de sorriso  medida que ele olhou. "Pegou ns
com nossas calas abaixo, Dallas. Calas abaixo ao redor nosso goddamn tornozelos. Eu nunca vi isto
vinda."
          "Voc no podia ter. No podia ter," ela repetiu depressa antes dele poder falar. "Ele estava
doente, Feeney. Um pouco de vrus, alguma infeco. Eu no sei que diabo. Morris est trabalhando
nisto.  o mesmo negcio que aconteceu para o sujeito que Trueheart tirou. Est no computador. 
precisa estar no computador."
          Jesus, ele estava cansado. Doente e cansado. Tudo que ele podia ser agitar sua cabea. "Isto 
fico cientfica de merda, Dallas. Voc no pega nada exceto eyestrain de uma unidade."
          "Voc pe Halloway na unidade do Cogburn. Ao final do dia ele est exibindo os mesmos
sintomas que Cogburn. Deduo 101, Feeney, fico cientfica ou no. Existe algo naquela coisa, e ele
entra em quarentena at que ns temos algumas respostas."




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       "Ele era uma boa criana. Ele atarraxou fora de algum, mas ele era uma boa criana, e um
policial decente. Eu embarquei em seu traseiro esta manh, mas ele precisou de uma bota. Viu ele
atirando de lugar escondido com McNab esta tarde e . . ."
       Feeney esfregou suas tmporas. "Oh Cristo."
       "Eles esto cuidando de McNab. Ele vai ser certo. Ele  mais duro que ele parece. Ele teria que
ser, no ?" Ela trabalhou um sorriso quando ela disse isto e ignorou o medo doente em sua barriga.
       "Quatro de meus meninos machucados, um deles mortos. Eu preciso saber por que."
       "Sim, ns precisamos saber por que."
       Ela espiou atrs em cubo do Halloway, no velho, quebrado- dados concentrar-se em seu contador
de trabalho.
       Pureza absoluta, ela pensou.
       Ela voltou em escritrio do Feeney. O corpo do Halloway j estava ensacado. O sangue que
estourou dele era espirrado como algum desenho louco na parede bege industrial.
       Ela gesticulou para a MT que a consertou o tranqs. "O que voc faz disto?"
       Ele olhou abaixo, como ela fez, na bolsa de corpo. "Um pouco de tipo de ruptura. Maldito se eu
souber. Eu nunca vi qualquer coisa como isto, no sem trauma de cabea severo primeira. Voc precisa
do ME sou tomar. Talvez um tumor cerebral, talvez uma embolia, golpe volumoso. Maldio terrvel
jovem. No podia bater trinta."
       "Vinte e oito." Ele teve uma noiva que estava apressando de volta de uma viagem de negcios no
Leste Washington. Pais, e um irmo, entrando de Baltimore.
       E se ela conhecesse Feeney, Detetive Kevin Halloway seria enterrado com todas as honras
devido um distintivo que afundou na linha de trabalho.
       Porque isto  s o que aconteceu, ela pensou como eles levaram para longe a bolsa. Ele tem feito
seu trabalho, e morreu por causa disto.
       Ela no soube como, ela no soube por que. Mas um homem de EDD jovem morreu hoje, para o
trabalho.
       "Tenente."
       Ela girou em direo  porta, e Whitney. "Senhor."
       "Eu preciso de seu relatrio assim que possvel."
       "Voc ter isto."
       "O que aconteceu aqui . . ." Ele olhou fixamente para o sangue na parede. "Voc tem respostas
para aquele?"
       "Algum. Mais perguntas que respostas. Ns precisamos de Morris examinar Halloway
imediatamente. Eu acredito em que ele achar dano neurolgico semelhante como ele achou em
Cogburn. Existem respostas na unidade de dados do Cogburn, mas ele no pode ser examinado at que


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algumas medidas de segurana razoveis sejam inventadas. Eu sei que Detetive Halloway no era
responsvel por que aconteceu aqui."
        "Eu tenho que reportar para Diretor Tibble e o prefeito antes de ns falarmos com a mdia. Eu
deixarei voc montar naquele, no momento," ele adicionou. "Para o momento, a palavra oficial ser que
Detetive Halloway estava sofrendo de alguma enfermidade ainda indeterminada que causou seu
comportamento aberrante e resultou em sua morte."
        "At onde eu sei isto  exatamente a verdade."
        "Eu no estou preocupado sobre a verdade quando vier para a palavra oficial. Mas eu quero isto,
o todo disto. Este assunto  sua nica prioridade. Quaisquer e todas outras investigaes voc tem
contnuo so para ser legados. Ache as respostas."
        Ele comeou, ento girou atrs. "O detetive McNab recuperou conscincia. Ele  subido de
crtico at srio."
        "Obrigado, senhor."
        -=O=-***-=O=-
        Quando ela saiu de EDD, ela sported Roarke, debruando  toa contra uma parede e trabalhando
com seu PPC.
        Ningum menos gosta de um policial, menos goste de uma vtima, ela nunca veria. At onde o
outro elemento que freqentou lojas de policial, ele podia ainda deslizar dentro, sedosamente entretanto,
para aquele grupo perigoso.
        Ele olhou em cima, resistiu uma mo para sua.
        "Voc no podia ter feito mais que voc fez."
        "No." Ela soube isto, aceitou isto. "Mas ele est ainda morto. Eu ponho a arma de assassinato
em sua cabea. Eu no soube isto, no podia ser esperado saber isto, mas  isso que eu fiz. E eu at no
sei o que a arma ."
        Ela rolou seus ombros. "De qualquer maneira, Acordado e subido do McNab para srio. Eu
figuro que eu devia balanar por e tomar um olhar para ele antes de eu cabea para a para casa."
        "Entrevistar ele?"
        "Eu darei a ele algumas flores estpidas primeiro."
        Roarke riu e quase ergueu sua mo para seus lbios quando ela empurrou isto. Silvou.
        "Querida, voc realmente no devia ser to tmida sobre exibies pblicas de afeto."
        "Pblico  uma coisa, Polis so outras."
        "Eu no sei isto," ele murmurou e foi com ela para o nvel de garagem.
        "Eu montarei junto com voc. Um de ns devia ver que Peabody tem um pouco de comida ou
tem um ombro."
        "Eu deixarei aquele fim para voc." Eve subida atrs da roda. "Voc  melhor no 'l-theres ' que
eu sou."

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          Ele tocou os fins de seu cabelo. S precisado tocar. "Ela levantou muito bem."
          "Sim, ela pendurou."
          "No  fcil, quando algum com que voc se importa  machucado ou est em perigo de ser
machucado."
          Ela inclinada ele um olhar. "As pessoas querem fcil, eles deviam enganchar em cima com um
zango de escritrio no um policial."
          "Palavras mais verdadeiras. Mas realmente, eu estava pensando o quo difcil era para voc
permanecer e assistir Feeney sendo ameaado com a morte por quase uma hora."
          "Ele era manipulao ele mesmo. Ele sabe como --" Apressou em cima por ela, agarrada ela
pela garganta com pontudas garras. "Certo." Na sada da garagem ela parou, soltou sua cabea no
volante. "Certo. Assustou me. Jesus, Jesus. Ele soube s onde segurar a arma de maldio. Apenas do
ponto certo. Um puxo e Feeney foi. Entrou uma piscadela e no existe nada que voc pode fazer."
          "Eu sei." Roarke trocou para auto, programado no endereo para o hospital, e inclinado acima de
esfregou o de volta de pescoo da Eve como o veculo fludo em trfico. "Eu sei, beb."
          "Ele soube isto. Ns olhamos para um ao outro, e ns dois soubemos. Podia ser acima de to
rpido. Nenhum tempo para dizer qualquer coisa, faa qualquer coisa. Condene isto."
          Ela deitou sua cabea no encosto, fechou seus olhos. "Eu o lisonjeei em tomar aquela unidade,
batendo isto em cima na linha. Eu sei, eu sei o que aconteceu, o que podia ter acontecido, no era minha
culpa. Mas l  de qualquer maneira. Ele pegou um pescoo gostar de um galo estpido. Pegou
contuses nele onde o Halloway continuou emperrando a arma debaixo de sua estpida droopy
mandbula. Quantas vezes sua vida passou na frente de seus olhos? Nunca veja sua esposa novamente,
suas crianas, netos."
          "Voc empreende o trabalho, voc empreende os riscos. Algum est sempre lembrando a mim
disto."
          Ela abriu seus olhos agora, olhou para ele. "Deve estar tentando para bater em suas costas por ser
um traseiro to apertado sabe-isso tudo."
          "Oh, infinitamente." Ele tocou seus dedos ligeiramente acima de sua bochecha. "Mas algum est
sempre me batendo para isto."
          Ela sorriu agora. "Eu no sou mais batido no rosto toda semanas do par, eu no me sinto certo.
Eu sou certo."
          "Sim, voc ."
          Ela era fixa novamente quando ela andou a passos largos no salo de entrada da admisso do
hospital. Afiance suficiente para estalar como um lobo na dzia de reprteres j acamparam e tentando
cheirar fora uma histria.
          "Nenhum comentrio."


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         "Seu nome foi educado como parte do time de negociao que provocou Capito Ryan Feeney 
lanar. Por que Homicdio era parte deste time?"
         "Nenhum comentrio."
         "Uma fonte de polcia declarou aquele Detetive que Kevin Halloway despediu em vrios outros
detetives, tomou refm Capito Feeney dentro da Diviso de Detetives Eletrnicos de Central de Polcia
e subseqentemente foi morto durante o incidente."
         Ela empurrou sua passagem o invadir reprteres, e--oops--atropelaram uma cmera. "Talvez
voc no ouviu a nenhuma poro da frase 'nenhum comentrio.'"
         "Voc terminou Detetive Halloway em seus esforos para obter Capito Feeney  lanar?"
         Ela girou nisto, seu apartamento de olhos como do tubaro. "Chefe Whitney, junto com o chefe
de polcia e o Prefeito de Nova York, estaro informando a mdia em hoje eventos dentro da hora. Se
voc quiser alimentar, v mastigar naquele osso. Eu sou s aqui para visitar um amigo doente."
         "Por que ele faria isto?" Algum gritou como ela tiranizou seu caminho para os elevadores. "Que
tipo de Polis voc tem trabalhando abaixo l?"
         "O tipo que deita isto at servir e proteger, at quando envolver abutres como voc. Goddamn
isto," ela murmurou o minuto ela era dentro do elevador. Ela esmurrou a parede, causando a mulher de
idade avanada meio enterrado em um acordo de flor para tentar derreter no canto do carro. "Isso vai ser
hoje  noite mordida de som rotativo. Eu sei melhor, melhor que deixar eles conseguirem debaixo de
minha pele."
         "Teria que ser feito de ao reforado no ser picado de vez em quando, Tenente. E como
mordidas de som vo, eu achei isto um forte e expressivo."
         "Expressivo, meu alvo. Condene isto, eu no consegui o que cho ele est ligado."
         "Eu fiz. Doze. Senhora." Roarke sorriu sedutoramente em seu companheiro de elevador. "Seu
cho?"
         "Eu posso sair de em qualquer lugar." Ela notou a arma que espia fora de debaixo de jaqueta da
Eve "Em qualquer lugar mesmo."
         "Est tudo bem." Liso e bonito em seu terno de negcios, ele manteve seu tom de voz, amigvel.
"Ela  a polcia. Isto  um acordo de flor bonita."
         "Sim. Bem. Minha neta acabou de ter um beb. Um menino."
         "Parabns. Voc gostaria de Maternidade, eu imagino. Ah, seis." Uma vez que ele teve seus
destinos, ele voltou para ela, cuidadosa manter arma de fogo da sua Eve de blocagem de corpo. "Eu
espero me e filho estejam fazendo bem."
         "Sim, obrigado.  meu primeiro grande-neto. Eles tm chamado ele Luke Andrew."
         Ela deslizou olhar dela cautelosamente em direo a Eve quando as portas de elevador aberto
para seis. Agarrando as flores como uma proteo, ela correu fora.
         "O que? Eu pareo com que eu piso em senhoras velhas para recreao?"

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         Roarke inclinou sua cabea. "Realmente--"
         "S mantenha aquela sua lngua de seda quieta."
         "No  isso que voc disse ontem  noite."
         E porque ele fez ela rir, ela podia encabear at quarto do McNab com menos peso em seus
ombros. Soltou direito de volta em quando ela entrou, serra Peabody que se senta pela cama, e McNab
nisto.
         Ele pareceu muito jovem, deitando l com seu olhos fechados, enfrente branco, to brancas
contra lenis brancos. Eles tomaram seus adornos de corpo, ela pensou. Ele pareceu desnudo,
vulnervel, errado sem seu complemento de brincos.
         Ombros fracos, Eve pensou com uma onda de preocupao. O sujeito teve ombros fracos e eles
no pertenceram debaixo de algum vestido do hospital pardo. Ele precisou de algo brilhante, corajoso,
tolo acima de que metade-assed corpo seu.
         Seu cabelo era solto de forma que tudo aquele ensolarado loiro parecido muito brilhante, muito
saudvel contra o resto dele.
         Ela odiou hospitais. Eles desnudavam voc at carne e osso, deixou voc fraco e sozinho em
alguma cama estreita onde faz  mquina com bagueta sua toda respirao.
         "Ns no podemos o conseguir fora daqui?" Ela ouviu se dizer. "No podemos ns--"
         "Eu organizarei isto," Roarke sussurrou em sua orelha.
         Claro que ele iria. Ele organizaria tudo enquanto ela esteve aqui, presa na entrada de maldio.
Aborrecida com ela mesma, Eve andada do lado de dentro. "Peabody."
         Cabea arrebatada do Peabody. A Eve podia ver ela esteve chorando. Sua mo deslizou atravs
da folha, do McNab coberto.
         "Ele est fora. O doutor diz que ele est fazendo certo. Ele tomou um golpe duro bonito, mas . . .
eu aprecio voc deixando-me deixar a cena para montar com ele."
         "Eu ouvi que ele terminou disto."
         "Sim, ele . . ." Peabody parou, levou uma respirao longa, e pareceu se desenhar em. "Ele entrou
e fora alguns tempos. Ele era vago em que aconteceu, mas ele era coerente. Eles no acharam qualquer
dano de crebro. Deu seu corao um soco bastante ruim, e eu penso que eles esto um pouco
preocupados porque a batida ainda  irregular. E ele, um, entorpecido do seu lado direiro ainda. Eles
pensam que isto  temporrio, mas agora mesmo ele no pode mover seu brao ou perna naquele lado."
         "V caminhar para engraado." A voz era um pouco slurry, mas trouxe todo mundo a ateno
para rosto do McNab. Seus olhos estiveram ainda fechados, mas sua boca curvou em cima, s um pouco,
em uma tentativa para sorrir que rasgou a barriga de Eve.
         "Voc l, McNab?"
         "Sim." Ele tentou tragar. "Sim, Tenente, todos apresentam e respondeu por. She-Body?"
         "Aqui mesmo."

                                                                                                        55
       "Eu podia usar alguma gua ou algo. Uma bebida fermentada seria boa."
       "Voc consegue gua." Ela pegou uma xcara coberta, trouxe a palha para seus lbios. Depois de
dois goles rasos, ele deitou sua cabea. "Eu no cheiro quaisquer flores. O sujeito acaba no hospital,
pessoas deveriam trazer a ele um pouco de condenadas flores."
       "Eu consegui um pouco distrada a caminho da loja de presente." Eve movida acima de  direita
lateral da cama. "Tido que chutar alguns reprteres."
       Ele abriu seus olhos. Eles eram verdes, e eles eram nublados. De drogas ou dor ela no podia
estar certa, mas para mente uma da Eve um era to ruim quanto o outro.
       "Voc conseguiu o capito fora? Eu no posso lembrar--"
       "Ele estar vindo por ver voc assim que ele sai de debaixo da papelada. Ele  bom."
       "Halloway."
       "Ele no fez isto."
       "Jesus. Jesus." McNab fechou seus olhos novamente. "Que diabo aconteceu?"
       "Voc diz a mim."
       "Eu . . . eu no posso pegar isto claro."
       "Calma durante algum tempo, ento ns conversaremos sobre isto."
       "Voc me parando to rpido? Eu devo estar em forma ruim bonita. Peabody, se eu coaxar, voc
consegue minha coleo de vdeo."
       "Isto no  engraado."
       "Certo, certo, voc pode ter todos os brincos, tambm. Mas meu primo Sheila vai ser bastante
irritada. Algum pode ajudar-me se sentar em cima algum aqui?"
       "O doutor disse que voc deveria descansar." Mas Peabody j esteve educando a cama para uma
reclinada sentando posio.
       "Se eu coaxar--"
       "Voc parar dizendo isto."
       Ele administrou um sorriso enquanto Peabody carranqueou com seu rosto perto de seu. "Que tal
voc deita um em mim?"
       "Eu deitarei um em voc." Ela murmurou isto, ento apertada sua boca suavemente para dele.
       Quando ela espiou acima de, ela notou Eve estava olhando fixamente fixamente no teto.
"Desculpe," Peabody murmurou. "S favorecendo o sujeito agonizante."
       "Nenhum problema." Ela procurou quando ela ouviu Roarke entrar. Ele movimentou a cabea,
ento caminhado para o p da cama. "L parece ser uma quantia irregular de pessoal mdico fmea
atraente neste nvel, Ian. Mas eu no suponho que voc notou."
       "Exploso no atarraxou em cima minha vista."
       "Aquele ser o caso, voc no pode querer mudar locais. Summerset, enquanto eficiente, no 
isso mesmo bonito."

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       "Desculpe. Huh?"
       "O tenente pensou que voc seria mais feliz recuperando em outro lugar. Ns temos um quarto
para voc em casa, mas ele falta de pessoal mdico fmea atraente."
       "Voc me pularia?" O faintest sugesto de cor rastejada em suas bochechas. "Para seu lugar?"
       "Seu doutor quer outro olhar para voc primeiro, mas ns devamos ser capazes de transportar
voc em uma hora ou duas. Se aqueles ternos voc."
       "Eu no sei o que dizer. Isto  to slido. Tenente--"
       "Sim, sim." A Eve trocou seus ps. "Vamos ver o quo agradecido voc  uma vez Summerset
est cutucando em voc. Eu tenho material para fazer."
       "Ele pareceu doente," McNab disse e parou Eve antes dela girar para a porta.
       "Halloway?"
       "Sim, eu estava entrando de uma tarefa de campo, e ele era pelo refrigerador. Ele conseguiu
realmente irritvel. Signifique e agressivo. No goste dele. Ele podia ser um tempo de dor para tempo.
Cheio dele mesmo, mas ns nos demos bem. Ns estvamos na esquadra junta dois anos."
       Ele fechou seus olhos novamente. "Jesus. Eu no pego isto. Ele desceu em mim como ele quis
saborear algum sangue. No era s o que ele disse que--voc monta um ao outro s por prazer metade
do tempo. Voc sabe como ."
       "Certo." Eve recuada para a cama. "Mas isto no estava s montando."
       "No. Era como ele disse isto, como ele olhou para mim quando ele fez. Conseguiu-me quente
suficiente para sugerir que ns afundarmos para o ginsio e libra em um ao outro, mas o capito entrou e
quebrou isto. Ele no pareceu bom. Halloway. Todos suados e seus olhos foram soprados. Seus olhos
conseguem fudidos s vezes com todos os dados, mas seus eram ruins. Eu voltei para meu cubo, ele foi
para seu. Eu esqueci sobre isto."
       "Voc falou com ele novamente? Veja ele falar ou uma altercao tem com qualquer outro?"
       "No. Eu tive que conseguir este relatrio. E existia uma procura e esquadrinhava em uns
vnculos do par que eu adio porque eles prometeram chatear meus crebros. Eu consegui algum caf,
bullshitted com Gates. Ficada presa com uma transmisso de um pouco de mulher que pensa possesso
do seu computador por estrangeiros. Ns conseguimos aqueles o tempo todo. Ns temos esta rotina que
ns caminhamos para eles por para . . . No importa. Eu sou s fora de que chamo, e eu ouo algum
gritar. Algum est gritando em EDD metade do tempo, mas isto era diferente. Isto era dificuldade. Eu
balancei ao redor para ver que diabo estava acontecendo."
       Ele parou l. Eve podia ouvir a correnteza do monitor buzina. Sua taxa de corao estava em
cima, ela pensou. Tempo para atrs fora de.
       "Certos, ns conseguiremos o resto amanh."
       "No. No, eu lembro como foi. Eu vi ele vindo em mim. No clicou por todos os circuitos de
uma vez. Eu quero dizer, Jeez, por que Halloway estaria carregando em mim com sua arma fora? No

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computa. Seu rosto . . . Ele pareceu louco, e ele j estava varrendo fora fluxos como um pouco de
policial de combate anunciando comprimir fogo. Algum gritado. Eu saltei em cima . . . comecei a saltar
em cima. Eu no tive minha arma. Dificilmente alguns de ns vestimos isto quando ns estivermos
trabalhando. Eu penso talvez que eu iria mergulhar para cobertura. Eu penso talvez que eu comecei.
Ento bam--uns elefantes explodiram em meu trax, e eu me fui. Quantos de ns ele tirou?"
          "Trs outros tomaram sacode, e eram tratados e lanados na cena. Voc conseguiu o pior disto."
          "S minha sorte. Halloway, ele era certo antes disto. Ns iramos trapo em um ao outro de vez
em quando, mas apenas do modo que voc faz. Ns no tivemos sangue ruim entre ns. Ele gostou de
seu trabalho, e existe esta saia que ele se foi suficiente acima de que eles se ir casar. Ele era cadela sobre
Feeney s vezes. Pensou que o capito era antiquado ou algo, mas todo mundo cadelas sobre os graus de
vez em quando. No faz sentido que ele veio em mim aquele modo. Algo est errado sobre este."
          "Errado de algo sobre isto," ela concordou.
          "Eu preciso estar na investigao."
          Sim, ela pensou, ele fez. Em seu lugar, ela teria precisado disto. "Existir uma instruo
especfica cheia amanh, novecentos, meu escritrio de casa. Enquanto isso, seria melhor voc voltar em
forma porque eu no tenho tempo para carregar voc ao redor."
          "Sim, senhor. Obrigado."
          "Ns precisamos ir prover o AutoChef com sopa de aveia e outra comida gostosa de invlido.
Veja voc ao redor."
          "A sopa de aveia era um toque bom," Roarke disse a ela como eles caminharam para corredor
abaixo.
          "Eu achei."
          "Ponha um brilho feliz bom em seu rosto."
          "Tenente! Dallas!"
          Ela girou ver Peabody apressando corredor abaixo, ento aceitou em devoluo um passo
cambaleante quando seu ajudante a pegou em um abrao feroz. "Obrigado. Obrigado."
          "Oh, Jeez." Mortificada, Eve ergueu uma mo, Peabody Batido levemente desajeitadamente
atrs. "Certo."
          "Seu corao parou. Durante o transpo. Eles tiveram que o atirar. Era s alguns segundos, mas eu
pensei: O que eu farei? O que eu farei? Ele  tal otrio," Peabody disse e entrou repentinamente em
lgrimas.
          "Homem. Deus. Roarke."
          "Uma formao interessante e lisonjeira," Roarke disse para estrangulada pedido de ajuda da sua
esposa. "Aqui agora, querida." Suavemente, ele aliviou aperto da morte do Peabody em Eve e com seu
brao ao redor dela a levando em uma rea de espera pequena. Ele a se sentou abaixo e tocado de leve
em suas bochechas com um leno.

                                                                                                           58
       A Eve embaralhou seus ps, ento sentou. Ento esfregaram coxa do um dar Peabody. "Voc
est s indo para bolo folhado em cima seu ego se ele descobrir que voc esteja chorando acima dele.
Ele j  duro de viver."
       "Eu sei. Desculpe. Era, eu acho que isto estava ouvindo ele diz como afundou.  pego meu
crebro todo subido."
       "Existe muito que indo ao redor."
       Peabody administrou uma risada aguada e deitou sua cabea em ombro do Roarke. Tal ser seu
estado de esprito que o contato fsico no causou ela para experimentar a picada sexual habitual. "Voc
sujeitos so o ult. Seriamente. Levando ele em por alguns dias enquanto seu sistema estabiliza-se."
       "Bem." Eve suspirou. Amizade, ela pensou, podia ser muito condenar inconveniente. "Ele est
destinado a ser bonito exigindo. Eu estou certo como inferno no ir ser sua enfermeira privada. Voc vai
ter que vir junto e tomar aquele trabalho."
       Lbios tremidos do Peabody. Seu abastecimento de olhos novamente.
       "No faa! No faa isto novamente. Isto  uma ordem."
       "Sim, senhor." Ela alarga um suspiro enorme. "Eu vou ir vara minha cabea debaixo de uma
torneira antes de eu voltar em com ele. Eu o manterei fora de seu cabelo, Dallas."
       "Veja que voc faz."
       Eve se sentou onde ela estava um momento depois que Peabody saiu. "No faa quaisquer
comentrios espertos sobre mim sendo um toque suave," Eve advertiu. "Ou voc estar contente que ns
acontecemos estar em uma instalao mdica quando voc recuperar conscincia cheia."
       "No sonharia com isto." Roarke esfregou uma mo dela. "Tenente Softie."
       Ela inclinada ele um olhar, mas chegou a seus ps sem recorrer para violncia. "Vamos conseguir
o inferno fora daqui."
       Ela deixa ele dirigir para casa porque ela quis pensar. A eletrnica no era seu terno forte. De
fato, ela e tecnologia lutaram uma guerra contnua, e at agora ela perdeu a maior parte das batalhas.
       Feeney era capito de EDD porque ele era um bom policial, e porque ele no s entendeu o
mundo estranho de eletrnica, ele teve um caso amoroso vitalcio com isto. Ela podia contar com
McNab, se ele fosse fisicamente at isto. Ele trouxe uma mo jovem, fresca, inovadora para o campo.
       E, depois de hoje, ela podia esperar a cooperao cheia de todo policial, zango, e droid em
EDD.
       Mas ela teve mais uma arma, e ele estava sentado ao lado dela, fazendo seu clunky veculo
departamental ronronar como um gatinho como arremessou pela misria de trfico da noite.
       Ela poderia ter sido esposa do Roarke, e a roda do negcio era seu passatempo favorito. Certo,
segundo favorito, ela corrigiu com um sorriso. Mas eletrnica era sua amante bem amada.
       "Ns precisamos entrar em unidade do Cogburn," ela comeou. "Ns precisamos tomar isto
separadamente e pomos todo chip, todo circuito, toda tbua debaixo de um mbito. E ns precisamos

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fazer to rpido, sem quem estar trabalhando em transformando em um manaco homicida. Alguma
idia?"
           "Eu poderia ter alguns. Eu poderia tomar o tempo e dificuldade para refinar eles, se eu estivesse
oficialmente preso a investigao. Perito consultor, civil."
           Sim, ela pensou. Sempre um negcio para roda. "Eu considerarei isto, depois de eu ouvir as
idias."
           "Eu discutirei as idias, depois de voc considerar isto."
           Ela s carranqueou e etiquetou Morris no em-vnculo de coliso.
           Seu exame preliminar em Halloway mostrou a mesma volumosa presso intercranial.
Inexplicado.
           Primeiro teste resulta em tecido de crebro do Cogburn indicou alguma infeco viral no
identificada.
           Ela carranca como eles dirigiram pelo porto em direo a casa. "Os computadores conseguem
vrus."
           "Vrus no biolgicos," Roarke assinalou. "Um computador doente pode e infeta outros
computadores, mas no seu operador."
           "Este aqui fez." Ela estava mortalmente certa disto. "A programao subliminar engrenado para
se importar controle? Ns lidamos com aquele tipo de coisa antes."
           "Ns temos." E ele estava considerando isto. Ele mudou de direo longe da casa em direo 
garagem para salvar Summerset o aborrecimento de retirando ele l mais tarde. "Como eu disse, eu
tenho algumas idias."
           Ela saiu em que ela pensou sobre como seu armazm de brinquedo veicular. Ela nunca
entenderia o que um homem precisou com vinte carros, trs motos jato, um minicopter, e um par de
todos os-terrenos. E isso no contou aqueles que ele escondeu em outro lugar.
           "Eu correrei condio de consultor pelo chefe. Condio de consultor temporria."
           "Eu realmente penso que eu devia conseguir um distintivo este tempo." Ele agarrou sua mo.
"Vamos ter um passeio."
           "Um o que?"
           "Um passeio," ele repetiu, puxando ela. " uma noite boa, e provvel ser o ltimo que ns
teremos que ns mesmos para um pouco de tempo. Eu tenho um iene para tomar o ar com voc,
Tenente." Ele abaixou sua cabea, beijada ela ligeiramente. "Ou talvez  s um iene para voc."




           Captulo 6


           Ela no se importou de caminhar. Entretanto ela preferiu compassar para exercitar o crebro.

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       E realmente, isto era mais vagueando, de forma que ela teve que verificar ela andar a passos
largos duas vezes para cortar isto atrs para seu passo.
       Era engraado, ela pensou, o modo que ele podia estrangular de volta to seamlessly. De ao e
tenso para aliviar sem qualquer esforo visvel. Era uma habilidade que ela nunca dominaria.
       O ar era pesado com calor, espesso com isto, ento eles estavam passeando por um xarope
morno. Mas a luz branca afiada da tarde suavizou em direo a uma luz da noite dourada que era to
suave, sentiu como se podia ser acariciada.
       At o calor era diferente aqui, ela pensou. Chupando propriamente na grama e rvores e flores
em lugar de saltar fora de pavimento e maravilhoso atrs em seu rosto.
       Mas existia algo . . . algo s debaixo da superfcie de plcido tranqilo do Roarke. Ela podia
sentir a extremidade afiada disto, como uma faca embrulhada em aveludada.
       "O que est acontecendo?"
       "Vero no dura muito longo." Ele a guiou abaixo um caminho de pedra que ela no estava
completamente certo que ela viu antes. " agradvel para apreciar isto enquanto faz. Particularmente
este tempo de dia. Os jardins esto em seu principal."
       Ela sups que eles eram, entretanto eles sempre pareceram espetaculares. At no inverno, existia
algo constrangedor sobre as formas, as texturas, o afinar. Mas agora era toda cor, todo odor. Dramtico
aqui com alto, spikey coisas com brilhantes e exticas floresce, encantando l com emaranhadas filas de
flores simples. E todo luxuriante e de alguma maneira perfeito, sem dar o aparecimento que qualquer
mo tocou isto exceto da Me Natureza.
       "Quem todo o descobrir aqui, de qualquer maneira?"
       "Duendes, claro." Ele riu e a puxou em um arborizado tnel onde as centenas de rosas subidas e
gotejadas sobre cho verde, sombrio.
       "Importada da Irlanda?"
       "Naturalmente."
       " fresco aqui." Ela olhou em cima. Pequeno chameja de sol e cu brilhado pelo teto de flores.
"Controle de clima da natureza." Ela cheirou. "Os cheiros gostam . . ." Bem, rosas claro, ela pensou, mas
no era to simples. "Cheiros romnticos."
       Ela girou, sorrido nele. Mas ele no estava sorrindo de volta.
       "O que?" Instintivamente ela examinou seu ombro como se esperando um pouco de ameaa.
Uma serpente no jardim. "O que  isto?"
       Como ele podia explicar o que era para ver ela de p l no manchado, rosa-encharcada sombra,
olhando confundido, um pouco confusa pela beleza? Alta, magra, seu desordenado cabelo listrado do
sol. Vestindo sua arma o modo outra mulher poderia uma srie de boas prolas. Com confiana e
orgulho descuidados.


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       "Eve." Ento ele agitou sua cabea, andou para ela. Descansando sua fronte na dela, ele correu
suas mos ao alto e abaixo seus braos.
       E como ele podia explicar o que tinha sido para aguardar e assistir ela caminhar desarmado,
desprotegido para dentro de um quarto para enfrentar um louco s? Para saber que ele poderia t-la
perdido em um momento.
       Ele soube que ela enfrentou tempos da morte incontvel. Enfrentou isto com ela. Eles tiveram
um ao outro  sangue em suas mos antes.
       Ele a segurou por sonhou mais violento e maligno que qualquer alma de humano devia ter que
agentar. Ele caminhou com ela pelo pesadelo de seu passado.
       Mas isto tinha sido diferente. Ela foi protegida s por sua prpria coragem e genialidade. E
estando de volta, no tendo nenhuma escolha mas sair do caminho e relgio, e espere, no tendo
nenhuma escolha mas aceitar era o que ela teve que fazer dirigiu um medo indizvel em seu corao
como uma espiga.
       Ele soube que era melhor para eles dois se ele no falasse disto.
       Mas ela compreendida. Existiam bolsos e sombras dentro dele ela quieta no completamente
compreendeu. Mas ela veio a entender para amor. Era ela que ergueu seu rosto para seu quando ele
recuaria. Ela que ergueu sua boca para seu.
       Ele quis ser tenro. Pareceu direito com o romance de rosas, na gratido que ela estava aqui,
inteira e segura. Mas a inundao de emoo tudo menos o afogou. Inundado por isto, ele agarrou com
uma mo a parte de trs de sua camisa como se era uma linha lanada em um mar furioso. Aquela
tempestade precipitou-se nele e no beijo.
       Ela esperou pelo calor dele soltar eles ambos, e para sua mo para rasgar sua camisa para tiras.
       Mas seus dedos abriram, acariciou uma linha dura, possessivas abaixo suas costas antes de suas
mos surgirem para emoldurar seu rosto.
       Ela podia ver a tempestade em seus olhos, fervilhando nos azuis deles com uma um tanto quanto
violncia primitiva que fez a captura de respirao em sua garganta e sua libra de pulsao em resposta.
       "Eu preciso de voc." Seus dedos mergulhados em seu cabelo, arrastando isto de volta de seu
rosto, agarrando novamente. "Voc no pode saber o que tipo de precisa estar em mim para voc.
Existem tempos, faz que voc me entende, eu no quero isto. Eu no quero isto furioso dentro de mim.
No parar."
       Sua boca esmagada abaixo em sua, e ela saboreou aquela necessidade, a feroz e enfocada
intensidade disto. E a cobia, o desespero disto.
       Ela deu a se acima dele sem vacilao. Porque ele estava errado, como ele estava muito
raramente errado. Ela entendeu a necessidade, e ela entendeu que a frustrao de saber que no seria
controlado.
       A mesma guerra sacudia nela.

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       Ele lanou seu equipamento de arma, arrastou isto, lanou isto de lado. Ela s se embrulhou mais
firmemente ao redor ele, gemido em prazer drogado quando sua boca, seus dentes, fixos em morra curva
de sua garganta.
       Em algum lugar um pssaro estava cantando seu corao, e o odor de rosas cresceu pesado,
hipnotizando. O ar que pareceu muito esfriou em morreu sombra verde foi espessa, foi quente.
       Ele arrancou a camisa acima de sua cabea, e aquelas mos com seus dedos longos, inteligente
feita correr acima de carne at que ela tudo menos sentiu isto derreter. Mas quando ela arrastou em sua
camisa, ele empurrou suas mos longe, bloqueados eles juntos no pulso atrs dela atrs.
       Ele precisou de controle, porm passageiro, porm tnue.
       "Eu estou tomando voc." Sua voz era to espessa quanto o ar. "Meu modo."
       "Eu quero--"
       "Voc conseguir o que voc quer logo o bastante." Ele desabrochou o gancho de sua cala
comprida. "Mas eu terei o que eu quero primeiro."
       E ele a quis nua.
       Ele se debruou em, beliscado seu lbio de parte inferior. "Faa fora das botas."
       "Solte minhas mos."
       Ele meramente deslizou sua abaixo na abertura de sua cala comprida, apertando seu aperto em
seus pulsos quando seu corpo empurrou. "As botas."
       Ele deitou seus lbios nos dela, deslizou seu mo. Sua lngua que desliza em acalmar, seu dedo
que desliza em despertar com uma seduo paciente oposta para aquele aperto de ao em seus pulsos.
       At como ela murmurou um protesto, seus braos foram mancos. Ofuscada, ela comeou toeing
fora de suas botas, e o movimento de seu prprio corpo a estremeceu acima de cume.
       Ela era quente e molhada e trmula.
       Ele quis tocar, provar, explorar e explorar toda polegada dela. Lanando suas mos, ele moveu
abaixo seu corpo. E quando sua boca bateu acima dela, ela estourou.
       Suas mos agarraram-se a seu cabelo como ela sufocou em boqueadas. Mas ele s agarrou seus
quadris e continuou a a destruir.
       Ela era sua agora. Neste jardim, neste mundo. Ela era sua.
       Seu mundo era tecedura, toda a cor e odor enlouquecidos ao redor dela. Sua boca era como uma
febre, queimando contra ela com um tormento to primoroso que sentiu como morte.
       Ela podia sentir o calor que rolava por ela novamente, enchendo ela, bombeando em seu sangue e
osso at que ele explodiu como uma nova e deixou ela quebrada.
       E ainda ele no pararia.
       "Eu no posso. Eu no posso."
       "Eu posso."
       Quando a prxima pressa afivelou seus joelhos, ele a puxou abaixo.

                                                                                                     63
        Este tempo ele arrastou seus braos acima de sua cabea e uma vez mais bloqueou seus pulsos
juntos. "Voc lembra a primeira vez que eu tive voc? Eu no posso, voc disse, mas voc fez."
        "Condene isto." Seu corpo curvou em cima. "Eu quero voc dentro de mim."
        "Eu serei." Ele fechou seu livre dar seu peito. "Eu posso fazer voc vir deste modo agora. Voc 
inquirido para isto. Tudo em voc est pronto para mim."
        Sua mo era como mgica acima de sua pele. Debaixo dele seu peito se pareceu impossivelmente
cheio, insuportavelmente sensvel. E sua batida de corao como um punho.
        "Ele prazeres mim para assistir assumir o comando de voc."
        Ele assistiu agora como o prazer impotente feito correr acima de seu rosto, como sua respirao
veio para mais rpida por seus lbios. Ela curvou em cima novamente, um arco trmulo. Ento estourou.
Ento derreteu.
        Ele trocou longe, comeou a despir.
        Ela cano espreguiou, mida, desnuda, conquistada na grama verde suave. Ela vestiu s uma
cadeia longa de que gotejou a lgrima gorda de um diamante, e a medalha simples do St. Jude. Ele deu a
ela aquela, smbolos e protees. Que ela vestiria eles, juntos, moveu ele insuportavelmente.
        Seus braos ficados Lanado acima de sua cabea como ele deixou eles. Rendeu, como ela
rendeu para ningum mais.
        Ele era pedra dura e desesperada para acasalar.
        Ele a escarranchou, correu sua mio por seu rosto, sua garganta, seus peitos. "Eve."
        Ela viu seu rosto to intenso, ento fortemente bonito na sombra funda. Um trio de magros raios
solares abatido pelas folhas e relampejou luz acima de seu cabelo.
        "Eu quero que voc me leve.  isso que voc precisa ouvir? Eu quero ser tomada, desde que seja
por voc."
        Ele dirigiu ele mesmo nela. Empurrou seus joelhos atrs e dirigiu ele mesmo mais fundo. Ela
clamou, o choque de sensao que rasgou por ela  medida que ele mergulhou.
        "Mais duro," ela exigiu e arrancou at que sua boca estava na sua novamente. "Mais duro."
        Seu corpo estremeceu, e controle estalou como vidro frgil. Pego em cima em sua prpria
loucura ele extasiou sua boca, seu corpo. Batendo como ele ouviu ela clamar, batendo como ele sentiu
ela juntar novamente.
        "Comigo." Ele tomou suas mos, ligando dedos agora. "Venha comigo."
        Ele deu ele mesmo, como ela deu, ento eles podiam tomar um ao outro.
        O sangue estava ainda rugindo em suas orelhas quando ele conseguiu rolar, puxando ela com ele
assim ela era almofadada por seu corpo em lugar de presa debaixo disto
        A tempestade dentro dele queimou propriamente. Sua mo era gentil como ele acariciou acima
dela atrs.
        "Um pouco de passeio."

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           Ele sorriu um pouco. "Sim, bem, um pouco de ar fresco sempre faz um bem de corpo."
           "Sim, eu estou certo que era o ar fresco que fez o truque." Ela riu silenciosamente. "Agora eu
consigo por que pessoas vo para a zona rural para um pouco R e R1."
           "Eu estou me parecendo bonito descansado e relaxado no momento."
           Ela ergueu sua cabea agora, estudado seu rosto. "Sim?"
           Ele soube o que ela estava perguntando. Soube que ela entendeu. "Sim. Eu suponho seria melhor
ns nos arrumar ns mesmos e chegar do lado de dentro. Eles deviam estar trazendo McNab junto logo,
e eu tenho ainda para dizer a Summerset."
           "Eu deixarei aquele feliz pequeno trabalho para voc."
           "Covarde."
           "Aposte seu traseiro." Ela rolou fora dele, ento procurada na grama para suas roupas. "Onde o
inferno est minha camisa? Voc comeu isto?"
           "No que eu saiba." Ele espiou em cima, apontou. "L, agarrando-se as rosas."
           "Os muitos usos do jardim," ela comentou como ela andou a passos largos acima de arrastar
livrar. "Visual e olfativa excitao, sexo 'capades e cabide de roupas."
           Ele levantou rindo, e o som rico, fcil de disse a ela que eles voltavam em cho fixo novamente.
           Uma vez que eles estavam do lado de dentro, Eve fez uma linha reta para os degraus e foi
diretamente at seu escritrio. Ela tinha trabalho, ela disse a se. No era que ela quis evitar qualquer
conversao que Roarke iria ter com Summerset
           Ou no era s isto.
           Ela pe em um telefonema para o chefe primeiro. A relutncia ela mostrou sobre ter Roarke a
bordo de como consultor tinha sido fumar. Ela j planejaria para etiqueta ele para isto, oficialmente.
           Mas no existia qualquer razo para dar a ele uma cabea inchada sobre isto.
           "Permisso j foi sido concedida," Whitney disse a ela. "Feeney solicitou que Roarke ser pedido
para consultar. Eu sou informado que Detetive McNab tem sido lanado do hospital e em seu cuidado."
           "No meu cuidado--por assim dizer."
           "Eu j falei com seus pais. Voc pode esperar uma transmisso deles."
           "Ah . . ." Ela se importa de comeou a conspirar como passar que junto para Summerset tambm.
"Ele  jovem e ele  ajustado. Eu espero que ele voltar em seus ps em um dia ou dois. Eu estarei
trabalhando principalmente fora de meu escritrio de casa, Chefe. A menos que Feeney sinta caso
contrrio, eu quero unidade transferida do Cogburn aqui."
           "Isto  sua escolha. Ns temos uma reunio amanh com Diretor Tibble, Prefeito Peachtree, e
Chang, a ligao de mdia. Quatorze cem, na Torre. Sua presena  exigida."
           "Sim, senhor."
           "Consiga para mim algumas respostas, Tenente."

1
    Restful and relaxed (descansado e relaxado)
                                                                                                          65
          Quando ele quebrou transmisso, ela se sentou em sua escrivaninha. Ela no poderia ter as
respostas ainda, mas ela podia alinhar-se todas as perguntas.
          Ela fez notas, verificadas antes notas. Embaralhou eles juntos e fez fresco.
          Cogburn, Louis K.--playground ilegais. Possvel localizar compra da unidade de dados? As
entradas de dados de procura para determinar com que freqncia ele usou isto--por semana, horas por
dia.
          Violncia sbita exibida em primitivo, fsica batendo. No antes Vt indicou por declaraes de
testemunha.
          Sintomas fsicos evidentes vrios dias na frente de incidente, como indicadas por declaraes de
testemunha.
          ME relata presso intercranial, inchao anormal e tecidos volumosos, danificados. Trmino.
Sintomas fsicos: Enxaqueca, sangramento no nariz e orelhas, sudorese.


          Halloway, Detetive Kevin. O detetive de EDD atribuiu procurar e esquadrinhar unidade de
Cogburn. Verifique quantas horas anotadas na unidade de assunto.
          A violncia sbita exibida em desenvolvimento de polcia emite. Objetivos mais especificamente
McNab e Feeney. Associado e superior direto.
          Mtodos de violncia vestido de tipos de personalidade? Consulte Mira para verificao de
perfil.
          No antes Vt reportou.
          MIM relatrios mesmos resultados em preliminares como Cogburn. Partida de sintomas exibida.
          Morte resultada sem fora de trauma ou fora.
          Arma de Assassinado unidade de dados.
          Era o assassinato, ela pensou. A tecnologia era o instrumento. Mas qual era o motivo?
          "Dallas?"
          "Huh?" Ela olhou em cima, escavando seu cabelo atrs, e olhado fixamente inexpressivamente
em Feeney at que sua mente passada sem tocar. "Eu figurei que voc estaria em casa at agora."
          "Montou acima do hospital com o menino."
          Seu rosto teve alguns novos cai, Eve notada, e ele pareceu esvaziado. "V para casa, Feeney. D
voc mesmo uma folga."
          "Voc  se conversar." Ele gesticulou em direo a suas notas. "Acabou de querer ver McNab
povoou. Era uma boa coisa que voc fez, tendo ele vem aqui. Ele parece bonito animado." Ele soltou em
uma cadeira. "Merda, Dallas. Merda. Ele est meio paralisado."
          "Isto  temporrio. Voc sabe que pode acontecer se voc tomar uma injustia de golpe."
          "Sim, sim. Tome isto errado suficiente, seja permanente. Ele  fudidos vinte e seis anos de idade.
Voc sabe isto?"

                                                                                                         66
       Coalhou em sua barriga. "No. Eu acho que eu no fiz."
       "Seus pais esto na Esccia. Gaste a maioria dos veres l. Eles eram fixados voltar, mas ele os
conversou fora disto. Eu penso que parte de que ele tem medo de ter eles o vem como isto. A parte dele
tem medo que ele no vai vir a distncia toda atrs."
       "Ns deixamos ele pensar assim--ns pensamos assim--ns no estamos o ajudando."
       "Eu sei isto. Eu continuo vendo Halloway, o modo que ele olhou quando ele afundou." Ele alarga
uma respirao funda. "Eu tive que conversar com sua famlia, tambm. No soube que diabo dizer para
eles. E o goddamn reprteres, e minha esquadra--minhas crianas."
       "Feeney. Voc tem sido por um ruim.  diferente que quando acontecer no campo. Voc devia
conversar com o departamento psicolgico." Ela estremeceu no olhar que ele a atirou. "Eu sei como
aqueles sons que vem de mim, tambm. Mas, condene isto, voc era um refm, voc teve uma arma
emperrada em sua garganta por um de seus prprios homens. Voc assistiu ele morrer. Se isso no
atarraxou com sua cabea, o que iria Ento voc devia conversar com o psiquiatra ou . . . Mira. Se ele
fosse eu, eu iria para Mira. Ela manteria isto fora do registro se voc perguntasse a ela."
       "Eu no quero abrir minha cabea ou derramar meus intestinos." Sua voz foi apertada,
embrulhadas com faixas de insulto e temperamento. "Eu preciso trabalhar."
       "Certo." Reconhecendo os sinais como ela os viu freqentemente suficiente em seu prprio
espelho, ela voltou fora de. "Ns vamos ter bastante. Eu iria como logo trabalho daqui por enquanto, se
ele for certo com voc. Mas a primeira ordem de negcios  para se equipar um pouco de tipo de
proteo ou filtro naquela unidade. Ningum toca isto at que ns tenhamos isto protegido."
       "De que? Como ns deveramos projetar a proteo certa quando ns no sabemos o que deveria
bloquear?"
       "Isto  um problema. Eu espero que voc e o perito consultor, civil, voc j solicitou
compreender algo."
       Ele quase sorriu. "Pensado que poderia queimar voc um pouco. Mas voc sabe que maldio
bem que ele  o melhor."
       "Ento ponha ele para trabalhar, e me consiga uma proteo." Ela chegou a seus ps. Pareceu
desajeitado, mas ele tambm sentiu direito de cruzar acima de sua cadeira, abaixe abaixo at que seus
olhos estavam nivelados.
       "V para casa, Feeney. Tenha uma cerveja, fique com sua esposa. Ela  esposa do policial, mas
ela no vai se sentir fcil at ela ver voc. E voc no vai sentir afiana at que voc a veja. Eu preciso
de voc neste. Eu preciso de seu fixo."
       Existia muito mais dito entre eles que no tomaram palavras. "Crianas hoje," ele disse
extensivamente, "pensam que eles sabem toda coisa de maldio."
       Sua mo fechada acima de sua, apertou uma vez. Ento ele levantou, saiu. Foi para casa.


                                                                                                        67
        Ela se sentou onde ele se sentou para um momento, deitadas suas mos onde seu deitou. Ento
ela levantou, caminhada para sua escrivaninha. Voltou a trabalhar.
        Ela educou dados do Cogburn, ento arquivo pessoal do Halloway. Ela era a meio caminho por
uma procura por quaisquer conexes quando seu 'vnculo buzinado.
        "Dallas."
        "Conseguido um voc vai querer ver." O rosto do Baxter encheu a maior parte da tela, mas ela
podia ver os movimentos, oua os sons de uma cena de crime atrs dele.
        "Eu estou em uma prioridade, Baxter. Eu no posso tomar outro caso. Lide com isto."
        "Voc vai querer isto. Vtima  um macho de cinqenta e trs anos de idade. Primeiro olhar
parece que algum entrado, atacou ele. Mas voc parece mais ntimo, ele fez todo o dano aqui ele
mesmo. Inclusive degolando sua prpria garganta."
        "Eu no tenho tempo --"
        "Muita hemorragia pr-morte. Orelhas e nariz. E tome um olhar para isto."
        Ele girou. Ela pegou vislumbres de um quarto espaoso, completamente destrudo. Ento a
unidade de escrivaninha que fica de cama tela- no cho.


        PUREZA ABSOLUTA ALCANADA


        "No deixe ningum tocar naquela unidade. Eu estou a caminho."
        Ela estava a meio caminho fora a porta quando ela jurou, andou a passos largos de volta para a
escrivaninha para caar em cima um memorando.
        "Escute," ela falou nele como ela cruzou em escritrio do Roarke. "Eu consegui equiqueta. Morte
relacionada. Eu voltarei . . . quando eu voltar. Desculpe."
        Ela lanou o memorando em seu console, ento arremessou.
        -=O=-***-=O=-
        Chadwick Fitzhugh viveu, e viveu bem, em um condomnio de dois nveis no Lado do Leste
Superior. Sua profisso era, principalmente, sendo o macho solitrio da quarta-gerao Fitzhughs, que
significou que ele suavemente socializou, olhado mordaz em um terno de jantar, tocou um jogo mdio
de polo, e podia, se apertado, discuta prov opes.
        Os negcios de famlia era dinheiro, em todas suas muitas formas. E o Fitzhughs teve bastante
isto.
        Seus passatempos eram viajar, moda, jogando, e seduzindo meninos jovens.
        Baxter a encheu em os dados bsicos enquanto Eve estudou a baguna sangrenta que era agora
Chadwick Fitzhugh.
        "Nome estalado na procura de dados. Conhecido pedfilo. Cantarolou os clubes, surfou os
quartos de conversa," Baxter declarou.

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        "Ele gostou deles entre quatorze e dezesseis. O padro era comprar para eles lcool, Zoner,
qualquer que trabalhasse, os atraia aqui em cima, com a promessa de mais. Ento ele retiraria os
brinquedos. Em escravido. Ele faria eles, se eles estavam dispostos ou no. Parea com que ele tomou
vdeos se seu caseiro esconde  qualquer indicao. Ento ele daria a eles um pouco de dinheiro, bata
levemente eles na cabea, e diga a eles se eles gritassem sobre isto, eles estariam em mais dificuldade
que ele iria."
        Baxter olhou abaixo no corpo. "Principalmente eles acreditaram o em."
        "Se ns soubermos isto, tenha registro deste, pelo menos uma das crianas gritaram."
        "Sim, ele foi reportado quatro vezes ao longo dos ltimos dois anos." Baxter retirou-se um
pacote de hortel do bolso de seu terno de trabalho, ofereceu isto. "Em Nova York de qualquer maneira,"
ele continuou enquanto ele e Eve mastigaram hortel contemplativamente. "Foi carregado. O dinheiro de
famlia e muitos advogados de dlar alto entrado e fizeram isso tudo ir embora. Nada preso para este
rasteja. O mundo  um lugar melhor sem ele."
        A Eve grunhiu e ajustando em culos de proteo, examinou o ferimento de garganta. Bocejou
como um largo, gritando boca. "Nenhuma marca de vacilao visvel."
        "Quando voc precisa ir, voc precisa ir."
        Com um dedo fechado hermeticamente, ela girou cabea do Fitzhugh. Seu canal de orelha era
espesso com sangue. "Surfou os quartos de conversa?"
        "Eu consegui a declarao aqui no arquivo de uma das reclamaes. Isto  como ele amarrou este
aqui brinca de qualquer maneira. Procurando meninos jovens indo por uma crise de identidade sexual,
ou aqueles s namorando. Conseguiu um playpen de cima. Feito de quarto em couro preto. Voc
conseguiu seus punhos de manga, seus chicotes, suas mordaas de bola, tomadas de alvo, e dispositivos
mecnicos vrios. De primeira classe vdeo instalao."
        Ele guardou seu caderno. "Como ele olhou estava que ele teve um pouco de criana aqui que foi
bonkers nele. O lugar  bonito embriagado, e ele pegou bastante o potpourri de ilegais ao redor aqui.
Mas discos de segurana no mostram a ningum entrando aqui ou saindo pelos ltimos trs dias. Nem
mesmo o sujeito morto."
        "Quem chamou isto em?"
        "Irm. Redima-se de em St. Thomas. A suposio voc esteve nas ilhas bastante agora," ele
adicionou. "gua azul, areia branca, principalmente mulheres desnudas. No se importaria comrcio
este calor para algum disto."
        Ele deu um suspiro saudoso, ento abaixou ao lado de Eve, cuidadosa manter seus punhos de
manga fora do sangue. "Ento de qualquer maneira, bro aqui deveria voar abaixo hoje. Grande festa de
famlia ou alguns cagam. No aparece, ela est preocupada, d a ele um telefonema. Ele respondeu--
gritando nela, amaldioando, nariz sangrando como uma torneira. Ela figurou que ele era machucado,
sendo atacado, e chamou isto."

                                                                                                    69
       "Eu vou precisar conversar com ela, consiga uma declarao formal." Com suas mos apoiadas
em suas coxas, Eve examinada em Baxter. "Eu tenho que levar este aqui de voc."
       "Sim." Ele xingou fora uma respirao, empurrados para seus ps. "Figurou. Todo mundo sabe o
que afundou em EDD hoje." Ele procurou, carranca na tela de computador. "Que diabo est
acontecendo0?"
       "Eu estou pondo junto um time para descobrir." Ela endireitou. "Voc quer entrar nisto?"
       Ele olhou de volta nela. "Eu quero entrar."
       "Ento voc est dentro. Eu preciso de cpias dos discos de segurana, Arquivo do Fitzhugh,
nome e local da irm. Ns conversamos com vizinhos, famlia, sabido associa. Veja se ns podemos
determinar quando Fitzhugh ficou . . . infectado." Ela arranhou sua cabea. "Ns precisamos revisar sua
coleo de vdeo pessoal."
       "Oh sim, isto  minha idia de um bom tempo. Assistindo alguns rastejam porco pequenos
meninos."
       "Talvez um daqueles pequenos meninos tem tocado com programas de computador. Esta unidade
precisa ser transportada para meu escritrio de casa."
       "Ns resolver esta de suas escavaes?" Ele imediatamente clareou. "Slido."
       "Ninguma bagunas com isto. Nenhuma procura, no esquadrinha.  fechado e permanece
fechado at que eu diga caso contrrio. Mesmo vai para quaisquer dos centros de dados neste lugar." Ela
procurou. "Ns estamos indo por este topo de lugar para parte inferior. Veja se ele puser qualquer coisa
em cpia dura. Ele  ensacado, enviado para Morris, com uma bandeira vermelha."
       "Conseguiu isto. Eh, onde  sua sombra?"
       "Minha sombra?"
       "A inestimvel Peabody. Ela est parecendo satisfatria estes dias."
       "Um knothole em uma rvore de carvalho parece bom para voc, Baxter."
       "S depois de um muito longo, dia muito duro. Como vem para que voc no a trouxe neste?"
       "Ela est dentro, ela  s que . . . Ela est com McNab."
       Seu enfraquecido de humor. "Como ele est fazendo?"
       "Ele  certo. Acordado, coerente, boa atitude. Ele  . . ." Ela empurrou suas mos em seus bolsos.
"Ele est tendo um pouco dificuldade com seu lado direito."
       "O que voc quer dizer, dificuldade?" Mas ele soube. Todo policial conheceu. "Ah, merda,
Dallas. Goddamn isto. Temporrio, certo? Seja s temporrio."
       "Sim, eles esto dizendo isto."
       Eles suportaram um momento, em silncio. "Vamos chegar a trabalhar aqui," ela ordenou.




       Captulo 7

                                                                                                      70
       Ela achou Roarke em seu escritrio quando ela chegou em casa. Desde que estava l, ela
levantou o caf em seu cotovelo e bebeu isto diretamente abaixo como gua.
       "Pedfilo Morto. Racha sua prpria garganta. Foi nozes primeiras, quebrou seu prprio
apartamento de fantasia. Morris vai achar severo intercranial presso. A mensagem de Pureza estava em
sua mquina."
       "Apenas da uma unidade?"
       "Eu no sei ainda. Eu estou tendo todas elas enviadas aqui. Eu preciso descobrir como aquelas
unidades eram comprometidos. Como aquelas causas um crebro humanas para essencialmente
explodir."
       "Voc no diz que voc tem que descobrir por que."
       "Pureza," ela disse e se sentou "Limpe totalmente a sujeira e faz pureza absoluta. O mundo seria
em melhor situao sem eles," ela disse em voz alta, pensando sobre comentrio do Baxter.
       "Um vigilante grupo com o superior tech conhecimento." Ele movimentou a cabea. "Halloway
era simplesmente uma vtima de guerra. Ambas suas vtimas vividas de crianas."
       "Sim, eles eram escria, de um particularmente asqueroso tipo."
       "Mas eles so sua escria agora."
       "Voc conseguiu isto. Eu vou precisar ir pelas vtimas conhecidas de minhas vtimas. As crianas
que poderiam ter fortes tech habilidades. Mais provvel, membros de famlia que fazem. Podia ser ns
acharemos algum que teve uma criana bagunada por ambos os Cogburn e Fitzhugh."
       "Chadwick Fitzhugh?" Roarke levantou seu caf assaltar, carranqueou nisto, ento andou a
passos largos para o AutoChef. "A poa enlodada de urinar."
       "Eh, s porque eu bebi seu caf, isto no  nenhuma razo para me chamar nomes."
       "Fitzhugh. Sangrento satisfeito consigo mesmo bastardo, buggering meninos jovens. Algum
devia ter tomado uma faca para sua garganta longa antes disto."
       "Eu tomo isto que voc o conheceu."
       "Bem suficiente para achar ele revoltante em todo modo possvel."
       Existia um tom diferente, um olhar diferente que quando Baxter descreveu Fitzhugh. Um muito
mais perigoso naquele controle glacial, aquele musical pula.
       "Dinheiro velho da sua famlia," Roarke continuou. "Muito uppercrust e pedigreed. Muito bom
para fazer negcios com gente como eu. Entretanto eles fizeram," ele adicionou como ele voltou. Seu
rosto estava frio agora. Frio de guerreiro. "At que esta forma de favorecido do texugo furtiva de
entretenimento saiu e sobre. Ento era eu que no faria negcios com eles. At um rato de ruela de
Dublin precisa ter padres."
       "No fazendo negcios com ele  uma coisa. E trs sade para voc l. Matando ele  outro."


                                                                                                     71
          "Corte sua prpria garganta, no ?" Ele tomou um gole de caf. "Mais ajustando para minha
mente se ele cortasse suas prprias bolas primeiro. Mas vida no est sempre disposta a estar potica."
          Ela foi fria agora, tambm. To frio quanto o gelo que adaptou-se a cova de seu estmago.
"Ningum tem o direito de permanecer em julgamento, puxar em capuz do executor sem devido
processo."
          "Existem tempos, Tenente, eu no sou to aficionado por aquela linha da lei como voc . De
fato, tenha o caf. Eu penso que eu terei uma bebida para brindar falecimento do buggering Fitzhugh."
          Ela levantou quando ele foi para um gabinete, abriu isto, e leu vinho reprime a prateleira. "Se isto
 sua tribuna, voc no pode me ajudar neste."
          "Isto  minha tribuna." Ele selecionou um bom cabernet. Um excepcionalmente bom. "Mas ele
no quer dizer que eu no posso e no ajudo voc. No pea a mim para sentir muito ele est morto, e eu
no perguntarei a voc para estar contente disto."
          Eles tm estado nos lados opostos antes, ela pensou. Mas isto era lados opostos em cho muito,
muito trmulo. "O que quer que ele fez, o que quer que ele era, algum o assassinou. No  nenhum
diferente de linchar um homem ou o permanecendo contra a parede e arranhado ele para pedaos. A lei
determina culpabilidade e castigo."
          "Ns no vamos marchar em arquivo em este aqui, Eve. E considere isto: Com todas aquelas
palavras boas voc acabou de falar, voc no est de p l agora mesmo, julgando-me?"
          "Eu no sei." Mas sua barriga estava comeando a bater. "Mas eu sei que eu no queira conseguir
esta baguna em cima com uma coisa pessoal entre ns."
          "Ns podemos concordar nisto." Ele vivamente falou, como se eles estivessem debatendo
diferindo vises em que cor para pintar a sala de estar. "Eu farei qualquer que eu posso ajudar voc
achar quem ou o que est fazendo isto. Deixe que ser suficiente."
          Assistindo ele bebida, ela se preocupou no seria suficiente. "Voc pensa que assassinar ele era
certo?"
          "Eu penso que  direito que ele est morto. Isto  suficiente diferenciao para voc, Tenente?"
          Ela no soube, e sentiu o cho tremer debaixo de seus ps. "Eu preciso pr relatrios juntos pela
instruo especfica matutina."
          Ento, ele pensou, eles deixariam isto l. No momento. "Voc poderia telefonar Peabody ajudar
voc. Ela podia usar uma distrao."
          "Como  McNab?"
          "Adaptou-se. Um pouco mal-humorado como Summerset o pe em comida de luz em lugar do
jantar de bife de seus sonhos. Alegre da sua atitude, mas puxando em torno das extremidades. No existe
nenhum sentimento ainda."
          "Pode comear a estudar para vinte e quatro horas. Normalmente ele volta dentro um a trs, mas
ele . . . Inferno."

                                                                                                             72
         "Ns examinaremos especialistas se for necessrio. Existe uma clnica na Sua que  tido grande
sucesso nesta rea."
         Ela movimentou a cabea. Aqui, ela pensou, era um homem que acreditou que o assassinato era,
dadas as circunstncias certas, uma opo vivel. Ou, pelo menos, o resultado dele algo merecedor de
um brinde pessoal. E ele podia, iria, tomar o tempo, usar seu prprio dinheiro sem vacilao, ajudar um
amigo.
         "Eu verei se Peabody quer pr algumas horas."
         -=O=-***-=O=-
         Esteve aproximando-se de em dois da manh quando ela enviou Peabody fora para a cama, e
pensou sobre cabealho em direo a sua prprio. A porta entre seu escritrio e Roarke  foi fechado
agora. E a luz acima de indicou que ele estava ainda l.
         Trabalhando, ela pensou. Muito provvel esculpindo longe em negcios ele teve marcado por no
dia seguinte. Ento ele podia passar sem tocar seu tempo para ela.
         Ela compassou de um lado para outro na frente da porta. Ela desejou que ela pudesse bater outra
pessoa. Desejou que ela teve outra fonte com metade sua habilidade e metades seus recursos ela podia
solicitar de forma que eles podiam evitar escolher seu modo acima deste lamacento cho de convices
adversrias.
         Escolhendo seu inferno de modo. Nenhum deles teve a pacincia delicadamente para caminhar.
Algumas coisas estavam destinadas a ser esmagadas sob os ps.
         Ela no podia ter condies de se preocupar sobre isto.
         Ela bateu vivamente, empurrando a porta abrerta. "Desculpe, s informando que eu estou girando
em. A instruo especfica est s nove."
         "Mmm-hmm." Ele continuou a estudar os dados em seu monitor. "Contra-oferta, quatro ponto
seis milhes, USD. Firma. Condies, dez por cento escrowed em acordo verbal, quarenta em assinar,
remanescente em determinao. Aceitao por . . ." Ele espiou em sua unidade de pulso. ". . . Meio-dia
amanh, do leste, ou negociaes so concludas. Transmita."
         Ele rodou longe, sorrida nela. "Eu serei junto brevemente."
         "O que voc est comprando?"
         "Oh, s uma pequena vila em Tuscany com um vinhedo bastante bom que tem sido administrado
mal."
         "Soa como muita massa para uma pequena vila e um vinhedo administrado mal."
         "No se preocupe, querida. Ns podemos ainda dispor aquelas novas cortinas para a cozinha."
         "Sabe, eu no tenho que fingir que um interesse no material que voc faz se voc vai rachar sbio
quando eu fizer."
         Seu sorriso s alargou. "Voc  absolutamente certa. O quo rude de mim. Voc gostaria de ver
as projees de custo para a reabilitao? Ento existe o relatrio do negociante e o financeiro do--"

                                                                                                         73
       "Morda-me."
       "Eu posso tomar um adiamento nisto? Eu realmente gostaria de terminar este. Se coisas vo bem,
eu penso que ns poderamos ser capazes de apertar fora a moeda para um novo sof de sala de estar
tambm."
       "Eu estou indo para a cama antes de eu quebrar uma costela de tanto rir de todas suas piadas
engraadas. Nove, s. Exatamente."
       Ela balanou longe, ento amaldioou violentamente como seu vnculo de escrivaninha
buzinada. "O que agora?"
       Ela tempesteou atravs do quarto, rosnou no 'vnculo. "Dallas. O que?"
       "Sempre tal prazer para ver seu rosto alegre, Dallas." Nadine Furst, em-reprter de ar para Canal
75 tremulou suas pestanas.
       "Nenhum comentrio, Nadine. Nenhum fudido comentrio. V embora."
       "Segure isto, segura isto! No me corte. Primeiro, s deixe-me dizer que meu so esmagados que
voc no notou que eu no estava ao redor para a excitao hoje. Eu acabei de voltar na cidade vinte
minutos atrs."
       "E voc me chamou s duas da manh para deixar-me saber que voc est em casa s e salva?"
       "Segundo," Nadine disse friamente. "Quando indo por meu correio, mensagens, entregas que
acumulada durante minha ausncia, eu topei com isto." Ela levantou um disco. "O contedo so muito,
muito quentes, e, eu penso, de interesse profissional para voc."
       "Algum manda a voc um sexo vdeo, chame Vcio."
       " de um grupo chamando eles mesmos Os Investigadores de Pureza."
       "No use seu computador," Eve estalada. "Feche isto agora. No toque isto. No corra aquele
disco novamente. Eu estou a caminho."
       "Escute--"
       Mas ela quebrou transmisso e feita correr para a porta.
       "Eu dirigirei." Roarke parou os passos ao lado dela. "No discuta. Eu poderia ser capaz de achar
algo em sua mquina ou no disco."
       "Eu no iria discutir. Eu iria dizer que voc escolhesse um de seus brinquedos mais rpidos."
       -=O=-***-=O=-
       Eles fizeram isto para apartamento do Nadine em abaixo de oito minutos. "D o disco para
Roarke," Eve exigiu o Nadine imediato abriu a porta. "Eu estou tomando voc para o centro mdico
mais prximo."
       "S um minuto, s um minuto de maldio." Ela empurrou em Eve quando Eve agarrou seu
brao. "O disco no  infectado. Eles fizeram to claros. Pare de me arrastar! Eles querem exposio de
mdia. Eles querem o pblico para saber seu propsito."


                                                                                                       74
       Eve puxada atrs, fechou a imagem de ver um amigo morrer gritando. "Eles querem que voc
areje o disco?"
       " texto somente. Eles querem que eu reporte.  disso que eu fao." Nadine xingou fora uma
respirao, esfregado seu brao onde os dedos da Eve entrincheiraram-se. "Eu acho que eu devia
apreciar voc preocupando sobre minha sade, mas isto vai contundir."
       "Voc viver." E isso era o ponto. "Eu preciso do disco."
       Nadine curvado de suas sobrancelhas perfeitamente formadas. Seu rosto atraente, astuto era todo
pedao to determinado quanto da Eve. Ela era menor que Eve, curvilnea, e nenhuma dvida mais
suave. Mas quando veio para uma histria que ela podia fazer bastante traseiro-se chutando.
       "Voc no est pegando isto."
       "Isto  uma investigao de homicdio."
       "E ele  uma histria. Liberdade da imprensa, Dallas, voc poderia ter ouvido falar disto. O disco
era remetido para mim."
       "Eu conseguirei uma autorizao para confiscar, e esvaziar seu bonito traseiro em uma gaiola se
voc retiver evidncia e obstruir a justia."
       Nadine teve que subir sobre seus dedes do p para compensar pela diferena em altura, mas ela
conseguiu empurrar seu rosto em da Eve.
       "Eu no estou obstruindo qualquer coisa e voc sabe isto. Eu no tive que contactar voc. Eu
podia ter diretamente ido arejar com este, ento s feche seu thrusters, irm."
       "Senhoras. Senhoras." Tomando o risco todo o medo de homens, Roarke andou entre duas
mulheres rosnando. "Deixe seja s respire fundo. Voc dois tem pontos vlidos. Poderia povoar coisas
um pouco se ns tomssemos um olhar para o disco."
       "No existe nenhuma garantia que no  infetado. Eu posso suportar isso em quarentena."
       "Voc sabe isto  touro." Nadine agitou de volta sua listrada loira juba de cabelo. "Eles no tm
nenhum carne de boi comigo. Eles querem o que eu posso dar a eles. Exposio ao pblico. Se voc
lesse o texto, voc ver exatamente o que eu quero dizer. Dallas, eles acabaram de iniciar."
       "Certo, vamos dar uma olhada. E se todos ns comearmos sangrar das orelhas, eh, a piada est
em ns."
       Nadine foi  frente pela rea viva em um espao de escritrio grande feito em pastis de primeira
e linhas limpas. Ela se estatelou abaixo em uma escrivaninha. "Corra disco."
       "Eu disse que voc fechasse a unidade."
       "S leia a tela de maldio."


       Querida Sra. Furst,
       Ns somos Os Investigadores de Pureza, e estamos contatando voc devido a nossa convico de
seu respeito pelo bem-estar pblico. Ns queremos assegurar voc que ns admiramos sua dedicao

                                                                                                      75
para seu trabalho, e deseja voc nenhum dano. Este disco  limpo. Voc tem nossa palavra que nenhum
dano vir para voc por ns.
       Ns buscamos s a pureza da justia. Uma justia que no , no pode sempre ser servida pelo
confim de lei que muito freqentemente  forada a ignorar a vtima e servir o criminoso. Nossa polcia
fora, nossos tribunais, at nosso governo freqentemente acha suas mos amarraram pela corda
escorregadia de emaranhadas leis projetadas para proteger aqueles que vivem do inocente.
       Ns ramos formados, e somos jurados para servir o inocente.
       Alguns acharo nosso significa infelizes. Alguns os acharo assustadores. Nenhuma guerra pode,
ou devia ser lutada sem angstia ou medo.
       Mas a maioria de achar nosso signifique s e nossos fins uma vitria para todo que foi perdida
em um sistema que no mais sirva o bem comum.
       Quando esta mensagem alcana voc, a primeira execuo acontecer. Louis K. Cogburn era
uma ferrugem em sociedade, um homem que corrompeu e viciou nossas crianas. Ele caou eles no
playgrounds e o jardins escolares e os parques de nossa cidade, atraindo aqueles corpos e mentes jovens
e inocentes com ilegais.
       Ele foi carregado, ele foi tentado, ele foi condenado.
       Ele foi executado.
       A pureza absoluta no assunto de Louis K. Cogburn foi alcanada.
       Ele era infectado por uma tecnologia que ns projetamos e desenvolvemos. Como sua alma era
arruinada, ento fez ns arruinarmos seu crebro, at morte.
       No existe nenhum perigo para voc, para o inocente, para o pblicp desta infeco. Ns no
somos terroristas, mas guardies que juraram servir nossos vizinhos, qualquer que seja o custo.
       Outros foram tentados, condenou, e condenado. Ns no pararemos de buscar aqueles que
aproveitaram-se de e prazer eles mesmos no pesar e dano de outros at Pureza Absoluta foi alcanada
em Nova York.
       Ns perguntamos a voc para informar o pblico de nossa mensagem, de nossas metas, e
assegurar eles que ns trabalhamos proteger e preservar a vtima que a lei no pode servir.
       Ns esperamos considerar voc nossa ligao de mdia neste assunto.
       --Os Investigadores de Pureza.


       "Isto  limpo, no ?" Eve comentada. "Real limpa. Eles no aborrecem mencionar Ralph
Wooster, que conseguiu seus crebros batidos, ou Suzanne Cohen, que foi batido inconsciente.
Nenhuma conversa sobre um policial morto ou um que pode ser paralisado. S o quo puras e
verdadeiras suas metas so para servir o pblico. O que voc vai fazer?"
       "Meu trabalho," Nadine disse a ela.
       "Voc vai arejar este lixo."

                                                                                                    76
       "Sim, eu vou arejar isto. So notcias, e  meu trabalho para reportar as notcias."
       "Pancada boa para suas avaliaes."
       "Eu vou deixar que passo," Nadine disse depois de um momento. "Porque voc tem um policial
morto, e um outro que eu considero um amigo--que  machucado. E eu estou deixando passar porque,
sim, isto vai ser uma pancada boa para as avaliaes. Voc est aqui agora mesmo, lendo isto antes de eu
ir no ar porque eu respeito voc, porque voc  outra pessoa que eu considero um amigo, e porque eu
aconteo acreditar que a justia no tem atalhos. Se voc no me respeitar e meu propsito, ento eu
cometi um engano."
       Eve virada, chutou um sof pequeno com suficiente fora para fazer Nadine estremecer. "Voc 
o nico reprter que eu posso permanecer, em um nvel profissional, para mais de dez minutos."
       "Oh meu. Eu sou muito muito tocado."
       "Amizade  um assunto separado. Deixe seja vara justa com o programa no momento. Voc 
bom em seu trabalho, e voc toca isto diretamente."
       "Obrigado. E direito atrs em voc."
       "Isso no significa que eu vou fazer uma dana feliz sabendo que voc vai radiodifundir esta
merda. Guardies, meu traseiro. Voc no pode pr um halo de maldio em assassinato."
       "Bom. Eu posso citar voc?"
       Fria saltada em olhos da Eve. "Isto  fora do registro."
       "Isto  todo fora do registro," Nadine calmamente concordou. "Mas voc vai querer fazer o
registro muito rpido. Eu preciso de um um-em-um com voc, entrevistas com Whitney, com Tibble,
com Feeney, McNab. Eu preciso conversar com as pessoas do Halloway. Famlia, amigos, associados.
Eu preciso de uma declarao do prefeito."
       "Voc gostaria eu de amarrar um arco ao redor tudo aquele para voc, Nadine?"
       Nadine agarrou suas mos em seus quadris. "Isto  minha rea, e eu sei como tocar isto. Se voc
quiser esta histria equilibrada, se voc esperar girar isto seu modo, eu preciso de airtime com todos os
jogadores chave."
       "Eve." Roarke deitou uma mo em ombro rgido de Eve. "Ela  certa. Ela no podia ser mais
direito. A maioria de espectadores ser fascinada por este grupo. Eles olharo para Cogburn e
Fitzhugh--"
       "Quem  Fitzhugh?" Nadine exigiu. "Voc est conversando sobre Chadwick Fitzhugh? Ele est
morto?"
       "Feche," Eve estalada. "Deixe-me pensar."
       "Deixe-me terminar," Roarke corrigiu. "Eles olharo para as pessoas este grupo executou e
pensou: Bem, no  mais do que eles mereceram. Eles eram parasitas vivendo de nossas crianas."
       "Como voc," ela disse antes dela poder se parar.


                                                                                                      77
       Enfrente inexpressivo, ele inclinou sua cabea. "Se voc estiver pulando ainda que eu trabalharei
meu modo ao redor para indignao acima da morte de uns sunos como Fitzhugh, voc  condenado
para decepo. A diferena  que eu vi o que aconteceu para um policial jovem hoje. O que aconteceu
para Ian, o que poderia ter acontecido para Feeney. Para voc. Aquelas mudanas a aparncia deste
pomposo, egocntrico, e auto-servindo declarao. Mas algum que ouve que considerar este heris de
grupo de pureza."
       "Herosmo no  alcanado por controle remoto," Eve estalou.
       "Se voc continuar borbotando som morde assim fora do registro," Nadine disse, "eu vou quebrar
e choro."
       "Ento aparea a eles para covardes," Roarke disse a ela. "Deixe o pblico ver o pesar da famlia
Halloway est sentindo porque seu filho era uma vtima inocente. Um policial que morreu na linha de
dever por causa de algo este grupo comeado. Voc deixa eles verem McNab, jovem, vido, ferido.
Voc precisa usar a mdia como completamente, to habilmente quanto eles iro."
       "Eu preciso achar eles, eu preciso parar eles, no toque Que  Tecedura a Roda de Mdia agora."
       "Tenente." Roarke apertou seu ombro. "Voc precisa fazer ambos."
       "Eu preciso que disco."
       Nadine lanou isto, segurou isto. "Isto  o original. Eu j fiz uma cpia por eu mesmo." Ela
sorriu como Eve pegou isto fora de sua mo. "Vai ser tal diverso que trabalha com voc."
       "Eu no dou a voc qualquer coisa em registro at que eu passei sem tocar este com Whitney."
       "V em frente, d a ele um telefonema. Eu diria que ns podamos todo uso algum caf."
       "Eu darei a voc uma mo com isto." Roarke passeou fora do quarto com ela.
       A Eve tomou um momento acalmar-se. Ela odiou saber que Nadine era certo. Ela teria que lutar
parte desta batalha nas ondas.
       Ela usou vnculo do Nadine acordar seu chefe.
       "Ela tem estado l muito tempo." Nadine despejou uma segunda xcara de caf.
       "Voc no quebraria a histria neste momento da manh." Porque Nadine era baforando em um
de seu herbais, Roarke se favoreceu com um cigarro. Ele preferiu tabaco real. "Voc esperar at seis
para maximizar o visualizar pblico e avaliaes, pegue seus competidores desprevenidos, e
completamente parafuso em cima suas primeiras-das-radiodifuses de dia."
       "Voc  bom nisto."
       "Eu tenho alguma experincia com manipulao."
       "Eu estou dando seus mais dez minutos, ento eu tenho que chamar na estao, bloqueie o
tempo, faa o prep, chame em um perito de eletrnica. Eu no suponho que voc iria--"
       "Eu no penso. Isso estaria rodeando direito acima da Eve da linha j est retrada sua mente
acima deste. Mas eu posso recomendar uns nomes se voc no tiver ningum particular em mente."
       "Eu estava pensando Mya Dubber."

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       "Ela  excelente. Um slido lida em eletrnica e um modo agradvel de comunicar jargo tcnico
em condies simples."
       "Ela trabalha para voc, no ?"
       "Em uma capacidade autnoma, sim."
       Incapaz de se sentar mais, Nadine levantou-se para compassar. "Ela est me cortando perto deste.
Eu tenho pesquisa para fazer, copie escrever, entrevistas para instalar. Esta histria vai soprar tudo outro
fora do ar. Quem  prximo? Isso ser uma das perguntas. E eles mantero afinao em at exista uma
resposta."
       "E meu policial se trabalhar no cho para tentar bater que responde, ento no existe nenhum
prximo."
       " por isso que voc tem que a respeitar. E  por isso que ela sempre faz uma maldio boa
histria. Voc  dois batendo cabeas acima de este aqui?"
       Ele estourou uma srie preguiosa de fumaa. "No encabea tanto como filosofias.  mais
difcil para ela aceitar minha que  para mim aceitar a sua. Ns trabalharemos por isto."
       "Eu aprecio voc apoiando-me em cima neste."
       "Eu no fiz isto para voc," ele calmamente declarou. "Eu fiz isto para ela."
       "Eu sei. Eu aprecio isto de qualquer maneira." Nadine girado ao redor como ela ouviu Eve entrar.
"Bem?"
       "Voc conseguir seus um-em-um comigo e Whitney o mais rpido possvel. O desenho de
prefeito uma declarao que pode ser lida pelo prefeito de deputado. Isto no  decidido ainda. Ele ou
ela far algumas perguntas, aprovao pendente. Ns no vamos contactar famlia do Halloway nesta
hora e adicionamos a sua angstia. Se, de manh, eles esto dispostos a falar com voc, ns
organizaremos isto. O mesmo v para Feeney. Ele teve um spero hoje," ela disse na frente de Nadine
poder falar. "Eu no estou o despertando para este. Voc pode entrevistar McNab em nosso lugar,
liberao mdica pendente. Eu informarei assim que eu posso. Diretor Tibble tambm escreve uma
declarao, e considere uma entrevista depois de que ele ser revisado todos os dados. Tome isto, Nadine,
porque isto  o melhor que voc vai conseguir."
       "Tenha algum caf. Eu preciso dar um telefonema e mudana em guarda-roupa. Ns faremos os-
em-uns com voc e Whitney em estdio. Uma hora."
       -=O=-***-=O=-
       Ela conseguiu por isto, toeing a linha departamental ao longo da entrevista. Se Nadine no fosse
emocionado com o contedo da entrevista, ela soube que no eram as palavras que fariam o segmento.
Era Tenente Eve Dallas, se olhando plido e exausto e absolutamente fixo.
       Para Eve fica surpresa, Prefeito Steven Peachtree chegou da mesma maneira que ela estava
saindo-cmera. s quarenta e trs, ele projetado ambas uma imagem jovema e fixa. Ele era digno e


                                                                                                         79
bonito em um terno cinza conservador com uma camisa de radiodifuso azul pronta e uma gravata,
perfeitamente nodosa, em afina de ambos cinzas e azuis.
       Ele entrou olhar alertar e horrendo com uma companhia pequena de elegncia vestiu ajudantes
que ele ignorou o modo que voc ignora sua prpria sombra.
       "Chefe." Ele movimentou a cabea para Whitney, e foi perto suficiente agora aquela Eve notou
as manchas de lnguido de sono perdido debaixo de seus olhos. "Eu senti isto precisado ser
pessoalmente tratado, e rapidamente. Eu sou informado que voc tambm tem consultado com Chang r
declaraes oficiais."
       "Isto  correto. Ns precisamos de unificao neste. Uma linha slida."
       "Eu absolutamente concordo. A ligao de mdia ter atualizado declaraes para todas as festas
por oitocentas. Tenente."
       "Prefeito."
       "Ns precisamos de ao rpida e decisiva neste assunto. Meu escritrio  para ser mantido
atualizado em toda ao tomada." Ele olhou em direo ao estdio. "Ns vamos manter esta goddamn
baguna sob controle. Ns alimentaremos Sra. Furst e os outros no mais do que o que ns
determinamos serve para consumo pblico."
       "Ns no somos os nicos a alimentando," Eve assinalada.
       "Eu estou ciente disto." Sua voz conseguida para ser ambas rica e fria ao mesmo tempo.
"Qualquer que eles lanam fora, ns giraremos de volta. Ns podemos contar com Chang nisto. Voc
trabalhar diretamente com ele e Deputado de Prefeito Franco em relaes de mdia."
       Ele relanceou em sua unidade de pulso. Carranca. "Mantenha-me informado," ele ordenou, ento
andou a passos largos fora para o prep quarto.
       "Ele  bom nisto," Whitney disse a Eve. "Ele ocorrer para forte, controlou, e preocupado. Ns
vamos precisar de projeo de imagem forte para afastar esta tampa de soprar fora de e derramando o
contedo por toda parte Nova York."
       "Parece mim o caminho para manter a tampa em  para identificar e parar Os Investigadores de
Pureza."
       "Isto  sua prioridade, Tenente. Mas o trabalho tem mais de um canal. O servio comemorativo
para Detetive Halloway est marcado para amanh, dez. Honras completas. Eu quero voc l."
       "Sim, senhor. Eu estarei l."
       "Hoje reunio foi batida at treze cem. Tenha algum sono," ele adicionou antes dele subjugar
tomar sua virada no estdio. "Vai ser um longo um."
       Em casa, ela caiu de bruos na cama para trs horas e meia.
       O alarme em sua unidade de pulso a despertou com seu incessante buzinando. Ela rastejou fora
da cama na escurido, tropeado no chuveiro, e ficou debaixo de quente, riscando jatos para vinte
minutos cheios.

                                                                                                   80
       Quando ela voltou no quarto, Roarke estava s levantando. "Eu despertei voc? Voc podia
pegar outra metade hora."
       "Eu sou bom." Ele deu seu rosto um estudo crtico, ento movimentou a cabea. "E voc parece
consideravelmente melhor que voc fez s quatro esta manh. Por que voc no nos ordena em cima um
pouco de caf da manh enquanto eu consigo um chuveiro?"
       "Eu s iria agarrar um bagel em minha escrivaninha."
       "Voc mudou de idia," ele disse como ele entrou no banho. "Porque voc lembrou que seu
corpo necessita de combustvel adequado para manter energia e sade e porque voc preferiria que eu
no despeje uma sacudida de protena abaixo sua garganta como que s comea seu dia fora no p
errado. Os ovos mexidos seriam bons, no ?"
       Ela trancou seus dentes, mas ele j estava no chuveiro.
       Ela comeu, ela disse a se, porque ela estava com fome.
       E quando Roarke zumbiu Summerset no vnculo interno e perguntou sobre McNab, ela tentou
parecer otimista nas informaes que o paciente gastou uma noite tranqila.
       Da mesma maneira que ela lutou contra desespero quando ela assistiu ele passeio em seu
escritrio em uma cadeira de rodas eletrnica.
       "Eh!" Seu rosto era s um pouco muito alegre. Sua voz era s um pouco muito brilhante. "Eu
estou me conseguindo um destes passeios quando eu voltar em meus ps. Eles decidem."
       "Nenhuma corrida nos corredores."
       Ele sorriu abertamente nela. "Muito tarde."
       "Ns esperaremos por Feeney antes de eu comear a instruo especfica," Eve comeou.
       "Ns pegamos o relatrio matutino em 75, Tenente." Os olhos do Peabody eram sombreados, e
mais que um pouco desesperados quando eles encontraram Eve  atrs de McNab volta. "Eu diria que
ns conseguimos um bem comear na instruo especfica."
       "Eu preciso de caf." Ela gesticulou para Roarke distrair McNab, ento empurrou um dedo
polegar em direo  cozinha. "Voc precisa levantar melhor que isto," ela disse a Peabody o minuto que
eles estavam fora de earshot. "Ele no  estpido."
       "Eu sei. Eu sou certo. Somente , quando eu o vir naquela cadeira, eu consigo um pouco trmulo.
No existe nenhuma mudana. Eles disseram que ele devia comear a sentir um formigamento, como
voc faz quando seu p estiver adormecido e comear a acordar. Isso sinalizaria os nervos esto
voltando. Mas ele no , eles no so."
       "Tempo de recuperao varia. Eu tomei uma exploso de corpo cheio e no tive nenhum
entorpecimento aprecivel dentro de minutos. E eu tive um glancing fluxo bater meu brao e derrubar
isto por horas."
       "Ele  assustado. Ele est fingindo que ele no seja, mas ele  realmente assustado."


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       "Se ele pode fingir que ele no , ento pode voc. E se voc quiser fazer algo sobre as pessoas
que o pem naquela cadeira--temporariamente--ento voc precisa prender isto e enfoque."
       "Eu sei." Peabody desenhou uma respirao funda, endireitados seus ombros. "Eu posso lidar
com isto."
       "Bom, ento inicie por manipulao o caf."
       Ela caminhou de volta fora, parado fria quando ela viu Feeney em sua entrada de escritrio. Seu
rosto era um retrato de misria, duelo, e fria que ele olhou fixamente atrs de cadeira do McNab.
       A Eve comeou a fazer um som, qualquer coisa que o estalaria de volta, mas antes dela poder,
ele bate algum interruptor interno. Seu rosto passado sem tocar.
       "O que  tudo isso?" Ele entrou carranqueando em McNab. "Isto parece com fingir de doente
para mim. A confiana voc para conseguir um brinquedo fora de isso tudo."
       "Gelou, huh?"
       "Primeira vez voc atropela meu p, eu estou aplainando voc. Baxter est em sua entrada. Caf
conseguido?"
       "Sim." Eve movimentada a cabea. "Ns conseguimos caf."
       Por nove e trinta, ela deu o time os detalhes bsicos. Por nove quarenta e cinco ela preencheu os
buracos, e por dez ela adicionou uma teoria bsica.
       "Pelo menos um das pessoas chave neste grupo tem sido pessoalmente afetada por um crime,
mais provvel um crime contra uma criana. Mais provavelmente mais de um deles. Voc precisa gostar
se importa de conseguir algo como este fora do cho. Eles tm superiores e ainda desconhecido
habilidades eletrnico, e devem ter um pouco de tipo de consultor mdico. Tambm  provvel que eles
tm contato de um pouco de tipo com a polcia ou com o sistema judicial. Ou ambos."
       "Eles so organizados, eles so articulados, e eles tm compreenso de mdia."
       "Quando voc tem um grupo como isto," Baxter disse, "voc tem aqueles gostarem de mentes.
Mas voc quase sempre tem um ou mais que est nele para a excitao, o sangue, ou porque eles so s
seriamente wacko."
       "Concordo. Voc pode comear uma procura por srio wackos que ajusta outro do perfil do
grupo. Eles contactaro Nadine novamente," ela continuou. "Eles querem ateno pblica, e aprovao."
       "Eles vo pegar isto." Feeney sorveu em seu caf. "Isto  apenas do tipo de coisa que consegue
pessoas aborrecidas, discutindo nas ruas, compondo Camisetas, tomando lados."
       "Ns no podemos parar o trem de mdia, ento ns fazemos nosso melhor para guiar isto sobre
nossos caminhos. Nadine quer entrevistar ambos voc e McNab. Voc pode soprar," ela disse na frente
de Feeney poder fazer s isto. "Mas voc no estar dizendo qualquer coisa que eu j no disse ou
pensei. O ponto , o departamento acredita em que isto ser til."
       "Voc pensa que eu estou dando este airtime?" Feeney bateu sua xcara abaixo. "Voc pensa que
eu vou ir na tela e lamriar sobre o que aconteceu ontem, conversar sobre aquele menino?"

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       "O que voc dir que ajudar pessoas entenderem o que aconteceu com Halloway." Roarke
quietamente falou. "Far eles o verem como ele era--um bom policial que estava fazendo seu trabalho.
Que foi morto na linha de dever por um grupo dae pessoas que querem ser vistas como guardies de
justia. Voc os faria v-lo como uma pessoa."
       "Eu gostaria de conversar sobre isto." McNab era amarrado com correia na cadeira. Era algo que
ele no podia no ignorar no importa o quo duro ele tentou. Ele no estava s sentando, mas
assegurado dentro. Ento ele no afundaria abaixo como um boneco de trapo, caia fora como um beb.
       Queimou em sua barriga junto com o medo que ele seria amarrado com correia em uma cadeira o
resto de sua vida. "Se as pessoas escutam que eles entenderiam que ele no foi a pessoa que me
derrubou. Era quem infectou aquela unidade em que ele estava trabalhando. Halloway no me ps aqui,
e ele no merece ningum pensando que ele fez. Ento eu gostaria de fazer a entrevista. Eu gostaria de
dizer o que eu tenho que dizer."
       "Se  isso que voc quer." Feeney levantou seu caf novamente, bebeu ele para lavar longe o
punho-de tamanho amontoar em sua garganta. "Ento  isso que ns faremos."
       "As declaraes emitidas de departamento. Voc dois precisar ler eles." Eve caminhada para
sua escrivaninha, deu a se tempo para povoar. "Eles no impediro ou censuraro qualquer coisa que
voc sente que voc quer dizer, mas eles gostariam de voc para entrar os pontos de bala, e algum do
idioma.  IMPORTANTE NYPSD mostra a unidade nesta considerao. Nadine pode fazer as
entrevistas aqui."
       Ela voltou. "Agora talvez ns podemos descer para os negcios de trabalho policial. Ns
precisamos determinar a natureza do vrus nas unidades, e isso no pode ser feito at que ns tenhamos
um pouco de tipo de proteo contra aquele vrus."
       "Eu fiz um pouco do trabalho nisto," Roarke disse a ela. "E tomada a liberdade de chamar em um
conselheiro tcnico." Ele girou para o 'vnculo. "Summerset, mande a ele."
       "Voc devia ter passado sem tocar este comigo," Eve comeou.
       "Voc precisa de habilidades especficas para este. Feeney e McNab precisam mais que eu. E eu
preciso mais que um assistente. Eu tenho algum que tem estado fazendo algum trabalho muito inovador
com meu departamento de R e D, e eu no penso que voc achar qualquer coisa para se preocupar sobre
relativo a sua lealdade ou sua liberao."
       Eve olhou para a entrada. E sua mandbula caiu. "Bem, para causa do Cristo, Roarke, eu no
posso usar uma criana para este."




       Captulo 8


       "Gnio no tem nenhuma idade."

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           Ento disse Jamie Lingstrom como ele escorou em seu escritrio em um par de dilapidado
airboots.
           Ele vestiu seu cabelo arenoso pequeno e eriado em cima com uma meada mais longa na frente
que baqueada acima de sua fronte. A nica penetrante--aparentemente--era para acomodar o aro de
prata minscula no rabo de sua sobrancelha deixada. Seu rosto fez alguns multando abaixo desde a
ltima vez ela o viu, e agora mesmo sua boca era tranada em um sorriso.
           Ele sempre seria convencido.
           Seu av tinha sido um policial, que afundou enquanto extra-oficialmente investigando um culto.
O culto matou irm do Jamie e veio para incomodamente perto de sacrificar Eve.
           Ele brotou em menos duas polegadas. Quando brincou parada crescente? Ela perguntou-se. Ele
era dezesseis--no, provvel dezessete at agora. E ele devia ter estado fazendo o que quer que
adolescentes fizeram em lugar de p em seu escritrio com aquela expresso convencida.
           "Por que voc no est na escola?"
           "Eu fao a coisa de casa principalmente, em programa do trabalho. Voc chega a fazer mos-no-
trabalho merda desde que  com uns negcios que contrai pela escola e caga."
           Eve girada para Roarke. "Um seu."
           "Realmente, eu tenho vrias companhias que contrato com o programa de educao. A mocidade
de hoje, afinal,  a esperana de amanh."
           "Ento." Jamie esquadrinhou o quarto ento imergiu seus dedos polegares nos bolsos dianteiros
de cala jeans folgada com buracos em ambos os joelhos. "Quando ns iniciamos?"
           "Voc." A Eve picou um dedo em Roarke. "L." Apontando em seu escritrio, ela andou a
passos largos em  frente dele, batendo a porta smartly.
           "Que diabo voc pensa que voc est fazendo?"
           "Trazendo para dentro um assistente de perito."
           "Ele  uma criana."
           "Ele  uma brilhante criana. Voc recorda como ele conseguiu ultrapassar a segurana aqui com
um jammer caseiro?"
           "Ento ele ficou sortudo."
           "Sorte no teve nada a ver com isto." Aquele particular caseiro tinha sido refinado, ajustou,
expandido. "Ele tem mais que um conhecimento de eletrnica--entretanto ele tem aquelas em ps, eu
posso prometer voc. Ele tem um sentir, um instinto que  muito raro."
           "Eu gostaria de manter seu crebro dentro de sua cabea, pelo menos at que ele gire vinte e
um."
           "Eu no tenho nenhuma inteno de permitir a ele fazer qualquer coisa que o pe em perigo
fsico."


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         "Nenhum de ns pretendemos aquela ltima queda, qualquer um, mas ele veio para maldio
perto. E ele , bem, ele  como famlia do Feeney."
         "Exatamente. Dar a Feeney um elevador para trabalhar com ele. O fato , Eve, ns precisamos
de algum como ele. Algum com uma mente aberta e um crebro rpido. Ele no automaticamente
pensar que uma coisa no pode ser feita porque no tem sido feito antes." Roarke espalha suas mos.
"Ele ver possibilidades. Ele quer ser um policial," ele adicionou na frente de Eve poder falar.
         "Sim, eu lembro, mas--"
         " determinado para ser, a menos que eu possa o subornar em um de minhas divises R e D
permanentemente com grande gobs de dinheiro." Seus lbios contraram. "Que eu certamente tentarei.
No momento, ele planeja para fosso qualquer pensamento de academia e saltou diretamente na
Academia quando ele bater dezoito prximo ano."
         "Ento o que. Voc est pulando usar esta tarefa para desligar ele aquela idia, em academia
assim voc pode concha seu crebro de gnio em cima para seus prprios usos?"
         Ele sorriu devagar, e com grande charme. "Isto  um pensamento adorvel. Mas realmente, eu
pensei que isto seria uma experincia valiosa para ele. E ns o precisamos. Eu no estou soprando
fumaa quando eu disser isto. O que voc precisa eletronicamente vai tomar trabalho e pesquisa e
experimentao considervel, todos os quais voc exige em um comprimido perodo de tempo.
Correto?"
         "Sim, mas--"
         "Olhe. Eu sou seu perito consultor para um salrio bastante pattico monetrio, e debaixo
daquele acordo eu tenho a opo de selecionar um assistente tcnico. Ele  meu."
         Ela estourou uma respirao, compassada para a janela. Compassou de volta. "No s seu. O faz
meu, tambm. Eu no conheo como lidar com um adolescente tipo pessoa."
         "Ah, bem, eu diria que voc lidaria com ele como voc lida com todo mundo outro. Voc o
ordena ao redor, e se ele discutir ou no saltar depressa suficiente que voc congela seu sangue com um
daqueles olhares malignos que voc  to bom em e verbalmente o abusa. Sempre trabalha to bem para
voc."
         "Voc acha?"
         "L, veja." Ele emoldurou seu queixo. "L  agora. Eu realmente posso sentir meu sangue
correndo frio."
         "Voc pode o manter, mas ele est em provao. E voc acenou seu salrio monetrio pattico."
         "No ?" Ele carranca. "Eu no posso parecer recordar fazendo isso."
         "E sua taxa termina de seu bolso."
         Ele j com inteno de pagar a Jamie, mas soube como tocar o jogo. "Isto  sumamente injusto.
Eu vou conversar com meu representante departamental sobre este highhanded tratamento."


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         "Voc no tem um rep departamental." Ela caminhou de volta para a porta. "Voc me
conseguiu."
         "Para ambos minha alegria e duelo," ele respondeu atrs de suas costas como ela andou a passos
largos em seu escritrio.
         Jamie era abaixado entre Feeney e McNab, exibindo-se um pouco de handheld dispositivo. "Ler
todo sistema no mercado e alguns que no esto nisto ainda," ele estava dizendo. "Ento ele clones . . ."
         Sua cabea surgiu, e ento seu corpo. O handheld era emperrado em seu bolso de costas. "Ento,
eh. Ns conseguimos um negcio ou o que?"
         Roarke meramente cruzou para ele, resistiu uma mo.
         Os ombros afundando, Jamie puxou o jammer fora de seu bolso. "Eu s obtive emprestado um
assim eu podia tratar de boa-afinao umas funes."
         "No faa mangueira me, Jamie. E se voc continuar obter emprestado equipamento, voc estar
perdendo seu privilegiado programa de trabalho muito depressa." O jammer desapareceu em um dos
bolsos do Roarke.
         "Era meu prottipo."
         E a realeza disto, Roarke meditou, faria o menino um jovem homem muito rico. Mas ele no
disse nada, meramente ergueu uma sobrancelha e esperada por Jamie torcer.
         "Certo, certo. No frite seus circuitos." Amuando, ele olhou para Roarke, olhada para Eve. Ele
nunca era bastante certo qual deles estava em carga.
         De qualquer modo, ele soube que eles dois podiam o pisar achatado antes dele ver eles ergueram
um p.
         Tem sido fcil com seus pais antes do divrcio. Seu pai tinha estado em carga. Depois,
especialmente depois que Alice morreu, Jamie mesmo tinha principalmente estado em carga.
         Mas ao redor aqui, voc s nunca sabia.
         "O que  a palavra?" Ele exigiu.
         "Voc  preso como tech do Roarke em uma capacidade probatria," Eve disse a ele. "Voc sai
da linha, acima da linha, tente menear debaixo da linha, eu espremo que voc como um percevejo.
Agora, voc v todo mundo neste quarto?"
         "Sim, nada errado com os olhos. Ento?"
         "Eles so todos chefes de voc. Que quer dizer, algum aqui d a voc uma ordem, inclusive
dizer a voc para insistir em sua cabea e apito por seus dentes, voc faz isto. Claro? Prximo," ela
continuou antes dele ter tempo para reclamar, "todos os dados, toda info, todas as conversas, todas as
aes ou props para aes feitas ou discutidas pertencentes para esta tarefa so confidenciais. Voc fala
deste para ningum, inclusive seu melhor camarada, sua me, qualquer menina voc est pulando ver
desnudo, ou seu acaricie poodle."


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       "Eu no segredo fora de," ele disse com algum calor. "Eu sei como ele trabalhos. E eu no tenho
qualquer manco poodle. Mas, eu vi meninas nuas." Ele sorriu abertamente agora. "Inclusive voc."
       "Cuidado, rapaz," Roarke quietamente disse. "Ande cuidadosamente."
       "Voc tem uma boca esperta. Eu lembro daquilo sobre voc." Deliberadamente Eve caminhou
para um crculo ao redor ele. "Eu gosto de uma boca esperta, debaixo de certas circunstncias. Ento em
vez de arrancar suas orelhas acima de sua cabea e tying eles em um lao, eu vou omitir que comentrio.
Uma vez. Baxter, tome este zango na rea do trabalho. Mostre a ele a instalao bsica. Se ele tocar em
qualquer coisa, quebre seus dedos."
       "Voc conseguiu isto. Vamos, criana." Quando eles alcanaram a entrada, Baxter se debruou
abaixo. "Como voc a viu nua?"
       "Ele vai ser dificuldade," Eve murmurou.
       "Ele valer a pena isto." Roarke deslizou uma mo no jammer em seu bolso. "Acredite-me."
       "Ele  uma boa criana, Dallas." Feeney empurrou para seus ps. "Espertos, e como afiance
como voc chega naquela idade. Ns o manteremos na linha."
       "Eu estou contando com isto. Eu estou o esvaziando em voc e-sujeitos. Nadine e sua cmera so
esperadas em aproximadamente vinte. Ela nunca est atrasada. Voc dois bom para os-em-uns no andar
de baixo em algum lugar?"
       "Trabalhos para mim." McNab espiou em direo a Feeney. "Eu quero recuperar-se isto, e
embarque no trabalho."
       "Ela no surge aqui," Eve acautelada. "Ela no vai prxima  criana. Qualquer progresso,
qualquer mesmo, etiqueta me. Eu tenho um encontro no centro da cidade de s treze. Eu serei descobrir
daqui at ento."
       "Vamos iniciar." Feeney deitou uma mo em ombro inclume do McNab. "Ns mostraremos ao
menino que homens de EDD reais podem fazer."
       "Estalido Baxter atrs deste modo. Eu preciso conseguir ele instalar em algum lugar."
       "Eu cuidarei disto. Voc o querer neste nvel," Roarke assumiu.
       "Bom. E qualquer isto est em seu bolso, s, mantm isto l."
       Ele a atirou tal sorriso quente, sugestivo que Peabody era forado a tragar.
       "Consiga as imagens salazes fora de sua cabea, Peabody," Eve ordenada. "Ns temos trabalho."
       Ela comeou Peabody em probabilidade esquadrinha. Quando voc estava lidando com metal e
burocratas quanto mais dados, quanto mais jornal, o melhor.
       A Eve comeou uma caa para abusadores de criana conhecida que menearam pelo sistema e
fora novamente.
       Como fez tantos deles patinaram acima da lei? Ela perguntou-se.
       Ela regressou, procurando por qualquer conexo entre um ou mais de seus possveis e um ao
outro, entre um ou mais e ou Cogburn ou Fitzhugh.

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       Pssaros de uma pena, ela meditou. Alguns deles tiveram que ter sujado o mesmo ninho  um
ponto. Era irritante para ter que ir por nmeros de caso em lugar de nomes, mas um grande nmero dos
arquivos estavam selados. As vtimas secundrias freqentemente tiveram selos batidos sobre seus
arquivos.
       Usando nmeros, relatrios incidentes, descries, ela cortou isto at uma lista pequena, correu
probabilidades.
       Desde sua lista pequena era mais de vinte e cinco possveis, ela trabalhou em conexes
secundrias.
       Doze das vtimas secundrias compartilhado os mesmos servios de criana rep.


       CLARISSA AVALIA, NASCIDO 5-16-2O2I, QUEENS, Nova York. ID NMERO 8876-LHM-22.
A ME MURIEL AVALIA, PAI DESCONHECIDO de. CONDIO MATRIMONIAL, NICA.
EMPREGO, SERVIOS de CRIANA, DIVISO de Manhattan. EMPREGADA DESDE 2-1-43-
ATUALMENTE B NVEL.
       EDUCAO: DOMINE seja GRAUS, SOCIOLOGIA, PSICOLOGIA GANHA DE NYU.
       NENHUM ANTECEDENTE PENAL.


       "Visual," ela ordenou e estudou a imagem de Clarissa Avalia. Uma atraente misturada-corrida
fmea, com uma competente, para frente olhe sobre ela. No muitos em Servios de Criana durada
como longo sem o trabalho adicionando linhas e camadas. Mas pele da Clarissa era lisa. Seu cabelo
marrom avermelhado era ondulado e vestido nitidamente puxado atrs na nuca.
       A Eve telefonou a casa e trabalhou endereos, copiados e economizados os dados. Ento foi caa
novamente.
       Este tempo ela achou um policial.
       O sargento de detetive Thomas Dwier prendeu Cogburn quatro anos mais cedo em possesso
com intento. Mas ele apressou isto, escavando Cogburn em cima sem averiguar se ele tiver levado. A
priso no pegou.
       Seria melhor ele sorte com um ilegal negociante que forneceu o bairro residencial adolescente
multido. Mas quando o caso feriu propriamente pelo sistema, tinha sido pleiteado at possesso e o
negociante acabou pagando uma multa, e caminhando.
       Ele deu com Fitzhugh tambm, empreendendo uma reclamao de rapto e estupro que tinha sido
lanado pelo P.A.
       Dezoito meses na frente de Dwier trabalharem em um time correndo uma picadura em uma
criana pornographer. A mulher correu um dia licenciado se importa centro. O caso foi a distncia toda
para tentativa, resultando em absolvio.


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       Mary Ellen George, Pensou Eve, que de acordo com os arquivos, acabaram de acontecer ser um
associado conhecido de Chadwick Fitzhugh.
       "Assuma a responsabilidade em cima, Peabody." Discos de dados de Eve presos em sua bolsa.
"Ns vamos fazer um par de paradas antes Da Torre encontrar."
       -=O=-***-=O=-
       "Mary Ellen George. Isso era um pouco de tentativa." No passageiro acomoda, Peabody estudou
a Eve de dados acumulou. "Voc comprou aquele ato sua?"
       "Que ato?"
       "To quebrado, inocente, schoolmarm ato" Peabody espiou acima de, olhou de solslaio. "Voc
no pegou alguma da tentativa na tela?"
       "Eu no assisto que defeco."
       "Bem, voc deve ter visto os blips em relatrios de mdia, leia os comentrios e material."
       "Eu fao isto um ponto para evitar relatrios de mdia, comentrios, editoriais, e assim por
diante."
       "Mas, senhor, voc precisa assistir as notcias na tela, ou lem isto."
       "Por que?"
       "Bem para . . . manter na altura de eventos atuais."
       "Por que?"
       "Porque, porque." Agitou, Peabody empurrou de volta seu bon uniforme para arranhar sua
cabea. "Porque ns vivemos no mundo."
       "Sim, ns fazemos. L no parece ser uma coisa que ns podemos fazer sobre isto. Agora, diga a
mim como assistindo blips de notcias e o  prova canal vai fazer-me uma pessoa melhor."
       "S informado," Peabody respondeu.
       "Parea mim sou s notcias por alguns minutos. Ento seus velhos e eles tm que explodir em
cima qualquer outra coisa isto  notcias. Ciclo maligno se voc perguntar a mim. Eu no sou pego em
cima nele porque, por definio eventos que so atuais hoje no so mais atuais amanh. E antes de voc
saber isto,  amanh de qualquer maneira. Ento voc acabou de desperdiar tudo aquele tempo sendo
aborrecido em cima sobre algo que  passado seu tempo quando voc acordar no dia seguinte."
       "Minha cabea di. Eu sei que existe uma falha importante em tudo que voc acabou de dizer,
mas fez minha cabea di assim eu no posso pensar sobre isto."
       "No se preocupe sobre isto. Ns verificaremos George mais tarde. Primeiro ns tomamos uma
disparada contra Clarissa Avaliar."
       O estacionamento prximo  Diviso de Manhattan de Servios de Criana era uma piada. As
fendas de dois nveis a cidade ps em ao longo da rua era emperrada com veculos que olharam como se
eles no ousassem sair nos ltimos cinco anos. A serra de Eve pelo menos trs com pneus de panqueca e


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outro com um pra-brisa to coberto com p e encardem teria levado um pickax para passar sem tocar
isto.
        Ela estacionou em fila dupla, sacudido em cima seu a trabalho sinal. E perguntou-se  toa s a
que distncia trafica de volta ergueria antes dela terminar novamente.
        O edifcio era caixa de um agachar de doze histrias de construo de quarteiro que no
seguramente viu sua parte adequada de dlares de manuteno da cidade desde que tinha sido tirado a
sorte depois das Guerras Urbanas.
        O salo de entrada, como era, era pequeno e lotado e ostentava um diretrio manual antigo.
        "Sexto andar." Ela caminhou para direito pelo recepcionista de salo de entrada sitiado e sobre
um elevador. Tanto, Eve meditada, para construir segurana.
        E como ela teve experincia pessoal com Servios de Criana, ela soube que as crianas que
foram chupadas no sistema podiam ser da mesma maneira que perigoso que os adultos que pem eles l.
        Ela saiu em seis e viu algum tentou adicionar uma iluso de alegria nesta rea. Existia uma
seo debaixo de uma janela com criana-assento de tamanho em cores primrias e um oferecimento de
brinquedos de plstico. Em frente a ele era dois vdeo-jogo unidades atualmente debaixo de ataque por
um par de chateado, ariscos adolescentes em rebelde preto.
        Ela viu um deles olham em cima e a fazem para um policial antes de seus olhos viajados acima
de uniforme do Peabody e despediram eles ambos.
        Ela subiu para ele, esperado por seu olhar preguioso para encontrar sua novamente. Ento ela se
debruou acima de. "Tire a faca de sua bota, real lenta, e d isto para mim e eu no correrei voc para
levar um escondido."
        Desde que era escondido, e muito bem em sua opinio, ele s zombou. "Fuck fora de."
        Mo da Eve bateu no cabo debaixo de segundos de perna da sua cala antes de seu. "Voc quer
dificuldade comigo, eu obrigarei. Caso contrrio, eu s tomarei isto e deixarei voc gastar sua hora
obrigatrio bullshitting seu assistente social."
        Ela arrancou a faca fora de sua bota, deslizou isto em sua prpria. "Lmina boa. Equilbrio
decente."
        "Custe-me setenta e cinco."
        "Voc conseguiu hosed, camarada. No  to bom."
        Ela girou suas costas para ele e caminhado para o jovem, alegre-enfrentado recepcionista. Eles
eram sempre jovens e alegres-enfrentados porque eles raramente duraram um ano antes de ir embora
com seu idealismo quebrado atrs deles.
        "Eu preciso ver Clarissa Avaliar." A Eve deitou seu distintivo no contador.
        "Falte Preo est em uma sesso de famlia. Ela devia estar acabada em dez minutos."
        "Ns esperaremos." A Eve caminhou de volta e deliberadamente solto na cadeira ao lado de
Menino de Faca.

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        O levou vinte segundos de fingir indiferena para quebrar. "Como voc localizaria o adesivo?"
        "Isso estaria dizendo."
        "Vamos."
        Ela iria j manchadas as contuses em seus pulsos--frescos--e quando ele trocou viu as marcas
de queimadura velha em seu ombro, s parcialmente escondida por sua camisa de msculo de sujeito
duro.
        Isso era uma coisa que seu pai no fez para ela, ela pensou. Nenhuma queimadura, nenhuma
cicatriz. No quereria diminuir o valor da mercadoria.
        "Quando voc me fez que voc recuou sua perna direita, girou seu tornozelo para verificar se a
lmina estava debaixo dela e assegurava. Voc consegue busted para levar, eles lanam voc em Juvie.
Sempre estado do lado de dentro?" O modo que ele encolheu os ombros dito ela que ele no teve. Ainda.
"Eu tenho. Qualquer negocia que voc tem  melhor que estando do lado de dentro. Par de anos, eles
empurraro voc fora do sistema, e sua vida  seu prprio. Voc vai dentro de nesta fase, eles mantero
abas em que voc at voc tem vinte e um anos."
        Desde que foi como perto de conselho ou uma conferncia como ela com inteno de dar, ela
empurrou em cima novamente e saiu para caar em cima uma mquina de venda automtica.
        Quando ela ficou caf ruim, o recepcionista disse que ela Faltasse Preo teve cinco minutos
livres antes de sua prxima sesso.
        Era um escritrio pequeno, mas novamente a tentativa tinha sido feita para clarear isto. Arte,
obviamente criadas por crianas, era emoldurada para cobrir duas das paredes. Os arquivos estavam
nitidamente empilhados na escrivaninha e sentados ao lado de um pouco vaso de boninas frescas. Atrs
deles Clarissa pareceu to limpa e competente quanto sua ID fotografia.
        "Eu sinto muito que voc teve que esperar," ela comeou. "Eu tenho medo que Lauren no
conseguiu seu nome."
        "Dallas, Tenente Dallas."
        "Ns no nos encontramos no trabalho?"
        "No, eu sou Homicdio."
        "Homicdio. Entendo. Sobre o que isto ? Uma de minhas crianas?"
        "No, no diretamente. Voc trabalhou com um pouco de menores que teve associaes com um
playground negociante, Louis K. Cogburn, e um alegado pedfilo, Chadwick Fitzhugh."
        "Eu trabalhei com menores que eram explorados por aqueles indivduos."
        "Um par de seu caso arquiva tambm cruzado com outro conhecido ou predadores de criana
alegada. Mas no momento, ns estamos interessados em Cogburn, em Fitzhugh."
        "Que esto mortos," Clarissa disse de modo plano. "Eu ouvi o relatrio em 75 esta manh. Uma
pequena organizao est reivindicando responsabilidade."


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       "Organizao terrorista," Eve corrigiu. "Que tambm  responsvel pela morte de um civil sem
conexo e um oficial de polcia. Voc assiste muita tela? Desculpe." A Eve deixa sua curva de lbios.
"S um debate pessoal entre meu ajudante e eu mesmo nos mritos de relatrios de mdia e
acompanhando eventos atuais."
       "Eu tenho 75 na maioria das manhs e normalmente sintonizo pelo menos brevemente nas
noites." Ela sorriu de volta. "De quem apia que eu estou ligado?"
       "Sua." A Eve empurrou sua cabea em direo a Peabody. "Em todo caso, eu sou investigador
primrio nestes assuntos e eu estou procurando a possibilidade de conexes entre membros do grupo
conhecido como Os Investigadores de Pureza e menores que podem ter sido explorados por Cogburn
e/ou Fitzhugh, como tambm outros predadores de criana este grupo podem ter almejado. Como os
nomes daqueles menores esto selados e muitos daqueles que alcanaram maior idade solicitaram que
eles permanecem selados, eu preciso de sua ajuda."
       "Eu no posso quebrar confiana com aquelas crianas e suas famlias, Tenente, ajudar voc em
uma investigao." Ela ergueu bonito, ringless mos. "Existe uma razo para aqueles selos. Estas
crianas foram danificadas, e enquanto voc tem seu trabalho, eu tambm tenho meu. Meu  para
proteger aquelas crianas, e fazer tudo em meu poder para ajudar eles curar."
       "Selos podem ser quebrados, Falte Preo. Me levar tempo, mas eu posso conseguir uma ordem
para abrir os arquivos para esta investigao."
       "Eu entendo isto." Clarissa ergueu ambas as mos novamente. "E quando voc tiver aquela
autorizao, eu ajudarei voc de qualquer forma que a lei permite. Mas eu trabalho com estas vtimas
todo dia, e  difcil suficiente para ganhar a confiana de crianas que j foram machucadas por um
adulto, ganhar a confiana de suas famlias, at para achar membros de famlia que do uma maldio.
Eu no posso ajudar voc at que eu seja ordenado."
       "Voc j teve contato pessoal com Cogburn ou Fitzhugh?"
       "Profissional contato. Eu dei declaraes para o P.A. Em ambos os homens. Isto , no dano
psicolgico feito para os menores em meu arquivo de caso que teve procedimentos com eles. Eu nunca
falei com qualquer um deles, e eu no fingirei sentir muito eles no so mais ao redor para caar mais
crianas."
       "Mary Ellen George."
       Rosto fechado da Clarissa. "Ela era absolvida."
       "Ela devia ter sido?"
       "Um jri de seus pares achados."
       "Voc teve contato pessoal com ela?"
       "Sim. Eu tive ocasio para visitar e examinar as condies de seu dia me importa instalao, e eu
cooperei e trabalhei com a polcia que em ltima instncia a prendeu. Ela estava muito convencendo.
Muito . . . maternal."

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       "Mas ela no convenceu voc."
       "Este trabalho exige um certo instinto, da mesma maneira que seu faz. Eu soube o que ela era."
Um desgosto frio, limitando em ira, caractersticas do Preo endurecido. "Voc ganha batalhas e voc
perde eles. Perder seja duro, mas se voc no partir para o prximo neste campo, voc queimar. E eu
tenho que partir para o prximo agora. Eu tenho outra sesso, e eu j estou atrasada."
       "Eu aprecio o tempo." Eve andada para a porta. "Eu conseguirei aquela autorizao, Falte Preo."
       "Quando voc fizer, eu estou  sua disposio."
       Fora de, Eve ignorou o trfico nodoso lutando seu modo ao redor seu veculo. Ela no aborreceu
responder para os chifres, as maldies, a variedade de gestos obscenos. Ela acabou de subir em.
       "Ela  pelo livro," Peabody comeou como Eve empurrada em trfico. "Mas ela ser til uma vez
que voc consegue autorizao."
       "Ela est segurando mais que debaixo de suas mos. Ela soube quem eu era e fingido no ."
       "Como voc sabe que ela soube quem voc era?"
       "Ela assiste 75 habitualmente. Voc assiste 75 habitualmente, voc vai me ver. Voc certo como
inferno me viu esta manh--durante o relatrio que ela admitiu assistir--quando eu fiz um-em-um. Ela
tocou isto um pouco muito cauteloso no mencionando isto."
       A Eve balanou oeste, apenas sentido falta de beliscar o pra-choque de um CAB Rpido.
"Clarissa Avalia vai para o topo da lista pequena."




       Captulo 9


       Jamie estava trabalhando duro de agir fresco. Tudo que ele quis em sua vida caiu muito
inesperadamente em seu colo que ele era apavorado que ele faria algo para levar isto novamente. At
onde Jamie estava preocupado eletrnica fez o mundo ir ao redor. Existia s uma coisa que ele quis mais
que trabalhar com eles. Isso era para trabalhar com eles como um policial.
       Graas a Roarke, ele estava conseguindo aquela chance. Tipo de. E em uma investigao de
homicdio que estava confundindo o Premium ult policial.
       No melhorou.
       Bem, teria sido melhor se ele tivesse um distintivo e grau. Mas tech ajuda para o perito consultor
era uma area-bota na porta.
       Ele iria fazer isto conta.
       Ele cavou em trabalhar com Feeney, isso era com certeza. O tio Feen era o total e-policial, com
todos os tipos de histrias sobre cagava que continuaram antes de existia um EDD.




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       E McNab estava totalmente gelado. Ele conversou muito lixo, mas ele soube suas 'Ironias. Jamie
pensou que ele era heri puro enche agora que ele foi ferido na linha. Aqui ele era meio congelado e
indo em frente com o trabalho.
        isso que Polis fez.
        isso que Dallas fez. Nada a parou. No importa o que, ela levantou-se. Como ela teve para seu
av, e para Alice.
       Ainda machuca, pensando sobre sua irm. Ele conheceu que sua me nunca ir recuperar isto, no
a distncia toda acima disto. Talvez voc no era suposto.
       s vezes quando ele olhou de volta para tudo que aconteceu ltima queda, era como um sonho.
Especialmente o fim disto. Toda a fumaa e o fogo naquele quarto horrvel onde aquele Alban bastardo
tomou Dallas depois que ele a drogou.
       Fumaa e fogo e sangue, e a cadela Selina deitando morta no cho. Roarke e Alban lutando como
cachorros selvagens, e Dallas que grita nele conseguir a faca, consiga a faca para cortar e soltar ela de
onde o Alban amarrou com correia ela desnuda para algum tipo de altar.
       Ele cortou os ttulos, mas ele se sentiu frio. Fria por toda parte apesar da fumaa. E desnuda,
ainda embriagadas das drogas, Dallas saltou imediatamente a placa sobre Alban volta.
       Sonhador, era todo to misterioso e sonhador. Ele viu punho do Roarke voa em cima, bata Alban
inconsciente. Ele ouviu as sirenas vindo, ele ouviu Roarke e Dallas no conversando-- palavras, sons
justo. O fogo crepitando, a fumaa picando.
       E o apunhalar sua mo.
       Ela gritou quando ela viu o que ele iria fazer. Mas era muito tarde. Ela no podia ter o parado.
Ele no podia ter parado ele mesmo.
       O bastardo que matou sua famlia estava morto, e seu sangue quente nas mos do Jamie.
       Ele no podia realmente lembrar de fazer isto. No o momento, no o momento quando ele
mergulhou a lmina em corao do Alban. Era como algum blip de tempo, e ele no podia lembrar.
       Mas ele aconteceu. No tinha sido um sonho. E Dallas disse a Feeney e Peabody e os outros
Polis que estouram naquele Alban tinha sido morto durante a luta. Ela agarrou a faca ritual dele, ponha
suas prprias impresses na manivela, e mentiu.
       Porque ela o suportou, tambm.
       "Jamie. Fique enfocado."
       Ele piscou, corou, e curvou seus ombros em ordem viva do Roarke. "Sim, certo. Certo."
       Ele estava trabalhando em uma simulao de vrus, seu terceiro desde que eles comearam.
       "Estes sims no vo gerar dados duros sem resultados de um diagnstico em uma das unidades
infetados."
       "Ento voc disse, em uma variedade de modos, seis ou oito vezes j."


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         Jamie rodou longe de sua estao de trabalho. Atrs dele Roarke trabalhou em construo de
filtro. Ele estava fazendo a maior parte da programao manualmente, com estalidos e torneiras rpidas
de seus dedos. Em estimao do Jamie, quaisquer e-homem no valor de seus chips tido que poder fazer
manual como tambm verbaliza e devia saber quando um mtodo vestido do trabalho melhor que o
outro.
         Roarke era o extremista mag e-homem.
         "Me levaria cinco minutos, topos, correr um diagnstico," Jamie continuou.
         "No."
         "D-me dez e eu posso localizar e isolar o vrus."
         "No."
         "Sem uma identificao em--"
         Ele cessou bruscamente quando Roarke levantou uma mo e fechou sua boca.
         Ele terminou o sim, introduza os dados resultantes, ento comearam o prximo programa. Ele
deixa isto corrida em auto como ele levantou cavar fora um tubo de Pepsi do cheio-refrigerador de
tamanho.
         "Eu terei um daqueles," Roarke disse sem procurar.
         Jamie retirou-se um segundo tubo. Atravs do quarto Feeney e McNab trabalharam em anlise de
filtro. Jamie nunca tinha estado em uma casa que ostentou seu prprio completamente equipado e-lab.
         Ento novamente, ele nunca estaria em qualquer outra casa como esta aqui. O que ela no tinha,
no tinha sido inventado.
         O cho era um azulejo de ao cinza. As paredes eram um plido verde e coberto com telas. A luz
veio de janelas de cu, uma meia dzia deles, todo tinted para cortar o claro e calor que podiam tocar
assolamento com o equipamento.
         E aquele equipamento era extremidade to cortante, a extremidade at no tinha sido cortada
ainda. Existiam uns dados de dzia e centros de comunicao cheia, inclusive um do RX5000Ks que ele
viu testado em R e D. No estava marcado para lanamento por trs meses, talvez seis. Existiam trs
estaes de VR, um sim tubo, uma holo unidade, com d e capacidades de c, e uma procura global e
interstelar-e-esquadrinha navegante que ele estava coando conseguir suas mos.
         Ele espiou em direo a sua prpria tela, verificou a condio de seu sim corre, ento sentado ao
lado de Roarke. Ele esquadrinhou os cdigos emperraram fim para terminar acima da tela, calculou.
         "Se voc filtrar fora o som, em branco todas as freqncias, voc no conseguir o ID ou fonte."
         "Voc faltou algo. Olhe novamente." Roarke continuou a trabalhar enquanto Jamie reorganizou
os cdigos em sua cabea.
         "Certo, certo, mas se voc sacudisse esta equao, veja? E este comando. Ento--"
         "Espere." Os olhos estreitados do Roarke como ele l seu prprio programa, considerou a direo
de sugestes do Jamie.

                                                                                                       95
         O menino era bom.
         "Isto  melhor. Sim, isto  melhor ainda." Ele fez os ajustes, e com eles em se importam de
comearam na prxima srie de comandos.
         "Roarke."
         "No h razo para perguntar a mim novamente. A resposta est ainda no."
         "S escute, certo? Voc sempre diz que um sujeito devia ser capaz de fazer seu lanar."
         "Nada mais irritante que tendo suas prprias palavras lanadas de volta em voc." Mas ele parou,
se sentou de volta, e tomou o tubo de Pepsi. "Lance ento."
         "Certo. Sem um diagnstico, com dados diretos de um dos infetados unidades, ns somos cegos.
Voc pode apresentar filtros, com protees, mas no importam o quo bons eles so que voc no pode
ser cem por cento que eles no deixaro entrar o vrus. Se ele for um vrus, que ns no sabemos sem um
diagnstico."
         "Ns seremos um grande negcio mais certo de segurana de operador uma vez que ns temos
protees em lugar. Se ele for um subliminal, que  a probabilidade mais alta, usando ou visual ou udio
para infetar, eu lidei com algo semelhante na frente de e estou construindo uma srie de protees para
filtrar isto."
         "Sim, mas semelhante no  cem por cento. Ento voc ainda vai estar tocando chances."
         "Filho, tocando chances  uma espcie de religio para mim."
         Jamie sorriu abertamente, e porque ele no estava sendo despedido, entrincheirou-se. "Certo,
chances so boas, dado o tempo de tronco de Detetive Halloway teve em quando ele primeiro mostrou
os sintomas--e fatorando em quanto tempo o outro sujeito ruim dudes estava naquele leva umas horas
do par, talvez mais para bater a zona de perigo. Logicamente, Halloway teve a erupo de crebro mais
rpido porque ele teve tudo isso tempo em diante de uma vez. Direto computime em vez de tempo em
tempo, ordenando tarefas, surfando, qualquer. E ele estava na unidade, no s trabalhando nisto."
         "E voc pensa que eu no fatorei aquele em?"
         "Se voc tiver, voc sabe que eu seja certo."
         "Provavelmente direito. Provavelmente  muito arriscar morrendo."
         "Voc aumentaria taxa de sucesso se voc usasse os primeiros dos filtros completados antes de
entrar." Jamie teve que lutar o desejo para menear em sua cadeira porque ele soube que ele estava
fazendo progresso. "Tempo de tronco mantido para abaixo de dez minutos. Correu um mdico no
operador enquanto ele est em pegar quaisquer mudanas neurolgicas. Voc conseguiu equipamento
aqui que pode ser equipado para fazer isto."
         E Roarke tinha considerado fazer s aquele depois que ele conseguiu o menino, e os Polis, fora
do modo.
         Mas talvez existia um mtodo mais direto para isso tudo.
         "Voc v onde eu estou indo com este filtro aqui?" Ele pediu a Jamie.

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       "Sim, eu consegui isto."
       "Termine isto," Roarke ordenou, ento levantou fazer seu lanar para Feeney.
       -=O=-***-=O=-
       McNab era todo para isto. Talvez, Roarke pensou, era um assunto mais fcil para mocidade jogar
com mortalidade.
       "Ns podemos fazer sims, anlises, probabilidades por semanas e no ter isto embrulhado,"
McNab insistiu. "As respostas esto nas unidades infetadas, e o nico caminho para chegar neles  para
chegar neles."
       "Ns no pusemos um dia cheio em ainda." Feeney conheceu que ele era querido para ser a voz
de razo, mas ele estava coando criticar severamente um dos infetados unidades. "Quanto mais testes e
sims ns corremos, as melhores nossas chances."
       "Eu terei um filtro--o melhor que eu penso que ns podemos esperar para debaixo destas
condies--prontas estar conectando dentro da hora." Roarke espiou atrs em direo a Jamie. "Ns
podemos correr sims com ele primeiro, bombardear uma das unidades com vrus e subliminals, e veja
como levanta. Naquele ponto, eu diria que ser hora para um risco calculado."
       Feeney prolongou sua bolsa de amndoas confeitadas. "A primria no ir para isto."
       "A primria," Roarke disse, friamente despedindo o amor de sua vida, "no  um e-homem."
       "No, ela certa como inferno no . Nunca podia conseguir ela para ter qualquer respeito por
tecnologia. Ns terminamos o filtro, corra o sims. Se ele levantar, ns entramos."
       "Eu operarei," McNab disse depressa.
       "No, voc no ir."
       "Capito--"
       "Voc j est em parcial mdico. Os resultados seriam inclinados." Era merda, Feeney pensou,
mas ele seria maldito se ele puser McNab na cadeira quente. Ele no estava perdendo dois homens em
dois dias.
       "Eu devia chegar a fazer isto." Jamie rodou ao redor. "Era minha idia."
       Roarke apenas o lutou um olhar. "Desde que ns dois temos que responder para sua me, eu at
no reconhecerei aquele pedao de estupidez."
       "Eu no vejo por que--"
       "Voc terminou aquela programao, Jamie?" Roarke perguntou.
       "No, mas--"
       "Termine isto." Ele voltou para Feeney. "Eu diria que desce para voc e eu."
       "S eu. Eu sou o distintivo."
       "Um e-homem  um e-homem, distintivo ou no. Ns podemos discutir sobre isto, o fato que
voc tem um distintivo, o fato que ele  meu equipamento que ns estamos usando aqui. Mas por que
ns no povoamos o assunto como Irishmen?"

                                                                                                   97
        Ambas as diverso e desafio iluminaram rosto do Feeney. "Voc quer lutar, ou voc quer beber?"
        Roarke riu. "Eu estava pensando sobre a outra maneira de coisas de ajuste. Jogando." Roarke
cavou uma moeda fora de seu bolso. "Cara ou coroa?" Ele perguntou. "Voc chama."
        -=O=-***-=O=-
        A Eve considerou Diretor Tibble um bom policial, para um terno.
        Ele era duro, ele era honrado, e ele teve um muito forte sensor para merda. Ele tocou a poltica de
seu trabalho melhor que mais, e geralmente manteve o prefeito e outros oficiais da cidade fora das partes
de trs do grau e arquivo.
        Mas quando assassinato foi bem sucedido para um artigo todo mundo na cidade--todo eleitor na
cidade--possuda, quando a mdia estava em equipamento alto e um policial tomou outro refm em
Central, os polticos iriam conseguir seus balanos.
        O prefeito de deputado Jenna Franco era sabido balanar duro.
        A Eve no lidou com seu pessoalmente antes de, mas ela viu sua ao redor Prefeitura ou na tela.
Ela teve o betume duro de uma mulher quem conheceu que era essencial para olhar seu melhor enquanto
fazendo o trabalho em uma arena onde os votos estavam freqentemente balanados porque um
candidato era atraente.
        Ela era uma mulher pequena que comps para ele com mordaz-parecendo saltos de sapatos de
trs polegadas. Ela era uma curvilnea mulher que se aproveitou do que natureza ou seu escultor de
corpo deu a ela com spiffily sob medida ternos em cores corajosas. Hoje  era poder vermelho e
combinado com um colar de ouro e brincos corpulentos que olharam como se eles pesassem cinco libras
cada.
        Fez lbulos da Eve pulsam s para olhar para eles.
        Ela olhou mais como alguns amimalharam matrona de sociedade a caminho de almoo das
senhoras que um Rabisco poltico duro. E os oponentes que vieram para aquela concluso tinha sido
remanescente em seu p.
        Isso era algo Eve podia respeitar.
        O fato Que Peachtree mandou a ela em seu lugar disse que ele a respeitou tambm.
        Com ela era Lee Chang, a ligao de mdia. Ele era pequeno, esbelto, perfeitamente groomed em
um cinza pinstriped terno com seu cabelo diretamente preto alisado atrs.
        Ele teve sangue asitico, uma educao de Oxford, e uma habilidade de prestidigitar e girar os
fatos com expediency at que soou verdade.
        A Eve nunca gostou dele, e o sentimento era completamente mtuo.
        "Tenente," Tibble comeou, "ns temos um problema."
        "Sim, senhor."
        "Primeiro, eu entendo que Detetive McNab est recuperando de seus danos em sua casa."


                                                                                                        98
       "Sim, senhor. Ns temos um mdico o supervisionando--" Entretanto ela no estava certa como
ela explicaria Summerset se apertado. "Ns sentimos que ele seria mais confortvel em ambiente
familiar em lugar do hospital."
       "E sua condio esta tarde?"
       "Existe sido nenhuma mudana neste momento."
       "Entendo." Tibble permaneceu acomodado em sua escrivaninha. "Voc manter este escritrio
informado naquela rea."
       "Sim, senhor."
       "E a condio de sua investigao."
       "Eu estou procurando conexes possveis para as vtimas que podem levar a identidade de
membros do grupo chamando eles mesmos Os Investigadores de Pureza. O capito Feeney e seu e-time
esto trabalhando em inventar uma proteo de forma que as unidades infetadas podem ser examinadas e
analisadas com segurana razovel. Mdicos e testes de laboratrio continuam a ser corridos nas vtimas
em uma tentativa para averiguar a natureza e causa do dano de crebro que resultou em suas mortes."
       "'Segurana razovel.'" Jenna Franco ergueu uma no mo-- como algum perguntando
permisso para falar, mas como um acostumado a ser ouvido. "O que, justamente, isso quer dizer?"
       "Eu no sou um e-homem, Sra. Franco. Aquela perna desta investigao est nas mos do
Capito Feeney. Todos os esforos so concentrados em inventar uma proteo para segurana de
mximo para o operador."
       "Tenente, ns no podemos ter outro oficial de polcia da Cidade de Nova York implode, e
potencialmente mate ou fira oficiais ou civis das mesmas categoria. Eu no posso voltar para o prefeito
ou a mdia com a segurana de termo razovel.'"
       "Sra. Franco, oficiais de polcia continuam trocam toda manh com no mais do que segurana
razovel."
       "Eles normalmente no despedem em seu quarto de esquadra e tomam seu refm de oficial
comandante."
       "No, Madame, oficial comandante do e Detetive Halloway est em carga do time que est
trabalhando com toda velocidade possvel assegurar que no faz reocorre."
       "Se eu posso." Mos permanecidas nitidamente dobradas do Chang; Seu rosto continuado a
segurar uma expresso morna e agradvel. "Podia ser dito que a polcia est utilizando todos os recursos
nesta investigao para identificar a fonte da infeco eletrnica alegada. A vontade de mdia, claro,
consulte peritos eletrnicos para ajudar eles formular suas perguntas e gerar discusso e debate na tela.
Ns iremos, naturalmente, faa o mesmo."
       "E quando ns discutirmos e debater na tela," Eve firmemente disse, "ns damos este grupo
terrorista exatamente o que eles querem. Ateno, tempo de tela. Legitimidade."


                                                                                                      99
       "A discusso e debate e perguntas indiferentemente acontecero," Chang disse a ela. " essencial
que ns controlamos o tom."
       "O que  essencial  aquela Pureza ser parada."
       "Isto, Tenente, ns podemos felizmente concordar ser seu trabalho, no meu."
       "Tenente." Whitney no levantou sua voz, mas o tom de ao de comando dentro parou qualquer
comentrio que Eve estava para fazer. "A mquina de mdia j  rodante. Ns embarcamos em tbua, ou
ele nos pra."
       "Compreendido, Chefe. Meu time e eu seguiremos o departamental diretivas para mdia contato.
Ns aderiremos para a declarao oficial."
       "Isso no vai ser suficiente," Franco pe em. "Voc  um policial de perfil alto, Tenente, em um
caso de perfil alto. A cabea de EDD e outros de seus membros de time eram diretamente envolvidos na
queda em Central ontem."
       "Prefeito de Deputado Franco, meu tenente pe sua vida na linha para desativar aquela situao."
       "Exatamente meu ponto, Chefe. E devido a seu envolvimento chave, o interesse pblico em sua
vida pessoal e profissional, ns precisamos dela na tela to freqentemente quanto pode ser
administrado."
       "No."
       "Tenente."
       Ela se forou a falar calmamente quando ela girou em voz do Tibble. "No, senhor, eu no
tomarei meu tempo e energia longe de uma investigao para tocar bocal de departamento. Eu no
tocarei uma parte em dar um grupo responsvel pela morte de um oficial da mesma categoria e a
paralisia possvel de outra a ateno que eles buscam. Eu devia estar fora no campo agora, no de p
aqui debatendo as ramificaes da segurana de termo razovel.'"
       "Voc usou a mdia quando estiver vestido de voc, Tenente Dallas."
       "Sim, senhor. E quando eu tiver que eu fiz muito usando minhas prprias palavras, no
borbotando fora de roteirizada papinha. E minha vida pessoal  s isto, e no tem nada a ver com esta
investigao."
       "O perito consultor civil em seu time tem um grande negcio para fazer com sua vida pessoal.
Tenente," Tibble continuou, "eu simpatizo com sua posio, e com seu desejo por isolamento. Mas se
ns no tocarmos este jogo bem, Pureza s no conseguir sua ateno de mdia, mas continuar a
construir suporte. Sr. Chang tem os resultados de urnas."
       "Urnas?" A Eve no podia manter o desgosto furioso fora de que ela verbaliza. "Ns tomamos
urnas?"
       "Dois dos servios de mdia tido urnas geraram antes de onze esta manh." Chang tomou um
livro de memorando de seu bolso. "O escritrio do prefeito conduziu seu prprio, para propsitos
internos. Quando perguntou se eles considerassem o grupo conhecido como Os Investigadores de Pureza

                                                                                                   100
para ser uma organizao terrorista, cinqenta e oito por cento dos rus disseram no. Quando perguntou
se eles estivessem preocupados para sua segurana pessoal, quarenta e trs por cento respondeu sim.
Naturalmente, ns gostaramos de ver ambas aquela diminuio de nmeros."
        "Voc me espanta," Eve murmurada.
        "Os fatos so estes," Tibble disse. "Uma maioria forte do pblico percebe este grupo exatamente
como eles desejam fossem vistos. As urnas adicionais mostram a pequeno para nenhuma condolncia
para Cogburn e Fitzhugh, nem remorso para a maneira de suas mortes.  nenhum possvel nem
politicamente prudente para tentar gerar condolncia para aqueles indivduos. O sistema  o que deve ser
defendido."
        "E o sistema deve ter um rosto," Chang adicionou. "Deve ser personalizado."
        "Isto  uma linha boa, Tenente," Tibble continuou. "Se este grupo  publicamente maldito com o
tom errado, pode existir um pnico. Os negcios que fecham em medo de usar sua eletrnica. Os
indivduos com medo de ligar seus centros de dados. As pessoas que inundam em centros mdicos e
centros de emergncia porque eles tm uma enxaqueca ou um maldito sangramento nazal."
        "Ns precisamos de pessoas e indstria para permanecer tranqilo e assegurar," Franco pe em.
" essencial que ns mostramos que ns estamos controlando esta situao."
        "Pureza no tem, deste modo longe, almejado ningum fora de um perfil especfico," Eve
comeou.
        "Justamente." Franco movimentou a cabea. "E isto, Tenente Dallas,  a mensagem chave o
prefeito, todos ns, queira enviar. A famlia no sto do centro da cidade no tem nenhuma causa para
alarme. O midtown caf pode continuar negcios como sempre. O programa de trabalho da pureza no
inclui eles."
        "At agora."
        Sobrancelhas erguidas do Franco. "Voc tem razo para acreditar caso contrrio?"
        "Eu tenho razo para acreditar que vigilantes crescer gostar de seu trabalho. Aquele poder,
desenfreado, corromper seu prprio programa de trabalho. Aquela violncia, impunidade e aprovao
dadas, raas mais."
        "Isto  bom," Chang disse, retirando-se seu caderno novamente. "Com ajustes--"
        "No faa baguna comigo, Chang, ou voc estar comendo aquele livro."
        "Dallas." Whitney chegou a seus ps. "Ns somos todo no mesmo lado. As ferramentas e
mtodos podem variar, mas a meta de fim  a mesma para todos ns. Esquea as urnas e a poltica para
um momento. Voc sabe suficiente sobre natureza humana para entender aquele sem um giro slido,
pessoas comearo a ver este grupo como heris. Eles vero criminosos, predadores que escorregaram
pelos dedos do sistema finalmente encontrando a justia. Hoje  noite nossas crianas so seguras
porque algum tomou uma tribuna."
        "Justia no esconde atrs de anonimato. No opera sem regras de conduta."

                                                                                                    101
       "Isto, em poucas palavras,  o ponto. Conferncia de imprensa s dezesseis e trinta, Central 
centro de mdia. Estar l s dezesseis cem para ser informado e prepped."
       "Sim, senhor."
       "Todos ns temos nossos trabalhos, Tenente." Franco passou, levantou uma pasta de couro macio
e lustroso. "E pores daqueles trabalhos so desagradveis ou aborrecedores. Mas no caroo,  a
segurana desta cidade que concerne todos ns."
       "Concordo, Madame. Felizmente minha preocupao no  dependente de urnas ou votos."
       Lbios de Franco curvaram. "Eu era informado que voc era um duro-traseiro. Bom. Ento seja
eu. Diretor Tibble, Chefe Whitney." Ela gesticulou para Chang, ento andou a passos largos fora em seu
snazzy sapatos.
       "Tenente." Tibble permaneceu em sua posio do poder na escrivaninha. "Voc ser exigido para
trabalho com Prefeito de Deputado Franco nesta situao. Eu espero que voc cooperar com ela e o
escritrio do prefeito, e dispor seu o respeito que escritrio merece. Isto  entendido?"
       "Sim, senhor."
       "O potencial para crise aqui  colocado em camadas. Segurana pblica, confiana pblica,
ramificaes financeiras e polticas. Aqueles devem todos ser tratado. O dano para renda da cidade, para
negcios individuais, para rendas pessoais podia ser srio se as diminuies de turismo porque as
pessoas tm medo de entrar na cidade e usar um centro de dados pblicos, se empregados recusam entrar
em trabalho, ou usar seus escritrios de casas. Se pais recusam enviar suas crianas para a escola ou
utilizar suas de casas-opes da escola fora de temer que as unidades educacionais so infetadas. A
mdia pode balanar este tipo de coisa em uma moeda de dez centavos. E se voc acreditar em que isto 
uma rea alm de sua preocupao, eu sugeriria que voc pergunte opinio do seu marido."
       "Opinio do meu marido no afeta como eu executo meu trabalho, Diretor Tibble, nem faz afetar
a punhalada de minhas investigaes."
       "Qualquer casou individual em ou fora de planeta sabe aquela declarao  merda, Tenente.
Neste momento, voc no tem o luxo de ignorar a poltica ou a mdia. Bem-vinda a meu mundo." Ele se
sentou de volta estudando seu rosto cuidadosamente em branco. "s vezes, Dallas, voc me faz
cansado."
       Isso rachou a mscara suficiente para ter ela piscar nele, uma vez. Lentamente. "Eu me desculpo,
senhor."
       "No, voc no faz." Ele acenou uma mo nela, ento esfregou isto acima de seu rosto. "Agora,
d-me os detalhes de sua investigao que voc no quis divulgar na frente de Franco e Chang."
       Ela comeou a o preencher. Ele interrompeu uma vez. "Um assistente social e um policial?
Quantos outros modos voc pretende complicar minha vida?"




                                                                                                    102
       "Eu tenho ainda para falar com Detetive Dwier, senhor, e no tenha nenhuma evidncia direta o
ligando para a organizao. Mas, como eu suspeito pais de civil de abusado menores pode tambm ser
envolvido, eu diria que o nvel de complicao subir bastante alto."
       "Vazar. Uma de suas entrevistas iro para a mdia. Ns precisaremos de controle de dano."
       "Diretor Tibble--" Quando seu Comunicador buzinou, ela teve s suficiente controle de sua
prprio para perceber ela s seria economizada pelo sino. "Com sua permisso, senhor?"
       "Responda isto."
       "Dallas."
       "Despacho, Dallas, Tenente Eve, homicdio de prioridade possvel, 5151 Ribeira Dirige. A
vtima identificou como Mary Ellen George. Veja oficial uniformizado na cena."
       "Reconhecido." Seu rosto era em branco novamente quando ela olhou de volta em Tibble. "As
coisas acabaram de conseguir mais complicado, ou mais simples, dependendo de seu ponto de vista."
       Ele suspirou. "V."
       Tibble empurrou para seus ps como ela andou a passos largos fora. "Cinqenta que ela usa este
para fosso a conferncia de imprensa."
       "Eu pareo com um otrio?" Whitney agitou sua cabea. "Eu verei que ela est l. De uma forma
ou de outra."




       Captulo 10


       Tinha sido muito tempo desde que Roarke trabalhou um trapaceiro to bsico quanto o lance de
moeda. Ainda tudo levou era dedos rpidos e um pouco de misdirection.
       Aquela habilidade de juventude voltou para ele, suavemente, quando Feeney chamou cabeas.
       Um agarramento, um leve esfregar do dedo polegar acima da gravura da moeda para determinar
que fim voc precisou em cima, e rabo batia sobre a parte de trs de sua mo.
       Era tudo feito rpido, e se ele dissesse assim ele mesmo, muito bem realmente. Feeney poderia
ter sido aborrecido e suspeito nos resultados, mas um negcio era um negcio.
       At quando o jogo era fixo.
       "Ns podamos dar isto outro passar ou dois," Feeney disse quando eles todo permanecido no
temporrio lab com Roarke segurando o disco de filtro. "Podia ser ns iria--"
       "No seja tal me," Roarke ligeiramente disse.
       "Minha vida no valer a pena urinar algo acontece para voc em meu relgio."
       "Bem agora, alegre-se. Teve o lance ido o outro modo, eu podia dizer apenas do mesmo. Ela teria
meus ossos para o caf da manh."


                                                                                                    103
        "Sobre aquele lance . . ." Feeney no viu nada hinky sobre isto, mas voc podia nunca estar certo
com Roarke. "Eu digo que ns fazemos isto novamente, mas deixe Baxter aqui faz o sacudir."
        "Eu podia tomar que significar voc estar me chamando uma fraude--entretanto que voc
examinou a moeda voc mesmo, fez a escolha de cabeas sem iniciar. Mas, vendo como ns temos uma
histria longa e amigvel entre ns, eu s tomarei isto como preocupao. A feita da ao, Feeney, e sem
galeses em uma aposta de Irishman."
        "No ponha-me no meio deste." Baxter manteve suas mos seguramente em seus bolsos.
"Qualquer que seja o inferno acontece, Dallas vai ser irritada. Ento vamos fazer isto antes dela comear
esmagando nossas bolas."
        "Ns conseguimos o diagnstico correr, ns mantemos nossas bolas." Jamie estava em cu. No
s era eles sobre fazer algo alm de gelado, mas ele estava de p ao redor conversando o lixo com Polis.
"A unidade infetada  um caracol, e o complexo do programa de filtro. Vai levar noventa e trs segundos
para carregar a proteo," ele disse para Roarke. "Se voc comear o diagnstico enquanto est
carregando, voc iria--"
        "Jamie, voc est debaixo da impresso que isto , por assim dizer, meu primeiro dia no
trabalho?"
        "No, mas enquanto o diagnstico est correndo, voc quer carregar os resultados --"
        "V embora."
        "Sim, mas--"
        "Jamie, rapaz." Feeney deitou uma mo em seu ombro. "Ns estaremos monitorando de fora de.
Voc pode aborrecer o homem de l. Dez minutos," Feeney disse para Roarke. "Nem um segundo mais."
        "Eu estarei correndo um tempo seqencia."
        "No, dez minutos, nem um segundo mais." Sua mandbula foi firma como pedra. "Eu quero sua
palavra nisto."
        "Certo. Voc tem isto."
        To satisfeito quanto ele podia conseguir, Feeney movimentou a cabea. "Se ns virmos
qualquer coisa preocupante nos estgios de leitura mdicos, voc fechar isto."
        "Se voc estiver pensando que eu estou disposto a ter meus crebros virem para derramando fora
minhas orelhas, deixe-me reassegurar voc." Ento ele relampejou um sorriso. "Mas se tal coisa devia
acontecer, eu terei a satisfao de saber que Eve estar enviando o lote de voc para inferno logo atrs de
mim."
        "Ela ir fcil em mim." McNab trabalhou um sorriso. "Eu sou desvantajoso."
        "No conte com isto. Agora se vocs todos sairiam, ns podamos conseguir isto feitos antes de
ns sermos todos velhos e cinzas."
        "Voc esperar at que eu d a voc o ir-em frente. Eu quero um cheque de seu medicals
primeiro." Feeney parou na porta, espiou atrs. "Slainte."

                                                                                                       104
       "Voc pode dizer isto novamente, acima de um Guinness em s um pouco."
       Quando eles saram, Roarke comprometido as fechaduras de porta. Ele no quis seus associados
para pnico e estourou em ele novamente. S, ele desabotoou sua camisa, ento prendeu os sensores que
o monitorariam.
       Perdeu sua mente, no ? Ele pensou. No s trabalhando para Polis, que  ruim o suficiente,
mas arriscando seus crebros sangrentos para eles.
       A vida era um negcio de maldio estranha.
       Ele no perderia seus crebros, ou sua vida, como um lab rato, se ele viesse para aquele.
       Ele se sentou, mquina do Cogburn enfrentado, e sentido debaixo do contador do trabalho, deixe
seus dedos tocarem ligeiramente acima da arma que ele assegurou l.
       Ele escolheu a Beretta de nove milmetros semi-automtica de sua coleo. Tinha sido sua
primeira arma de fogo, adquirida na idade de dezenove do homem que tem apontado isto em sua cabea.
Uma arma proibida, claro, at ento. Mas contrabandistas no eram to exigentes sobre tais coisas.
       Pareceu ele, devia coisas dar errada, um ciclo corretamente irnico se ele conclusse isso tudo
fazendo ele mesmo com a arma que comeou sua coleo, e o ajudou na estrada para riqueza.
       Ele no antecipou nada injustia de ida. Eles tomaram todas as precaues possveis, e aqueles
que levaram eles eram alguns dos melhores e-homens--e menino--disponvel. Mas existia sempre uma
chance, porm esbelto.
       Se empurro veio para empurrar, ele decidiria seu prprio destino.
       Ento ele tomou sua mo longe do ao frio, e apaga isto.
       "Indo correr um cheque em seus sinais vitais."
       Roarke olhou na tela de parede, movimentado a cabea em Feeney. "Bom. Corte o udio l
quando voc for feito. Eu no quero todos vocs queixando em mim quando eu estiver trabalhando."
       Ele deslizou sua mo em seu bolso, esfregou um boto cinza pequeno entre seus dedos por sorte.
Para amor. Caiu da jaqueta do no muito lijongeador terno que Eve vestiu a primeira vez que ele a viu.
       "Voc  bom para ir," Feeney disse a ele.
       "Inicializando em cima ento. Comece o relgio."
       -=O=-***-=O=-
       Mary Ellen George teve, graas  realeza no livro ela escreveu em sua priso, tentativa, e
absolvio, e os honorrios de falar ela comandou, viveu uma vida muito confortvel em seu
apartamento do Oeste Lateral.
       Ela morreu l, tambm, mas ele no tinha sido confortvel.
       Diferentemente de Cogburn e Fitzhugh, os sinais de sua enfermidade no eram violentos nem
eram destrutivos. Era aparente que ela se levou fora para a cama, dosou se com no balco medicamento
para vrios dias--ento com fortes, verses de rua--durante que tempo ela bloqueou seu 'vnculo chama
e recusou responder sua porta.

                                                                                                     105
       Ela tomou uma unidade porttil na cama com ela, essencialmente se destruindo, Pensou Eve,
como ela tentou curar.
       Um de seus ltimos atos tinha sido para colocar uma transmisso histrica para um antigo
amante, mendicncia ele para ajuda, lamentando sobre o gritar em sua cabea.
       Seu ltimo ato tinha sido para adaptar seus lenis de seda em um lao e se pendurar.
       Ela vestiu s uma camisola branca, obscenamente suja. Seu cabelo era emaranhado, sua mordida
de unhas abaixo as rpidas. Existiam tecidos e washcloths, manchado com sangue, bagunando a mesa
de lado da cama.
       Tentando parar o sangramento nazal, Eve concluiu, e levantou uma garrafa de medicamento com
dedos fechados hermeticamente. Tentando tratar um crebro no ponto de explodir com bloqueadores de
dez dlares.
       O laptop estava ainda na cama, sua mensagem totalmente enchendo a tela.


       PUREZA ABSOLUTA ALCANADA


       "Consiga esta tela em registro, Peabody. Vtima: George, Mary Ellen, fmea, Caucasiano,
envelhea quarenta e dois. Corpo descoberto em apartamento da vtima s quatorze cem horas, dezesseis
minutos construindo gerente, Oficial Debrah Banker e Hippel, Jay, que colocou os nove e onze."
       "Registro da cena e corpo completos, Tenente."
       "Certo, Peabody, vamos conseguir ela."
       Era um trabalho feio. Nenhum de ento falou como eles lutaram com o lao provisional, como
eles shouldered o deadweight e abaixou isto para a cama.
       "Evidncia visual de sangue em orelhas da vtima, em passagens nasais. Indicao de erupo de
vaso sangneo nos olhos. Nenhum trauma de cabea ou faciais evidentes. No existe nenhum ferimento
visvel diferente do contundir em torno do pescoo, que  consistente com estrangulao por
enforcamento."
       Ela abriu seu kit de campo, tirou uma medida. "Tempo da morte estabelecida s quatorze e dez."
       Eve alcanada acima de, feche o laptop. "Ensaque isto, tronco ele e tenha isto transportado para
meu escritrio de casa."
       Ento ela andou de volta e tomou um longo, cuidadoso olhe para o quarto. "Ela no exibiu o
mesmo nvel de violncia como as outras vtimas. Voc pode ver ela ter gasto a maior parte de seu
tempo aqui, estalando bloqueadores e tranqs, tentando dormir fora da dor. Ela conseguiu um pouco sujo,
um pouco descuidada com administrao interna e aparecimento, mas ela no correu ao redor quebrar
moblia."
       "Manivela das pessoas diferentemente di," Peabody disse como ela ensacou o laptop. "Como
voc. Voc finge que no est l. Como ele  um insulto pessoal e voc vai ignorar isto assim ir

                                                                                                   106
embora. Eu, eu vou diretamente para o holistic material. Primeira infncia treinando. Mas se isso no
trabalha,  melhor vivo por qumica. E sujeitos, como meus irmos e meu pai, eles lamentam. Um
sujeito fica doente que ele reverte para babyhood. Que inclui acessos de raiva de temperamento."
         "Isto est interessando, Peabody."
         "Bem, sabe. Testosterona."
         "Sim, eu sei. Nestes casos, os dois machos--trs contando Halloway--tentou bater a dor e
qualquer um que entrou o modo. E o fmea tentado suprimir isto com mtodos tradicionais. Todo
mundo falhou, todo mundo morreu. E aqui seja o que mais todo mundo fez. Escavou."
         "Escavou, senhor?"
         "Furado em cima. Subido em seu ninho, ou a coisa mais ntima para isto. Cogburn era bloqueado
em seu apartamento. Talvez se seu vizinho no veio junto, martelando na porta, gritando, amaldioando
nele, ele teria ficado l at que ele morreu, ou at que ele se matou."
         Ela estudou o lao sujo, provisional. "Termine e fim a dor. Eu aposto  programado no vrus.
Fitzhugh, furado em cima, auto-terminado. Halloway, o nico que no era um objetivo, o nico que era
exposto fora de sua prpria casa, escavado em escritrio do Feeney. Se ns no o mantivssemos
ocupado, eu penso que ele teria partido Feeney, ento ligou o fluxo ele mesmo."
         "Cogburn e Halloway." Peabody movimentou a cabea, seguindo os pontos. "Eles eram os
nicos dois que tiveram contactaram com ningum durante as ltimas fases da infeco. Se eles no
tivessem . . ."
         "Eles teriam s optado fora, como Mary Ellen George? Feche se, bloqueia seu incomings, ignora
qualquer um que vem para a porta. Termine."
         "Instinto de animal ferido? O escavar," Peabody perguntou.
         "Natureza humana.  lgico. E ele faz sentido para Pureza. Eles no querem tirar o inocente, s
aqueles que eles julgaram culpado. Eles esto procurando por desavena de mnimo negativo. Eles
querem suporte pblico para sua causa. At com as vtimas incidentais, eles esto comeando a pegar
isto."
         "Eles no mantero isto. No, Dallas, eles no iro. Eu no vou acreditar a maioria das pessoas
realmente querem algo como este." Ela gesticulou em direo ao corpo.
         "Ns tivemos execues legais para que, por duzentos anos nos Estados Unidos principais velhos
de A.," Eve lembrou a ela. "Ilegal continuam desde que Cain bateu Abel. Debaixo do betume, Peabody,
ns somos ainda uma primitiva espcie. Uma violenta."
         Ela pensou sobre Roarke. E suspirou. "Gire ela acima da ME. Abra a cena para os varredores. Eu
estarei conversando com Hippel."
         Ela ligou registrador como ela caminhou no espao de escritrio pequeno, alegre fora da rea
viva. O padeiro de oficial insistiu em postou enquanto um macho preto jovem com uma construo
muscular sentado com sua cabea abaixo e suas mos que oscilam entre seus joelhos.

                                                                                                    107
       A Eve sacudiu um dedo polegar na entrada, e Padeiro sado.
       "Sr. Hippel?"
       Ele ergueu sua cabea. Sua pele era um chocolate rica agora mesmo um pouco tinta com a verde
de basca.
       "Eu nunca vi que . . . eu tenho nunca . . .  o primeiro . . ."
       "Voc quer alguma gua, Sr. Hippel?"
       "No, eu . . . O oficial me conseguiu um vidro. Meus interiores so muito trmulos para beber."
       "Eu preciso perguntar a voc algumas perguntas. Eu sou Tenente Dallas."
       "Sim. Eu vi voc na tela fazendo isto lida com Nadine Furst." Ele tentou conseguir seus lbios
para curva em cima, mas eles acabaram de tremer. "Ela  quente. Eu sempre tento pegar seus
segmentos."
       "Ela ser emocionada para ouvir isto." Eve sentada em uma pequena, tufted cadeira. "Sra.
George contactou voc."
       "Sim. Eu no ouvi sobre ela em umas semanas do par. Ns cessamos bruscamente coisas.
Mtuas," ele disse depressa. "Ns no lutamos ou qualquer coisa. Tempo justo para partir, isto  todo.
Certo, talvez ela estava um pouco emitindo fumaa. Talvez eu quis partir mais que ela fez, mas ns no
lutamos. Certo, talvez ns tivemos um argumento."
       Ele sufocou sozinho culpabilidade, cuspa fora informaes enquanto Eve sentada em silncio e
deixa ele examinar isto. "Talvez ns gritamos em um ao outro algum. Jesus, Jesus, ela no fez aquele
porque eu a esvaziei, no ?"
       "Quando o esvaziar aconteceu, Jay?"
       "Talvez duas semanas atrs. Aparece. Eu quero dizer, eh, ela  uma bom olhando, senhora
sensual e todo. Bastante moeda, tambm. Mas eu tenho vinte e quatro anos, e ela no . O sujeito precisa
de um pedao ou duas sua prpria idade de vez em quando, certa? S natural. E Mary Ellen, ela estava
conseguindo um pouco territorial. Encrespando meu estilo, conseguiu-me?"
       "Sim. A ltima vez voc a viu, voc notou qualquer coisa diferente sobre ela?"
       "Diferente? No. Mary Ellen mesmo velho."
       "Ela no reclamou de enxaquecas ou desconforto."
       "Ela estava se parecendo boa. Ns samos para um clube, tido alguns ri, conseguiu ns mesmos
um quarto de isolamento e batido. Voltou fora para uns bebidas do par, e ela me v scoping fora algumas
saias e  emitido fumaa. Ento ns tivemos uma espcie de argumento e cessamos bruscamente isto."
       "E hoje, quando ela contactou voc?"
       "Ela pareceu ruim. Homem. O nariz estava sangrando, seus olhos esto todo vermelhos. Ela est
chorando e gritando. Eu no soube que diabo."
       "O que ela disse para voc?"


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        "Disse que eu tive que a ajudar. 'Algum precisa me ajudar.' Disse que ela no podia permanecer
isto mais. 'Eles esto gritando em minha cabea '  o que ela disse. Eu tentei tranqilizar ela, mas eu at
no penso que ela me ouviu. Eu pensei que ela disse: 'Eles esto me matando.' Mas ela estava chorando
to dura, eu no estou certo. Eu pensei algum deve estar a machucando, tudo aquele sangue em seu
rosto. Ento eu chamei emergncia e consegui meu traseiro aqui. Eu trabalho s em torno do canto no
Caf de Ribeira. Como eu a encontrei. Eu cheguei aqui direito antes do policial, e eu estou tentando
conseguir eles deixarem-me subir. Ento o policial veio, e ns subimos, viemos do lado de dentro. Ela
estava a."
        Ele abaixou sua cabea novamente, este tempo a distncia toda abaixo entre seus joelhos.
        -=O=-***-=O=-
        Quando ela terminou na cena, ela balanou pelo morgue. Morris j teve crebro removido do
Mary Ellen George.
        At para um policial de homicdio temperado, a viso daquela pastosa massa de massa cinzenta
em uma escala estril estava um pouco fora de-pr.
        "Definitivamente expandido sua mente," Morris disse. "Mas ele no parece que ela administrou
isto lendo os grandes trabalhos de literatura ou explorando outras culturas."
        "Har-de-har. Diga a mim que voc isolou a causa."
        "Eu posso dizer a voc este. Preliminar esquadrinhe mostre a uma fmea de quarenta e dois anos
de idade saudvel. Quebrou sua tbia deixada  um ponto, curou graciosamente. Ela  tido algum
trabalho secundrio de rosto e corpo. Trabalho excelente ao redor. Tenha que servir  mesa o tox
relatrios para dizer a voc se ela considerasse seu corpo um templo ou acreditou em encarecimentos
qumicos."
        "Seu corpo no  uma grande preocupao minha agora mesmo. Diga a mim sobre seu crebro."
        "Inchao volumosa que teria resultado na morte dentro de horas. Irreversveis, em minha
opinio depois da expanso inicial de infeco, que  confirmada nos outros crebros em questo pelo
neurologista que eu trouxe para dentro. O crebro no contm nenhum assunto estrangeiro, nenhum
tumor, nenhum estimulante qumico ou orgnico. A infeco, por falta de uma palavra melhor,
permanece no identificada."
        "Voc no est fazendo meu dia aqui, Morris."
        Ele deu seu um pouco vem-adiante com seu dedo, enxaguadas suas mos, ento trouxeram uma
imagem sobre um monitor. "Aqui voc tem um corte transversal computadorizado do crebro de um
normal e saudvel macho cinqento. Aqui." Ele bateu uma chave. "Voc tem do Cogburn."
        "Cristo."
        "Em uma palavra. Voc pode ver a massa aumentada, o contundir onde era apertado como a
presso aumentada. As reas vermelhas indicam a infeco."
        "Espalha por, o que, mais de cinqenta por cento?"

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        "Cinqenta e oito. Note que algum do vermelho est mais escuro que outros. Infeco mais
velha. Isto pareceria ser a rea onde comeou. Este nos leva a acreditar em que isto era um ataque ptico
inicial, e aqui . . . udio."
        "Ento,  causado por algo que ele viu, algo que ele ouviu."
        "Ele pode no ter podido ouvir ou ver isto--no com orelhas e olhos. Mas um bombardeio nestes
dois sentidos nos lbulos do crebro que corre eles."
        "Subliminal ento."
        "Possivelmente. Eu posso dizer a voc aquele o que ns achamos at agora indica que a infeco
pode e espalha depressa, causando a inchao para aumentar, setor por setor. Se ele  auto gerado ou
exige estmulos adicionais, ns no determinamos. Eu posso dizer a voc que a dor e sofrimento que este
processo causaria so indizveis."
        "Urnas mais recentes dizem a maioria das pessoas no pensam que isto  uma coisa to ruim."
        "A maioria das pessoas so, academicamente pelo menos, brbaros." Morris sorriu quando ela
olhou para ele. "Fcil dizer 'Fora com suas cabeas ' quando voc no tiver que permanecer no sangue e
ter aquele pozinho de cabea entre seus ps. Um pouco dele salpicos neles, eles comeam a pedir um
policial."
        "Eu no sei, Morris, s vezes ele salpicos em suficiente deles, e eles conseguem um bom gosto,
eles se transformam em uma turba." Ela prolongou seu Comunicador quando buzinou.
        "Dallas."
        "Tenente, voc  esperado no centro de mdia em trinta."
        "Chefe, eu estou no morgue com o ME, aguardando testes adicionais em crebro do Mary Ellen
George. Eu preciso terminar esta consulta e atualizar meu time. Eu solicito isto--"
        "Negado. Em trinta, Dallas. Tenha seu ajudante transmitir seu relatrio incidente e quaisquer
dados adicionais para meu escritrio O MAIS RPIDO POSSVEL. Precisar ser revisado e
disseminado para a mdia."
        Quando Whitney quebrou transmisso, Morris deu seu um pouco bate levemente atrs. "Eu sei,
eu sei. Chupe lateralmente."
        "Eles sicced o prefeito de deputado e Chang em mim."
        "Eu no perguntaria-me se Franco e Chang estavam pensando que voc tem sido sicced neles.
Corra junto agora e v assegurar o visualizar pblico que a cidade  segura em suas mos."
        "Se eu no precisasse de voc, eu seria tentado para atacar voc isto."
        -=O=-***-=O=-
        Ela sofreu pelo preconference instruo especfica, leia as recentemente declaraes sorteadas,
arquivadas o que ela era informada podia ser discutida, o que ela era informada no podia. Mas ela
trancou seus dentes quando Franco sugeriu que ela refresque em cima antes das mquinas fotogrficas e
tentam um pouco tintura de lbio.

                                                                                                     110
       "O fato que eu tenho peitos no me exige para bater em encarecimentos."
       Franco suspirou e acenou ela pairando ajudantes fora do quarto. "Tenente. Eu no quis dizer
aquele como um insulto. Ns somos mulheres, e qualquer posio do poder e autoridade ns seguramos,
ns permanecemos mulheres. Alguns de ns somos mais confortveis com aquele que outros."
       "Eu sou perfeitamente confortvel de ser fmea. Eu farei o que eu sou ordenado para fazer,
Prefeito de Deputado. Eu no tenho que gostar disto. Eu at no tenho que concordar com isto. Eu s
tenho que fazer isto. Mas eu certo como inferno no tenho que embonecar eu mesma em cima porque
voc preferiria uma imagem de polcia diferente na tela que o que eu poderia apresentar."
       "Concordou, concordou, concordou." Franco vomitou suas mos. "Eu me desculpo por fazer a
sugesto insultante que voc poderia pr um pouco cor em sua boca. Eu no penso sobre tintura de lbio
como uma ferramenta de Satans."
       "Nem faa eu. Principalmente que eu s no gosto de como me assiste, ou o modo que ele
gostos."
       Franco alarga outro suspiro, sentado "Escuta, tem sido um par spero de dias para todos ns.
Provvel para ficar mais spero. O prefeito quer que eu trabalhe com voc, seu chefe quer que voc
trabalhe comigo. Ns somos pegos aqui. Eu no quero batalhar com voc acima de todo passo e
detalhe."
       "Ento pare."
       "Jesus. Deixe-me dizer isto. Voc e eu somos ambas as mulheres com uma sensao forte de
trabalhar pblico. Ns somos cometidos a fazer nossos trabalhos, entretanto ns podemos empregar
mtodos imensamente diferentes e segurar atitudes diferentes. Eu amo Nova York, Tenente. Eu
sinceramente amo esta cidade, e eu estou orgulhoso para servir isto."
       "Eu no duvido isto, Madame."
       "Jenna. Ns estamos trabalhando juntos, chame-me Jenna. Eu chamarei voc Eve."
       "No. Mas voc pode me chamar Dallas."
       "Ah, e l ns temos uma de nossas variaes chave. Voc segura sua linha, como uma mulher,
empregando mais tradicionalmente mtodos. Eu seguro minha com a fmea. Eu aprecio explorar meus
olhares, minha feminilidade para meus prprios usos. Ele trabalhos para mim,  ajudado me chegar onde
eu estou para presente um pacote atraente acima dos crebros, a ambio, o suor. Da mesma maneira que
seu mtodo trabalhou para voc. Eu desconfio de mulheres como voc. Voc desconfia de mulheres
como eu."
       "Eu desconfio de polticos em geral."
       Franco angulado sua cabea. "Se voc estiver pensando me insultar suficiente que eu lanarei
voc fora desta conferncia de imprensa, deixe-me dizer a voc, no jogo de insulto, Polis so amadores
comparados a polticos."


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        Ela verificou seu esbelto, unidade de pulso de ouro. "Ns somos esperados. Pelo menos penteie
seu cabelo."
        Mantendo seu rosto cuidadosamente em branco Eve ajuntou seus dedos por seu cabelo, duas
vezes. "Isto  isto."
        Franco pausou com sua mo na maaneta, Eve Olhada de cima abaixo. "Como em nome do Deus
fez voc conseguir estalar um homem como Roarke?"
        Muito lentamente, Eve chegou a seus ps. "Se voc estiver pensando me insultar suficiente que
eu planto um punho em seu rosto e consigo que eu mesmo removida desta investigao assim voc pode
lanar a mdia uma imagem mais atraente to primria, eu direi a voc aquele enquanto  muito tentador,
eu vou ver este caso. Eu vou fechar isto. Depois disto, todos aposte so fora de."
        "Ento ns entendemos um ao outro. Qualquer nosso pessoal , ns vemos este caso para
fechamento."
        Franco saiu e estava imediatamente tragado por seu pacote de ajudantes.
        "Tenente! Tenente!" Chang trotou depois de Eve, apressando alcanar seus passos largos longos,
bravos. "Eu tenho seu horrio de mdia para amanh."
        "Sobre Que diabo voc est conversando?"
        "Seu horrio." Ele a deu um disco. "Voc comear na sete horas de horas de Planeta com uma
entrevista de dois minutos com K. C. Stewart. Isto  global e tem as avaliaes mais altas. s dez, ns
organizamos para uma alimentao ao vivo de seu escritrio em Central com a tripulao de Batida da
Cidade. Novamente, isto  o mais alto avaliado--"
        "Chang, eu tenho que explicar para voc onde este disco vai acabar se voc continuar
conversando comigo?"
        Sua boca afinou, ento enrrugou. "Isto  meu trabalho, Tenente, e eu trabalhei muito duros de
organizar para estes aparecimentos a fim de manter os programas de trabalho do NYPSD e o escritrio
do prefeito na vanguarda desta guerra relmpago de mdia. As urnas mais recentes--"
        "A urna mais recente vai acabar no mesmo lugar este disco faz se voc no sair de meu rosto."
Montando em fria, ela estalou o disco pela metade, ento girado ao redor e tempestiou diretamente para
o chefe.
        "Voc ou querer um policial ou um mdia shill. Eu no serei ambos. Se, em sua opinio, a
percepo de mdia  mais importante que minha investigao, ento respeitosamente, senhor, voc est
cheio de merda."
        Ele pegou seu brao antes dela poder girar longe. "Um momento, Tenente."
        "Voc pode escrever para mim, voc pode esmagar meu grau, mas eu no gastarei as horas que
eu devia estar no campo fazendo meu trabalho como alguns conversando cabea para na tela muito o
escritrio do prefeito melhora nmeros."


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       "Desde que voc est debaixo de meu comando, Tenente, voc no dir a mim o que voc far
ou no far."
       Atrs dela, Chang sorriu arrogantemente. Ento cuidadosamente instruo seu rosto, ele resistiu
uma cpia do disco quebrado. "Chefe Whitney, como Tenente Dallas danificou sua cpia, eu preferirei
dar a voc seu horrio de mdia para amanh."
       "Que horrio de mdia?"
       "Ns temos vrios segmentos importantes registrados, inclusive aparecimentos em Planeta,
Batida da Cidade, Del Vincent, e O Relatrio da Noite. Ns estamos esperando por confirmao em
Crime e Castigo e Falar De volta."
       "Voc registrou meu tenente em no menos que quatro aparecimentos de mdia?"
       Chang movimentou a cabea. "Ns estamos muito contentes com o horrio, mas ele pode ser
melhorado. Ns estamos organizando uma entrevista de satlite de Colnia de Delta. As avaliaes so
muito altas l para segmentos de crime."
       "Voc est ciente, Sr. Chang, aquele Tenente Dallas  o primrio em carga de uma investigao
de homicdio de prioridade?"
       "Sim, isto  por que--"
       "Voc tambm est ciente aquele procedimento normal exige que seu escritrio claro qualquer
exige como este horrio de mdia com meu escritrio antes de confirmar os aparecimentos?"
       "Eu acreditei em que era feito claro nesta reunio da tarde. O prefeito--"
       "Qual era feito claro nesta reunio da manh era que Tenente Dallas participaria desta
conferncia de imprensa, e aquela em minha diretiva ela se faria disponvel para comentrio para a
mdia. Este horrio no tem, e no queira, ser aprovado por mim. Eu no estou desperdiando tempo
valioso do meu tenente em mdia alcovitando."
       "O escritrio do prefeito--"
       "Pode contatar-me," Whitney interrompeu. "Novamente no presuma dar ordens para uma de
meus Polis, Chang. Voc vai alm de sua autoridade. Agora atrs fora de. Eu preciso falar com meu
tenente."
       "A conferncia de mdia--"
       "Eu disse de volta fora de." A labareda de olhos do Whitney podia ter seco por pedra. A Eve
ouviu Chang subir de volta.
       "Chefe--"
       Ele levantou uma mo. "Voc veio perigosamente perto de ser escrito em cima para
insubordinao, Tenente. Eu espero controle melhor de voc, e raramente teve a necessidade para
lembrar a voc disto."
       "Sim, senhor."


                                                                                                  113
        "Alm disso, eu acho que eu mesmo insultei ambos em um nvel pessoal e profissional que voc
assumiu que eu tive ou aprovei um horrio asntico que puxa voc fora de uma prioridade."
        "Eu me desculpo, Chefe, e pode s oferecer a desculpa fraca que qualquer e todos contactam
com Lee Chang resulta em minha loucura temporria."
        "Compreendido." Whitney virou o disco em sua mo. "Me surpreende, Dallas, que voc no
empurrou esta abaixo sua garganta."
        "Realmente, senhor, eu tive outro orifcio em mente."
        Seus lbios curvaram, s ligeiramente. Ento ele estalou o disco em dois, da mesma maneira que
ela teve.
        "Obrigado, Chefe."
        "Vamos conseguir este circo de maldio acima de com, ento ns enlatamos ambos voltarmos
trabalhar."




        Captulo 11


        Ela conseguiu por isto, papagueando o coro departamental. Como resultado de sufocante sua
prpria opinio, ignorando seus prprios instintos de intestino, ela guisado em seu prprio chiando sucos
a distncia toda casa.
        "Dallas." Eles estavam quase no porto quando Peabody ousou falar. Aquele modo, se Eve
lanou seu completamente fora do carro, ela no teria longe para caminhar. "No tome meu vai, certo?
Voc fez o que voc teve que fazer."
        "O que eu tenho que fazer  investigar o caso, e fechar isto."
        "Sim, mas s vezes servindo o complicado do pblico. Existem muitas pessoas que dormiro
mais fcil hoje  noite porque eles ouviram sua unidade de casa no vai fritar seus crebros se eles se
sentarem e equilibrarem seu financeiro ou fazerem um pouco de e-mail. Se sua criana faz seu relatrio
da escola. Isto  importante."
        "Eu direi a voc o que eu penso." A Eve encabeada em direo ao porto sem soltar velocidade
de forma que ao lado de corao do seu Peabody tomou um rapidamente pula em sua garganta. "Eu
penso que pessoas no deviam sempre acreditar no que eles ouvem."
        "Senhor. Eu no estou certo que eu sigo voc."
        "Talvez quem controla o interruptor no gosta do modo como Sr. Smith com sua bonita esposa e
encantadora pequena menina e casa pequena acariciam vidas sua vida. Talvez ele decide Sr. Smith no
devia estar cruzando os locais porns, ou parando pelo caminho em um clube de strep depois de um dia
duro vendendo moblia, ou ocasionalmente conseguindo zonked em Zoner com sua bonita esposa. Sr.


                                                                                                     114
Smith no  seguinte todas as regras como tambm ele devia ser. Tempo para fazer um exemplo de Sr.
Smith muito que outros gostam que ele entenda o programa."
          "Mas, eles esto seguindo predadores conhecidos. Eu no estou dizendo que  certo. Eu no
estou dizendo isto, Dallas, porque no . Mas ele  um realmente grande pulo para ir de negociantes de
jardim da escola e pedfilos para um pouco de sujeito que tokes algum Zoner recreativo no sbado 
noite."
          "?" A Eve parou o carro na base dos degraus dianteiros. "A lei est ignorando Sr. Smith. No o
castigou, s como no castigou os outros. A pureza os castigou, e muito pensamento das pessoas: Eh,
isto no  uma idia ruim. Polis no fizeram o trabalho, tudo bem, outra pessoa fez. Ningum est
pensando, hmm, que Mary Ellen George era absolvido. Talvez ela era inocente."
          "Ela no era, ento--"
          "No, ela no era, mas o prximo podia ser. O depois disto. No  fcil assistir algum passeio,
mas ele  um inferno de muito mais fcil que  para saber um inocente no fez. Estas pessoas esto
decidindo quem  culpado. Com que critrios, que sistema, que autoridade? Sua prpria. Eles esto
rolando, Peabody, e opinio pblica est rolando com eles. Vamos ver o quo feliz o pblico  quando
comear a entrar em suas casas, suas vidas."
          "Voc realmente pensa que isso acontecer?"
          "Direito de maldio acontecer, a menos que ns os paremos. Acontecer porque eles esto em
uma misso, e no existe nada mais perigoso que algum em uma misso."
          Ela devia conhecer, Eve pensou como ela bateu fora do carro. Ela tem estado em uma desde que
ela levantou um distintivo.
          Quando ela entrou, era um dos raros tempos que ela no era aborrecida para ver Summerset que
espreita no vestbulo.
          "Tenente, eu gostaria de ter um pouco de idia quantos de seus convidados estaro passando a
noite."
          "Eles no so convidados. Eles so Polis e uma criana. Encabece em cima, Peabody, eu tenho
algo para fazer aqui."
          "Sim, senhor." E pretensioso que algo era para ter seu habitual partida irritando com Summerset,
Peabody arremessou at verificar em McNab.
          "D-me a condio em McNab, e d isto em Ingls," Eve exigiu.
          "No existe nenhuma mudana."
          "Isto no  suficiente. Voc no deveria estar fazendo algo?"
          "Os nervos e msculos no esto respondendo para estmulos."
          "Talvez ns devamos ter o deixado no hospital." Ela compassou o vestbulo. "Talvez ns no
devamos ter o trazido aqui."


                                                                                                      115
         "A verdade simples  existiria pouco mais que eles podiam fazer para ele l como podem ser
feitos aqui durante as primeiras vinte e quatro horas."
         "Ns somos passados vinte e quatro," ela estalou. "Ns somos acima disto, e ele devia ter isto de
volta." Ela se parou, prendeu isto atrs, e estudou rosto cadavrico do Summerset. "O que so suas
chances? No amarre bonito isto. O que so suas chances de recuperar sensao e mobilidade?"
         "Eles diminuem  hora agora. Rapidamente."
         Ele assistiu Eve fechar seus olhos, se vire. Mas antes dela fazer, ele viu o pesar cru. "Tenente.
McNab  jovem e ele  ajustado. Aquelas qualidades tocam fortemente em seu favor. Tendo permisso
para trabalhar neste momento ajuda manter sua mente ativa e fora de suas dificuldades. Isso no pode ser
descontado."
         "Eles o saltaro em inaptido, ou o pegue em um cubo fazendo trabalho zango. Ele nunca
sentir como um policial novamente uma vez que isso acontece. Ele cabriola quando ele caminhar," ela
quietamente disse. "Agora ele  preso naquela cadeira. Goddamn isto."
         "Acordos foram feitos com a clnica na Sua. Eu acredito que Roarke mencionou isto." Ele
esperou at que ela girou ao redor, olhou para ele novamente. "Eles o levaro logo que semana que vem.
Eles tm uma taxa impressionante de sucesso em regenerar nervos. Ele deve continuar seus tratamentos
at--"
         "O que  sua taxa?"
         "Setenta e dois por cento com danos semelhantes a McNab  fazer uma recuperao cheia."
         "Setenta e dois."
         "No  impossvel que ele naturalmente recuperar. Em uma hora. Um dia."
         "Mas suas chances de que chupam."
         "Em uma palavra. Eu sinto muito."
         "Sim, ento seja eu." Ela recomeou atividades.
         "Tenente? Ele  assustado. Ele est fingindo para no ser, mas ele  jovem homem um muito
assustado."
         "Eles costumavam pr balas em voc," ela murmurou. "Pequenos projteis de ao que rasgada
por carne e osso. Eu pergunto-me, quando ele vier at isto, se isto  qualquer limpador."
         Ela subiu, e em seu escritrio para o que pareceu ser uma fratura de recreao. Seu time era
estendido, vadiando, ela pensou mal-humoradamente, enquanto cada chupada na bebida de sua escolha.
         Jamie estava alimentando Galahad com pequeno pedaos de que pareceu ser um sanduche o
tamanho de Utah. Sentada no brao de cadeira do McNab, Peabody preencheu eles nos detalhes da
conferncia de mdia.
         "Bem, isto todos parece to bom e confortvel," ela disse. "Eu aposto aqueles terroristas esto
agitando em suas botas."
         "Voc precisa descansar as celas de crebro e orbes toda poucas horas," Feeney disse a ela.

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       Ela andou acima dos ps que Roarke esticou. Ele podia considerar ele mesmo sortudo, ela
decidiu, ela no deu a eles um bom pontap. Ela caminhou diretamente para sua escrivaninha. Se sentou
"Talvez enquanto voc est descansando aquelas clulas e orbes, algum podia tirar s um momento de
playtime e me atualizar."
       "Almoo faltado novamente, no ?" Roarke ligeiramente disse.
       "Sim, eu fiz. Teve algo para fazer com a mulher que se pendurou com suas prprios lenis, os
aborrecidos pequenos detalhes de homicdios consecutivos, uma aborrecedor pequena reunio com
oficiais da cidade--algum de que parece estar mais interessado em imagem de mdia que aquelas
pessoas mortas inconvenientes--e a hora ou ento eu era ordenado para gastar alimentao aqueles ces
de caa de mdia."
       Ela trancou seus dentes em um sorriso que teve Jamie corredio abaixo em sua cadeira. "E como
era seu dia?"
       Roarke subiu, levou metade do sanduche Jamie e o gato tiveram ainda para devorar e aparecer
isto dela. "Coma."
       A Eve empurrou isto de lado. "Relatrio."
       "Agora, deixe no  ter qualquer matana." Feeney agitou sua cabea. Os dois deles fizeram ele
pensar sobre um bulls perto de cabeas de carneiro. "Ns temos um pouco de progresso para voc, que 
por que ns estamos em folga. Ns construmos uma proteo que parcialmente filtrou o vrus. Ns
achamos que ns quase isolamos a infeco na unidade de Cogburn. Ns podamos extrapolar uma
poro disto. O computador est correndo uma anlise agora. Uma vez que ns temos isto, ns podemos
ser capazes de simular o resto do programa sem voltar em uma unidade infetada."
       "Quanto tempo?"
       "Eu no posso dar a voc isto.  um programa gente como que eu nunca vi. Codificou, falha-
safed. Ns estamos trabalhando com os pedaos pequenos ns samos antes do otrio auto-terminada."
       "Voc perdeu a unidade?"
       "Aquele beb  frito," Jamie pe em. "No fez exploso justa o programa, matou a mquina
inteira. Brindou isto. Mas ns conseguimos alguns bons dados. Ns teramos tido suficiente para estar
certos de um sim se Roarke teve outros minuto--at quarenta e cinco segundos, mas--"
       Ele diminuiu porque Eve estava chegando a seus ps. Realmente lentos. Algo no movimento fez
ele pensar sobre uma serpente que enrola em cima direito antes de dar coices com colmilhos.
       "Voc operou a unidade de Cogburn?"
       "Eu fiz, sim."
       "Voc operou uma unidade infetada, usando um filtro experimental, um que subseqentemente
falhou? E voc tomou este passo sem autorizao direta da primria."




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          "Dallas." Feeney subiu. Era um testamento para sua coragem debaixo de fogo que ele no fez de
volta fora de quando ela o assassinou com um claro maligno. "O fim eletrnico desta investigao me
ataca. O lab trabalho cai debaixo de minha mo."
          "E sua mo cai debaixo de minha. Eu devia ter sido notificada deste passo. Voc sabe isto."
          "Era minha escolha."
          "Era?" Ela olhou de volta em Roarke  medida que ela falou. "Saia."
          Ningum entendeu mal que ela quis dizer para Roarke partir. O xodo geral era mais de um
passeio. E na entrada, Feeney rebateu o apartamento de sua mo atrs de cabea do Jamie.
          "O que?" Mal-humoradamente, Jamie esfregou o lugar. "O que?"
          "Eu direi a voc o que," Feeney murmurou e fechou a porta em suas costas.
          A Eve manteve a escrivaninha entre eles. Ela no estava completamente certa o que ela poderia
passar sem a barreira simblica segurando a linha. "Voc pode correr metade do universo conhecido,
mas voc no corre minha investigao, minhas operaes, ou meu time."
          "Nem eu tenha qualquer desejo, Tenente." Sua voz era da mesma maneira que frio, da mesma
maneira que duro que sua.
          "Que diabo voc pensa que voc estava fazendo? Expondo voc mesmo para uma infeco no
identificada assim voc podia provar voc conseguir o maior dick?"
          Seus olhos relampejados quentes, ento gelaram. "Voc teve um dia muito difcil, ento eu
tomarei aquela em considerao. O filtro precisado ser testado, o programa isolado e analisado."
          "Com sims, com computador corre, com--"
          "Voc no  um e-homem," ele interrompeu. "Voc pode estar em carga da investigao, mas o
que continua no lab  alm de seu mbito."
          "Voc no diz a mim o que sou alm de meu mbito."
          "Eu estou dizendo a voc. Eu podia gastar a prxima hora explicando o tcnico ins e exteriores
da coisa para voc, e voc no entenderia a metade disto. No  seu campo, mas  um meu."
          "Voc  um--"
          "Voc no lana aquele merda civil em mim, no acima deste. Voc quis minha ajuda, ento eu
sou parte deste time."
          "Eu posso tomar voc fora do time."
          "Aye, voc podia." Ele movimentou a cabea, ento alcanou, agarrando com uma mo a frente
de sua camisa e a puxou atravs da escrivaninha. "Mas voc no ir, porque o morto significa mais para
voc que at seu orgulho."
          "Eles no querem dizer mais que voc."
          "Bem, condene isto." Ele a lanou, emperrado suas mos em seus bolsos. "Isso era um sopro
baixo."


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         "Voc no teve nenhum direito para arriscar voc mesmo. Nem mesmo dizer a mim. Voc foi ao
redor de mim neste, e isso me irritou alm. Voc tomou uma chance com sua vida que eu acho
inaceitvel."
         "Era necessrio. E ele no era um pouco de pulo de cortina, para causa do Cristo. Eu no sou um
bobo."
         Ele pensou sobre a arma que ele secretou por via das dvidas. E o boto cinza pequeno ele
esfregou como um charme antes dele comear o trabalho.
         No, ele no era um bobo, mas ele sentiu um pouco como um.
         "Existiam quatro e-homens naquele lab que concordou o passo teve que ser tomado," ele
continuou. "Eu era monitorado, e a exposio era limitada para dez minutos."
         "O filtro soprou."
         "Fez, sim. Soprou para inferno em s por oito minutos. Jamie tem algumas idias naquele que eu
penso estar som."
         "Quanto tempo voc era exposto sem uma proteo?"
         "Abaixo de quatro minutos. Um pouco mais ntimos para trs, realmente. Nenhum efeito
doente," ele adicionou. "Mas para enxaqueca um pouco resmungona."
         Ele sorriu abertamente quando ele disse isto, e ela quis o estrangular. "Isto no  engraado."
         "Talvez no. Desculpe. Meu medicals so claros, e ns temos um retrato parcial da infeco.
Exigiu um operador humano, Eve, um que sabe seu modo dentro de um computador, e quem conhece os
truques e bloqueia um bom programador emprega. Se eu no fizesse isto, Feeney teria."
         "Isto deveria fazer-me sentir melhor? Por que no fez ele?" Ela exigiu. "Ele no teria s passado
este para voc."
         "Ns decidimos isto logicamente. Ns sacudimos uma moeda."
         "Voc--" Ela cessou bruscamente, esfregadas suas mos aproximadamente acima de seu rosto.
"Algum implicou hoje que eu escolhi agir ou pensar que gostar de um homem. Menino, era ela fora de
rbita nisto."
         Ela soltou suas mos. "Se ou no a eletrnica lab est fora de meu mbito, est debaixo de minha
autoridade. Eu espero e insisto em ser informada e consultada antes de qualquer passo ser tomado que
leva risco pessoal para algum de meu time."
         "Concordou. Voc  certo," ele disse depois de um momento. "Voc devia ter sido informada.
Pode ser um ato de balanceamento enganador. Eu sinto muito quanto a eu em cortar voc fora do lao."
         "Aceito. E entretanto eu tenho sobre golpe minha cota de mim desculpar hoje, eu adicionarei
mais um para trazer seu dick no argumento."
         "Aceito."
         "Eu preciso fazer a voc uma pergunta."
         "Certo."

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       Seu estmago era nodoso, mas ela diria as palavras. Ela faria a pergunta. "Se voc pensar que
estas pessoas so justificadas em que eles esto fazendo, se voc pensar que seus objetivos merecerem o
que eles conseguem, por que voc arriscaria isto? Por que voc tomaria esta chance com seu prprio
bem-estar para ajudar-me parar eles?"
       "Para causa do Cristo, Eve, voc  como um goddamn tabuleiro de xadrez. Preto e branco." O
temperamento estava l, borbulhando de um modo que ela soube significado que podia jacto fora
qualquer momento.
       "Eu no penso que isto  uma pergunta sem razo."
       "Voc no iria. Por que voc pensa que eu penso que isto  justificado? Eu no sinto nenhuma
puno de remorso ou piedade para algum como Fitzhugh e de repente eu sou o lado de terroristas?"
       "Eu no quis dizer isto exatamente como Talvez que eu fiz."
       "Voc pensa que eu sou capaz de achar alguma justificao em que aconteceu para aquele
menino pobre, Halloway?"
       "No." Ela sentiu vagamente mal. "Mas os outros."
       "Talvez eu posso acreditar a filosofia pura disto. To do mal, mau real, pode e devia ser
destrudo por qualquer significa possvel. Mas eu no sou estpido suficiente, e no bastante egocntrico
suficiente para acreditar que pode haver pureza no derramar de sangue. Ou que pode ser feito, em geral,
sem lei e tribunais e humanidade."
       "Em geral."
       "Voc alfinetaria isto, no ?" Ele quase riu. "Ns no podemos pensar apenas do mesmo neste
assunto."
       "Eu sei isto. Eu acho que no devia me aborrecer. Mas ele faz. Condene isto, Roarke, faz."
       "Ento eu vejo. Eu no posso ser puro para voc, Eve."
       "Eu no quero isto. Esta coisa inteira me tem confudido. Talvez porque eu no posso sentir
piedade para algum como Fitzhugh ou George qualquer um. Eu no posso sentir isto, e ao mesmo
tempo eu sou indignada, eu sou insultado que ningum, algum sentiu que eles tiveram o direito de se
sentar de volta e empurrar um boto que assassinou eles. Ento chamem eles mesmos guardies."
       "Eu no estou dizendo que voc est errado. Eu no acredito em que voc seja. Mas minha
moralidade, ns diremos,  mais flexvel que seu. Mesmo assim, fazer eu mesmo passar sem tocar para
voc como voc parece precisar disto, eu no subscrevo para seu quero dizer, seus mtodos, ou seu
programa de trabalho. Se e quando voc confrontar do mal, voc faz isto cara a cara e mo para-dar."
       Como ela fez, ele pensou. Como ele teve ele mesmo.
       "E voc no aoita sua mensagem para o pblico como voc era vender uma nova linha de carros
de esporte sangrentos. Coma algum daquele sanduche, no ?"
       "Eu acho talvez que ns estamos um pouco mais ntimos neste que eu figurei." Mais fixo, ela
levantou isto, tomou uma mordida. "Deus, o que est neste?"

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          "Eu estou bastante certo  tudo. O menino come como se comida est para ser proibida e ele
melhor trago isso tudo abaixo enquanto ele pode."
          Ela tomou outra mordida. " satisfatrio. Eu penso que existir carne em conserva aqui. E talvez
chocolate."
          "No surpreenderia-me no menos. Ns voltamos em caminho agora, voc e eu?"
          "Sim. Muitos como ns j somos."
          "Antes de ns deixarmos este tpico, eu direi a voc mais uma razo que eu fiz o que eu fiz esta
tarde."
          "Porque voc gosta de exibir-se?"
          "Naturalmente, mas no  disso que eu iria dizer. Eu fiz isto porque qualquer outro que eu sinto
ou acredito ou no fao, eu acredito em voc. Agora, por que voc no tem algum caf para lavar isto
atrs, ento ns mostraremos a voc o que ns temos."
          -=O=-***-=O=-
          Ela no era um e-homem, mas ela podia seguir o fundamento. At, se ela empurrasse, o
ligeiramente mais complexa. Mas quando ela estudou a impresso dos dados que Roarke podia acessar
da unidade agora-brindada do Cogburn, ela poderia ter estado tentando decifrar hieroglficos.
          "Est realmente animado," Jamie disse a ela como ele monitorou o progresso do programa de
decodificao que ele inventou. "Totalmente. Quem construiu o programa  um ltimo. Nenhum Jquei
de Chip podia ter feito isto.  at alm de nvel de Comando."
          "Enquanto eu concordo, eu duvido muito se isto  o trabalho de um programador. A aquela coisa
ns estamos certos de  este tomou conhecimento de programao superior como tambm mdica.
Neurolgico."
          "Eles tm precisam de um time," Feeney concordou. "Um de primeira classe lab, equipamento, e
bolsos fundos. Cmara de isolamento."
          "Quanto voc sabe, neste momento, sobre como ele trabalhos?"
          "Olhos e orelhas," Jamie disse como ele rodou de uma unidade at outras, chaves de vazamento.
"Luz e som."
          "Luz e som."
          "Espectro e freqncia. Voc continua, pare um jogo bom de Dominao Mundial para urinar um
pouco de tempo longe, e o que acontece ser, voc est sendo bombardeado com luz e som, encha seus
olhos e orelhas no podem registrar em um nvel regular. Voc conhece como eles tm aqueles apitos
para cachorros que pessoas no podem ouvir?"
          "Sim, eu sei como ele trabalhos."
          "Certo, bem, at onde eu posso dizer, isto  a idia com este vrus. Ns no temos com bagueta
sobre o padro de espectro ou as freqncias, mas ns iremos. A beleza , o vrus examina o sistema,


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mas ele no faz o computador doente, no atarraxa em cima quaisquer dos programas nisto, ou qualquer
o operador poderia carregar depois. Isso tudo cruzeiros justo junto, sem um puxo."
       "E mate o operador," Eve concluda.
       "Mate ele morto," Jamie concordou. "Ns estamos trabalhando em quanto tempo leva, mas ele
necessidades pelo menos uma hora, talvez duas para transferir a infeco na massa cinzenta velha."
       "Ns no confirmamos isto," Feeney lembrou a ele.
       "A primeira proteo falhou," McNab adicionou. "Mas ele segurou longo suficiente que ns
podamos retirar-se dados que nos ajudaro refinar o prximo."
       "Quanto tempo?" Eve exigiu.
       "Ns podemos pr junto outras experimentais em talvez duas horas." McNab encolheu os
ombros seu bom ombro. "Mais longos se ns tivermos que esperar at que ns quebremos o cdigo."
       "Homem,  denso." Jamie levantou seu Pepsi, sorveu. "Voc atravessa uma fileira, e existem
mais seis estalando fora. Eu vou correr um atalho em uma unidade alternada, veja se eu posso me mover
furtivamente por."
       "Faa isto. E, Jamie." Roarke tocou uma mo para o ombro do menino. "Ns precisaremos de
voc para dormir aqui at que ns cortamos por tudo isso."
       "Frig-o." Ele rolou sua cadeira para outra estao de trabalho, e hunkered abaixo.
       "Certo, deixe-me dar a voc a condio, ento ns enlatamos todos voltarem para trabalhar." A
Eve esperou at ateno enfocada nela. "Voc." Ela apontou em Jamie. "Voc  um zango. Seja um
zango."
       Ele murmurou, enrolado seu lbio, mas voltado para seu monitor.
       "O MIM sou datar concordo com sua teoria de pontos auditivos e visuais de ataque. Ele tambm
reporta isto uma vez que o vrus comea a espalhar, , mais provvel, irreversvel. A vtima mais
recente, Mary Ellen George, era, concordando testemunhar relatrios, assintomtica logo que oito dias
atrs. Depois daquele ponto, ns achamos ningum que teve qualquer contato com ela.
       "Em analisar a cena, eu conclu que a vtima, sentindo indisposta, levou se para a cama, tentando
aliviar desconforto com no balco. Ela bloqueou seu incomings, demoliu as sombras de isolamento e
escavado. Ela tambm tomou sua unidade porttil na cama com ela, assim certamente velocidade a
infeco junto com exposio continuada."
       "Fitzhugh bloqueado ele mesmo em, tambm," Feeney ofereceu.
       "Como fez Cogburn, at que ele era incitado por seu vizinho. No caso de do Halloway, ele era
infetado no trabalho mas eleito para hunker em seu escritrio. Ns assumiremos que buscando este tipo
de abrigo ou isolamento tambm  sintomtico."
       "Programado em," Roarke disse, "diminuir as chances de fora de interferncia ou danos."
       "Concordou. A pureza no quer histeria ou condenao dos sobreviventes de vtimas inocentes.
Busca fora objetivos especficos. Busca fora ateno de mdia. Est tocando Deus e poltica."

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       "Uma combinao muito voltil."
       "Aposte seu traseiro," ela disse para Roarke. "Que fora o NYPSD tocar a mesma caixa
combinada. O escritrio do prefeito e A Torre so tecedura seu prato para a mdia. O prefeito de
deputado Franco  o spearhead."
       "Uma boa escolha de smbolos," Roarke comentou. "Atraente, inteligente, forte sem estar
dominante."
       "Ento voc diz," Eve zombou.
       "Simbolicamente falando. Usando ela como porta-voz em lugar do prefeito, gera a impresso que
isto no  uma crise mas um problema. Empurrando voc adiante, adiciona o elemento de competncia e
tenacidade. A cidade est em boas mos, mos atenciosas. Mos isto, tradicionalmente, tenda e nutra
como tambm protege."
       "Que carga de horseshit."
       "Sabe, no ." Baxter falou mais alto. "Doa no traseiro para voc, Dallas, nehuma dvida que,
mas ele  um bom ngulo. Voc dois parece bom na tela. Contraste bom. Como, eu dunno, o guerreiro e
a deusa. Ento voc tem Whitney, Tibble olhando todo sbrio e duro, alguns comentrios do prefeito em
seu digno melhor declarando sua confiana absoluta no NYPSD e o sistema, e as pessoas se parecem
tranqilas e no fazem revolta nas ruas e fodem em cima trfico."
       "Talvez voc faltou seu chamando, Baxter. Voc devia estar em Relaes Pblicas."
       "E desista deste confortvel trabalho e o grande salrio?"
       Ela riu. "Horseshit ou no, isto  o plano de jogo atual. E a menos que ns consigamos uma
fratura significativa logo, eu vou acabar na manh mostra exagerando a justia como era o
entretenimento mais recente vdeo. Se isso acontece, eu farei todos vocs sofrerem alm da imaginao."
       Ela girou para a porta. "Peabody, comigo."
       Ela esperou at que eles voltavam em seu escritrio. "No paire acima de McNab assim."
       "Senhor?"
       "Voc paira acima dele, voc vai fazer ele pensa que voc est preocupado."
       "Eu estou preocupado. Os vinte e quatro--"
       "Preocupao tudo que voc quer, esvazie em mim se voc precisar para. Mas no deixe ele ver
isto. Ele est comeando a rixa, e ele est tentando duro para no mostrar isto. Voc tenta da mesma
maneira que duro para no mostrar isto. Se voc precisar desabafar, v l fora no terrao da cozinha.
Grite seus pulmes."
       " disso que voc faz?"
       "s vezes. s vezes eu chuto objetos inanimados. s vezes eu salto Roarke e tenho sexo de
selva. A ltima," ela disse depois de uma batida, "no  uma opo para voc."
       "Mas eu acho que realmente faria-me sentir melhor, e  um membro mais produtivo do time
investigativo."

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          "Bom, humor  bom. Consiga-me caf."
          "Sim, senhor. Obrigado. Vai ser um minuto no caf. Eu penso que eu tentarei a coisa de terrao."
          A Eve se sentou, comeou a vida de linha do sua passagem Mary Ellen George.
          Os arquivos selados permanecidos selados. Ela conseguiu ela autorizar, e Servios de Criana
imediatamente trunfaram isto com um temporrio contendo ordem. O TRO a seguraria fora de at
advogados lutaram isto fora no tribunal.
          Dias, ela pensou. Dias perdidos. A menos que ela tome outra rota.
          Antes dela fazer, ela tentaria um mais legitima ngulo. Para a terceira vez que dia, ela pe em um
telefonema para Sargento de Detetive Thomas Dwier.
          Este tempo ela etiquetou ele em vez de seu correio de voz.
          "Sargento, Tenente Dallas. Eu tenho tentado etiqueta voc."
          "Eu sou no tribunal." Ele teve um duro, vivido-em rosto. "Ns estamos em uns quinze. O que eu
posso fazer para voc, Tenente?"
          "Eu sou primrio nos homicdios de Pureza. Voc ouve sobre isto?"
          "Quem no tem. Voc vazamento mim por causa daquele otrio Fitzhugh?"
          "Eu estou cavando para que eu posso achar. Eu gostaria de escolher seu crebro acima disto.
Voc tambm era parte do time em Mary Ellen George."
          "Sim, pensou que ns tivemos seu slido, mas ela escorregou. O que  a conexo?"
          "Ela est morta."
          "Ento, a roda vai redondo e redondo. No saiba o que eu posso dizer a voc sobre qualquer um
dos dois de que eles isto no est nos arquivos."
          "Por que eu no compro voc uma cerveja depois de tribunal? Eu sou emperrado, Dwier. Eu
podia usar alguma ajuda."
          "Certo, que diabo. Voc sabe O 'Malley  fora de Oitavo em Vinte-tero?"
          "Eu acharei isto."
          "Devia ser feito aqui em uma hora."
          "Eu encontrarei voc no 'do Malley." Ela espiou no momento. "Dezessete cem."
          "Devia trabalhar. Eles esto chamando nos de volta. Mais tarde."
          Ela girou do 'vnculo como Peabody fixa um assaltar de caf na escrivaninha. "Melhor?"
          "Sim, eu acho. Kinda dolorido da garganta. Seu fridgie e seu AutoChef esto ambos fora de
Pepsi."
          "Jamie deve beber isto pelo truckload. Diga a Summerset, ento--"
          Ela cessou bruscamente quando um tornado pequeno entrou repentinamente em seu escritrio.
          Mavis Freestone moveu rpido. As plataformas de duas polegadas em suas sandlias de gel
purpreas no pareceram afetar velocidade ou equilbrio. Ela ampliou em escritrio da Eve, um
obscurecer de prpura, rosa, e possivelmente puce, toda misturada junta em uma saia de micro e top que

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quase coberto o essencial. Seu cabelo estava em que pareceu ser umas metadas e milhes tranas que
ecoaram o tema de cor.
          Ela girada para a escrivaninha, ao redor ele--o squishy gel em seus ps fazendo pequeno
sproinging sons--e pegou Eve em um headlock abraa que corta todo oxignio para o crebro.
          Eve administrada para glug, batendo nos braos que avanou sua traquia.
          "Isto  o melhor dia! O mais totalmente mag dia sempre inventado. Eu amo voc, Dallas."
          "Ento por que voc est tentando me matar?"
          "Desculpe, desculpe." Mas ela apertou novamente at orelhas da Eve comearam a tocar. "Eu
preciso conversar com voc."
          "No pode." Livrou, Eve tossiu, esfregada em sua garganta. "Ainda que eu fosse fisicamente
capaz que eu sou enterrado aqui. Eu chamarei voc quando eu superfcie."
          "Eu tenho que.  importante.  como vital. Por favor, por favor, por favor." Ela saltou como ela
implorou, e a mistura virulenta de cores em movimento fez Eve atordoada.
          "Dois minutos. Converse rpido."
          " privado. Desculpe, Peabody, mas . . . por favor!"
          "Peabody, v achar Summerset, diga a ele para caar em cima um total de avio de carga de
Pepsi."
          "Feche a porta, certa. No ? Obrigado." Ainda saltando, Mavis ligou suas mos, segurou eles
entre seus peitos pequenos, apenas contidos. Seu ringers piscou e ardeu com anis. Em seu brao
deixado um pouco de tipo de rolo serpenteado de pulso para acotovelar. A Eve perguntou-se se a
impresso de estaria permanentemente pisada sua garganta.
          "Faa isto rpido, Mavis." Eve scooped atrs seu cabelo, caf bebido com um gole. "Eu estou
realmente apertado. Voc no deveria estar em algum lugar?"
          "FreeStar Um. Olympus Recorre. Fez uma semana gig no Cassino de Apollo. Balanou. Eu
acabei de voltar esta manh."
          "Boa. Grande." A Eve trocou ela olhar para sua tela, comeou ao processo os dados em sua
cabea. "Ns reuniremos-nos quando eu for claro. Voc pode dizer a mim tudo sobre isto."
          "Eu sou acordada."
          "Bom. Ns cobriremos isto. Ns podemos--" Seu crebro simplesmente continuou ala, como se
algum sacudiu um interruptor que fecha todos os circuitos. Quando ele clicou de volta, l pareceu ser
um pouco de tipo de branqueamento de blip fora funes de razoamento bsicas.
          "O que voc disse?"
          "Eu sou acordada." Mavis alarga risada de um bufar, ento bateu a mo em sua boca. Seus olhos,
to purpreos quanto seus sapatos hoje, danados como um par de meninas de coro.
          "Voc  . . . Voc . . ." Atordoado em gago, Eve olhada fixamente para diafragma nu do Mavis,
no trio de barriga oscila aquele faiscado de seu umbigo. "Voc conseguiu algo plantado l?"

                                                                                                      125
       Suas mos quietas acima de sua boca, Mavis rapidamente movimentou a cabea. "Um beb." A
risada esporeado por seus dedos. "Eu tenho um beb l. Isto  o ult? Isto est alm do alm? Sinta!" Ela
impediu mo da Eve e apertou isto para sua barriga.


       "Oh, Jesus. Talvez eu no devia tocar isto."
       " certo,  todos acolchoaram e tudo. O que voc pensa?"
       "Eu no sei." Cauteloso, Eve deslizou sua mo longe, dobrou isto atrs dela atrs. Logicamente
ela soube que gravidez no era contagiosa, mas todo o mesmo. "O que voc pensa? Eu quero dizer, so
que voc . . . fez voc . . . Condenar, eu no sou processo ainda. Era isto, goste, um acidente?"
       "No. Ns fizemos isto de propsito." Ela fugiu seu alvo minsculo sobre a escrivaninha,
balanou suas bonitas pernas muito as sandlias de gel batido e squished contra a madeira. "Ns temos
tentado procriar durante algum tempo. Eu e Leonardo so realmente bons no processo. Ns no tivemos
qualquer sorte a princpio, mas voc sabe, tente, tente novamente. Ns tentamos muito," ela disse em
outra risadinha selvagem.
       "Voc est certo que voc no est s bebido?"
       "No, totalmente grvida." Ela bateu levemente sua barriga. "O embrio est em e cozinhando."
       "Oh, Deus, no diga embrio." Por um pouco de razo a palavra em combinao com o squishy
som do gel fez Eve nauseada.
       "Vamos, todos ns comeamos como um."
       "Talvez. Mas eu no gosto de pensar sobre isto."
       "Eu sou como totalmente enfocado nisto agora. Mas espere, porque eu estou ultrapassando eu
mesmo. De qualquer maneira, quando eu estava em Olympus, eu consegui este sentimento talvez que eu
estava assando que--eu era vomitando nas manhs e--"
       "Certo, salte aquela parte, tambm." Definitivamente nauseada agora, Eve percebida, e fez uma
nota mental para esterilizar a mo que apertou contra barriga nua do Mavis.
       "Certo, ento eu tomei um teste de gravidez e era positivo. Ento, sabe, eu estive preocupado que
eu tenho bagunado que em cima porque eu quis isto tanto, ento eu levei mais trs. Liftoff."
       Ela partiu a escrivaninha, girado em torno do quarto. "Ento eu fui para a clnica l em cima, s
para estar mais certo. Eu no quis dizer qualquer coisa para meu honeydew at que eu era abso-poso. Eu
sou seis semanas no negcio."
       "Seis semanas."
       "Ns batemos fora bonito regular, ento eu figurei que eu estava s sentindo fora da princpio e
eu era um tanto quanto com medo de fazer o cheque porque voc consegue to bummed quando for um
no-ir. Mas quando o vomitando continuou--oh, desculpe. Eu acabei de saber algo estava em cima
semana passada. Eu acabei de ir para a clnica aqui. S mais um cheque, sabe, faa um em negcio de
planeta. O sistema  ir. Eu fui para casa e eu disse a Leonardo. Ele chorou."

                                                                                                    126
       A Eve se pegou um dar de roadura seu corao. "Em um bom modo?"
       "Oh sim. Ele parou tudo e comeou imediatamente projetar--bem no imediatamente porque ns
tivemos que celebrar restabelecendo o programa de concepo--mas posteriormente ele comeando a
me projetar roupas de grvida para quando eu engordar. Eu no posso esperar. Voc pode imaginar?"
       "No.  qualquer outra coisa isto  alm de meu mbito. Voc  realmente feliz?"
       "Dallas, toda manh quando eu acordar e vmito, eu sou to feliz que eu somente podia . . ." Ela
diminuiu e entrou repentinamente em lgrimas.
       "Oh Deus. Oh Jeez." A Eve surgiu, apressado acima de, ento no estava bastante certa o que
fazer. Ela tentou um abrao, pretendendo em manter isto luz--por via das dvidas--mas Mavis agarrou
em duro.
       "Isto  a melhor coisa que est sempre acontecida para mim, em minha vida inteira. Eu tive que
dizer a Leonardo primeiro, ento voc. Porque voc  meu melhor amigo. Ns podemos dizer a todo
mundo outro agora. Eu quero dizer a todo mundo. Mas eu tive que dizer a voc primeiro"
       "Certo, ento voc est chorando porque voc tem muito prazer em."
       "Sim. Est to gelado. Eu posso ter balanos de humor sempre que eu quero e sem ajuda
qumica. No bebendo, que tipo de sopros, mas ele no serve para pequena Eve ou Roarke."
       Eve puxada atrs muito abruptamente, Mavis quase dobrou acima de com riso. "Ns realmente
no vamos chamar o beb isto. Ns estamos s obtendo emprestado eles por diverso at que eles
possam dizer a ns que equipamento que  pego. Voc chega a pedir aqueles nomes quando voc e
Roarke--"
       "Feche. No comece abaixo aquela estrada. Eu no quero machucar uma mulher grvida."
       Ela s sorriu abertamente. "Ns fizemos um beb. Eu e Leonardo fizemos um beb. Eu vou ser a
melhor mame, Dallas. Eu estou totalmente indo balanar."
       "Sim." A Eve correu sua mo pelas as tranas espessas, coloridas. "Voc ir."




       Captulo 12


       A Eve era caminhada muito mais fixa em um bar que cheirado de policial que ela estava
abraando uma mulher grvida.
       Voc conheceu o que esperar em um policial tranca--comida boa, gordurosa, lcool sem os
balangands, e as pessoas que fizeram voc para que voc era o minuto que voc entrou a porta.
       As luzes eram baixas. As conversaes no pausaram quando ela andou do lado de dentro, mas
ela sentiu a sutil inconstante de corpos. Ento o sacudir atrs para negcios como sempre quando eles a
reconheceram como um de seu prprio.


                                                                                                    127
       Ela Dwier manchada no fim do bar, j meio feito com seu primeiro copo de cerveja e a tigela
preta rasa de pretzeis na frente dele.
       Ela caminhou abaixo, deslizou sobre um tamborete ao lado dele. Era aparente que ele apostou
uma reivindicao nele como toda outra cadeira na articulao era ocupada.
       "Sargento de Detetive Dwier." Ela resistiu uma mo. "Tenente Dallas."
       "Metcha," ele disse acima de seus pretzeis, ento lavaram eles abaixo com um gole fundo da
cerveja.
       "Eles pulam voc cedo de tribunal?"
       "Sim. Suposto chegar me a hoje. No fez. Agora eu preciso dar eles mais tempo amanh.
Picando advogados."
       "O que  o caso?"
       "Assalte com mortal e roubo."
       "Assalto?"
       "Sim. O sujeito assalta este terno que termina de uma final de reunio acima de em Lex. Consiga
seu pedao de pulso, sua carteira, anel de casamento, e o que todo, ento o bate lado de cima a cabea de
qualquer maneira 'causa o sujeito pergunta a ele no tomar o anel de casamento. Conseguiu ele frio
hocking o pedao de pulso. Lastime diga, Oh eh, este? Eu achei esta na rua. Vtima escolhe seu rosto
outta formao, lastime diz, Identidade confundida. Conseguido um pouco de corao de hemorragia PD
que est tentando empurrar isto. Reivindicando o vtima, vendo como ele conseguiu seus crebros
cacoalhados, no pode corretamente ID. Dizendo que o pedao de pulso no pode estar diretamente
amarrado ao crime como  uma marca e estilo comum."
       "Como ele est desenvolvendo-se?"
       "Cague." Ele estalou mais pretzeis, mastigou abaixo. "Desperdcio de meu tempo e o dlar de
imposto. Lastime pegou trs priores. A figura eles pleitearam abaixo se o PD no era to verde e
estpido. Voc bebendo?"
       "Sim, eu terei uma cerveja." Ela sinalizou o garom de bar levantando dois dedos. "Eu aprecio
voc tomando o tempo aqui, Dwier."
       "No se importe de desperdiar isto acima de uma cerveja. Voc l os arquivos. Os dados esto
l."
       "s vezes os arquivos faltam impresses."
       "Voc quer minha impresso de Fitzhugh e George? Eles teriam que rastejar at alcanar nvel de
escria. Fitzhugh . . ." Dwier terminar rapidamente a primeira cerveja. "Arrogante bastardo. Nem sequer
quebrou um suor quando ns o arrastamos em. Se acabou de sentar l, sorrindo arrogantemente, atrs de
seus advogados de dlar alto. Esperto suficiente para manter sua boca fechada, mas voc podia ver isto
em seus olhos. Ele se sentou l pensando, Vocs Polis no podem me tocar. Girado fora ele era certo."
       "Voc conversou com as vtimas, para seus pais?"

                                                                                                     128
       "Sim." Ele estourou uma respirao. "Era duro. Os crimes de sexo so sempre arriscados, mas
quando  com menores . . . Voc sabe como que ?"
       "Sim." Ela tem sido uma secundria. E quando ela tiver estado naquela cama do hospital,
quebrado, ela leu nos olhos do policial que tentou conversar com ela o que ela estava lendo em Dwier
agora. Uma piedade cansada.
       "Alguns dos membros de famlia atingem voc como o tipo para seguir Fitzhugh? Algum
conversa sobre buscar vingana fora da lei?"
       "Voc os culparia?"
       "Isto no  sobre meu pessoal ou seu,  sobre uma investigao. Fitzhugh era executado, ento
era George, ento era o outros.  meu trabalho para descobrir que est puxando o interruptor."
       "Eu no quereria seu trabalho." Ele impediu a segunda cerveja. "Ningum que trabalhou o caso
de Fitzhugh, ou o George, vai chorar quaisquer lgrimas acima deste."
       "Eu no estou pedindo lgrimas, eu estou pedindo informaes. Eu estou perguntando um oficial
da mesma categoria para alcanar."
       Ele chocou na cerveja, ento tomou o primeiro gole espumante. "Eu no posso dizer como
qualquer das vtimas ou membros de famlia agidos de qualquer forma voc no esperaria. A maior parte
destas pessoas eram quebradas. As crianas ele estuprou correu a srie de envergonhada, assustada, e
culpada. A famlia que entrou, arquivou a reclamao, era rasgada para pedaos. A criana estava
agitando em suas meias. Mas eles quiseram fazer a coisa certa. Eles quiseram que ele colocar no lugar
assim ele no podia conseguir suas mos na prxima criana."
       "Voc pode dar a mim um nome?"
       Seu olhe trocada para sua. No existia nenhuma piedade nisto agora. "Os nomes esto selados.
Voc sabe isto."
       "Servios de Criana pem um TRO em minha autorizao para abrir o . Eu tenho uma
organizao terrorista com superior de tecnologia para qualquer coisa meus peritos viram executar 
vontade. Existem conexes entre as vtimas, e eu penso uma daquelas conexes so suas vtimas."
       "Eu no estou dando que voc nomeia. E eu direi a voc diretamente, eu espero que eles
espremam sua autorizao. Eu no quero ver aquelas pessoas recuperadas se que este defeca novamente.
Voc tem um trabalho para fazer, e palavra  que voc  bom nisto. Eu no posso dar a voc mais ajuda
que eu tenho. Eu aprecio a cerveja."
       "Certa." Ela levantou-se, crditos retirados-se. "Voc sabe que Clarissa Avaliar em Servios das
Crianas?"
       "Certo." Dwier agarrou mais pretzeis. "Ela representou algum das vtimas destes casos. Se voc
estiver pensando sobre trapacear nomes dela, voc est desperdiando seu tempo. Ela no agitar."
       "Tipo dedicado?"
       "Voc aposta."

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        "Dedicado suficiente para ir do lado de fora do sistema se ela no gostar de como est
trabalhando?"
        Seu apartamento de olhos ficados. "Se eu tivesse que dizer, eu diria que ela  pelo-livro. No
todo mundo sempre gosta do modo que l, mas ele  o livro. At um melhor seja escrito de qualquer
maneira. Deixe-me perguntar a voc algo."
        "Certo."
        "Polis de Assassinato so diferentes. Qualquer um no trabalho sabe isto. Mas ele no pega em
seu estmago para estar trabalhando para escria como isto?"
        "Eu no escolho o morto que eu suporto, Dwier. Eles me escolhem. Boa sorte no tribunal
amanh."
        Ela saiu, ento simplesmente sentado em seu veculo. Existia bastante pegando em seu estmago,
ela pensou. O mais recente era seus instintos dizendo a ela que um homem que tem sido um policial
satisfatrio cruzou uma linha no caminho.
        Se Dwier no fosse j um membro de Pureza, ele era um candidato principal para aplicao.
        -=O=-***-=O=-
        Quando Eve caminhada atrs na casa, Mira estava descendo os degraus.
        "Eve. Eu pensei que eu faltaria voc."
        "Ns tivemos uma consulta marcada?"
        "No, entretanto eu entregar o perfil que voc quis." Mira parou nos degraus, uma bonita mo no
cintilar madeira do corrimo. Seu cabelo marrom morno era uma onda suave ao redor um rosto suave,
feminino. Sua boca era uma rosa de plido cremoso, seus olhos um vero claro azul.
        Seu terno teve um fluido drapejar e era a cor de girassis. Era, Eve suposta, elegante em alguma
sensao clssica, e era combinada com prolas favorecidas da Mira.
        Ela pareceu perfeita, fmea de essencialmente, totalmente confortante. E era um do topo
criminoso profilers no pas como tambm o especialista psiquitrico preso ao NYPSD.
        "Obrigado, mas voc no teve que sair de seu modo."
        "Eu estava vindo por de qualquer maneira. Eu quis ver McNab."
        "Oh." Mos buscadas da imediatamente Eve seus bolsos. "Bem."
        "Eu pergunto-me se eu poderia falar com voc por alguns minutos. Existe aquele terrao de
jardim adorvel fora da sala de estar. Eu adoraria me sentar do lado de fora."
        "Ah." Mente cansada da Eve em direo a seu escritrio, em direo a ela trabalha. "Certo.
Bom."
        "Voc gostaria de um pouco de refresco, Doutora?" Summerset espreitou na extremidade do
vestbulo. "Algum ch? Talvez algum vinho."
        "Obrigado. Eu adoraria uma taa de vinho."


                                                                                                    130
       Antes dela poder comentar, Mira deslizou um brao por da Eve e caminhada em direo  sala de
estar. "Eu sei que voc tem trabalho. Eu prometo para no manter voc longo. Voc teve um dia difcil.
A conferncia de mdia no podia ter sido agradvel para voc."
       "Isto  uma indicao incompleta de mestre." A Eve abriu as portas de terrao, saiu.
       Como tudo de do Roarke, o lugar estava graciosamente planejado e executado.
       O terrao propriamente era construdo de pedras, vrias formas, tamanhos, afina todo alisada em
uma curva fluida que misturados em caminhos de jardim. Existiam dois vidro e mesas de ferro fixam no
meio de panelas onde floresce inundado ou rvores ans lanceadas. Alm da curva, jardins explodidos
com o vero.
       O sol da noite derramou ouro de plido sobre as pedras e por uma trelia selvagem com vinhas e
flores azuis vvidas.
       "Um lugar to encantador." Mira sentou-se  uma das mesas. Suspirou. "Eu tenho medo que eu
acharia eu mesmo no participando aqui toda chance que eu cheguei, sonhando." Ela sorriu. "Voc j
sonha, Eve?"
       "Eu acho." Ela se sentou, perguntou-se se ela devia ler arquivo do Dwier novamente. "No tanto,
realmente."
       "Voc devia. Serve para voc. Quando eu era uma menina, eu costumava enrolar-se na cadeira
de janela em biblioteca do meu pai. Eu podia sonhar longe uma tarde se partiu para eu mesmo. Ele  um
professor. Eu j disse a voc isto? Ele encontrou minha me quando ele fatiou seus tomates da mo
cortantes para um sanduche. Ele sempre sido um pouco desajeitado. Ela era um residente jovem,
fazendo sua rotao de ER. E ele bate nela."
       Ela riu um pouco, ergueu seu rosto para o sol. O calor assado por sua pele, em seus ossos. "To
estranhos para pensar sobre isto. E doce. Eles so ambos os semiretired agora. Eles vivem em
Connecticut com sua Espiga de cachorro antigo e tm jardim um pouco vegetal assim eles podem
levantar tomates."
       "Isto  bom." E era. Tambm Estava confundindo.
       "Voc est perguntando-se por que eu estou dizendo a voc tudo isso. Obrigado, Summerset," ela
disse quando ele fixar dois culos de vinho e uma bandeja pequena de canaps na mesa. "Que adorvel."
       "Aprecie. S deixe-me saber se eu posso trazer voc qualquer outra coisa."
       "Nenhuma razo particular," ela disse para Eve quando Summerset voltou na casa. "Eu suponho
a tranqilidade deste lugar fez-me pensar deles, aprecie eles. No todo mundo tem tal infncia fixa,
pouco exigente."
       "Eu no tenho tempo para uma sesso," Eve comeou, mas Mira coberta sua mo.
       "Eu no estava falando s de voc. As crianas que eram danificadas por estas pessoas tero um
grande negcio para superar. Voc entende isto."
       "E eu entenderia matar o que machuca voc?"

                                                                                                  131
       "Isto  um assunto diferente, e eu perguntei-me se voc tiver sido capaz de separar isto. O que
voc foi feito em dor e medo e imediao. Para proteger voc mesmo, salvar voc mesmo. O que est
sendo feito aqui est frio, calculando, completo.  organizado e  pomposo, por falta de uma palavra
melhor. Isto no  autodefesa.  arrogncia."
       A tenso em ombros aliviados da Eve. "Eu estava comeando a me perguntar se qualquer outro
visse isto. Comeando a me perguntar se eu estivesse desenhando uma linha dura neste porque se eu no
fiz, fez o que aconteceu comigo o mesmo."
       "Voc matou para viver. Este grupo est vivendo para matar."
       "Eu gostaria de ver aquela em um goddamn mdia lana." A Eve ergueu seu vidro, bebeu.
       "Quem formaram o grupo, quem segura a posio superior de autoridade,  inteligente,
organizou, e persuasivo. Outros teriam que ser trazidos para dentro, recrutadas para as posies
altamente especializadas tcnicas. Eles entendem o poder da mdia. Eles precisam de suporte pblico."
       "Eles esto batendo aquele tambor satisfatrio."
       "Sim, at agora. Eu no penso que esta infeco costumava terminar  uma coincidncia.  outro
smbolo. Nossas crianas foram infetadas por estes monstros. Agora ns infetamos eles porque a lei no
podia, no iria. O uso do guardio de palavra, outro smbolo. Ns protegeremos voc. Voc  seguro
agora que ns estamos aqui."
       "Quanto tempo antes deles expandir seus horizontes?"
       "Desenfreada?" Mira levantou um disco pequeno de po e queijo cremoso. "Os grupos tendem a
evoluir. Os grupos bem sucedidos tendem a buscar fora outros caminhos para usar suas habilidades e sua
influncia. O predador de criana hoje, o assassino absolvido amanh. O ladro de rua, o chemi-cabea.
Se Nova York fosse ser pura, estas infeces devem ser eliminadas."
       "Eu penso pelo menos um envolvido do policial. Um assistente social. Algumas das famlias o
messed da vtima com."
       Mira movimentou a cabea como se ela no esperasse nada mais. "Procure pelas pessoas com
conexes para suas vtimas que seguram habilidades de nvel alto. Neurologia, cincia de computador,
fsica, sociologia, psiquiatria. E procure por riqueza. A pesquisa e equipamento precisaram aqui
exigiriam consolidao de dvida flutuante pesada. Voc pode esperar outra morte e outra declarao
muito logo. Eles precisam manter esta histria na vanguarda. A pureza est em uma misso, Eve, e ele
est usando nossas crianas para dirigir isto."
       "Eles tero que pr um giro o que aconteceu com Halloway--com Feeney e McNab."
       "Sim." Mira assistiu um colibri, iridescente como uma jia, arremesse em para uma flor com um
obscurecer de asas. "Eu estou certo que ser muito bem escrito."
       A Eve correu seu vidro em crculos pequenos no tabletop. "Roarke e eu fomos ao redor neste
algum. Ns esmamos perto da mesma linha, eu acho, mas no bastante no mesmo lado disto."
       "Eu diria que era uma boa coisa."

                                                                                                   132
       Surpresa, Eve olhada em cima. "Como?"
       "Vocs no so a mesma pessoa, Eve, nem iria qualquer um de vocs querer ser. Vendo este de
dois lados iria, eu pensaria, ajude manter voc dois honrado. E interessado."
       "Talvez. Ns irritamos um ao outro."
       "Outra parte de casamento."
       " uma maldio grande fatia nosso." Mas seus ombros relaxados um pouco. "Mantenha um ao
outro honrado," ela murmurou. "Talvez. Ento . . . voc Conversou com Feeney?"
       "Ele no est pronto. Ele  manipulao ele mesmo bem. O trabalho o cura, como ele faz voc."
       "Que tal o McNab?"
       "Eu no posso dizer a voc particulares sobre que ns discutimos.  confidencial."
       "Certa." Eve olhada fixamente para o emaranhado vinhas e flores azuis corajosas. "Voc pode
dizer que eu . . . faa voc pensa que eu devia cortar ele soltar de trabalhar neste? Roarke pode o
conseguir nesta clnica sua, uma que especializa neste tipo de dano, semana que vem, mas enquanto
isso, talvez ele no devia estar no trabalho. Talvez ele devia estar com sua famlia ou algo."
       "Ele est com sua famlia. Mantendo ele no time, continuando estimar sua entrada, seus recursos,
voc est o ajudando a contender. O que voc est fazendo para ele agora mesmo est ajudando um
grande negcio mais que qualquer coisa que eu posso fazer. Feitos acordos do Roarke com a Clnica de
Jonas-Ludworg? O quo tpico dele."
       " um bom lugar, certo?"
       "Existe nenhum melhor."
       "Certa." Ela apertou os saltos de sapatos de suas mos para sua fronte. "Isto  bom."
       "Voc teve um dia piolhento, no ?"
       "Oh, sim."
       "Eu espero algumas notcias melhores vem junto."
       "Eu consegui algumas notcias de qualquer maneira." Ela soltou suas mos. "Mavis  batida."
       "Oh meu Deus. Mavis era atacado?"
       "No, era Leonardo."
       Mira embreou uma mo para seu peito. Choque radiado sobre seu rosto. "Leonardo? Leonardo
bate Mavis?"
       "Bata ela? No, ele a bateu. Sabe, batida ela em cima." Confusa, Eve agitou sua cabea, ento
comeou a rir como a luz amanheceu. "O esperma encontra ovo," ela administrou como ela teve seu
primeiro risada genuno do dia. "Ela  grvida."
       "Grvida? Mavis  grvida? Acordou. Senhor, eu esqueci aquele termo. Isto  notcia. Eles esto
contentes?"
       "Circulando Pluto. Ele j est projetando suas roupas gordas."
       "Oh meu. Que ser uma viso para ver. Quando ela  esperada?"

                                                                                                     133
       "Devido para que? Oh, certo. Ela disse que ela devia estalar por maro. Ela est escrevendo uma
cano sobre isto. Acordado Por Amor."
       "Soe como outro golpe. Eles faro pais maravilhosos e sem iguais. Como voc sente sobre isto?
Tia Eve?"
       Existia um sacudir, centro morto da barriga. "Eu sinto como se algum me chamar isto, eu terei
que machucar eles. At voc."
       Com uma risada, Mira se sentou de volta. "Isto todos sero fascinantes para assistir. Se voc falar
com Mavis novamente antes de eu fazer, no deixe de dar seu meu amor e parabns."
       "Certo. Nenhum problema." A Eve snuck outro olha para sua unidade de pulso.
       "E eu posso ver voc estar ansioso para voltar trabalhar. Voc se importaria se eu s me sentasse
aqui um enquanto mais longo, terminado meu vinho?"
       "No, v em frente. Eu realmente preciso voltar para isto."
       "Boa sorte." Quando Eve entrou, Mira sorveu seu vinho, olhou para as flores e o pssaro
brilhante, brilhante. E sonhou um pouco.
       -=O=-***-=O=-
       Eve parada pelo lab primeiro, ento s voltado fora novamente. Existia um pouco de discusso,
debate, ou argumento que continua no tipo de tech jargo que invariavelmente deu a ela uma enxaqueca.
       Decidindo que eles deixaram ela saber algo quando eles tiveram algo para deixar ela conhecer,
ela balanou no quarto que Baxter esteve usando como um escritrio.
       "O que  a palavra?"
       "Eu tenho muitos nomes conectados a um ou mais das vtimas que esto no sistema. Polis,
advogados, Servios de Criana, medicals, o punhado de autores de aes que no estava fechado
hermeticamente. Quebrou aqueles para nomes que estalado em pelo menos dois das vtimas e correu
aqueles. Acabou de fechar com fecho os dados para sua unidade. Nosso camarada Nadine Furst coberto
a tentativa de George. Aquele putz Chang desce como ligao de mdia."
       "Eu acho aquelas figuras." Ela se sentou na extremidade de sua escrivaninha. "O que  seu
intestino?"
       "Aqueles se ns consegussemos quaisquer membros de famlia envolvidos, e ns fazemos, eles
esto no. Voc  stewing sobre isto; Voc est levando ferimentos acima disto; Voc quer seu
isolamento."
       "Sim, isto  meu, tambm. E se voc vai conversar com ningum sobre isto, sobre que voc est
levando, vai ser algum que estava l com voc. Algum quem sabe e suportou voc e seu."
       "Voc est olhando para Clarissa Avalia."
       "E parecendo duro. Voc sabe qualquer coisa sobre DS Dwier, fora do Dcimo sexto?"
       "Nada que eu no li em seu arquivo quando ele estalou. Queira que eu perguntar ao redor?"
       "Sim, quietamente." Ela hesitou. "Aborrece voc?"

                                                                                                      134
          "Olhando para outro distintivo?" Baxter inchado suas bochechas magras. "Sim, algum. Deveria
aborrecer ns. Caso contrrio, todos ns seramos IAB, no ?"
          "L voc vai. Voc pode curvar a linha. Voc pode at mover isto um pouco s vezes. Mas voc
no pode quebrar isto. Quebre isto, e voc no nos  mais. Voc  eles. Dwier quebrou isto, Baxter. Isto
 meu intestino."
          Ela partiu a escrivaninha, caminhado em torno do quarto. "Voc usou Trueheart alguns tempos,
certo?"
          "Um par. Boa criana. Fresca como uma margarida ainda, mas vido."
          "Se eu trouxesse o para dentro neste, voc o usaria?"
          "Eu no tenho nenhum problema esvaziando algum . . ." Ele se sentou de volta, passada sem
tocar sua garganta. "Voc me pedindo para o treinar?"
          "No, s . . . certo, sim. Tipo de. Voc  segundo grau, ento voc qualifica, e ele podia usar
algum para o trabalhar, esfregue algum do orvalho fora dele sem entorpecer o brilho. Interessado?"
          "Talvez. Eu competirei com ele esta aqui--contingncia. Ns veremos como ns ajustamos."
          "Boa." Ela comeou para a porta, ento parou. "Baxter, por que voc transferiria em de
AntiCrime?"
          "No podia conseguir fechar suficiente para voc, mel." Ele sugestivamente piscou, e quando ela
acabou de olhar fixamente ternamente, encolheu os ombros. "Ficado inquieto. Homicdio procurado.
Nunca um momento enfadonho."
          "Voc pode dizer isto novamente."
          "Nunca um--"
          "Voc  tal puxo," ela respondeu. E tornando correram diretamente em Roarke.
          O homem podia mover como um fantasma.
          "Desculpe quebrar este momento tenro," ele comeou. "Mas ns temos uma segunda proteo
pronta. Ns estamos para correr isto com uma das unidades de Fitzhugh."
          "Quem ganhou o lance de moeda?"
          Ele sorriu. "Era concordado, depois de um pouco de debate, que o operador inicial continuaria
naquela funo. Voc quer observar de aqui, ou seu escritrio?"
          "Ns usaremos meu.  maior." Ela fechou um dar seu pulso. "Nenhum herico."
          "Eu nunca qualificaria para condio de heri."
          "Eu ordeno uma paralisao, voc fecha." Sua mo deslizada abaixo at que seus dedos ligados.
"Voc conseguiu isto?"
          "Alto e claro. Voc est em carga, Tenente."
          -=O=-***-=O=-




                                                                                                      135
       A Eve bebeu caf porque ela quis algo para fazer com suas mos. Feeney se sentou em sua
escrivaninha, tripulando uma unidade secundria eles trouxeram para dentro como um controle. Se algo
fosse errado no lab, ele podia impacto o sistema remotamente.
       Jamie pairou acima dele, to perto que eles pareceram com um corpo com duas cabeas.
       "Por que ns no podemos fazer a coisa inteira distante?" Eve perguntou.
       "Voc perde instinto de operador," McNab disse a ela. "Voc o levou a mesmo, na unidade
infetada. Ele pode fazer escolhas de julgamento em uma piscadela."
       "Alm de--ow." Jamie esfregou sua barriga onde o cotovelo do Feeney aterrissou.
       "Alm de que?" Eve exigiu. "No puxe esta e-solidariedade merda comigo. McNab?"
       "Certas, certas, em condies simples ns no podemos estar certos a proteo filtrar fora a
infeco durante uma interface. Podia, provavelmente iria, espalhe de uma unidade at outro. Ns
figuramos isto  como ele bombeou nas oito unidades ns arrastamos fora de lugar do Fitzhugh. Infete
um, infete todo. Eficiente, tempo-economia, e completa. Ento se ns tentarmos um distante, podia vazar
na outra unidade, potencialmente pelo sistema inteiro."
       "Ns precisamos mais dados para confirmar," Jamie piped em cima. "Ento ns criaremos uma
proteo para lidar com aquela rea. A prioridade estava protegendo o operador enquanto ele extrai os
dados. Quando voc estiver lidando com um distante, e uma multisystem rede, as unidades tm um
idioma. Eles, gostem, converse um com o outro, certos? A unidade infetada pegou um idioma diferente,
compatvel, mas diferente. Como, eu dunno, espanhol e portugus ou algo."
       "Certa." Eve movimentada a cabea. "Eu consigo isto. Mantenha ida."
       "Eu e McNab, ns estamos trabalhando em que voc podia chamar um negcio de traduo.
Ento ns podemos atirar isto, corra sims. Ns protegeremos o sistema inteiro. Ns figuramos que ns
poderemos ligar para CompuGuard e proteger o todo condenar cidade."
       "Ultrapassando voc mesmo, Jamie. Uma coisa de cada vez." Feeney espiou na tela de parede
onde eles podiam ver Roarke prendendo os sensores.
       "V correr seu medicals. Voc copia?"
       "Sim."
       "Normal de Medicals. Voc  bom para ir."
       "Inicializando."
       A Eve nunca tomou sua ateno longe da tela. Roarke amarrou seu cabelo atrs como ele
freqentemente fez quando ele estava trabalhando. E sua camisa estava negligentemente aberta. Suas
mos eram rpidas e afianavam como ele deslizou o disco em sua fenda.
       "Carregando o filtro. A estimativa setenta e dois segundos para upload nesta unidade.
Carregando britador de cdigo do Jamie. Quarenta e cinco. Diagnstico corrente de ponto de ltima
tentativa. A multitarefa com procura e esquadrinha para quaisquer programas carregados dentro das
ltimas duas semanas."

                                                                                                   136
       Ele estava trabalhando manualmente, com aquelas mos rpidas e fixas, transmitindo suas
intenes em uma voz que era viva e fresca, e bonita.
       "Disco e cpia duros de dados solicitados, to acessados. Upload completo. Ns somos
protegidos. L agora, Jamie. Trabalho bom. Os dados est surgindo legvel. Aqui agora, o que  isto?
Voc v os dados em monitor, Feeney?"
       "Sim, sim, espere Hmmm."
       "O que?" A Eve agitou bom ombro do McNab. "Sobre o que eles esto conversando?"
       "Ssh!" Tal ser sua concentrao, ele no notou sua gota de mandbula em seu comando como ele
dirigiu sua cadeira mais ntima para a tela. "Isto  to total." Esquecendo ele mesmo, ele comeou a
empurrar ele mesmo. E sua mo morta deslizou fora do brao da cadeira.
       Para um momento, ele simplesmente congelou, abastecimento de garganta do e Eve no olhar de
pnico chocado em seu rosto. Ento ele ajustou a cadeira suavemente, trazendo isto para uma posio
diferente assim ele era mais alto e mais direto, com uma viso melhor do monitor.
       O quarto estava cheio de perguntas de jargo novamente, rpido, comentrios, observaes como
estrangeira para ela to grego.
       "Algum fala em Ingls, condena isto."
       " sangrento brilhante. Eu no devia ter faltado este no primeiro passa." Roarke alcanou acima
de outro controlar, digitou em comandos por sente. "Ah, bugger isto. Ela est tentando falha-segura. No
ainda, voc cadela, eu no terminei com voc."
       "Proteo  quebrar em cima," Feeney o advertiu.
       "Feche," Eve ordenada. "Feche isto."
       "Est ainda em noventa por cento. Segure seus jatos l, Tenente."
       Antes dela poder repetir a ordem, Feeney interrompeu. "Ele est certo ainda, Dallas. Medicals
esto segurando. O filho de pulsao da cadela apenas mostra a um blip. Ele deve correr em gelo.
Roarke, v para concha. Tente o--"
       "Eu estou na concha inflamada." Sua voz era um murmrio, e irlands agora como um trevo. "E
eu j tentei isto. Inteligente bastardo. Olhe aqui, olhe para isto.  voz impressa. No pode anular
manualmente. Foda-se isto, l ela vai."
       A Eve viu seu monitor estourar com entalhes de pretos e brancos. Ele sacudiu fora discos de
dados um momento antes de um srdido moer som foi bem sucedido para os locutores, e uma plumagem
pequena, cinza de fumaa inchada da parte de trs da mquina.
       "Brindou," Jamie disse.




       Captulo 13


                                                                                                    137
       "Unidade est uma perda morta." Roarke teve ainda para abotoar sua camisa, porm ele removeu
os sensores. "Mas deu sua vida para uma boa causa."
       Ele girou um dos discos em sua mo. "Estes deviam ser limpos--nada naquele programa era
engrenado para o passeio externo. Mas eles deviam ser etiquetados e economizar para prova depois que
ns conseguimos extrair o programa inteiro. A cpia dura far no momento. Jamie, voc pode comear a
introduzir os dados de manh."
       "Eu posso comear agora."
       "Voc ter um pouco de ceia, ento uma fratura de recreao de duas horas. Se voc sentir como
pondo uma hora em depois de que--uma hora s--isto  bom. Na cama, luzes fora, por meia-noite. Se
voc no descansar seu crebro, no ser de qualquer costuma a mim."
       "Homem, nem minha me no  to rgida."
       "Eu no sou sua me. Feeney--"
       "Voc no quer dizer a mim quando for para a cama, criana. Eu sou velho suficiente para ser
sua me."
       "Eu iria perguntar se voc pudesse fazer com uma refeio. Eu imagino que todos ns
podamos."
       "Segure isto. S segura isto." Frustrado, Eve levantou ambas as mos. "Ningum come qualquer
coisa at que eu consiga uma explicao. O que voc conseguiu, e o que quer dizer? E se eu ouvir uma
palavra de computerese, todo mundo consegue comida de coelho."
       "Converse sobre rgido," Jamie rebateu.
       "Diga a mim," Eve Ordenou.
       "Ele conseguiu a freqncia," McNab disse a ela. "E o espectro. Outro minuto, topos, ns
teramos tido a pulsao e velocidade."
       "Basicamente, Tenente." Roarke arrastou a faixa fora de seu cabelo assim caiu gostou de chuva
preta. "Com um pouco mais trapaceando, ns temos seu vrus."
       "Voc conseguiu o mtodo de infeco?" Ela perguntou.
       "Possivelmente. Existem dados para analisar, mas do olhar eu podia embarcar no rolo de papel,
eu estou pondo meu dinheiro na simplicidade de e-mail."
       "Eles e-mail isto? Fudido e-mail?" A Eve quis simples, mas isto . . . isto era quase insultante.
"Voc no pode infetar aquele modo. CompuGuard--"
       "Nunca viu gente como este," Roarke interrompeu. "Minha suposio seria . . ." Ele diminuiu,
gesticulou. "V em frente, Jamie, antes de voc estourar."
       "Certo, veja o que parece que--e eu tenho que compreender como fazer -- que eles
encapotaram um doc, micro 'ed e stealthed--"
       "Voc quer comer rabanetes e alface?" Eve perguntou ligeiramente.


                                                                                                   138
       "Certo." Ele ajustou seu crebro para deitar condies. "Ento eles prenderam o vrus para o e-
mail, s no apareceu como tendo um anexo, no alerta o receptor. O remetente pode verificar se
entrasse s fazendo o padro esquadrinha em quando o correio era lido. Tido que carregar rpido,
realmente rpido, sem mostrar ao operador o que estava fazendo. Teve que conversar com a unidade,
temporariamente pelo menos feche os lembretes e alertas para um carregar. Ento ele arquivou
propriamente, como um documento, um documento invisvel no programa de passeio principal. No
registraria em um normal doc procura e esquadrinharia. No faz ID. Est s l, como espreitando e
fazendo seu trabalho.  radical de modo."
       "Certo, eu sigo isto." A Eve olhou para Roarke. "Se isto podia ser feito, como vem para que voc
no soube sobre isto?"
       "Tenente, eu sou chagrined."
       "Me, eu estou s sofrido fome." Jamie bateu levemente sua barriga. "Conseguida alguma pizza
pepperoni?"
       -=O=-***-=O=-
       A Eve teve umas fatias ela mesma, ofertado seu tempo pela comida ruidosa, confusa, deixe ela se
importar vento para o caso, longe disto, atrs novamente.
       Ela no estava certa quando atingiu seu--talvez quando Feeney casualmente lanceou algum do
macarro fora de prato do Roarke, ou quando Jamie esvaziou outra fatia de pizza em do McNab como
ele estirou atravs da mesa para outra por ele mesmo. Talvez ele sempre tinha estado l, e acabou de
escolher aquele momento para clarificar.
       Mira disse isto no terrao. Famlia.
       Isto era o que famlias fizeram, ela percebeu. Isto era o que ela nunca experimentaria como uma
criana. Jantares ruidosos, sujos com todo mundo discutindo todo mundo outro, que no era to
aborrecedor quanto devia ter sido.
       Piadas estpidas e insultos casuais.
       Ela no estava bastante certa o que fazer dele quando se aplicou a ela mesma, mas ela podia ver o
que poderia fazer para aquele padro quando algo ou algum danificou uma parte do todo.
       Se quebraria. Temporariamente para aqueles que eram forted suficiente para colar isso tudo de
volta em padro ou fazer outro. Permanentemente para aqueles que no podia. Ou no iria.
       Ela espiou em McNab. At aqui, com todo o tagarelar, existia uma sujeira de preocupao acima
de isso tudo. Se que uma parte delas ficou quebrados, o resto cairia abaixo como azulejos. Eles
formariam um novo padro--que era o trabalho--mas eles nunca esqueceriam o modo que tinha sido.
       Ela empurrou de volta da mesa. "Eu tenho algum material que eu preciso fazer."
       "O Morto de Caminhada dita existia bolo de chocolate."
       "Jamie," Roarke ligeiramente disse.


                                                                                                    139
       "Desculpe," Jamie relutantemente disse. "O senhor Caminhando Morto, tambm conhecido como
Summerset, disse que existia bolo de chocolate."
       "E se voc comer isso tudo, eu matarei voc em seu sono. Ento voc pode juntar-se O Morto de
Caminhada. Roarke, eu preciso conversar com voc."
       Como eles comearam, ela ouviu Jamie perguntar: "Pensem que eles so ir ir fazer isto?" E ouviu
o bofeto rpido da mo do Feeney no crnio adolescente.
       "Ns vamos ir fazer isto?" Roarke agarrou sua mo.
       "Queira que-me Feeney tem bate voc, tambm?"
       "Eu sou um pouco mais rpido que Jamie ainda. Mas eu tomo que significar ns no estamos
voltando de cima para um tombo rpido."
       "Quantas vezes um dia voc pensa sobre sexo?"
       Ele deu seu olhar de um considerar. "Isso ativamente estaria pensando sobre isto, ou s tendo o
conceito de espreitando l, como documento invisvel do Jamie?"
       "No importa. Voc viu Mira antes?"
       "Eu no fiz, no. Eu estava no lab. Desculpe eu a faltei. Peabody disse que Mavis parou por
tambm, e precisou de uma palavra privada com voc. Ela est certo?"
       "Ela  batida . . ." Ela no teve tempo para aquela pequena rotina novamente. "Ela  grvida."
       "O que?" Ele parou em seus caminhos.
       Era sempre um tratar, um raro, ver ele estupefazido. "Totalmente pregs, como ela pe isto. De
propsito, tambm."
       "Mavis? Nossa Mavis?"
       "Uma e a mesma. Ela entrou saltar e tecedura e danando. Eu no sei se ela devia estar saltando
ao redor assim agora. Parea como voc podia, eu no sei, desaloje a coisa l. Ela est realmente
exagerada."
       "Bem, isto  . . . adorvel," ele decidiu. "Ela est bem?"
       "Eu acho. Olhares grandes de qualquer maneira. Disse que ela estava vomitando nas manhs,
mas ela gostou disto. Eu no consigo isto."
       "No, eu no posso dizer que eu fazer qualquer um. Ns tiraremos eles para jantar assim que ns
podemos. Eu devia verificar em sua apresentao e horrio de gravao." Ele conheceu todo pedao
tanto sobre o cuidado e alimentao de mes de expectante como Eve fez. Que no era nada. "Eu no
suponho que ela devia estar excedendo."
       "Se esta tarde era qualquer medida, ela pegou suficiente energia para eles dois, e ento algum."
       Quando eles andaram em seu escritrio, ela fecha a porta. A ao fez ele erguer uma
sobrancelha. "Como voc vetou sexo, eu assumo que voc quer isolamento para uma razo menos
aprazvel."


                                                                                                        140
          "Eles esto bloqueando minha autorizao, e quando voc tem dois burocracias duking ele fora
no tribunal, voc pode morrer de causas naturais antes de existe um governante. Eu tive um sumrio
consultar com Mira. Eu ainda preciso ler seu perfil, mas ela deu a mim a essncia na oral. Eu consegui
Baxter  tomar."
          "Eve, o que ele  que voc quer que eu faa isto voc preferiria no querer que eu fazer?"
          "Pessoas esto morrendo, agora mesmo. Eles no sabem isto, mas eles so infetados, e para
algum j  muito tarde. Vai continuar espalhando. Um bom policial est morto. Outro . . . outro que  um
amigo meu--e Jesus, eu no posso acreditar em que eu sou amiga de tal idiota--no pode caminhar
novamente debaixo de seu prprio poder. Algumas das respostas para que est fazendo isto esto
naqueles arquivos selados."
          "Ento ns quebraremos o selo."
          Ela olhou fixamente para ele, ento amaldioando, girado longe. "E o que me fao algum
diferente deles? Eu estou disposto a deslizar em torno da lei porque eu penso que eu sou certo."
          "Porque eles so pessoas de matana."
          "Eu posso dizer a eu mesmo isto. Mas  s um assunto de graus."
          "O inferno . Voc sempre ter uma conscincia, e voc sempre questionar o certo e errado
disto. Se preocupa isto para a morte, e voc mesmo com isto. Voc sabe a que distncia empurrar a linha
antes dele fraturas, Eve. Voc nunca quebrar isto. Voc no pode."
          Ela fechou seus olhos. "Eu disse algo semelhante a Baxter. Eles esto usando a lei para diminuir
me a velocidade. Eu no posso deixar eles."
          "Seria melhor se ns usssemos o no registrado."
          Ela movimentou a cabea. "Vamos pegar isto feito."
          -=O=-***-=O=-
          O quarto era acessvel s por voz e impresso de palma. S trs pessoas eram passadas sem
tocars para entrada.
          Existia uma janela nica, larga e descoberta para a noite agonizante. Mas ela soube que era
isolamento ofereceu a prevenir ningum nervoso suficiente para tentar um flyby de ver em.
          O quarto propriamente era projetado quase rigidamente. Isto era trabalhar espao. Espao srio.
Existia um largo, U-formado console em macio e lustroso preto que comandou toda a pesquisa,
recuperao, comunicao, e sistemas de dados. Sistemas no registrados com CompuGuard, e ento
ilegal.
          A primeira vez que ela viu isto, bem durante um ano antes, at ela reconheceu o nvel de
equipamento como superior a qualquer coisa em Central. Desde ento, algumas unidades tinham sido
melhoradas.
          Ela imaginou existiam alguns brinquedos aqui no ainda no mercado.


                                                                                                       141
       Existiam comp estaes com monitores, um holo unidade, uma estao auxiliar pequena, que
agora ostentou seu prprio miniholo.
       Cruzamento o glassed azulejo preto, ela estudou a nova adio. "Nunca visto como isto."
       "Prottipo. Eu quis correr alguns testes nele sem documentar eles. Parece ser descobrir bem."
       " realmente pequeno."
       "Ns estamos trabalhando em pequenos ainda. Tamanho de Palma."
       Ela olhou em cima. "Saia. Palmas com completa holo funo?"
       "Trs anos, talvez menos, e voc estar deslizando um em seu bolso s como seu 'vnculo." Ele
colocou sua palma na tela de identificao do console. "Roarke. Operaes abertas."
       O console veio para vida com luzes. A Eve subjugada para juntar-se ele, anunciada sua palma.
"Dallas."
       Identificao verificada, Querida Eve.
       Ela silvou. "Por que voc faz isto? Est envergonhando."
       "Querida Eve, o computador, porm brilhante,  um objeto inanimado e no pode envergonhar
qualquer um. Onde voc gostaria de comear?"
       "Comece com Cogburn. Ele foi seu primeiro. Voc pode puxar os dados fora de minha unidade."
Ela deu a Roarke o nmero de caso e o nmero de arquivo para suas notas.
       Ele teve eles acessados, copiou, e exibido em quase menos tempo que a levou para dar a ele os
nmeros.
       "Voc v sua folha? Eu fiz anotaes dos arquivos de caso que o conectam s outras vtimas por
oficiais interessantes, assistentes sociais, legais, mdicos. As entrevistas comeadas do Baxter onde ns
temos vtima ID, mas ele no conseguiu uma pancada."
       "Pancada."
       "O vibe."
       "Nenhuma pancada na vtima," Roarke repetiu com uma risada. "E voc ameaou comida de
coelho para comp jargo."
       "Jeez. Em entrevistar identificou vtimas relacionadas a este assunto, Detetive Baxter no achou
nenhuma conexo para Os Investigadores de Pureza, nem sentiram qualquer indicao de conexo de
declaraes, atitude, ou cheques de fundo."
       "Eu consegui isto a primeira vez, querida, mas ele  tal diverso para ouvir que voc explicar isto
para mim em tal oficial afina."
       "Partindo," ela continuou. "As entrevistas de lista de relatrios incidente com dois adicionais
menores. Registros selados."
       "Me levar alguns minutos."
       "Sim. Eu conseguirei o caf."


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        "Vamos ter algum vinho ao invs," ele disse como ele comeou a trabalhar em um teclado. "Eu
preferiria no ser zumbido em cafena."
        "Eu preciso manter afiado."
        "Qualquer mais afiado, voc estaria desenhando sangue. Agora isto est interessando."
        "O que?"
        "Existe um quarteiro secundrio neste arquivo. Isto no  habitual para um selo normal.
Condene bom quarteiro, tambm. Bem agora." Ele rolou seus ombros como de um pugilista sobre
entrar no ring.
        "Quando era colocado?" Ela se apressou de volta para se debruar acima de seu ombro. "Voc
pode dizer quando era colocado?"
        "No conversando." Ele a escovou de volta, e continuou a trabalhar maneta. "Sim, realmente, eu
vi seu trabalho antes, no ? Voc  bom, muito, muito bom. Mas . . ."
        "Ele chega a conversar," Eve murmurou e porque assistindo a velocidade de seus dedos que
voam acima de chaves feitas seu antsy, ela foi conseguir o vinho.
        "Conseguiu ele." Roarke se sentou de volta um momento, alcanou uma mo sem glancing nela
tomar a taa de vinho. "No teria sido bastante aquele rpido se eu j no lidasse com seu trabalho
naquelas duas unidades no lab."
        Agora, existe uma pancada, ela pensou. "Voc est certo disto?"
        "Um bom compu-jock tem um estilo. Tome minha palavra para isto, o quarteiro era adicionado
pelo tech que projetou o vrus. Ou techs. Eu duvido que isto era o trabalho de um."
        "Organizou, completo, e qualificada." Eve movimentada a cabea. "E cuidadosa. Vamos ver que
eles quiseram esconder."
        "Tela Trs. Exibio."
        "Duques de Devin," Eve l. "Doze na hora do incidente." Ela esquadrinhou os dados depressa
para chegar  carne. "Certa, Cogburn o vendeu um pouco de Jazz. Os pais--Sylvia e Donald--
aumentaram isto, confrontou a criana, apertou os botes certos, e conseguiram a histria. Trouxe para
dentro a criana para fazer a reclamao, e DS Dwier pegou o caso."
        "Poderia ter sido mais sbio para deixar o Polis fora disto."
        Ela olhou de volta, friamente. "Com licena?"
        "S um pensamento. Arrastando o menino em uma loja de policial, pondo ele no sistema. Ponha
suas costas em cima, no iria isto?"
        "Um crime tinha sido cometido."
        "Absolutamente. Eu maravilha justa se poderia ter sido mais simples e limpador para permanecer
a criana em sua cabea, por assim dizer, em casa inicialmente em lugar de o ter cercado por distintivos
e relatrios."
        "Ns raramente torturamos menores estes dias. Eles quebram to fcil, no  muita diverso."

                                                                                                       143
       "Tortura tem uma definio diferente para um menino de doze. Mas . . ." Ele encolheu seus
ombros, elegantemente. "Que dificilmente para do nosso ponto, ? Parece uma ocorrncia relativamente
pequena para ir para tal dificuldade para fechar longe."
       "Cogburn foi trazido para dentro, ID iria, carregou," Eve continuou. "Mas os pais esvaziaram a
evidncia. Cogburn manteve que ele tem bebido em um bar no momento a criana declarou a compra
afundou. O garom de bar volta Cogburn. Provavelmente merda. Os lugares assim atrs Jack O
Estripador se Jack espalha suficiente graxa. Dwier sujou este em cima."
       O aborrecimento afiou ela verbalizar. "Ele no devia ter Cogburn carregado to rpido. Por que
ele no o trabalhou primeiro, trabalhe o garom de bar? Hesite, mbito fora sua rotina, pegue ele em
cima fazer outro negcio? Estale uma carga nele assim, ele advogados em cima, moluscos em cima. Ele
conhece pego do Dwier nada alm da palavra da criana. E veja aqui, voc tem o relatrio de Servios
de Criana. Clarissa Avalia. Diga que o secundrio era relutante, desafiante, no cooperativo.
Confrontacionais com pais. Recomende que famlia aconselhando e yadda-yadda. Dwier precisou suar
Cogburn porque sua testemunha era hostil e desprezvel."
       "Que  algo como dizendo que suas costas estava em cima. Olhe adicional," ele disse antes dela
poder grunhir nele, "no relatrio de CS. O preo declara o trabalho escolar do menino tem estado em
declnio fixo. Sua atitude na escola, e em casa, pobre. Chocando em seu quarto, escolhendo brigas. E
assim por diante. A raiz do problema no era na compra do Jazz, a raiz estava no menino, e em casa."
       "Talvez muito, mas o resultado era os pais reagindo exageradamente, o policial salta muito
rpido, bocas de assistente social chavo, e o sistema falha a criana."
       "Isto  como voc v isto?"
       "Eu vejo Dwier no fez seu trabalho de maldio neste aqui, mas eu no sei como eu vejo o
retrato inteiro." Ela estudou os dados, distraidamente girando uma mexa de cabelo do Roarke ao redor
seu dedo. "Eu sei que eles estejam vendo a ltima parte. O sistema falha. Mas voc  certo, isto no 
suficiente esconder. Ento existe mais. Deixe seja escavao em folha do Fitzhugh."
       Roarke achou mais bloqueia l tambm. Mas ele teve a ranhura agora e quebrou eles depressa.
"Autores de aes secundrios, Jansan, Rudolph . . . ah aqui ns somos. Duques de Sylvia e Donald,
arquivando em nome de seu filho de quatorze anos de idade, Devin."
       "Sim, sim, CS rep, Preo, investigando oficial DS Dwier. Clique, clique, clique."
       "Existe um--"
       "No conversando," ela ordenou.
       "Touche," ele replicou, e se sentou de volta para assistir ela trabalhar.
       "Criana acaba no centro de sade este tempo. Sodomizado, facial contundindo, pulso
pulverizado. Tox reporta . . . conseguiu que ele mesmo Animou novamente, e perseguiu isto com lcool.
Conseguido um pouco de corpo perfurando agora. Galo e ornamentos de mamilo. Dwier pega isto
novamente. Mas olhe aqui, Avalie etiquetou ele, especificamente. Algo acontecendo entre eles."

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       Ela retirou-se seu livro de memorando, comeou a tomar notas como ela esquadrinhou dados. "O
doutor determina estupro--Stanford Quillens. Ns veremos se ele aparecer novamente. Mas eles no
agitam nome do Fitzhugh fora da criana por vinte e quatro horas. No quer conversar sobre isto. Por
que eles pensam que voc quer conversar sobre isto? Unir-se contra ele em casa no dia seguinte. Preo,
Dwier, os pais, conselheiro de estupre, quem  isto? Marianna Wilcox. Devia ter conseguido um
conselheiro. Ele no quer derramar esta para uma fmea. Eles so s estpidos? Computador, texto de
cpia de vtima entrevista para minha unidade de casa."
       Mas ela l isto por de onde ela permaneceu. Deu seu um gosto azedo na boca, um sentimento
gorduroso no intestino. Tantas das perguntas estavam familiarizadas. As mesmas tinha sido perguntado
dela uma vez.


       QUEM FEZ ESTE PARA VOC?
       NS QUEREMOS AJUDAR VOC, MAS VOC PRECISA DIZER os EUA O QUE
ACONTECEMOS.
       VOC se sentir MELHOR UMA VEZ QUE VOC PEGA ISTO.


       "Bullshit, bullshit, voc no se sente melhor. s vezes voc nunca se sente melhor. Por que eles
no dizem isto como ? Voc tem sido fudida, criana, e ns somos real arrependido que ns temos que
foder voc de novo. Diga a ns como era, e no sobremos os detalhes, ento ns podemos escrever isso
tudo em cima e fazemos isto reais tudo de novo."
       "Eve."
       Ela agitou sua cabea ferozmente. "Eles tm boas intenes. A maior parte deles de qualquer
maneira. Mas eles no sabem."
       "Este menino no  como voc." Ele estava de p atrs dela agora, deitadas suas mos em seus
ombros e comeava a esfregar. "Ele  problemtico, e procurando por dificuldade. Eu sei sobre isto.
Seguramente ele conseguiu mais que ele mereceu naquela rea, mas ele no  como voc."
       Ela acalmou, debruado atrs contra ele. "No como voc qualquer um. Voc era mais esperto,
mais mdio, e voc no era gay."
       "No discutindo com isto." Ele beijou o topo de sua cabea. "Sua confuso acima de sua
sexualidade  provvel a causa para a maior parte de seu comportamento e as conseqncias disto."
       "Aqueles e seus pais. Voc conseguiu Donald aqui, oito anos de servio militares. Marinha. Uma
vez que um marinho, sempre um marinho. A me toma a rota de me profissional. Eles pem voc nas
escolas particulares, trs em cinco anos. Puxe voc fora em instruo de casa dois meses antes do
incidente com Fitzhugh. Ele pegou um irmo de criana aqui. Trs anos mais jovens. Nenhum problema
l, pelo menos isto  aparecer em dados pessoais. Mas eles o arrancam em instruo de casa, tambm.
No tomando nenhuma chance."

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       "Voc notou a profisso do pai?"
       "Sim, cientista de computador. Clique, clique." Ela se virou conseguir seu caf, lembrou ele era
vinho. Fanzindo o cenho um pouco, ela conformou-se isto.
       "Devin vem logo Fitzhugh, reivindicaes ele era levantado um clube depois dele snuck fora da
casa. Admita que ele mostrou a fraude ID, admite que ele estava um pouco zumbia, e que Fitzhugh diz
como ele est fazendo uma festa em seu lugar. Ele vai com ele. A maior parte disto  provavelmente
slido, entretanto ele consegue smokey. Ele reivindica Fitzhugh o conseguiu bbedo, mas o muito baixo
do tox nvel para o modo que ele toca isto. Ele era zonked, no soube o que estava continuando.
Fitzhugh o conseguiu no playroom, conseguiu ele em restries. Ele tentou cair fora, mas Fitzhugh o
dominou, bateu ele ao redor, ento o estuprou."
       "No seria a primeira vez. Os lobos caam ovelhas.  sua natureza."
       "Mas no afundou assim aqui. Dwier teve que saber que no afundou s assim. Talvez ele era
estupro, criana era um secundrio to consensual ou no, Fitzhugh  um porco. Mas ele no bateu
Devin ao redor. O pai fez. Voc olha para folha do Fitzhugh. Ele nunca batida em suas vtimas. Ele no
usou fora. Ele usou persuaso, suborno, ameaas. Tentando fazer o caso com fora era uma das razes
que eles o perderam."
       "Ento voc l isto como Dwier, provavelmente junto com os Duques e Preo, tentados construir
seu caso fora de palha, e o lobo derrubou isto."
       Ela se sentou no consolar. "Mentiras, meias-verdades, e piolhenta trabalho policial. Eu acho isto
 palha. Eu direi a voc como afundou. A criana se escapa sorrateiramente da casa. Provavelmente ele o
fez dzias de tempo. Eles tentam o engaiolar em, mas ele no est tendo isto. Ele no  seu goddamn pai.
Ele no  seu anjo-rosto beb shithead irmo. Ele encabea para um clube que supre para mesma-
orientao de sexo. Ele no est procurando por uma menina. Fitzhugh est cantarolando e cheirar carne
fresca. Compre a criana uma bebida, talvez oferece a ele um pouco de ilegais. Surja para meu lugar,
existe mais onde isso veio de. A criana mantm o agradvel, afiance zumbe ida, e Fitzhugh faz o que
Fitzhugh faz. O zumbido est dissipando."
       "No  nenhum mais bonito um retrato pintou seu modo."
       "Nenhum mais bonito," Eve concordou. "Mas ele  o retrato certo. Quatorze da criana. Ele est
bravo, ele  confuso, ele tem vergonha. Ele vai para casa, se move furtivamente de volta em. Mas ele 
pego. Ele cheira do lcool e o sexo, e o pai perde seu temperamento. Agarre ele pelo pulso, esbofeteia
ele. Lgrimas, gritos, recriminaes. Provavelmente um pouco de nome-chamando o pai lamentado.
Leve ele para o centro mdico, ordene ele para dizer que os danos secundrios eram um resultado do
assalto sexual. Ele  causado a famlia suficiente dificuldade, condena isto, e ele vai fazer o que ele 
informado."
       "E no fim," Roarke continuou, "se quebrou. Fitzhugh caminhou, porque entre outras coisas, os
outros estavam muito ocupados protegendo sua imagem."

                                                                                                     146
       "Sim, que fao-me sentir melhor sobre examinar cuidadosamente para seu lugar amanh e
questionando a famlia. Eles no sero os nicos uns. Vamos achar os outros."
       "Eu instalar a procura j, adicionando em arquivo do George." Ele sorriu nela, movida em,
cutucando seus joelhos separadamente assim ele podia ajustar seu corpo entre eles. "Marcar bloqueou,
e eu tenho introduzo a srie de comandos para ultrapassar o quarteiro, abra o selo."
       "Dedos ocupados."
       "E eles tm vida neles ainda." Ele deslizou eles debaixo de sua camisa. "Levar um pouco de
tempo para terminar a tarefa. Somente, eu diria, suficiente tempo."
       "Eu estou de servio."
       "Eu, tambm." Ele aliviou em e achado, com sua boca, o lugar s debaixo de sua linha da
mandbula ele gostou de melhor. "Por que voc no d a mim uma ordem, Tenente?" Seus dedos lidos
rapidamente acima de seus peitos, seus lados, e ao redor suas costas para danar junto sua espinha.
       A excitao apressada depois deles. Ela soube o que ele estava fazendo--lavando longe as
sombras do retrato eles s pintariam. Educando as cores fortes, claro de seus prprios.
       "Corte aquele." Ela angulada sua cabea muito seus lbios podia arrastar em cima. "Em um
minuto."
       "Isto est empurrando at minha velocidade e agilidade, mas ns comearemos com um minuto."
Ele pegou seu lbulo da orelha entre seus dentes. "E veja como vai."
       Seu crebro estava comeando a nvoa em cima, seu corpo comeando a acelerar. "Deus, voc 
bom nisto."
       " que entrando em meu arquivo oficial como um . . ." Sua boca achou sua, afundou em. ". . .
Perito consultor, civil?"
       "Eu manterei isto em meus registros pessoais." Sua respirao pega. Como o inferno ele
conseguiu sua camisa fora de to rpida? "Isto  que . . . ns no podemos fazer este em um comando
console."
       "Eu penso que ns podamos." Ele j desengancharia sua cala comprida. "Mas ele faz falta um
pouco algo. Engate em," ele disse, e deu seus quadris um impulso at que suas pernas eram embrulhadas
ao redor sua cintura.
       "Minuto  precisa estar em cima," ela sussurrou, mas no podia resistir mordiscando em sua
garganta.
       "Vamos ver se ns podemos fazer tempo parar."
       Ele abriu um painel de parede. Uma cama deslizou fora. Quando ele a caiu para o colcho, ela
manteve suas pernas e gancho de braos ao redor ele e usou o impulso para vir logo topo dele.
       "Vai ser rpido," ela o advertiu.
       "Eu posso viver com isto."


                                                                                                      147
        Ela rasgou abre sua camisa, correu sua mo um duro varrer acima de seu trax, ento abaixado
para raspar seus dentes acima de carne.
        O gosto dele j era uma parte sua, viveu dentro dela. Ainda ela sempre quis mais. E tomou mais,
esmagando sua boca para dele at o calor a encharcou.
        Ela podia sentir isto bombear dele, dela como bocas e mos viradas avaras. A abasteceu,
pulsando por seu sistema como um tapa de adrenalina.
        Quando ele a sacudiu para arrastar em sua cala comprida, ela arrastou em seu. Seu corao
martelado debaixo de sua boca inquieta. Seus msculos tensionaram debaixo de suas mos impacientes.
        Eles arrastaram, puxou, arrancado e rasgaram de forma que ela era desnuda e rindo quando ela
rolou novamente para o escarranchar. O riso se tornou um ronronar de prazer como ela o levou dentro
dela.
        Ela apertou ao redor ele e o dirigiu louco com necessidade. Empinando-se, ele fechou sua boca
em seu peito, chupando ela em at que sentiu como se ele podia alimentar em sua batida do corao. O
sabor, o calor, o odor de companheiro. Ela arqueou, deixando ele a encher.
        Ento comeou a mover.
        Ela o repeliu, braceadas suas mos em um ou outro lado de sua cabea e usou seus quadris para
fixar um passo furioso.
        A excitao, a extremidade escura e perigosa disto, fatiou por ele. Seu rosto era vivo, to vivo
com propsito e prazer. E ela o montou como se suas vidas dependiam disto.
        O ar espessado, sua vista escurecida. Ela era um obscurecer de branco e ouro.
        "Voc examina cuidadosamente." Sua voz era crua. "Voc deixa vai."
        Seu corpo mergulhado para sua. Ele pensou que era como sendo tragado vivo. Ele ouviu ela
clamar como ela mergulhou depois dele.
        -=O=-***-=O=-
        Ele a desenhou abaixo, desenhou ela em enquanto eles moveram de volta.
        "Sexo  engraado," ela murmurou.
        "Eu estou ainda rindo."
        Ela bufou e tornou seu rosto no lado de seu pescoo para um momento. "Sim, isso era uma
realmente boa piada, mas eu quis dizer s vezes bate voc fora assim voc sente como voc podia dormir
por um ms. Outros tempos ele bombeia voc em cima assim voc sente como voc podia correr uma
maratona. Eu pergunto-me por que isto ?"
        "Eu no podia dizer, mas eu tenho um sentimento que este aqui cai na categoria posterior."
        "Sim, eu sou remexido." Ela trocou, plantou um beijo rpido, duro em sua boca. "Obrigado."
        "Oh, qualquer que eu posso fazer para ajudar."
        "Bem, voc pode conseguir seu grande olhando traseiro em cima assim eu posso ver o resto dos
dados." Ela chupou em uma respirao alegre, ento desapareceu. "Eu quero caf."

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       "Vai ser uma noite longa. Por que ns no temos algum daquele bolo para ir com isto?"
       Ela agarrou sua camisa. "Boa pensando."
       -=O=-***-=O=-
       Entre o sexo e cafena, seu nvel de energia ficou alto at depois de trs da manh Ela teve mais
seis nomes em sua lista, e no teve nenhuma dvida existiam mais. O plano de jogo j estava formado
em sua cabea.
       Ela comearia de manh com os Duques.
       Quando ela agarrou ainda outra xcara de caf, Roarke simplesmente empurrou isto fora de do
alcance dela. "Voc  cortado, Tenente, e saindo trabalhar."
       "Eu tenho outra hora em mim."
       "Voc no faz, no. Voc foi plido, o qual est um sinal certo que voc bateu a parede. Voc
precisa de algum sono ou voc no ser afiado amanh. Voc ter que ser se voc vai fazer o que eu
assumo que voc vai fazer e empurro para entrevistas com estas famlias. Voc tomar Peabody?"
       Ele perguntou mais para distra-la que uma necessidade para conhecer. Ele fecha o equipamento,
deslizou um brao ao redor sua cintura.
       "Eu tenho ido de um lado para outro nisto. Se eu a levar, eu estou a pondo no apertar. Se eu no
fizer, ela ser irritada e amuada. Ela  realmente aborrecedora quando ela estiver amuando."
       Ele a teve no elevador antes dela perceber isto. Que provou, ela sups, que ela perdeu sua
extremidade pela noite.
       "Eu acho que eu deixarei isto at ela. Ou talvez eu irei . . ."
       "Decida de manh," ele terminou, e a guiou fora para a cama.




       Captulo 14


       McNab no estava tendo muita sorte que fecha pela noite. Ele se sentiu inquieto e intil
provendo a cama. Na escurido. Mais cientes das partes entorpecidas dele que o resto. Enumerando suas
prprias batidas do corao. Como eles eram carrapatos de um relgio, ele pensou, carrapato-bloqueio
fora do resto de sua vida como metade-l, meia ido.
       Era mais fcil durante o dia quando o trabalho manteve sua mente ocupada, empurrou ele para
pensar sobre algo diferente dele mesmo. E aquele carrapato-tock. At que ele foi agarrar algo, ou
levante-se ou arranho justo seu prprio traseiro de maldio.
       Inundou ento, menino. Como um goddamn onda relativa a mar.
       Carrapato-tock.
       Se ele fechasse seus olhos que ele podia ver isso tudo acontecimento novamente. O grito, o
movimento, o obscurecer da mo do Halloway erguendo a arma, desenhando uma conta. E ele podia

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sentir isto novamente, aquela exploso quente glacial o chutando em cima e atrs e abaixo. Que um
momento, s aquele, de no sentindo nada.
       Se ele movesse s um pouco mais rpido, se ele saltasse o outro modo. Se Halloway no
despediu muito fecha e to limpo.
       Se, se, se.
       Ele soube o que suas chances de voltar para eram agora. At de trinta por cento e caindo.
       Ele era fudido, e todo mundo soube isto. Eles no tiveram que dizer isto. Ele podia ouvir eles
achando isto.
       Especialmente Peabody.
       Ele praticamente podia ouvir ela achando isto em seu sono.
       Ele girou sua cabea, e podia ver o esboo dela na escurido, na cama ao lado dele.
       Ele pensou sobre o modo que ela tagarelou longe--sobre o trabalho, o caso, a criana Jamie,
mais ou menos mil coisas para evitar quaisquer buracos de silncio enquanto ela ajudou ele ficar despido
pela noite.
       Cristo, ele no podia nem desabotoar suas prprias calas.
       Note para auto, ele pensou acidamente. Zperes, Velcro, e tipcot prendedores s nos futuros.
       Ele lidaria com isto. Voc correu com os dados que voc chegou. Mas ele seria maldito se ela iria
ser presa com ele.
       Ele agarrou o suporte de enxergo com sua boa mo, tentada alavanca ele mesmo em cima.
       Ela mexeu, trocou, e sua voz terminou da escurido, muito clara para ela ter estado dormindo.
       "O que  o assunto?"
       "Nada. S queira levantar. Eu tenho isto."
       "Eu darei a voc uma mo. Luzes em, dez por cento."
       "Eu disse que eu tenho isto, Peabody."
       Mas ela j estava fora da cama, vindo a si para seu lado. "A aposta voc precisa urinar. Voc e
Jamie devem ter chupado abaixo um galo de leite cada com aquele bolo. Eu podia ter dito voc--"
       "Volte para a cama."
       "No pode dormir de qualquer maneira. Eu continuo pensando sobre o caso." Seus movimentos
eram to vivos e prticos quanto seu tom quanto ela o fugiu em cima, ergueu, trocou, e o manobrou em
sua cadeira. "Voc tem que figurar Dallas e Roarke esto trabalhando em algo ou eles teriam--"
       "Sente-se."
       "Eu vou ter alguma gua."
       "Sente-se, Peabody."
       "Certo, certa." Ela manteve o metade-sorriso em seu rosto como ela se sentou no lado da cama o
enfrentando. Era demais? Ela perguntou-se. No suficiente? Seus msculos eram to nodosos sentiu
como uma tropa de Exploradores de Mocidade teve praticado para um distintivo de mrito com eles.

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         Ele pareceu to cansado, ela pensou. Ento horrivelmente, horrivelmente delicado de alguma
maneira.
         "Isto no vai trabalhar. Ns no vamos trabalhar."
         "Isto  uma coisa estpida para estar conversando sobre s trs de manh." Ela comeou a
levantar, mas ele deitou sua boa mo em seu joelho.
         Ela estava vestindo uma camisola vermelho claro, e seus dedes do p eram pintados a mesma
sombra. Seu cabelo era sujo, sua boca horrenda.
         E McNab percebeu Roarke tinha sido direito em algo que ele disse uma vez. Ele era apaixonado
por ela. Isso significou que ele teve que fazer este direito.
         "Olhe o que eu iria fazer era escolher uma briga, irritar voc fora de suficiente assim voc iria
tempestade. No aquele duro de fazer. Voc  curvado bonito fcil. Ns cessaramos bruscamente isto e
iramos nossos modos separados. Mas isso no parece certo. Alm disso, voc teria ganhado para isto de
qualquer maneira. Ento eu vou tocar isto diretamente com voc, Peabody."
         " muito tarde para ter este tipo de argumento. Eu estou cansado."
         "Voc no estava dormindo. Nem era eu. Vamos, She-Body, oua-me." Ele viu seus olhos
comearem a brilhar e fechar seu prprio. "No ligue a torneira, certa? Isto j extrai alto."
         "Eu sei o que voc vai dizer. Voc  bagunado, voc  prejudicado e voc quer cessar
bruscamente coisas porque voc no quer atarraxar em cima minha vida. Blah, blah."
         Ela cheirou, bateu uma mo debaixo de seu nariz. "Voc quer que eu v embora porque voc no
pode, ento eu posso ter um total, vida significante sem o fardo de ser preso com voc. Bem, consiga
fucked, McNab, porque eu no estou caminhando. E voc conseguiu me irritar apenas pensando que eu
iria."
         "Aquela parte de coberturas disto." Ele suspirou, mantida sua mo em seu joelho. "Voc no
caminharia, Peabody. Voc  slido, e voc no caminharia quando eu for . . . quando eu for como isto.
Voc pegaria, e voc continuaria pegando ainda que seu mudado sobre tudo. Voc  slido, e  disso que
um slido faz. Depois de um enquanto, nenhum de ns conheceramos, no com certeza, se voc fosse
comigo porque voc quis ser ou porque voc se sentiu obrigado."
         Ela conseguiu uma linha teimosa entre suas sobrancelhas e girou sua cabea de forma que ela
olhou fixamente para a parede em vez daqueles olhos sbrios, srios verdes. "Eu no estou escutando
este."
         "Sim, voc ." Ele aliviou de volta, agarrou o brao da cadeira com sua boa mo. "Eu no quero
um mdico, e voc no quer ser um. Para causa do Cristo, eu no poderia tomar um urinar sozinho se
Roarke e Dallas no deram a mim esta fudida cadeira. Ela est me mantendo no trabalho, e ela no tem
que. Eu no vou esquecer isto."
         "Voc est s lamentando por voc mesmo."


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         "Fucking A." Ele quase sorriu. "Voc tenta ir vinte e cinco por cento morto e ver o quo rpido
voc arrasta fora os violinos. Eu sou irritado e eu sou assustado, e eu no sei que diabo eu vou fazer
amanh. Se eu precisasse viver como isto, ento isto  as fraturas."
         Ele no iria ser um choro, ele lembrou ele mesmo. Ele no iria ser um choro. "Mas eu tenho
um direito de instalar as regras, e eu no quero voc ao redor."
         "Voc no sabe que voc vai ter que viver como isto." Ela vomitou suas mos, tentando para
exasperado enquanto lgrimas queimaram a de volta de sua garganta. "Se ele no voltar em alguns dias,
voc ir para aquela clnica."
         "Eu irei. Eu deverei Dallas e Roarke grande isto, tambm, mas eu irei. E talvez eu ficarei
sortudo."
         "Eles tm uma taxa de sucesso de setenta por cento."
         "Eles conseguiram uma taxa de falha de trinta por cento. No converse nmeros para um e-
homem, beb. Eu preciso enfocar em eu mesmo durante algum tempo. Eu no posso pensar sobre como
coisas podem ou no podem descobrir conosco."
         "Ento ns caixa justa que em cima assim voc no tem que se preocupar sobre isto? Agora voc
 um covarde, tambm."
         "Goddamn isto! Goddamn isto, voc no pode conseguir que eu preciso fazer isto, para voc?
Voc no pode dar a mim uma folga piolhenta aqui?"
         "No ache." Seu queixo sobressado fora. "Voc j teve sua folga piolhenta. E eu direi a voc, eu
no sei como coisas vou descobrem conosco qualquer um. Metade do tempo eu no sei que diabo eu
vejo em voc. Voc  irritante, voc  malfeito, voc  fraco, e voc certamente no combina minha
imagem de infncia de homem de sonho da Delia. Mas eu estou dentro agora e eu fao minhas prprias
escolhas. Quando eu quiser fora, eu sairei. At ento, voc pode fechar porque eu estou voltando para a
cama."
         "Suposio Roarke mais a imagem de homem de sonho da Delia," ele murmurou.
         "Condene direito." Ela balanou suas pernas atrs na cama, esmurrados seus travesseiros.
"Espertos, sensuais, magnficos, ricos, e perigosos. Nenhum dos quais que voc  agora, ou era antes de
voc ser atirado. Nenhum dos quais que voc pode esperar ser uma vez que voc est em cima e
danando novamente qualquer um. Consiga seu prprio lamentvel auto atrs na cama. Eu no sou seu
enfermeira."
         Ele a estudou como ela deitou de volta, dobrados seus braos atravs de seu trax e luzindo no
teto.
         E ele comeou a sorrir. "Voc  bom. Eu no vi que vindo. Irritar-me, insulto mim--a
observao no sensual  o aquele , a propsito--e empurra o argumento fora de sua rbita."
         "Beije meu traseiro."


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       " uma de minhas atividades de favorito recreativo. Eu no quero lutar com voc, She-Body. Eu
s penso que ns podamos ambos os uso um pouco de tempo, um pouco espao. Eu me importo com
voc, Dee. Eu realmente me importo com voc."
       Fez sua picadura de olhos novamente. Ele nunca chamou ela Dee. Ela manteve seus lbios
apertou firmemente junto, com medo ela poderia comear a soluar. Certa a expresso mortal ela
trabalhou sobre seu rosto teria feito seu tenente orgulhoso, ela girou sua cabea.
       Ento ela se sentou em cima gostou de um foguete ocorrendo o bloco de lanamento, e olhou
fixamente. "Voc est arranhando seu brao."
       "O que?"
       Muito lentamente, tremendo s um pouco, ela apontou. Ele seguido a direo e viu que ele tem
arranhado distradamente em seu brao direito. "Ento, coa. O que eu estou tentando dizer . . ."
       Seu corpo foi muito quieto. Ele teria jurado seu prprio corao parou. "Coa," ele administrou.
"Sente como um grupo de agulhas debaixo da pele. Oh Cristo."
       "Est acordando." Ela se lanou fora da cama para ajoelhar ao lado de sua cadeira. "Que tal sua
perna? Voc pode sentir qualquer coisa?"
       "Sim, sim, eu--" A coceira cresceu enlouquecedora, e seu corao comeou a martelar. "Ajude-
me, no ? Sem parar o quadril. Eu no posso alcanar. Ahhhh."
       "Eu tenho que chamar Summerset."
       "Pare de arranhar e eu matarei voc."
       "Voc pode mover seus dedos, dedes do p, qualquer coisa?"
       "Eu no sei." Ele chateia abaixo, tentado ignorar a sensao em seus bceps, em sua coxa que era
como sendo picado com mil agulhas quentes. "Eu no acho."
       "Voc sente isto?" Ela apertou seu dedo polegar contra sua coxa, e pensou que ela sentiu um
tremor de msculo.
       "Sim." Ele lutou de volta a inundao quente de emoo que esguichada em sua garganta. "Por
que voc no troca aquelas aperto algumas polegadas  esquerda? Distraia-me antes de eu comear a
gritar deste coando."
       "Seu pnis nunca foi entorpecido."
       Uma lgrima derramada fora de sua bochecha, estatelada em sua mo. E ele soube que a
sensao mais doce que ele j sentiria era to morno, lgrima molhada contra sua mo de despertar.
       "Eu amo voc, Peabody."
       Ela olhou nele, com surpresa. "Olhe, no fique louco--"
       "Eu amo voc." Ele deitou sua boa mo em sua bochecha. "Eu figurei que eu perdi minha chance
de dizer a voc isto. Eu no vou arriscar perdido isto novamente. No diga nada, certo? Talvez voc
podia s dar isto uma chance de adaptar-se."


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       Ela umedeceu seus lbios. "Eu podia fazer isto. Eu preciso conseguir Summerset em cima aqui.
Ele devia . . . fazer algo. Provavelmente." Quando ela endireitou, seus joelhos cambaleados. E ela girou
e rachou sua canela dolorosamente na cama. "Merda. Merda. Uau."
       Ela mancou para o vnculo da casa enquanto McNab arranhou seu pulsando brao e sorriu
abertamente depois dela.
       -=O=-***-=O=-
       Por sete e trinta, Eve era bombeando na cafena novamente. Segunda xcara na mo, ela dirigiu-
se ao lab para uma entrada rpida com Roarke antes do resto do time despejado em seu escritrio.
       Ela era quase pela porta quando ela ouviu sua voz.
       Ela ouviu aquele tom glacial antes--do tipo que fatiar direta a barriga, derramando fora os
intestinos antes da vtima registrar a dor.
       Entretanto a vtima neste caso era uma secundria, ningum iria chamar Servios de Criana.
       "Existe algo sobre as regras desta casa e sua posio atual nele isto  iludido voc?" Roarke
posou a pergunta o modo que um gato espreita do lado de fora de um rato-buraco. Com pacincia letal e
o cintilar de colmilhos.
       "Olhe, o que  o BFD?"
       E a criana, Eve pensou com uma sacudida de sua cabea, estava respondendo como o rato
estpido suficiente para pensar que podia outwait ou burlava o gato. Menino tolo, tolo, ela meditou.
Voc est carne morta j.
       "Voc se importar seu tom quando voc falar comigo, James. Eu tolerarei uma certa quantia de
idiotice de voc devido a sua idade, mas eu no tolerarei nenhum sass qualquer. Ns somos claros
naquele ponto particular?"
       "Sim, certo, mas eu s no fao--"
       A Eve no podia ver rosto do Roarke, mas ela claramente podia pressentir o olhar em seu olho.
Um que teve Jamie engolindo de volta qualquer que ele est para dizer, e revisando isto.
       "Sim, senhor."
       "Isto  bom. Salve tempo e aflio. Agora, eu explicarei o grande fudido negcio para voc, em
palavras que deviam estar facilmente entendidas. Porque eu dei a voc uma ordem especfica, e quando
eu der ordens especficas, eles so para ser seguidos. E isto  o fim disto. Alguma parte daquela nebulosa
para voc?"
       "Pessoas deveriam pensar por eles mesmos."
       "Que eles so. E as pessoas que trabalham para mim esto para fazer como eu digo a eles. Ou
eles no trabalham para mim mais. Se voc vai amuar acima disto, tome voc mesmo fora de em outro
lugar assim eu no tenho que olhar para voc."
       "Eu sou quase dezoito."


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         Roarke aliviou um quadril sobre um contador do trabalho. "Um homem, no ? Ento se
comporte como um, e no como um menino que tem sido pego com sua mo no jarro de biscoito."
         "Eu podia ter conseguido mais dados."
         "Voc podia ter colidido aquele crebro impressionante seu. O fato , Jamie, eu tenho planos
para voc que no incluo ir para seu comemorativo."
         Ombros curvados do Jamie agora, seu olhem abaixado. Ele chutou  toa na bsica da estao de
trabalho com o dedo do p de seu antigo airboot. "Eu teria sido cuidadoso."
         "Cuidadoso? Cuidadoso no est tentando entrar sorrateiramente no lab no meio da noite para
inicializar em cima um computador infetado sem ningum em controle, sem ningum monitorando. O
que isto ,  arrogante e  estpido. Eu tolerarei um pouco de arrogncia, at admira isto. Mas estupidez
 outro assunto. Alm de tudo aquilo, voc desobedeceu uma ordem."
         "Eu quis ajudar. Eu acabei de querer ajudar."
         "Voc tem sido, e voc continuar a ajudar se voc der a mim sua palavra que voc no tentar a
mesma coisa novamente. Olhe para mim. Voc diz que voc quer ser um policial. Deus conhece por que
como voc trabalhar voc mesmo metade para a morte para irritante salrio pobre e pequeno para
nenhuma avaliao das pessoas que voc jura proteger e servir. Um bom policial segue ordens. Ele
sempre no concorda com eles, sempre no gosta deles, mas ele segue eles."
         "Eu sei." O vento pareceu sair dele, afundando seus ombros novamente. "Eu atarraxei em cima."
         "Voc realmente fez. Mas no to mal quanto voc poderia. Sua palavra nisto, Jamie." Roarke
resistiu uma mo. "Como um homem."
         Jamie olhou abaixo na mo oferecida. Seus ombros endireitaram, e ele apertou isto. "Eu no farei
isto novamente. Eu prometo."
         "Ento isto  o fim disto. V, agarre um pouco de caf da manh. Ns voltaremos nesta em meia
hora."
         Eve aliviada em torno do canto, esperado at Jamie teve dashed de longe.
         Roarke j estava em uma estao de trabalho quando ela entrou. Ela notou que ele no estava
fazendo casework, mas transmitindo algumas instrues complicadas para seu corretor. Quando ele era
feito, ela abriu sua boca para falar, ento fechou isto novamente quando ele imediatamente comeou
outra transmisso para seu admin.
         Ela lembrou a se do tempo todo que ele estava dando a ela, o trabalho ele estava prestidigitando,
remodelando, ajustando assim ele podia esculpir fora o tempo. Ajudou a manter de moer seus dentes
quando ele seguido em cima a transmisso para seu admin com um para FreeStar Um.
         "Se voc vai estar de volta l embaralhando seus ps, Tenente, voc poderia me trazer uma
xcara de caf. Eu vou precisar de outros dez minutos aqui."
         Ele estava fazendo a ela um favor, ela disse a se como ela sufocou de volta o sass e conseguiu o
caf. Ela escutou com metade de uma orelha como ele prendeu transmisses, respondeu, transferiu,

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instrudo e, at onde ela podia dizer, governou seu imprio da estao de trabalho mais vestido de um
zango que um rei.
       "Aquela coisa voc era licitao, o complexo de escritrio. Eu acho que eles escavaram e
tomaram sua oferta."
       "Sim."
       "E eu no estava embaralhando meus ps."
       "Mentalmente voc estava. Eu vou ter que tomar uma reunio esta tarde. No devia me prender
mais de noventa minutos."
       "O que for preciso. Voc j deu o departamento mais que podia esperar."
       "Pague a mim," ele disse, e a arrancou abaixo para um beijo.
       "Voc trabalha barato, s."
       "Isso era s um depsito. Voc decidiu como voc vai lidar com esta manh?"
       "Quase. Antes de eu informar o time, eu quis dizer que era uma boa tcnica com a criana antes.
Bater ele abaixo, quebre ele, esmague ele em p, ento o construa de volta novamente."
       Ele provou o caf. "Ouvido que fez voc?"
       "Eu poderia ter adicionado um par de ameaas criativas. Algo que d um bom visual. Mas ao
todo, era muito impressionante."
       "Pequeno peabrain pensando que ele entrou, corra um infetado, e nos apresente com os dados
esta manh. Eu quase plantei uma bota em cima seu traseiro."
       "Como voc soube que ele tentou?"
       "Porque eu tomei a precauo de adicionar uma camada extra de segurana para a porta e
bloqueada abaixo todas as unidades." O faintest sorriso tocou os cantos de sua boca. "E eu esperei que
ele tentar isto como eu teria feito em sua idade."
       "Eu fico surpreendido que ele no conseguiu por."
       "Eu tenho um pouco mais habilidade que um menino adolescente, obrigado."
       "Sim, sim, e grandes bolas, tambm. Eu estava pensando sobre aquele jammer seu. Voc levou o
prottipo ele, mas eu teria apostado um ms de meu irritante salrio pobre que ele teve outro."
       "Voc quer dizer isto?" Roarke puxou isto fora de seu bolso. "Eu tive Summerset lanar seu
quarto--discretamente. Quando no era achado l, eu assumi corretamente que--ele teve isto nele.
Ento eu censurei seu bolso em jantar ontem  noite. E o deslizou outros com alguns defeitos
particulares."
       "Defeitos?"
       "D a voc um rpido, bastante desagradvel pequeno sacuda quando voc comear o clonar
funo. Isso era pequeno de mim, eu suponho. Mas ele precisou ser posto em seu lugar."
       Divertiu, ela tiniu seu caf assalta para seu. "Sim, ao todo, bonito impressionante. Voc quer em
esta instruo especfica, ou voc precisa um pouco mais de tempo para comprar Saturno ou Vnus?"

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       "Eu no compro planetas. Eles s no so custo efetivo." Ele levantou.
       Eles caminharam em escritrio da Eve para ver Jamie, Feeney, e Baxter comendo abaixo de uma
mesa instalada no meio do quarto e carregado com comida.
       "Estes ovos" --Baxter tragou, bifurcada em cima outra mordida-- "so de galinhas. Galinhas."
       "Cacarejo de cacarejo." A Eve subjugada para impedir um pedao de toucinho.
       "Voc caiu em lucro fcil com este sujeito, Dallas. Nenhuma ofensa," Baxter disse para Roarke,
e empurrado em mais ovos.
       "Nenhum tomado." Divertiu, ele movimentou a cabea em direo  lmina de carne. "Voc
tentou o presunto?  de porco."
       "Oink-oink," Jamie disse, rachando ele mesmo.
       "Se ns terminssemos de visitar os animais de fazenda, voc tem dez minutos para sorver o
resto deste em cima." A Eve terminar rapidamente a fatia de toucinho. "E Baxter, se voc espalhar isto
ao redor Central sobre mim caindo em lucro fcil, eu verei para ele que voc nunca tem outro ovo de
galinha desde que voc vive."
       Ela carranqueou em sua unidade de pulso. "Por que Peabody e McNab no esto aqui?" Ela
girou, pretendendo usar o vnculo da casa para roust eles. Roarke a parou com uma mo para seu ombro.
       "Eve." Ele disse isto quietamente, cutucando ela ao redor at que ela enfrentou a porta.
       Sua garganta estalou fechado. Sua mo foi para ombro do Feeney na sua vez, apertado duro. Eles
assistiram McNab caminhar devagar no quarto.
       Ele usou uma cana. Pareceu negro quase elegante de alguma maneira-brilhante, prata-tipped. Ele
estava suando. Ela podia ver as contas de esforo que estalam fora em seu rosto, at como ele sorriu
abertamente de orelha at orelha.
       Seus passos eram instveis, obviamente trabalhou. Mas ele estava em seus ps. Caminhando.
       Peabody era s atrs dele, lutando no chorar.
       A Eve sentiu mo do Feeney surge, feche bem acima de sua.
       "Est na hora de voc levanta fora daquele traseiro preguioso seu." Sua voz era espessa, mas
Feeney tinha medo de erguer uma xcara e bebida para passar sem tocar isto. Sua mo era longe de fixa.
"O time tem estado levando voc longo suficiente."
       "Eu pensei sobre tentar tirar isto para mais um dia." McNab estava sem flego quando ele
alcanou a mesa. Ainda, ele alcanou com sua mo direita, fechados seus dedos acima de uma fatia de
toucinho, ergueu isto para sua boca. "Mas eu cheirei comida."
       "Voc quis caf da manh, voc devia ter vindo em vinte minutos atrs." Eve esperou at que ele
olhou para ela. "Melhor comer rpido," ela ordenou. "Ns temos trabalhar."
       "Sim, senhor." Ele tentou evitar para uma cadeira, cambaleou. A Eve pegou seu cotovelo,
segurou isto at que ele teve seu equilbrio novamente.
       "Dallas?"

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       "Detetive."
       "Eu figuro isto  a nica chance que eu j terei neste." Ele deu nela um beijo duro, ruidoso na
boca que teve Baxter aplaudindo.
       A Eve sufocou de volta uma risada e olhou para ele friamente. "E voc pensa que eu no baterei
voc em seu traseiro isto?"
       "No este tempo." Exausto, ele soltou em uma cadeira. Pega sua respirao. "Eh, criana, passe
por aqueles ovos aqui antes de Baxter lamber a lmina de maldio."
       Depois do caf da manh, depois da instruo especfica, Eve despediu seu time mas para
Peabody.
       "Ele parece bom," Eve comeou. "Um pouco vestido fora, mas bom."
       "No conseguiu qualquer dormir. Ele estava puxando a 'aflio me , voc precisa ir ' rotina
quando--"
       "O que?"
       "Ele estava se parecendo baixo e ele entrou em sua cabea que ele quis que eu caminhasse assim
ele no sentiria como um fardo, ou eu no sentiria como isto, qualquer. Ns estvamos discutindo, e
comeou. Seu brao comeando a coar, ento suas pernas, e ento . . . Desculpe, eu consigo messed em
cima quando eu conversar sobre isto."
       "Certo, ento deixe no  conversa sobre isto. Exceto dizer que eu estou contente que ele --"
Ela cessou bruscamente, apertados seus dedos para seus olhos e respirou fundo.
       "Estragares voc, tambm." Peabody cheirou, cavado fora seu leno. "Isto  to bom."
       "Ns estamos todos contentes que ele volta. Vamos deixar isto s no momento."
       Ela suspirou uma vez, ento equipamentos trocados. "Os dados entraram em minhas mos por
uma fonte alternada. Eu no vou nomear esta fonte. Eu pretendo lei neste dados, que inclui nomes e info
em que eu no fao, ainda, tenha autoridade para aberta."
       Peabody quietamente se sentou. Ela conheceu o que Roarke e seu tenente tiveram trabalhado em
agora. Ela no soube como o inferno eles entraram em. Provavelmente no quis conhecer.
       "Sim, senhor. Parece mim que agindo neste dados, que entraram em suas mos por uma fonte
alternada, seriam procedimento correto. Para ignorar os dados durante uma investigao etiquetou
prioridade seria desamparo de trabalhar."
       "Queira ser meu rep se eles prenderem-me para este?"
       "Eu figuro Roarke pode nos contratar a melhor ida."
       "Voc no estar na linha de fogo. Voc pode eleger tomar outra tarefa."
       "Dallas--"
       "Ou," Eve continuou, "voc pode me acompanhar, como meu ajudante. E como meu ajudante,
seu traseiro no entrar a funda neste. Voc  s seguindo ordens."


                                                                                                   158
       "Respeitosamente, senhor, meu traseiro  com seu. Se voc esperar isto qualquer outro modo,
voc tem o ajudante errado."
       "Eu no tenho o ajudante errado. Ns poderamos pegar um pouco calor para este, Peabody, mas
eu no penso que queimar muito quente ou muito longo. Eu preencherei voc a caminho."
       -=O=-***-=O=-
       Duques de Donald e Sylvia vividos em uma limpa, townhouse de dois andares. A Eve notou
frilly cortinas nas janelas e panelas brancas idnticas de flores vermelhas arregimentadas insistir em um
ou outro lado da porta da frente. Como soldados, ela pensou, guardando a forte.
       Ela tocou a cigarra, tirou seu distintivo.
       A mulher que respondeu era pequena, esbelta, e como ordenou como suas flores. Ela vestiu um
vestido azul-e-branco verificado e existia um avental branco amarrada em sua cintura. Ela vestiu tintura
de lbio de rosa de plido, brincos adaptados de trs prolas pequenas em um tringulo, e sapatos de tela
brancos imaculados.
       Sem o avental, ela pareceria com uma mulher sobre encabear fora por um dia de incumbncias
correntes.
       "Sra. Duques?"
       "Sim. O que est errado? O que voc quer?" Seu cauteloso olhe arremessado de rosto da Eve
para o distintivo e atrs novamente. A Eve podia ouvir o exaltado som de nervos em sua voz.
       "Nada Errado, Madame. Eu gostaria de fazer a voc algumas perguntas. Est tudo bem se ns
entrarmos?"
       "Eu estou no meio de . . . que eu estou muito ocupado. Isto no  um bom tempo."
       "Eu podia marcar uma hora, em sua convenincia. Mas eu estou aqui agora, e eu no tentarei
manter voc muito longo."
       "Quem , Sylvia?" Os duques de Donald vieram para a porta. Ele towered acima de sua esposa,
um homem atleticamente magras de seis ps duas polegadas. Seu cabelo arenoso era adaptado em um
exrcito pequeno corta.
       "A polcia," Sylvia comeou.
       "Tenente Dallas, NYPSD, e meu ajudante, Oficial Peabody. Eu tenho algumas perguntas, Sr.
Duques. Se eu pudesse ter alguns minutos de seu tempo."
       "Sobre o que isto ?"
       Ele j trocaria sua esposa de lado, e permaneceu bloqueando a entrada. No era s florescia
proteo a forte agora, Eve decidida.
       " relativo s mortes de Chadwick Fitzhugh e Louis K. Cogburn."
       "Isso no tem nada a ver conosco."
       "Senhor, uma vez voc arquivou cargas, em nome de seu filho Devin, contra ambos destes
homens."

                                                                                                     159
       "Meu tipo Devin est morto."
       Ele disse isto muito de modo plano, ento friamente, ele poderia ter estado falando da perda de
sua gravata favorita.
       "Eu sinto muito." A Eve ouviu sua esposa sufocar fora de um soluo atrs dele. No taco de
duques um clio. "Sr. Duques, isto  algo que voc quer discutir na entrada?"
       "Isto  algo que eu no quero discutir mesmo. Os arquivos do Devin esto selados, Tenente.
Como voc conseguiu nosso nome?"
       "Seus nomes surgiram durante o curso de minha investigao." Duro-traseiro para duro-traseiro
ento, Eve decidida, olhando fixamente para ele friamente. "Os arquivos podem estar selados, Sr.
Duques, mas as pessoas conversam."
       "Papai?" Um menino caminhou a meio caminho degraus abaixo. Ele era alto como seu pai, seu
cabelo como rigidamente tosquiado. Ele vestiu cala comprida azul, uma camisa azul, ambas as faca-
extremidade afiada. Como um uniforme, Eve decidiu.
       "Joseph, volte de cima."
       "Algo est errado?"
       "Este no concerne voc." Duques olhou atrs brevemente. "V imediatamente de cima."
       "Sim, senhor."
       "Eu no terei voc rompendo minha casa," ele disse para Eve.
       "Voc preferiria tirar isto a Central?"
       "Voc no tem nenhuma autoridade --"
       "Sim, senhor. Eu tenho. E o fato que voc  relutante para responder algumas perguntas
rotineiras me leva em direo a exercitar aquela autoridade. Isto pode ser simples ou complicado. Isto 
sua escolha."
       "Voc tem cinco minutos." Ele andou de volta. "Sylvia, v de cima com Joseph."
       "Eu exijo Sra. Duques tambm."
       A Eve podia ver ele lutar com fria. Cor quente queimada atravs de suas mas do rosto, e sua
mandbula trabalhada. Isto no era um homem acostumado a ter qualquer ordem questionada, muito
menos contramandada.
       Ela podia ir do mesmo nvel com ele, ou ela podia estrangular de volta. Ela fez uma deciso
imediata e instintiva para mudar ttica.
       "Sr. Duques, eu sinto muito trazer esta em sua casa, perturbar voc e sua famlia. Eu tenho que
fazer meu trabalho."
       "E seu trabalho  para questionar cidados decentes acima da morte de escria?"
       "Eu sou s um soldado de p, ordens seguintes."




                                                                                                    160
        Ela viu imediatamente tinha sido o boto certo. Ele movimentou a cabea e sem uma palavra
tornou e caminhou na rea viva. Sylvia permaneceu permanecendo, seus punhos apertados, suas juntas
branco como seu avental.
        "Devia eu . . . iria voc gosta de algum caf, ou--"
        "Eles no so convidados, Sylvia." Os duques estalaram isto. A Eve viu sua esposa vacilar como
se de um sopro.
        "No aborrea voc mesmo, Sra. Duques."
        A rea viva era apito limpo. Flanqueando um sof feito em um padro de apagado azuis eram
duas mesas idnticas. Em cada era uma luminria de comparao. Existiam duas cadeiras no mesmo
padro que o sof, e o tapete de rea verde no mostrou a uma pinta de p ou lint.
        Existia um vaso segurando flores amarelas e brancas organizadas muito justamente para ser
alegre. Era fixado exatamente no centro da mesa de caf.
        "Eu no perguntarei a voc para se sentar."
        Duques permanecidos, apertando suas mos atrs de suas costas em nvel de cintura.
        Outro soldado, Pensou Eve, se preparou para interrogao.




        Captulo 15


        "Sr. Duques,  minha compreenso que aproximadamente quatro anos atrs, seu filho teve
ocasio para comprar uma substncia ilegal de Louis K. Cogburn."
        "Isto  correto."
        "E em saber deste, voc reportou mesmo para a polcia, arquivando uma reclamao oficial
naquele tempo."
        "Isto tambm  correto."
        "Subseqentemente carregue neste assunto contra Cogburn era solto. Voc pode dizer a mim por
que?"
        "O escritrio do promotor recusou completar." Ele ficou na ateno. "Cogburn era posto de volta
na rua onde ele podia continuar a corromper mentes jovens, corpos jovens."
        "Eu assumo seu filho deu uma declarao cheia da ocorrncia, e com a substncia ilegal em
evidncia localizada atrs para Cogburn, parece incomum que o promotor no apertaria."
        Lbios afinaram do Cogburn. "A substncia ilegal tinha sido destruda. Eu no teria isto em
minha casa. Pareceu minha palavra, palavra do meu filho, no era suficiente contra a palavra de lixo."
        "Entendo. Isso era difcil para voc. Frustrante, eu estou certo, para sua famlia."
        "Era."


                                                                                                     161
       Estava interessando, Pensou Eve, aqueles Duques vestiram o uniforme azul mesmo quase como
seu filho jovem. O centro abaixo de pregas de sua cala comprida era to afiado que eles pareceram
capazes de cortar carne.
       Mais interessante era as ondas de fria que rolam fora dele. Quente, sufocando ondas de ira
apenas seguro em cheque.
       "Para seu conhecimento seu filho continuou a ter procedimentos com Cogburn?"
       "Ele no fez."
       Mas Eve viu a verdade em rosto da Sylvia. A criana voltou para mais, Pensou Eve. E todo
mundo soube isto.
       "Eu assumo que Servios de Criana recomendou aconselhamento ilegais para Devin."
       "Eles fizeram."
       A Eve esperou uma batida. "E ele completou o programa?"
       "Eu falho em ver o que este tem que fazer com sua investigao, Tenente," ele firmemente disse.
       Ela mudou tatos novamente. "Voc pode dizer a mim sobre a experincia do eventos Devin
circundante com Chadwick Fitzhugh?"
       "O homem sexualmente molestou meu filho secundrio." A primeira rachadura mostrou em
compostura dos Duques. Mas no era Eve de pesar viu tanto como desgosto. "Ele forou ele mesmo em
meu filho e tomou parte em atos antinaturais."
       "E este molestamento aconteceu em casa do Fitzhugh?"
       "Fez."
       "Como o Devin veio para estar em casa do Fitzhugh?"
       "Ele era atrado."
       "Devin disse a voc como ele era atrado?"
       "No importa como. Ele era molestado. Era propriamente reportado para a polcia. O homem
responsvel no era castigado."
       "As cargas eram soltas? Por que?"
       "Porque a lei protegeu o predador e no a presa. Seu tempo est em cima."
       "Como e quando Devin morreu?"
       Ignorando a pergunta, Duques comeados da sala de estar em direo  porta da frente.
       "Eu posso conseguir aquelas informaes por registros pblicos."
       "Meu filho matou ele mesmo." Duques permanecidos com suas mos fechadas em punhos em
seus lados. "Oito meses atrs. Ele bombeou seu total de corpo de lixo at que ele morreu. O sistema
falhou em proteg-lo. Falhou em me ajudar em proteg-lo."
       "Voc tem outro filho. A que distncia voc iria o proteger?"
       "Joseph no ser corrompido pelo cncer que corri em nossa sociedade."


                                                                                                   162
        "Cncer um tipo  de vrus, no ? Voc pode matar um vrus com um vrus. Infete o anfitrio at
as celas ruins sejam destrudas. Voc  um cientista de computador, Sr. Duques. Voc sabe sobre vrus."
        Ela viu isto ento--o reconhecimento, at uma espcie de orgulho que saltado sobre seu rosto,
ento fora de novamente. "Eu disse que seu tempo est em cima."
        "Ento seja seu, Sr. Duques," Eve quietamente disse. "Voc vai querer comear a fazer acordos
para sua esposa e filho para quando voc afundar com o resto de Pureza."
        "Saia de minha casa. Eu pretendo chamar meu advogado."
        "Boa idia. Voc vai precisar de um."
        -=O=-***-=O=-
        Quando eles voltavam no carro, Carranca de Peabody atrs na casa. "Por que voc fez ponta
ele?"
        "Se ele no fosse esperto suficiente para compreender eu estou olhando para ele, e ele , quem
ele vai reportar esta visita para iria ser. Eu era forando a esposa."
        "Voc no pensa que ela  parte disto?"
        "Ele nunca a tocou, apenas olhada para ela. Ela est de p l com lgrimas parando seu rosto e
ele no faz tanto como reconhecem sua presena. No, isto  seu negcio. O que voc viu naquela casa,
Peabody?"
        "Bem, ele decide."
        "Mais que isto.  um fudido quartel, e ele  o chefe. Ela responde a porta antes de nove de
manh, vestida bem como uma mulher em um anncio de tela para AutoChefs. A criana  mais ou
menos quatorze, mas ele arremessa de volta de cima no estalo de dedo dos Duques. Eu aposto todas as
camas j eram feitas e voc podia saltar uma moeda de cinco crditos fora de todos deles."
        Considerando, ela foi para o o centro da cidade. "Como  um antigo marinheiro quem exige tudo
ao redor ele ser quadrado ida longe para lidar tendo um filho que est corrompendo sua mente e corpo
com ilegais? Que seu termo era, certo? S goste de atos antinaturais era seu termo. Um chemi-cabea,
filho homossexual. Menino, isso teve que queimar seu po branco, homofbico traseiro."
        "Criana pobre."
        "Sim, e agora seu pai pode o usar como um smbolo, como uma desculpa para matar. Existem
todos os tipos de cnceres," ela murmurou. "Dallas," ela disse quando seu vnculo de coliso buzinado.
        "Em seu veculo?" Nadine perguntou. "Voc pode querer puxar acima de em algum lugar. Voc
vai querer ouvir isto."
        "Eu posso ouvir e dirigir ao mesmo tempo. Eu sou talentoso aquele modo."
        "Eu tenho outra declarao dos Investigadores de Pureza. Indo arejar em quinze."
        "Demore a radiodifuso. Ns precisamos para--"




                                                                                                    163
        "Eu no posso segurar a histria para voc, Dallas. Eu no irei. Eu estou desistindo a voc umas
cabeas. Eu tambm arejarei qualquer comentar que voc quer fazer, qualquer declarao voc ou
NYPSD quer emitir. Mas isto est em quinze."
        "Condene isto." Frustrada, Eve balanada em direo ao meio-fio, cortando um txi antes dela
crescer rapidamente um curbside estacionamento rampa para o lotado segundo nvel. "Vamos ter isto."
        "'Cidados de Nova York,'" Nadine lem em perfeito em-ar lana, "'ns desejamos assegurar
voc de sua segurana e redeclarar para vocs nossa promessa para buscar a justia em seu lado. Ns
somos cometidos para nosso voto para proteger o inocente enquanto fora o devido castigo para o
culpado que as mos algemadas da lei no podem fornecer."
        "'Ns somos vocs: Seus irmos, suas irms, seus pais, sua criana. Ns somos sua famlia como
ns somos seus guardies."
        "'Como voc, ns somos entristecidos pela morte trgica de uma Nova York Policia e oficial de
Segurana que morreu duas morte do dias atrs. Detetive Kevin Halloway durante a apresentao de seu
trabalhar  ainda outro exemplo da ferrugem que pestilncias nossa cidade. Ns seguramos Louis K.
Cogburn diretamente responsveis por este crime desprezvel. Se no para aes prvias do Louis
Cogburn, que fizeram necessrias o castigo que ele recebeu, Detetive Kevin Halloway seria vivo hoje,
fazendo o que ele tinha permisso para fazer--dentro das limitaes de nossas leis atuais para--servir
esta cidade."
        "'Ns perguntamos a voc, os cidados de Nova York, junte-se a ns hoje em um momento de
silncio para a memria de Detetive Halloway. E ns oferecemos a sua famlia, seus amigos, seus
oficiais das mesmas categoria nossas condolncias neste tempo lastimoso."
        "'Louis Cogburn foi castigado. A justia foi servida, e continuar a ser servida.
        "'Ns enviamos fora esta advertncia para todo que busca prejudicar nossos irmos, para todo
que viver de nossas crianas e os inocentes, que nossa mo ser rpida, estar certo. Voc no achar
santurio atrs da lei."
        "'Ns suportamos pureza."
        "'Ns suportamos as pessoas de Nova York.'"
        "Esperto," Eve disse quando Nadine terminou.
        "Muito esperto. Faa voc mesmo uma das pessoas assim no parece demais como Grande Irmo
est assistindo voc. Lamente acima da morte de um policial e aponte o dedo em outra pessoa. Redeclare
suas metas muito sua mensagem  alto e claro, e deixa tocando em orelhas do seu pblico que voc
suporta as pessoas.  Relaes Pblicas de LIVRO DE ENSINO."
        "Qualquer um audio no  o que eu estou ouvindo?" Eve exigida. "'No faa algum de vocs se
preocupar suas cabeas tolas pobres acima de qualquer deste. Ns cuidaremos disto. Ns decidiremos
que so culpados, que  inocente. Quem vive, quem morre. E se, nossa, algum  pego no fogo cruzado,
no est em ns.'"

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       "No, voc no  o nico ouvindo isto." Nadine agitou sua cabea. "Mas muitas pessoas vo
ouvir s o que eles querem ouvir.  por isso que isto  Relaes Pblicas de livro de ensino, Dallas. Ele
trabalhos."
       "Eu serei maldito se eles vo usar um de ns como um smbolo. Voc quer um comentrio,
Nadine, aqui : Tenente Eve Dallas, investigador primrio nos homicdios de Pureza, estados que
Detetive de EDD Kevin Halloway foi morto na linha de trabalho por uma organizao terrorista
chamando eles mesmos Os Investigadores de Pureza. Esta organizao  suspeitada de ser responsvel
pelos assassinatos de quatro civis e um oficial de polcia. Estados de tenente Dallas adicional que ela, os
membros de seu time investigativo, e todo oficial, todo recurso da Nova York Policia e Departamento de
Segurana trabalhar em descobrir, identificar, e prender todos os membros desta organizao terrorista
de forma que eles podem ser tentados debaixo dos cdigos desta cidade e se achou culpado, ser
castigado para a extenso cheia da lei."
       "Conseguiu isto, conseguiu isto. No ruim," Nadine disse como ela voltou seu registrador. "Que
tal um um-em-um seguimento?"
       "No. Eu estou ocupado, Nadine. E eu tenho que ajudar enterrar um policial hoje."
       -=O=-***-=O=-
       Eles comemoraram Kevin Halloway em um o centro da cidade de instalao de perda s
bloqueia de Central de Polcia. Freqentemente aconteceu para Eve quando ela teve que pagar a seus
cumprimentos outro para cado Polis l, que quem comearam os negcios figuraram o local prximo a
uma loja de policial importante seria um.
       Para Halloway, eles abriram o andar trreo inteiro, e ainda o lugar era empacotado. Polis sempre
conseguiu achar o tempo para despertar outro policial.
       Ela manchado Prefeito Peachtree, dobrada em entre sua companhia como ele apertou as mos e
pareceu corretamente horrendo, simpatizante, ou compreenso.
       A Eve no teve nada contra ele pessoalmente, e ele pareceu estar fazendo o trabalho com um
mnimo de rebulio e engrandecimento prprio. Ele poderia ter sido sincero.
       Ele pareceu sincero--sinceramente irritado, ela pensou--quando seu cintilante olhar bloqueado
com sua pela multido.
       Existia comando no gesto nico, afiado que a chamou para ele.
       "Prefeito."
       "Tenente." Ele manteve sua voz baixa. Podia ter confundido para reverente em tal lugar, mas ela
ouviu o aborrecimento em baixo disto. "Seu registro  impressionante. Seus superiores tm f completa
em suas habilidades. Mas voc no  simplesmente um oficial de polcia neste assunto. Voc  uma
figura pblica. Sua declarao para Furst s 75 era nem examinada nem autorizada."
       "Minha declarao era responsiva e precisa."


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       "Preciso." Ele pareceu desenhar ele mesmo. "A preciso no  o assunto. Percepo, imagem, e
mensagem so. Tenente, ns precisamos ser uma unidade, um time, durante esta crise."
       Ele deitou uma mo em seu brao. Existia calor no gesto, uma terra de praticado bonhomie, da
mesma maneira que a curva leve de seus lbios era praticada. "Eu estou dependendo de voc."
       "Sim, senhor."
       Ele andou de volta, estava logo absorvido por suas pessoas, e por outros que quiseram aquele
sumrio contactar com o poder e celebridade.
       A Eve preferiu que presena quieta do Chefe Whitney a Peachtree est brilhando um. Ele trouxe
sua esposa, Eve notada. Se existia qualquer coisa Anna Whitney superou em era as reas pblicas e
sociais de ser esposa do policial importante. Ela vestiu preto, um terno simples, suavizado, e ao lado de
seu marido ela segurou as mos de uma mulher em ambas suas.
       "Me do Halloway." Feeney aumentou para lateral da Eve. "Eu j falei com ela. Ela
especificamente perguntou a para encontrar voc."
       "Homem."
       "Eu sei. Eu odeio estas coisas, tambm. Atraente ruiva outro lado do chefe? Menina do
Halloway. Lrio do nome Doogan. Ela  bonita rasgada. Existem distintivos aqui de todo municpio. Isso
diz algo."
       "Sim. Diz algo."
       "Eles o conseguiram no prximo quarto. McNab est l." Feeney alarga uma respirao longa.
"Conseguiu ele em uma cadeira. No pode estar fcil para longo ainda. Roarke est l com ele."
       "Roarke est aqui?"
       "Sim." O pesar o encharcou. "Eu no podia ficar l mais. No acabava de no poder fazer isto."
       "Estando aqui suficiente, Feeney."
       "No sente como isto. Eu assumirei o comando de voc para sua me."
       Eles fizeram sua passagem a multido de compadecidos, pelo dbil zumbido de conversao. O
ar era pesado com o odor de flores, escurea com a luz quieto o lamentar pareceu preferir.
       "Tenente."
       A Eve girada na mo em seu brao e examinou olhos do Jenna Franco. Ela no viu pesar neles,
mas ela viu bastante aborrecimento. Ela no o mascarou to suavemente quanto Peachtree.
       "Prefeito de Deputado."
       "Eu preciso falar com voc. Reservadamente."
       "Eu tenho algo para fazer primeiro. Voc ter que esperar."
       Ela arrastou seu brao livre, girada ela atrs. Era insignificante, ela soube. Mas desde que ela
teve uma maldio boa idia o que a conversa privada iria requerer, ela duvidou ela e Jenna Franco iriam
desperdiar muito tempo nas gentilezas.


                                                                                                     166
         A Eve se endureceu antes de abordar Colleen Halloway. Ela provavelmente estaria em seu
quarenta, talvez cinqenta, Eve calculou, mas pareceu mais jovem. O pesar deu sua pele uma espcie de
transparncia que adicionou uma fragilidade jovema contra o no aliviado preto de seu luto.
         "Tenente."
         Era Anna Whitney que falou primeiro. A Eve freqentemente se achou do lado errado na esposa
do chefe. Mas no momento existia nenhuma da sugesto habitual de impacincia ou irritao em seu
rosto.
         E para Eve fica surpresa, Anna tomou sua mo e apertou isto.
         "Sra. Whitney."
         "Me do detetive Halloway tem pulado falar com voc." Sua voz era baixa, suas costas giradas
ligeiramente de forma que as palavras eram para Eve s. "Voc conhece aquela coisa mais difcil que
sendo casada com um policial, Tenente?"
         "No. Eu sempre figurei que era a palha pequena."
         A boca da faintest sorriso vislumbou ao redor Anna. "Existe um menor ainda. Isto est dando a
luz a um. Seja cuidadosa com ela."
         "Sim, Madame."
         "Colleen?" Com uma Eve de gentileza natural admirada, Anna drapejou um brao acima dos
ombros da mulher. "Isto  Tenente Dallas. Tenente, Me do Kevin."
         "Sra. Halloway. Eu muito sinto muito para sua perda."
         "Tenente Dallas." Colleen agarrou mo da Eve. Era mais forte, mais firme que Eve esperou.
"Obrigado tanto para vir. Eu pergunto-me--existe um quarto de isolamento pequeno de cima. Eu
pergunto-me se voc pudesse sobrar alguns minutos? Eu gostaria de falar com voc."
         "Certo."
         Ela levou Eve fora da sala de estar escura, em cima um conjunto de degraus. Polis derramou fora,
lotado l tambm. Mas eles andaram de lado, olhos abaixados respeitosamente como Colleen passou.
         "Meu marido gostaria de encontrar voc tambm. E Lrio. Mas eu perguntei a eles se eu pudesse
ter este tempo s com voc. Eles compreenderam."
         Ela abriu uma porta, caminhou em uma pequena sentando quarto. Mais flores, tecidos suaves s
um pouco excedidos em estilo, s um pouco muito escuro em seu vinho-vermelho afina.
         "Estes lugares muito horrivelmente esto deprimindo, no ? Eu pergunto-me por que eles no
admitem a luz." Colleen caminhou para a janela, tornou acessvel as cortinas pesadas, e admitam o sol.
         "Eu suponho muitas pessoas acham conforto nas sombras."
         "No ?" Ela perguntou Eve, ento agitou sua cabea. "Meus pensamentos esto vagueando. Por
favor, sente-se."




                                                                                                     167
         Colleen tomou uma cadeira, sentada com ela atrs muito diretamente. "Eu vi voc na tela. Voc
sempre parece to competente, at quando for cobertura de uma daquelas funes sociais que voc
freqenta com seu marido. Ele  terrivelmente bonito, no ?"
         "Sim, Madame."
         "Era tipo dele vir tambm. Para fazer o tempo, falar comigo, meu marido, Lrio. Muito tipo.
Kevin falou de voc ocasionalmente. Voc nunca trabalhou com ele, entretanto, no ?"
         "No diretamente, no. Mas eu freqentemente dependo de EDD em meu trabalho. O corredor . .
. Kevin estava um membro estimado do departamento."
         "Ele admirou voc. Eu quis dizer a voc," ela adicionou, sorrindo um pouco no em branco assista
rosto da Eve. "Ele s vezes falou de voc trabalhando com Capito Feeney e o outro detetive jovem, Ian
McNab. Ele era, eu penso, um pouco invejoso de sua relao com ambos os Ian e o capito."
         "Sra. Halloway--"
         "Eu s digo a voc aquele assim voc poderia entender por que ele poderia ter dito ou feito as
coisas ele disse ou fez quando ele estava em tal dificuldade terrvel."
         "Sra. Halloway, eu no preciso de uma explicao. Kevin estava doente, muito mal, e nenhum do
que aconteceu depois que eles incfetaram ele era qualquer culpa seu."
         " bom para ouvir que voc dizer isto. Eu ouvi as declaraes esta manh. Eles dois. Eu no
estava certo se seu era apenas da linha departamental, ou se voc quisesse dizer isto."
         "Eu quis dizer isto. Toda palavra disto."
         Colleen movimentou a cabea. Seus lbios tremeram uma vez, ento firmaram. "Eu conheo o
que voc fez para tentar salvar Kevin. Eu sei que voc arriscou sua prpria vida para fazer isso. E eu
sei," ela continuou como Eve comeou a falar, "que voc dir que voc estava fazendo seu trabalho. 
isso que todos vocs dizem. Mas eu quero agradecer primeiro como uma me, da mesma maneira que
uma me."
         Seus olhos nadados e entretanto ela piscou lutar as lgrimas, uma derramadas fora e arrastadas
abaixo sua bochecha. "E eu quero agradecer por Kevin. Por favor . . . deixe-me terminar."
         Ainda ela teve que parar para um momento, limpar sua garganta. "Meu filho estava orgulhoso
para estar um oficial de polcia. Ele acreditou em que to suportado, respeitou isto, e deu seu melhor.
Eles poderiam ter tomado aquele dele como tambm sua vida se no para voc. Se no para voc, seu
capito, seu chefe, seus oficiais das mesmas categoria . . . que orgulho e respeito poderiam ter sido
tirados dele. Ao invs . . ."
         Ela alcanou em uma bolsa preta pequena e tirou distintivo do seu filho. "Ao invs, existe honra.
Eu nunca esquecerei isto." Ela se debruou adiante agora, sua expresso intensa. "Pare eles. Voc parar
eles."
         "Sim, Madame. Eu pararei eles."


                                                                                                      168
       Com um aceno com a cabea, Colleen se debruou de volta novamente. "Eu mantive voc longo
suficiente. Eu estou certo que voc tem muito trabalho. Eu penso que eu gostaria de me sentar aqui na
luz, para um pouco enquanto."
       Eve levantou e foi para a porta. Ento ela girou e disse o que estava em sua mente. "Sra.
Halloway? Ele deve ter estado muito orgulhoso de voc, tambm."
       Novamente aqueles lbios curvaram, s um pouco. Novamente uma lgrima nica derramada
abaixo sua bochecha.
       A Eve escapou e fechou a porta.
       Ela estava quase para os degraus quando Franco abateu em cima. Chang correu nela desperta
como cachorro de um acariciar. "Ns conversaremos agora."
       Quando ela dirigiu-se ao quarto de isolamento, Eve pegou seu brao. "Sra. Halloway est l."
       A impacincia em enfraquecido de rosto do Franco. Seu um ltimo olhar na porta estava cheio de
condolncia. Ento aquele enfraquecido como tambm ela andou a passos largos corredor abaixo,
penetrado em outro quarto.
       Era um pouco de tipo de escritrio, tripulado no momento por uma mulher jovem em um cintilar
de madeira breakfront que tinha sido modelado em uma estao de trabalho.
       "Eu preciso deste espao," Franco estalou. "Voc ter que partir."
       A Eve ergueu suas sobrancelhas como a menina subida fora. Franco era uma mulher que foi onde
ela quis quando ela procurada. A Eve admirou a caracterstica.
       Quando Chang fechou a porta atrs deles, Franco lanou no ataque. "Voc era instrudo para usar
a declarao oficial quando respondendo para a mdia. Ns no podemos desperdiar tempo e recursos
correndo junto atrs de voc e clarearem a baguna."
       "Ento seria melhor voc tentar continuar. Eu consegui umas cabeas em cima minutos antes da
declarao mais recente de Pureza era para ser arejada. Eu respondi dizer declarao como eu julguei
apropriado."
       "No  seu lugar para julgar o que  uma resposta apropriada para a mdia." Este veio de Chang,
em cortado afina. " meu trabalho para dizer a voc o que  apropriado nesta rea."
       "A ltima vez eu olhei que eu no respondo para voc, e devia aquele dia j vir, eu me
aposentarei."
       "Diretor Tibble ordenou voc para cooperar," ele lembrou a ela. "Ainda voc recusa aceitar os
registros que eram organizados para giro de mximo e efeito. E agora voc emite sua prpria declarao
sem liberao. Uma declarao que no fala s para voc, Tenente, mas para o departamento. Isto no 
aceitvel."
       "Se o chefe ou meu chefe determina que eu fiz ou disse o inaceitvel, ento eles podem me vestir
abaixo, Chang. Voc no pode."


                                                                                                      169
          Ela tomou um passo em direo a ele, era tenebrosamente contente para ver ele levar um de
volta. "J no tente dizer a mim como fazer meu trabalho."
          "Voc nunca teve qualquer respeito por mim ou minha posio."
          Eve inclinou sua cabea. "E seu ponto?"
          "Ns veremos o que Diretor Tibble tem que dizer sobre este."
          "Corra junto e tagarele, voc pequena doninha. E deixe os adultos terminarem de conversar." Ela
voltou para Franco, que no disse nada durante a troca. "Voc conseguiu qualquer outra coisa para dizer
para mim?"
          "Sim, realmente. Por que voc no d a ns um minuto aqui, Chang? Ns discutiremos o resto
deste em meu escritrio em . . ." Ela verificou o tempo. "Trinta minutos."
          Ele saiu, dando a porta um mal-humorado pequeno estrondo.
          "Voc tenta irritar pessoas, Dallas, ou  s uma habilidade inata?"
          "Eu acho que isto  o segundo, porque ele vem para real fcil. Especialmente com pissants como
Chang."
          "Se eu disser a voc que eu concordo que Chang  um aborrecedor, presumido, e chato pissant--
uma declarao eu veementemente negarei fazer se repeti--posso ns mesa alguma da hostilidade?"
          "Por que voc o usa ento?"
          "Porque ele  bom. Ele  muito, muito bom. Se eu tivesse que gostar de todo mundo com que eu
trabalhei que trabalhei para mim, eu certo como inferno no estaria na poltica. Agora, emita um, sua
declarao esta manh. Chang sente, e eu concordo--como faz o prefeito--que seu uso da morte do
Detetive Halloway estava doente aconselhado."
          "Meu uso? S um minuto de maldio. Eles o usaram, eludindo responsabilidade para sua morte.
Eu respondi e peguei o direito de responsabilidade de volta em cima seu traseiro."
          "E eu entendo que o instinto que iniciou voc para fazer isso. Pelo amor de Deus, Dallas, voc
pensa que eu funciono sem uma batida do corao? Eu no fao. E aquelas fraturas de corao para
aquele corredor abaixo de mulher. Condene isto. Ela  perdida seu filho. Eu tenho um filho. Ele tem dez
anos. Eu no posso imaginar ter que dizer que adeus para ele o modo como que Colleen Halloway est
dizendo adeus hoje."
          "Parece mim seria mais duro se as pessoas tinham permisso para pensar seu filho morto para
nada."
          "No ?" Franco replicou, ento agitou sua cabea. "Oh, eu sei como vocs Polis pensam. No
trabalho. Eu no discutirei com voc porque eu no entendo que qualquer um. Mas o ponto  que o mais
freqentemente seu nome  dito, quanto mais ele  feito a histria, a mais dura  para enfocar a mdia e a
pblico na mensagem ns queremos enviar. Qualquer que voc poderia pensar," ela adicionou como ela
voltou.


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       "Eu conheo mais sobre este que voc e Chang sabe mais que ns dois. O segundo ponto no 
nenhuma declarao devia ter sido feita sem liberao."
       "Voc no me encaixotar naquele modo. Eu no sou nenhum co de caa de mdia, mas se e
quando eu sentir usando isto ajudas minha investigao, eu usarei isto."
       "Ainda voc lana de volta os registros que Chang organizou, programao onde ns teramos
algum controle."
       "Eu no estou sentando em um pouco de estdio papagueando respostas departamentais ou da
prefeitura aprovadas e declaraes quando meu tempo e energias so exigidos em uma investigao de
prioridade. O fato , eu nunca estou fazendo isto."
       "Sim, ento seu chefe fez claro."
       "Ento o que  o problema?"
       "Tido que tomar um tiro." Franco espalha suas mos. "Ns podamos usar o airtime. O outro
assunto eu tenho que discutir com voc , potencialmente, um grande negcio mais srio. J est vindo
para a orelha do prefeito que voc questionou os Duques esta manh no curso de sua investigao. Uma
famlia que tambm perdeu seu filho recentemente, e que so protegidos por arquivos selados."
       "Ele no desperdiou qualquer hora. As informaes sobre os Duques entraram em minhas mos.
A conexo para duas das vtimas, como tambm profisso dos Duques de Donald, levou-me a acreditar
que uma entrevista informal era autorizada. Voc vai tentar dizer a mim como fazer meu trabalho
agora?"
       "Oh para causa do Cristo." Franco vomitou suas mos. "Por que faz que voc insiste em se
comportar como se ns estamos nos lados opostos."
       "Sente aquele modo."
       "Voc conhece o que acontecer se Duques de Donald vai para a mdia? Se ele conversar sobre
ser hostilizado em sua prpria casa pela primria nesta situao de boto j quente? Seu filho era
enganchado em ilegais por Cogburn--"
       "No existe nenhuma evidncia para sustentar Cogburn foi seu primeiro negociante."
       "No importa se existe evidncia," Franco despediu de volta. "Isto  o que seria dito. Cogburn
enganchou um inocente, menino de doze anos de idade vulnervel, de um bem, slido, famlia de ir a
igreja. A polcia falhou em fazer um caso. Mais tarde, este menino--agora problemtico, agora
obstinado devido a seu vcio, quedas nas mos de um pedfilo. Compassos de Chadwick Fitzhugh e
estupros Devin jovem, agora um tenro quatorze. A famlia  quebrada, o menino  traumatizado, e
novamente a polcia falha em fazer um caso."
       "Isto no  o modo que aconteceu."
       "Isto  o modo que ser apresentado, reportado, discutido devia eles ir pblico. Verdade, pedaos
da verdade, mentiras sinceras, no importa uma vez que  no ar. Um retrato ser pintado, ento voc
caminhar nisto, questionando isto danificado, lamentando famlia que tentou fazer a coisa certa, que

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ponha sua f e bem-estar do seu filho nas mos do sistema s para ser falhado no modo mais horrvel.
Voc tenta implicar eles em uma investigao de homicdio. Voc acusa eles de ser membros de um
grupo voc publicamente chamou terroristas. E voc faz esta em sua casa. Voc no v como isto
tocar?"
          "Eu direi a voc como toca, Franco. Os duques de Donald no podiam ou no aceitavam
orientao sexual do seu filho--"
          "Oh meu Deus, oh meu Deus." Franco apertou seus dedos para seus templos, pareceu tentar
perfurar eles. "Voc comea a dizer aquela criana era gay, voc estar em um processo, e ento legue o
departamento, provavelmente a cidade antes de eu poder empurrar voc fora da janela de vinte andares
mais prxima."
          "No se eu empurrar voc primeiro. Em todo caso, evidncia indica que ele era gay, ou
certamente confuso sobre sua prpria sexualidade. Ele nunca conseguiu a chance de compor sua mente.
Seu pai  rgido, dominando. O tipo de sujeito que s no vai estar errado. Ele destri evidncia que
pode ter ajudado fazer o caso contra Cogburn, mas ele  a culpa do sistema. Ele edita e muda os fatos no
Fitzhugh importa muito o caso se quebra, e novamente,  a culpa do sistema. Agora ele  achado uma
sada para suas agresses e seu ponto de vista: Pureza."
          "Voc tem prova de tudo isso?"
          "De algum. Eu conseguirei o resto."
          "Dallas, se eu estiver tendo um tempo duro acreditando em qualquer deste, ningum mais
acreditar nisto. Alm de, voc est falando de fatos e suposies que estavam em uns selados. Uma
reprimenda oficial e pblica de seu chefe no pode ser suficiente parar ao legal, ou a tempestade de
mdia."
          "Se e quando meu chefe julgar isto necessrio para me repreender, isto  seu direito e isto  meu
problema. A tempestade de mdia  seu e do Chang. Os duques podem comear todas as aes legais que
ele quer. Eles no vo ir em qualquer lugar uma vez que eu o ponho em uma gaiola. Ns somos feitos
aqui?"
          "Seria melhor Voc estar muito certo de voc mesmo," Franco advertiu.
          "Eu estou certo do trabalho, e isto  a mesma coisa."
          A Eve saiu. Como ela comeou de volta no andar de baixo, ela ouviu a voz clara, forte de um
tenor cantando os bares de abertura de Menino de Danny.
          Polis estava sempre cantando Menino de Danny em enterros, ela pensou. Ela nunca conhecida s
por que.
          "Tenente." Roarke a encontrou nos bsicos dos degraus.
          "Eu preciso de algum ar," era tudo que ela disse, e andou a passos largos fora a porta.




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       Captulo 16


       Um furgo de entrega estacionada em fila dupla prendeu trfico para que pareceu ser uns bons
seis quarteires. O barulho resultante de buzinas arranhadas e lanou obscenidades se transformaram no
ar um grito longo de ira.
       Um operador de carro de deslizamento teve super cozinhado e super temprtado e seu kabobs. O
fedor da fumaa gordurosa estava espantando.
       A Eve preferiu o barulho e fedor aos murmrios e floresceu do lado de dentro.
       Ela andou a passos largos direto o repugnante odor e cavado fora crditos. "Chocolate de
Gimme," ela ordenou o operador.
       "Varas conseguidas. Muitos ya quer?"
       "Seis."
       "Conseguido yer fruitade, conseguido yer Pepsi, conseguida yer Coca-Cola, conseguida yer gua
efervescente. Whatcha quer?"
       "Apenas do chocolate."
       Ela o lanou o dinheiro, impediu o fraco estica de sua mo. Ela mordeu ferozmente no primeiro.
Eles j estavam derretendo no punho maligno do calor.
       Roarke comprou uma gua grande e agarrou uma montanha pequena de guardanapos. "Mo uma
acima de. Voc estar doente se voc comer eles todos."
       "Eu j estou doente." Mas ela provou seu profundo amor dando a ele um. "Peachtree d a mim a
conferncia de trinta segundos em trabalho de equipe, terminando no morno, ns somos ambos brao de
servidores pblicos justo aperta. Ento Chang e Franco saltam em meu traseiro sobre a declarao que
eu dei 75 esta manh. No screened, no aprovou. Deixe no  confundir o pblico com a verdade. Eu
sou um policial, nem um boneco de relaes pblicas."
       "Que eu estou certo que voc assinalou."
       "Sim." Ela severamente sorriu, comeu mais chocolate. "Existia isto. Franco no parece ser um
idiota, especialmente para um poltico. Mas ela--e todos eles--certamente parecem estar mais
interessados em percepo, em imagem, em giros que na investigao."
       "Eles no entenderiam que a investigao o modo que eles iria percepo, imagem, e giro."
       Ele bebeu gua para lavar abaixo que era absurdamente chamado chocolate pelos vendedores da
cidade, ento amorteceram um guardanapo para conseguir a sujeira dele fora de seus dedos.
       "E eles no entenderiam voc e o fato que voc se importa menos sobre exposio de mdia que
voc faz o que camisa voc coloca de manh," ele adicionou, dois-apontando o guardanapo em um
reciclador. "Que no  mesmo."
       Eve olhada abaixo em sua camisa. Era branco, ela pensou. Era limpo. Sobre o que mais voc
precisou se preocupar?

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         "Todos ns seramos em melhor situao se eles fizeram o que eles fizeram, e me deixaram s
para fazer o que eu fao. Eu tenho suspeitos, condena isto. Preo, Dwier, e agora os Duques. Eu racho
qualquer um deles, e esta fraturas abertas."
         Ela comeou na terceira vara. "Os duques chamaram um advogado. Direito saltado nisto.
Molestamento lamentoso, fazendo barulhos de processo que puseram Franco e companhia em rbita."
         "Isso era inesperado?"
         "No, eu esperei isto. Eu acho que eu esperei que seguraria linha at depois da comemorativa."
Ela espiou atrs no centro de perda. Alguns Polis estavam encabeando fora. Atrs para trabalhar, ela
pensou. A vida sempre no continuou, mas o trabalho fez.
         "Ele est nisto, Roarke. Duques. Os deslizamentos no perfil como era um terno feito sob medida.
Voc sabe como voc lidou com Jamie esta manh, o que eu disse sobre o bater de volta, moendo ele em
p, ento o construindo novamente? O duques no aborreceria ele mesmo com a ltima parte daquele
ciclo. Minha impresso  que ele fez vida da sua criana um inferno pequeno, pessoal. Eu vou o
diminuir, e o resto deles com ele."
         Ela olhou em cima, escolheu a janela do quarto onde ela se sentou com Colleen Halloway. "Eu
vou parar eles. Eu preciso de voc para conseguir me para tantos dados e fundo em Duques de Donald
como voc pode--dentro saltos legais."
         "Se voc quiser isto dentro saltos legais, por que perguntem a mim em vez de Feeney ou
McNab?"
         "Porque eu posso ser ordenado para atrs fora dos Duques, e se eu for que eu no posso
perguntar a eles. Ento eu estou perguntando a voc no caso de tocar aquele modo. Parea mim um
sujeito com todas as suas companhias sempre estariam na vigia para um bom cientista de computador.
Voc faria um cheque de fundo, cheque de emprego, e assim por diante antes de voc considerar
contratar qualquer um em, certo?"
         "Eu certamente iria. E eu casualmente poderia mencionar algumas daquelas informaes para
minha esposa." Ele acariciou um dedo abaixo seu queixo. "Isto  muito inteligente, Tenente."
         "Eu o quero em uma caixa, e o levar l, eu preciso de todos os ngulos. Eu vou ter outra conversa
com Clarissa Avalia esta tarde. Ela no vai ter muito prazer em me ver. Ento eu posso saltar em para
Dwier."
         Ela olhou abaixo em sua mo. A vara restante era agora uma gota, e uma perda morta. "Bem,
yuck."
         Ela esvaziou isto em um reciclador, limpos seus dedos com a gua e guardanapos Roarke
forneceu.
         "Eh, senhora!" Um homem esticou sua cabea de sua janela de carro e gritada com ela acima dos
chifres. "Por que voc no faz exploso que otrio l em cima, d o resta ns um fricking fratura?"


                                                                                                      174
       "Sua arma est mostrando," Roarke disse a ela, e ela engatou a jaqueta preta magra de volta
acima disto.
       Um rpido esquadrinhe e ela manchadas uns uniformes terminando do centro. "Yo!" Ela
levantou seu distintivo. "Roust que entrega empurra l em cima. Ele no move junto em um, bofeto ele
um ingresso."
       "Voc um fricking policial?" O homem gritou.
       "No, eu s gosto de levar um fricking distintivo e um jateador. Pare o chifre." Ela voltou para
Roarke, pegou ele sorrindo abertamente nela. "O que?"
       "Voc tem chocolate em seu fricking distintivo, Tenente."
       "Condene isto." Ela quase enxugaria isto em sua cala comprida antes dele pegar isto fora de sua
mo, usou o ltimo dos guardanapos. "Erga seu queixo," ele ordenou.
       "O que? Est em meu rosto?"
       "No." Ele se debruou no ngulo perfeito--e a beijou. "Eu acabei de querer fazer isto."
       "Sujeito esperto. D-me de volta minha proteo."
       "Volta em seu bolso."
       Ela verificou, agitou sua cabea. "V usar aqueles seus dedos rpidos para me conseguir para
alguns dados. Eu vou ir agarrar Peabody e cabea para Servios de Criana."
       "Eu s verei se McNab estivesse pronto para ir."
       "Voc trouxe eles a limusine, no ?" Ela perguntou como eles caminharam de volta.
       "Sim, por que?"
       "Voc est deteriorando meu time." Ela girou em direo  porta da mesma maneira que Whitney
terminou.
       "Tenente, Roarke. Eu pensei que voc partiu."
       "Ns estvamos para, Chefe, assim que eu reunir meu time."
       "Deixe aquele para Roarke. Caminhe de volta para Central comigo."
       "Sim, senhor. Diga a Peabody me encontrar em Central," Eve disse a Roarke. Ela tomou um
passo, parou. "Diga a ela para caminhar," ela adicionou. "Eu no quero que voc a soltando fora na
limusine."
       "Como voc gosta, Tenente." Roarke leu rapidamente um dedo acima do entalhe em seu queixo.
"Eu verei voc em casa. Jack." Ele movimentou a cabea em Whitney, ento foi do lado de dentro.
       "Do olhar para este trfico, ele no conseguiria um veculo prximo Central pelos prximos
trinta minutos."
       "Ele acharia um modo," Eve respondeu, "e ele faz um espetculo de maldio."
       "Eu prefiro caminhar quando eu puder administrar isto," Whitney disse como eles comearam
calada abaixo. "Voc gastou algum tempo que fala com me do Halloway, s."
       "Ela pegou muita espinha."

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         "Sim, ela faz. Eu acredito em que voc tambm falou com o prefeito."
         "Sim, senhor."
         "Ele est compreensivelmente preocupado sobre esta situao."
         "Eu penso que  justo para dizer que ns somos todos compreensivelmente preocupados sobre
esta situao."
         "Nossas preocupaes podem demonstrar eles mesmos diferentemente. Voc tambm falou com
Chang e o prefeito de deputado."
         "Ns tivemos palavras."
         Whitney examinou nela. "Voc teve palavras com vrias pessoas hoje."
         "Sim, senhor. Eu acredito que a declarao que eu dei a Nadine Furst em resposta para o lanar
por Pureza era apropriada. Tambm Era efetivo. O detetive Halloway e sua famlia merecem mais que o
ter usado como uma ferramenta por terroristas para espalhar sua mensagem. O trabalho o deve mais que
isto."
         "Eu estou muito ciente do que o trabalho deve, Tenente." Ele parou no faixa para pedestres com
uma multido de outros pedestres que esperam pela luz. "Como ele acontece, eu no achei nada
imprpria sobre sua declarao, nem faa o chefe. O escritrio do prefeito  menos satisfeito, mas Chang
j est trabalhando maximizar o efeito em nosso favor. Importa," Whitney disse, entretanto ela no
falou. No com inteno de.
         A multido comeou os segundos de onda antes da luz mudar. Ambas as Eve e Whitney moveu
por isto, levantando o passo para quebrar claro.
         "Eu podia desperdiar nosso tempo dando a voc as linhas normais sobre a poltica, relaes de
mdia, relaes pblicas, imagem e percepo, e a dinmica freqentemente enganadora entre o NYPSD
e o escritrio do prefeito."
         Whitney sacudiu crditos fora de seu bolso e em xcara do mendigo sem quebrar anda a passos
largos. "Mas eu no irei. Voc est ciente de todos estes j, da mesma maneira que eu estou ciente que
voc no est particularmente preocupado com qualquer disto. Eu direi que ser til e sero mais
simples para todo envolvidos se voc cooperasse com Chang tanto to possvel. Quando no impedir ou
interferir com sua investigao."
         "Sim, senhor."
         "Sobre o assunto de sua entrevista com Duques de Donald e Sylvia esta manh."
         "No era uma entrevista, Chefe, mas algumas perguntas informais em sua casa, e com sua
permisso."
         "Voc pode tocar o jogo de semntica quando adaptar voc. Qualquer termo usado, os arquivos
em Duques de Devin estavam selados, e permanea muito neste momento."
         "Dados no esto sempre acessados por arquivos, senhor."
         "Sim, voc pode tocar o jogo. Voc est disposto a divulgar sua fonte?"

                                                                                                    176
       "No, senhor, nem  que eu exigi para debaixo de Cdigo Departamental 12, Artigo--"
       "No cite cdigos departamentais em mim, Dallas." Ele continuou a caminhar facilmente, apesar
do calor urgente. Mas seu tom empreendeu uma extremidade. "Se ele vier para uma tentativa civil,
ambos voc e aqueles cdigos sero testados."
       "No ir. No s legue o assunto ser discutvel quando eu carregar Duques de Donald com
conspirao para cometer, mas ele vai precisar para charco todos seus recursos legais para sua defesa."
       "Ele  parte disto?"
       "Ele  at seu pescoo."
       "A me?"
       A Eve agitou sua cabea. "Eu no acho. Ela  muito passiva. Eu estou fazendo um fundo para
tentar determinar o quo qualificado um Duque de programador poderia ser. Indiferentemente, eu
acredito nele para ser um jogador chave. Ele no conformar-se menos. Eu podia o quebrar em
Entrevista. Ele est bravo e ele  arrogante, e ele precisa ser certo. Ele no gosta de mulheres em
autoridade, qualquer um, de forma que empurrar. Gostos eles em seu lugar adequado," ela continuou,
metade para ela mesma. "A esposa  todo brilhada em cima como um cachorro de show, vestindo um
avental. Tintura de lbio e brincos as nove de manh."
       "Minha esposa coloca sua maquilagem na frente do caf da manh"
       "Misterioso. Mas ningum intimida Sra. Whitney. Ningum a empurra ao redor." A Eve se
pegou, estremeceu. "Nenhum desrespeito pretendido, Chefe."
       "Nenhum tomado."
       "Eu preciso de algumas mais linhas para amarrar Duques, ento eu posso trazer para dentro."
       "Ache as linhas, e faam eles fortes."
       "Eu penso que ele  mantido uma relao com o assistente social e o policial que estava em caso
do seu filho. E eu penso que eles so envolvidos. Eu amarro qualquer um deles, eu os amarrarei todos."
       Eles fluram por outra interseo, oeste virado a.
       "Tenha certeza disto. Um engano explodir este em nossos rostos e voc tomar o mpeto disto.
Em outro assunto, era bom para ver McNab em seus ps."
       "Sim, senhor, muito bom."
       "Ele olha um pouco trmulo ainda."
       "Eu estou mantendo sua carga de trabalho leve, e do Peabody . . ." Ela calou em cima,
redirecionou. Deve ser algo sobre caminhar do lado de fora como uns turistas que soltou sua lngua, ela
decidiu. "Peabody est comeando a estudar o frouxo."
       "Voc pensa que eu sou desavisado da relao entre o detetive de EDD e seu ajudante, Tenente?"
       A Eve olhou fixamente para frente. "Eu no gosto de conversar sobre isto. Me faz estremecer."
       "Com licena?"


                                                                                                     177
       "Literalmente. Eu consigo este direito de tique debaixo de meu olho toda vez . . . No importa.
Ambos Detetive McNab e Oficial Peabody cumprem seus trabalhos em uma moda de exemplar. Eu
planejo submeter nome do Peabody para considerao para promoo para Detetive Primeiro Avalia."
       "Em quantos anos ela tem?"
       "Quase trs, e ao longo de um ano daquele em Homicdio. Seu trabalho e seu registro autorizam
a considerao, senhor. Se voc pudesse achar tempo para olhar para seus arquivos, e minhas avaliaes,
e se voc concordar com minha recomendao, ela podia comear a preparando para o teste."
       "Eu informarei. Voc pode McNab sobressalente por uma hora, talvez duas, esta tarde?"
       "Sim, senhor, se necessrio."
       "Ento eu estou o puxando. Ele far um um-em-um com Furst, em estdio, em resposta para as
declaraes emitiram esta manh."
       "Senhor, isso no afunda fcil. Pondo ele em exibio depois de seus danos? No dia de
comemorativo do Halloway?"
       "Isto  o que  conhecido como compromete, Tenente." Seu tom permaneceu aprazvel, uma
coliso da gua de gelo no calor sua. "O poder e demanda de autoridade comprometem. Voc duvida
que ele possa lidar com isto? Mais, voc duvida que ele suportar Halloway?"
       "No, senhor, eu no duvido isto."
       "Voc no gosta dele sendo usado como um smbolo." Whitney moveu para a entrada de Central
de Polcia. "Mas  disso que ele . E, Tenente, ento so voc."
       Do lado de dentro, ele procurou o salo de entrada enorme com suas muitas estaes de dados,
animados locator mapas. No Polis, nas vtimas, no culpado.
       "E ento," ele disse, " isto. Este suporta lei e ordem, e est em exibio. , muito simplesmente,
 prova devido s manipulaes e manobras de um grupo de terroristas.  mais que fechando seu caso. 
premiado o veredicto. Ache as linhas. Se voc vai tirar o pai de um adolescente morto, est certo que
voc os amarra apertado."
       -=O=-***-=O=-
       Ela decidiu amarrar outras linhas tomando o tempo para escrever um relatrio oficial em suas
atividades matutinas. Mas quando ela caminhou em seu escritrio, Don Webster estava em sua
escrivaninha.
       "Eu mantenho achando IAB em minha cadeira, eu vou ter que ter isto substitudo."
       "Feche a porta, Dallas."
       "Eu tenho um relatrio para escrever, ento eu tenho que sair no campo."
       Ele levantou, fechou a porta ele mesmo. "Ns faremos isto rpido. Eu tenho que registrar esta
conversao."
       "O que  esta conversao, e por que voc tem que registrar isto?"


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       " com respeito a seu acesso de dados contidos em . Tome um minuto para pensar," ele disse
antes dela poder falar. "Tome um minuto para pensar antes do registrador continuar."
       "Eu no preciso de um minuto. Ligue isto e recupere-se este. Eu tenho alguns assassinatos
aborrecidos para resolver enquanto voc est arquivando seus internos."
       "Isto  ENSOPAR. Voc sabe isto. Voc teve que saber que isto estava vindo."
       "Dizer a voc a verdade, eu no pensei sobre isto." E ela se chutaria para to mais tarde. "Tido
algumas coisas em minha mente hoje."
       "Sente-se."
       "Eu no sou exigido para me sentar."
       "Certa, bom." Ele ligou seu registrador. "Webster, Tenente, Donald, agncia de Negcios
Internas Presa em entrevista com Dallas, Tenente Eve, Homicdio, Central de Polcia, relativo ao assunto
de Duques, Donald, Sylvia, e filho secundrios Devin, falecido. Tenente Dallas, voc deseja se
empenhar seu representante departamental, ou alguma fora de representao legal para esta entrevista?"
       "No."
       "No , em sua capacidade oficial, visite a casa de Duques de Donald e Sylvia" --ele l o
endereo-- "em aproximadamente nove da manh esta manh?"
       "Sim."
       "No , naquele tempo, questione os indivduos acima mencionados relativo a incidentes que
envolveram seu filho secundrio falecido, Duques de Devin?"
       "Sim."
       Ele ergueu suas sobrancelhas, mas se estava em aborrecimento ou aprovao de suas respostas
monossilbicas, ela no soube. Ou se importou.
       "Voc estava ciente que os dados relativos a certos incidentes pertencendo para o secundrio em
que voc questionou os Duques est em arquivos selados?"
       Ela no taco um clio. "Eu era informado deste por Sr. Duques em sua residncia esta manh."
       "Voc no estava ciente previamente que estes dados eram protegidos por selo?"
       "Eu deduzi era."
       "Como voc veio por aquela deduo?"
       "Como eu podia no achar nenhum arquivo aberto com os dados supracitados em minha procura
por informaes no curso de minha investigao."
       Webster  olhar ficou nvel com sua. "Como voc obteve informaes sobre Duques de Devin?"
       "Por uma fonte de fora."
       "De que fonte voc obteve este protegeu informaes?"
       "Eu no sou exigido para nomear uma fonte utilizada durante uma investigao, mais
especificamente uma investigao de prioridade. Estas informaes so protegidas debaixo de Cdigo
Departamental Doze, Artigo Oitenta e seis B."

                                                                                                    179
          A monotonia de sua voz nunca mudou. "Voc recusa nomear sua fonte?"
          "Sim. Fazendo muito comprometer a fonte e minha investigao."
          "Tenente Dallas, voc empregou equipamento e/ou fontes departamentais para acessar registros
selados?"
          "Eu no fiz."
          "No , Tenente Dallas, quebre o selo para arquivos dos Duques de Devin?"
          "Eu no fiz."
          "Voc ordenou algum membro do NYPSD fazer isso?"
          "No."
          "Voc coagiu, subornou, ameaou, ou ordenou alguma outra para fratura individual o selo de
tribunal nestes arquivos?"
          "No."
          "No , devia ser julgado necessrio, submeta para Prova de Verdade neste assunto?"
          "Eu no voluntariamente submeterei para Prova, mas far muito se ordenado por meus
superiores."
          "Obrigado por sua cooperao, Tenente. A entrevista termina. Registre fora de. Bom."
          "Isto  isto?"
          "No momento. Eu posso ter um golpe de seu caf?"
          Ela meramente empurrou um dedo polegar no AutoChef.
          Ele subjugou, programada uma xcara. "Se isto vai cortejar, o ngulo de verdade seria esperto.
Voc passaria por isto?"
          "A terminada da entrevista, Webster. Eu tenho trabalho."
          "Olhe, eu impedi este trabalho de entrevista porque eu estou tentando dar a voc uma mo. IAB
no completa oficialmente em algo como este, cheira como encobrimento. Nenhum de ns precisa
disto."
          Alguma da raiva ela segurou em cheque durante o interrogatrio vazado por. "Existe um
encobrimento, Webster, mas ele tem que fazer com Pureza arquivos debaixo de selos oficiais, fazendo o
tango legal manter eles selados desde que possveis tentar protelar ou prejudicar esta investigao. Eu
cheguei ao redor eles, e eles no gostam disto."
          "Voc cheirando em algum Polis?" Quando ela no disse nada, meramente sentado e girado em
direo a seu computador, ele chutou sua escrivaninha. Era um gesto que ela compreendeu, e teve algum
respeito. " to duro de acreditar em que eu estou em seu lado neste?"
          "No. Mas eu no lano Polis para IAB. Pelo menos no at que eu esteja certo. Se eu achar
quaisquer que somos parte deste, eu levarei eles para voc em minhas costas. Mas no at que eu saiba,
sem uma sombra, eles esto sujos."


                                                                                                    180
       Ele sorveu caf. Ela literalmente podia ver ele usando isto para tranqilo ele mesmo abaixo, lisas
fora as extremidades. "Se voc conseguisse nomes, eu podia examinar isto unofficially."
       Ela estudou seu perfil. Ele iria, ela decidiu. "Eu acredito em voc, e eu aprecio isto. Mas eu tenho
alguns ngulos para trabalhar primeiro. Se eu bater uma parede e penso que voc pode ajudar, eu lego
etiqueta voc. Voc  feito com Trueheart?"
       "Sim, ele  passado sem tocar para trabalhar. A criana no mereceu tomar este giro pelo
espremedor."
       "Desde que ele terminasse para o outro lado. Eu tenho trabalhar, Webster."
       Ele comeou para a porta. "Se existem Polis neste, eu quero eles."
       "Entre a linha," ela respondeu, ento feito seu primeiro telefonema.
       Enquanto ela esperou por uma resposta, ela sorteou fora seu relatrio, referindo de volta a sua
prprio registro para estar certo ela no omitiu nem o detalhe menor.
       Ela refinou isto, anotado isto, e transmitiu as cpias apropriadas. Quando ela conseguiu
liberao, ela contactou Trueheart.
       "Eu preciso de um uniforme," ela vivamente disse. "O grunhido e zango trabalham. Reporte
para Detetive Baxter, meu escritrio de casa."
       "Senhor, eu sou atribudo para despachar trabalhar at notificao adicional."
       "Isto  seu anncio adicional. Eu passei sem tocar isto. Meu escritrio de casa, Oficial, O MAIS
RPIDO POSSVEL."
       "Sim, senhor. Obrigado, senhor."
       "Veja se voc me agradecer depois de que voc pr em algumas horas com Baxter."
       Ela quebrou transmisso ento saiu para concha em cima Peabody.
       "Peabody, voc  comigo."
       "Senhor." Era todo Peabody disse at que eles estavam em veculo da Eve. "Eu no quis
mencionar qualquer coisa dentro do edifcio, por via das dvidas. Baxter passou por um pouco de info
para mim para voc. Sobre Sargento de Detetive Dwier."
       "O que ele consegue?"
       "Ele executou algumas conversaes nas comemorativas. O lugar estava cheio de Polis, e alguns
deles eram daquele. Ele trabalhou isto ao redor para Dwier, e ele girou fora um dos sujeitos existe em
sua esquadra. Parea que Dwier foi por um remendo spero alguns anos atrs. Divrcio. Esposa mudada
para Atlanta com sua criana, ento ele no chega a ver seu menino tanto  medida que ele gostaria de.
Ele era bonito aplainado por ele de acordo com esta fonte. Mas no muito depois, ele encontrou
algum--a encontrou pelo trabalho. Ele tem estado regularmente a vendo, e o no ano passado ou ento,
parece ser aquecer. Ela trabalha em Servios de Criana."
       "Alguns dias, cai direito em seu colo."
       Estava na hora de visitar Clarissa Avaliar.

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        Ela apenas passaria sem tocar a garagem quando ela conseguiu o telefonema.
        A pureza absoluta tinha sido alcanada.
        -=O=-***-=O=-
        O novo homicdio atrasado ela de forma que ela chegou em minutos de Servios de Criana antes
das portas fecharem pelo dia. Ela tiranizou seu modo passado o recepcionista e andou a passos largos
diretamente em Clarissa Avalia  escritrio.
        Existia sangue em cala comprida da Eve. Apenas mostrou contra o negro, mas ela podia ainda
cheirar isto.
        "Eu sinto muito, Tenente, eu no posso fazer tempo para voc." Limpo e bonito, Preo sentado
em sua escrivaninha. Deliberadamente, ela protegeu os dados em sua tela, espiou em sua unidade de
pulso. "Eu tenho que terminar este relatrio, ento eu tenho um final de compromisso."
        "Voc far tempo."
        Lbios firmado do preo, e ela dobrou suas mos. "Tenente, voc j quebrou f intrometendo na
famlia de Duques esta manh, e fixando um ciclo em movimento que trar mais pesar, e quase
certamente litgio, que pode envolver esta instalao e me. A muito ltima coisa eu sou propenso para
fazer  fazer tempo para voc, ou tolerar voc entrando repentinamente em meu escritrio no fim de um
dia muito difcil."
        "Quebrar f?  disso que voc chama isto?" A Eve plantou suas palmas na escrivaninha,
debruada em. "E o que voc chama o que Pureza est fazendo? Mantendo a f? Eu acabei de vir de
outras de suas execues, Sra. Avalia. O nome Nick Greene toca um sino com voc? Talvez voc ouviu
sobre ele no curso de um de seus dias difceis. Negociado com ilegais, vdeos pors, sexo , favores de
festa que no esto em que voc chamaria o popular. Um cliente quis isto, Nick forneceu. Alguns
daqueles gosto dos clientes correu para menores. A maior parte de ns no chamaramos Nick Greene
um sujeito de inchao real, mas eu posso garantir ele teve um par de dias difceis ele mesmo s
ultimamente."
        "Se isto  seu modo de dizer a mim outra pessoa morreu, isto no  nenhum negcios deste
escritrio. E se esta pessoa j surgiu no curso dos trabalho apresentados por Servios de Criana, at que
eu seja servido com os documentos adequados, eu posso nem confirmo nem nega."
        "Mais cedo ou mais tarde, eu vou rolar acima de quem blocagem as autorizaes. Isto  uma
promessa. Aqui  outro nome que poderia tocar um sino com voc. Hannah Vadeia. Fmea de corrida
misturada de dezesseis anos de idade. Fugitivo reincidente. Os pais desistiram da ltima vez que ela
tomou um passeio. Minhas informaes so que ela tm estado na rua este tempo mais ou menos trs
meses. Fez algum sem licena enganchando, procedimento insignificante, roubo insignificante. Hannah
 estar em apuros de tempo em tempo desde que ela tinha doze anos. Mas ela no vai causar qualquer
dificuldade agora. Ela est morta."


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       A Eve puxou trs fotografias quietas frescas fora de sua bolsa de evidncia, lanou eles na
escrivaninha. "Ela era uma menina adorvel, de acordo com sua ID fotografia, de acordo com as
testemunhar que a viu. No pode dizer por estes, no ? Ningum parece adorvel depois que eles foram
apunhalados cinqenta, sessenta vezes."
       Seu branco de rosto doentio, Preo empurrado nas fotografias. "Eu no a sei. Voc no tem
nenhum direito--"
       "Duro olhando para os resultados, no ? No muito fudido puro quando voc olhar isto no rosto.
Eu acabei de vadear por seu sangue. Isto  duro, tambm. Existe muito sangue em uma menina
adolescente, Clarissa. Muito sangue para espirrar e espirrar enquanto ela tenta ir embora de um sujeito
com uma faca cujo crebro est tentando desatar a de seu crnio. Muito sangue para despejar e charco
quando ela cair porque ela no pode cair fora dele."
       "Ela . . . Greene este fez para ela?"
       "No. A pureza fez este para ela." A Eve empurrou as fotografias mais ntimas para avaliar.
"Tome um bom olhar para o que eles fizeram para ela. Sua pesquisa no obviamente fez pista naquele
que ela tem shacked com Greene o na semana passada ou dois. No identificou um adolescente fugitivo
que estava baqueando em seu lugar. Dormente em sua cama enquanto a infeco comeou a cozinhar em
seu crebro. Talvez em sua, tambm. A autpsia verificar isto."
       "Eu no acredito em voc. Eu quero que voc parta."
       "Puro de nada, Preo, voc no pega isto? Nada entra ou sai do mundo sem uma marca. Nenhum
simples do sistema. S quando este aqui falha, pessoas inocentes morrem. Ela era uma criana. Voc
deveria proteger ela. Mas voc no pode proteger eles todos. Ningum pode proteger eles todos."
       "Era sua idia?" Eve perguntada. "Ou voc era recrutado? Quem em carga  de Pureza?"
       "Eu no tenho que conversar com voc." O preo era branco em torno dos lbios agora, e sua voz
longe de fixa. "Eu no quero conversar com voc."
       "Duques ajudados criar o vrus. Quem outro? Dwier puxou voc nisto, ou voc o puxou?"
       O preo empurrou de volta de sua escrivaninha, empurrados para seus ps. A Eve podia ver suas
mos estavam tremendo. "Saia."
       "Eu estou diminuindo isto, e voc descer com isto. Voc e Dwier. Quem o inferno voc pensa
que voc ? De p em julgamento, executando por controle remoto. Ento rejeitando sumariamente as
mortes dos espectadores como vtimas da ferrugem em sociedade. Voc  o fudida ferrugem, Clarissa.
Todos vocs auto-guardies ntegros, autodesignados."
       A Eve pega em cima Hannah Vadeia  fotografias da morte. "Voc matou esta criana. E voc
pagar por isto."
       "Eu sou que--eu estou chamando um advogado." Mas lgrimas estavam nadando em seus olhos,
juntando nos cantos, prontos derramar. "Isto  molestamento."


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         "Voc chama este molestamento?" No existia nenhum humor no sorriso da Eve. Fatiou como
um machado com lmina magro. "No consiga-me comeado. Voc tem vinte e quatro horas para
entregar voc mesmo. Voc entra, voc gira evidncia, e eu empurrarei para uma em instalao de
reabilitao de planeta. Eu venho depois de voc em vinte e quatro horas e um minuto, voc entra em
uma gaiola concreta fora de planeta que Voc nunca ver luz do dia real novamente."
         A Eve olhou para o tempo. "Cinco e doze amanh. No um minuto mais."




         Captulo 17


         A Eve soube que ela agitou Clarissa Avaliar, e agitado seu duro. Ela tambm conheceu que Preo
no estaria chamando qualquer advogado a menos que ele seja Pureza aprovada. Mas ela chamaria
Dwier.
         Ela viu o horror em rosto do Preo quando Preo olhou para as fotografias da cena de crime de
Hannah Vadeia. Existiu choque e incredulidade junto com isto, mas era o horror que continuaria a
superfcie. Isso comeria em Preo at que ela despertou gritando na noite.
         Para afastar se de fazer o mesmo, Eve soube que ela teve que fazer o que veio prximo, tome os
prximos passos. Enfoque no trabalho.  disso que ela disse a se quando ela alfinetou as fotografias
mais recente para a tbua de caso em seu escritrio.
         Ela no podia permitir a sua prprio horror para superfcie novamente, ter isto estrondo em sua
barriga como teve quando ela andou em condomnio de Avenida de Parque do Greene. O horror que a
levou de volta, para um momento, para um pequeno, congelando quarto em Dallas, onde o sangue emitiu
cheiro forte e a faca, coberta com isto, era embreado em sua mo.
         Roarke entrou, fechou a porta. Bloqueado isto.
         "Eu preciso do time inteiro aqui, com exceo de Jamie, atualizar eles nos homicdios mais
recente."
         "Em um minuto." Ele cruzou para ela, tomou seus ombros, girada ela para o enfrentar. Seus
olhos eram sombreados. Alguns estava fadiga, ele soube. Mas a maior parte era o pesadelo.
         "Eu posso ver isto em voc." Ele apertou seus lbios para sua sobrancelha. "A dor disto."
         "No est entrando meu modo."
         "No, no pode ter isto, no ? Espere por um minuto, Eve. S por um minuto."
         Seus braos j estavam ao redor dela, e agora ela embrulhou ao redor ele na sua vez. "No era o
mesmo. No era nada como o mesmo. Mas . . . ele me empurrou de volta. Me empurrou direito de volta
l. Eu estive l, olhando abaixo nela, nele. Eu estava to frio. Eu vi aquele tipo de coisa antes, e ele no
me empurrou de volta l."
         "Isto era uma menina. Uma jovem menina."

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       "Mais velho que eu era. Duas vezes to velho quanto eu era. Ela podia ter sido eu." Ela alarga
uma respirao longa depois que ela disse isto. " disso que eu pensei quando eu estive l. Quando eu
permaneci acima dela. Se eu no o matasse primeiro. Se eu no casse fora dele, ela podia ter sido eu."
       Mais fixa, ela girou sua cabea em seu ombro, olhada atrs na diretoria com olhos claros. "Voc
v o que eles fizeram para ela?"
       Tanto como ele viu, tanto como ele fez em sua vida, a imagem de Hannah Vadeia ainda fez seu
sangue correr frio.
       A menina tinha sido cortada para pedaos. A camisa e calo ela tem vestido estava em farrapos,
e encharcado vermelho com seu prprio sangue.
       "Voc pode," ele quietamente disse. "Voc v isto tempo e o tempo novamente, e no importam
com que freqncia voc faz, ainda importa.  isso que voc faz."
       "Eu preciso fazer isto agora." Tome o passo, ela pensou. Faa o trabalho. "Eu quero que Jamie
manteve ocupado em algum lugar. Ele no vai ver isto. Eu tomarei as fotos dela abaixo entre instrues
especficas."
       "Eu mandarei a ele fora para o charco ou o quarto de jogo, tenha Summerset monitorar ele para
ter certeza que ele fica bem longe daqui at que voc seja feito."
       Ela movimentou a cabea, andou de volta. "Uma coisa. Eu coagi, subornei, ou ameacei voc em
abertura de arquivos selados?"
       "No. Voc perguntou, com alguma relutncia e dentes rangendo."
       Ela quase administrou um sorriso. "Com exceo dos dentes rangendo, isto  como eu vi isto. Se
'solicitou ' tinha estado na lista, eu ainda no teria dito no na questo de IAB. Eu teria mentido. Eu no
gosto de saber isto, mas eu posso viver com isto."
       Ela olhou de volta em Hannah Vadeia  fotografia. "Sim, eu posso viver com isto."
       -=O=-***-=O=-
       Quando seu time era ajuntado que ela correu os detalhes para eles.
       "Nick Greene forneceu servios. Seu emprego  listado como um consultor de entretenimento.
Enquanto ele teve alguma clientela direta, o tamanho de correu abaixo da superfcie. Ilegais, vdeos que
empurra cdigo como eles tendem a envolver menores, violncia autntica, e bestialidade. Ele tambm
forneceu companheiros sem licenas, um ou outro sexo, para aqueles procurando por um pouco mais
que a lei permite ou que s gosta da excitao de quebrar isto. Ele pegou uma folha, que indica ele
freqentemente ouvido em audio estes companheiros pessoalmente."
       "Ele levantou para interrogatrio um total de oito vezes, mas nunca carregadas. Seus negcios
aparentemente pagaram bem. Suas escavaes eram Avenida de Parque lisa."
       "Ele  ligado para avaliar ou Dwier?" Baxter perguntou.
       "Eu no acho seus nomes em quaisquer dos dados. Eu no tenho nenhuma dvida que ele era
conhecido para Servios de Criana. Das oito vezes ele era arrastado em para interrogatrio, duas

                                                                                                       185
reclamaes envolvidas envolvendo um secundrio. Uma daquelas reclamaes est selada. E debaixo
daquele selo ns acharemos um ou mais membros de Pureza."
        "Tenente." Trueheart levantou sua mo como uma criana em uma escrivaninha da escola. "No
 Greene possvel era infectado por causa do que ele estava s, sem alguma outra conexo para o
grupo?"
        " muito cedo para eles para objetivo que modo. A primeira onda envolve programas de trabalho
pessoais."
        "Precise ser," Feeney concordou. "Voc recomea atividades um grupo como isto, pessoas esto
arriscando um inferno de muito. A maioria de no vo fazer isto s em um princpio. Eles precisam de
um pouco de retorno primeiro. Tenha que ter incentivo para o grau e arquivo. Voc ter um pouco de
fanticos de delrio, tambm. Sociopatas que s gosta da idia de tomar algum fora sem ficar
sangrento."
        "Discpulos," Roarke continuou, "vido seguir o caminho. Frustrados Polis, oficiais da cidade,
assistentes sociais, e semelhantes que viram o culpado ir embora para livre uma vez muito
freqentemente. E algum, eu pensaria, que esto simplesmente intrigados, intelectualmente, na idia
deste tipo de seleo artificial."
        "Eles tm sua primeira onda em lugar." Eve gesticulada para a diretoria. "Trabalhando depressa.
Minha opinio  que eles infectaram ou conjunto para infetar sua inteira primeira onda por este tempo.
D sua satisfao de tamanho de sociedade, sucessos rpidos e mltiplos, e mantenham a mdia quente
na histria. Enfocando em objetivos que tm, em um pouco de modo, crianas vitimadas  muito
deliberada. At Polis tem uma atitude diferente quando as vtimas forem crianas."
        Ela olhou para a diretoria novamente.
        "De acordo com as declaraes do golpe-em-portas, Hannah Vadeia foi primeiro que vistos no
edifcio dez dias atrs.  possvel que ela estava l mais longa como seus pais no viram ou ouviram
sobre ela em trs meses. Eles no aborreceram limadura uma polcia ou relatrio de CS em seu este
tempo. Ela era um fugitivo habitual. McNab, voc revisar os discos de segurana do edifcio e obrigar
 data exata que ela comeou a estudar residncia com Greene."
        "Nisto."
        "Eu quero saber com que freqncia ela veio e foi, e que outro visitou Greene nas ltimas duas
semanas. Ns temos uma lista de seu sabido associa de seus pais. Peabody e eu correremos aqueles.
Baxter, veja se qualquer do Polis de registro que questionou Greene alcanar. Feeney, Roarke, e a
criana continuaro a trabalhar extrair dados das unidades que ns encerramos."
        "Ns estamos ampliando isto," Feeney disse a ela. "Ns devamos ter suficiente para enganar o
vrus em outro oito, dez horas de homem."
        "Mantenha-me em cima nisto. O Greene/Wade bate segue o padro bsico. Greene era furado em
cima em seu lugar pelos ltimos cinco dias. O edifcio tem viver porteiros em oito para meia-noite, em

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trs turnos. Andride lida com o cemitrio. Nenhum deles viram Greene vir ou entrar aquele espao de
tempo. As declaraes indicam isto era incomum para ele. Ele saiu geralmente a maioria de dias, e pelo
menos cinco noites fora de sete. Terceiro homem de turno verifica Greene trouxe uma comparao de
menina Vadeia  descrio casa com ele dez dias atrs, e que ela pareceu vir e ir livremente daquele
tempo. Ningum recordaa vendo sua sada ou entrar ontem."
       Ela girou. "Registro da cena de crime, tela uma."
       A imagem que estalada em era totalmente e horrvel. A branca-em-rea viva branca era espirrada
com sangue. O vidro quebrado faiscou em rios magros dele que serpenteou e esporeou seu modo acima
de tapete. Mesas destrudas, uma tela de entretenimento embriagado, plantas tropicais luxuriantes que
forneceram um contraste para o branco mas estavam agora desarraigadas fixa a fase para o corpo da
menina.
       Ela tinha sido Lanada de bruos, braos e pernas estendidas. Seu cabelo era longo e ondulado e
uma vez tinha sido loiro com safira destaca. Algum daquele ouro e azul ainda mostrou pelo sangue
emaranhado.
       A Eve ouviu sua prpria voz detalhando a cena, viu se passo em viso, e abaixe pelo corpo.
       "Voc pode ver o ilegais disperso acima do tapete. O que parece ter sido uma tigela de
hospitalidade era achada, quebrada, nesta rea viva. Os rastros de substncias identificadas como Jazz e
Ertica estava ainda na tigela danificada. Troque para registro do quarto."
       O disco trocado, mostrou a um grande, sol-lavado quarto feito em negros e reds. Os lenis na
cama eram rasgados. O monitor da unidade de escrivaninha enfrentou o registrador, e leia:


       PUREZA ABSOLUTA ALCANADA


       "Uma tigela pequena, no danificada, pode ser vista aqui na cmoda. As substncias ilegais
vrias esto ainda nisto, e outros so no cho. Parece Greene continuou a usar enquanto os sintomas da
infeco manifestada. Existiam rastros de sangue nos lenis, provavelmente de um sangramento nazal,
e rastros de smen indicando que ele era capaz de masturbar ou tomar parte em relaes sexuais com
Vadear antes da morte. A autpsia dir a ns que. Vadeie seja corpo no mostrou a nenhuma evidncia
de atividade sexual recente."
       "Onde o inferno  ele?" Baxter perguntou.
       "Ns chegaremos l. Reconstrua diga a mim, ele provavelmente gastou algum tempo fechado no
quarto, estalando ilegais, empurrando fora de, enquanto nas ltimas horas, Vadeiem se entretiveram na
rea viva. Comeu jogue fora comida, foi zumbido, assistida um pouco de tela. Greene no teria sido bom
companhia, mas enforcamento em um condomnio de Avenida de Parque com acesso fcil a ilegais,
bastante comida, muito lcool, era um negcio melhor que levantando alguns truques na rua, talvez
conseguindo ser presa. Ela iria duro que fora at que ele veio a si."

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       Trueheart levantou suas mos novamente. Baxter simplesmente ligeiramente o chutou, agitou sua
cabea. "Uh-uh," ele sussurrou. "Ela est na zona."
       "Oito transmisses entraram durante os ltimos trs dias. Nenhum deles respondido. Eles eram
todo para Greene. Ela no ficaria interessada em tocar seu admin. Em certo ponto esta tarde, ela levanta.
Talvez ela quer sair, procure por um pouco de ao. Talvez ela vai para o quarto, mas ele  bloqueado a
porta. Otrio. Suas roupas esto l. Como ela deveria sair se ela no pode conseguir suas roupas, arrume-
se algum? Ela quer que ele abra a porta, abra o goddamn porta, mas ele no faz. Ela chuta nisto,
contunde seus dedes do p. Irrita ela. Bata isto uns tempos do par com seu quadril deixado, contuses
que algum, tambm. Foda-se ele."
       Ela podia ver isto, quase sinta a frustrao de irritado da menina. Todo zumbido em cima e em
nenhuma parte para ir. "Ela encabea na cozinha, procurando por algo doce. Voc consegue um ataque
doce com Jazz. Consiga se algum sorvete, e sentimento apaga, escreve otrio no contador em molho de
chocolate."
       "Ela gira ao redor, e ele est a. Ele parece ruim, realmente ruim. Seu nariz est sangrando, seus
olhos esto vermelhos. Sua respirao  horrvel, e o resto dele cheiros gostam de uma cloaca. No
parece com que ele  mudado fora de sua roupa ntima em dias. Se ele pensar que ela vai o fazer agora,
ele est to errado."
       Ela trouxe a cozinha do condomnio atrs em sua cabea. Branca e prata e vermelha do sangue.
"Ela diz algo, algo um adolescente pensa estar inteligente e cortando. Ele a bate, bate um bom atravs do
rosto. Bata suas costas assim ela bate sua cabea no AutoChef, solta sua tigela de sorvete. Machuca. Ela
bate sua cabea dura suficiente para quebrar a pele, suficiente para deixar um pouco de pele e cabelo na
porta do AutoChef. Obscurece sua vista para uma segunda e a assusta. Mas no tanto como vendo
Greene toma a faca, a grande faca de prata, fora do quarteiro.
       "Ele corta nela. Ela a lana mos ao alto, e as fatias de faca atravs de ambas suas palmas. Ela
tenta correr, e o sangue de seus salpicos das mos na parede branca. Ento de seu ombro, provavelmente
seu ombro como ele bate nela novamente. Ele no corta. No abaixo golpes naquele quarto. S aqueles
longos, varrendo golpes. Remanescer para direito, direito de partir.
       "Ela est gritando, mendigando, chorando, tentando correr. Caia fora. Mas aqueles bate mantm
pegador ela. A parte de trs, as ndegas, os ombros novamente. Pelo jantar alcova. Ele a abre em cima
bom l, bate uma artria e o sangue comea a esporear. Ela est morta ento. Ela no sabe isto. Ela ainda
pensa que ela pode cair fora. Ela faz isto para a rea viva antes dela afundar naquele tapete branco.
Rasteje algumas polegadas. Ento ele comea a cortar."
       "Jesus," McNab suavemente disse, como uma prece.
       "Ele no sabe quem ela , no se importa." O rosto da Eve era pedra-frio como ela olhou
fixamente para a tela. "Ela  parada de gritar, mas sua cabea no quer. Ele lana a tigela de delcias,
quebra a tela, empurres em mesas, apunhala o sof alguns tempos. Ele tem que parar a dor. Ele volta no

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quarto, mas ele no pode permanecer isto. Ele empurra abre as portas de terrao. Ele ainda conseguiu a
faca, e ele parece com que ele tem sido pintado vermelho. Ele grita, e grita. No trfico areo, na rua
abaixo, em seu vizinho que termina em seu terrao dois apartamentos abaixo. Ela corre de volta em,
fecha se, e chama o Polis. At l est por toda parte. Viso de terrao do quarto," ela ordenou.
       Ele estava deitando em suas costas, e pareceram com um homem que tem nadado em um rio de
sangue.
       Ele mergulhou a faca em seu prprio corao.
       -=O=-***-=O=-
       "Conseguida sua contagem de tempo."
       Querendo ficar com a ao no lab, McNab instalar em um canto. Ele gostou de escutar o idioma
familiar de compu-jocks como Feeney e Jamie debateram o prximo nvel, ou quando Roarke pesou em
com uma opinio.
       Eles foram fecharam, ele soube que eles eram direito  beira de duplicar o vrus. Uma vez que
eles tiveram isto, eles podiam lutar isto.
       Eve subjugada para ele. Ela no estava certa por que ela entrou no lab--o ltimo lugar que ela
era precisada. A menos que ele seja cair fora de seus prprios pensamentos.
       "Aqui seja nossa menina," ele continuou, batendo a imagem onscreen. "Entrando com Greene. O
porteiro teve isto. Ela no mostra antes deste tempo e data. Perv esfrega seu traseiro  medida que eles
entram. Ele  velho suficiente para ser seu pai."
       "Ela entrou de seu prprio livre arbtrio." A Eve estudou o rosto da menina. O sorriso sugestivo,
o reluzir olhos. Oh sim, ela pensou. Figurou que voc soube a pontuao. Voc no soube uma coisa de
maldio.
       "Sim, bem, no faz ele menos um perv. Ela estala dentro e fora. Nunca veja seu antes de meio-
dia. Quando ela fizer os aparecimentos de luz do dia, ela volta na frente de anoitecer. Normalmente tem
umas bolsas do par com ela. Altas-fim lojas. Ele deve pagar a conta para as compras. Ela est pensando
que ela pegou uma boa coisa indo."
       "Hmm. Eles saem junto."
       "Sim." Ele fechou com fecho pelo disco. "Saltada em cima por uma noite fora. Olhe meio
zumbido j, todo duded fora. At os seis dias antes de imploso, eles saram toda noite. Ns
conseguimos trs visitas durante o perodo de tempo, todo macho."
       Ele keyed em para a viso fora de condomnio do Greene. "Este primeiro entra, permanncias
dezesseis minutos. Aposte o contedo de sua pasta trocada durante aquele telefonema social pequeno."
       "Tempo para testar a mercadoria e conta o dinheiro," Eve concordou. "Ns sabemos se Ilegais
fosse acompanhamento este sujeito?"




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        "No faa. Pode." Inconscientemente, McNab dobrou seus dedos, trabalhando na picada que no
teve bastante enfraquecido. "Eu consegui alguns contatos l. Longe como eu posso dizer, o perv leu
rapidamente a linha, avenidas de negcios legtimos mantidos abertos, no negociou muito pesado."
        "Segunda visita?"
        "Negcio diferente. Ficados noventa e oito minutos. Nenhuma bolsa,"
        A Eve estudou o segundo homem entrando, saindo. "Sexo," ela disse de modo plano. "Que tal o
terceiro?"
        "Permanncia de quarenta minutos, levou uma bolsa de disco dentro e fora. Gostos seu sexo em
vdeos, eu acho."
        "Eu conheo este sujeito. Eu o sei. Tripps. Negcios contrabandeado vdeos. Tem alguns
corredores na rua. Sim, eu o sei. Eu o baterei se eu precisar para, veja se ele pode me desenhar um
retrato. Corra os outros rostos para ID no caso de que ns precisamos deles."
        A Eve o viu massageando sua coxa direita como ele instalar para a procura. "No, no agora.
Manh logo o bastante. Lote isto pela noite. Por que voc e Peabody no vo usar o charco ou algo? Ou
s saia durante algum tempo."
        "Sim? Tomando piedade no recuperar crip?"
        "Agarre isto enquanto voc pode, camarada. No durar."
        Ele sorriu abertamente. "Eu no me importaria um pouco ao de clube. Alguma msica. No at
danar ainda. Voc sabe o que realmente faria isto? Cena de clube virtual. Se ns pudssemos usar o
holo quarto."
        "Se voc estiver indo para programa em alguns pervertidas fantasias sexuais, eu no quero ouvir
sobre isto."
        "Mum  a palavra."
        Ela voltou para seu prprio escritrio e gastou a prxima hora dissecando vida do Nick Greene.
        Homem de academia, uns negcios importantes que comearam a levantarem dificuldade em sua
adolescncia. Multas de possesso secundria, transgresso criminoso, contrabandeando vdeos. Sempre
o empresrio, ela pensou.
        Saldou durante algum tempo. Escavaes de Avenida de parque de primeira, total de armrio de
snazzy desenhista duds.
        Ela carranca como ela continuou por seu financeiro. Ele tem na garagem dois altos-fim veculos,
e mantiveram um terceiro, e um watercraft, armazenado em seu lugar do fim de semana no Hamptons.
Ele teve arte e jias assegurado mais de trs milhes.
        "No adiciona em cima."
        Ela foi para o 'vnculo e buzinou Roarke. "Eu preciso de voc para olhar para algo em meu
escritrio."


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       Ele entrou, olhando ligeiramente irritado. "Se voc quiser o trabalho feito, Tenente, voc tem que
deixar-me fazer isto."
       "Eu preciso de sua opinio de perito em qualquer outra coisa. Olhe para estes recursos, renda
reportada, dbitos. D-me seu tomar."
       Ela teve os nmeros na tela, e compassaram o escritrio enquanto Roarke estudou eles.
       "Obviamente algum no reportou toda sua renda. Isto est chocando."
       "Fosso o sarcasmo. Quanto mais deste voc podia fazer de um nvel meio ilegais negcios,
correndo algumas prostitutas sem licenas, negociando um pouco de vdeos porns, um pouco sexo ?"
       "Eu decidi ser lisonjeado em lugar de insultado que voc assumiu que eu saberia de tais assuntos.
Dependa, claro, na despesa. Voc teria que comprar ou cozinhar o ilegais antes de voc poder vender
eles, equipamento e mantinha as prostitutas, gere o vdeos. Ento existe a quantia inicial para subornos,
segurana, empregados. Se voc fosse bom nisto, teve uma clientela fixa, voc prenderia dois ou trs
milhes em lucro."
       "Ainda no adiciona em cima. Ele manteve isto pequeno, exclusivo. Voc no consegue busted
to duro ou quanto freqentemente se voc mantiver isto perfil baixo. Ento diga que voc adiciona os
trs milhes para o que ele reportou no ano passado. Isso o mantm abaixo de cinco milhes. Voc podia
viver real confortvel nisto."
       "Alguns podiam. Ns somos feitos agora?"
       "No. Voc tem cinco milhes para tocar. Olhe para suas despesas de roupa no ano passado."
       Impacincia sufocante, Roarke esquadrinhou os dados que ela atirou na tela. "Ento ele no era
uma cmoda mordaz."
       "Mas ele era. O total de armrio de desenhista etiqueta. Tido que ter cem pares de sapatos. Desde
que eu vivo com algum com o mesmo confuso vcio, eu posso reconhecer o material caro. Existia fcil
um milho no armrio. Provavelmente mais."
       "Ele prefere pagar dinheiro ento," Roarke disse, mas ele estava ficando interessado apesar dele
mesmo.
       "Certo, subtraia um milho dos cinco. Ele tem arte e bugigangas asseguradas por mais de trs."
       "Se compre raramente todas as suas bugigangas em um ano nico."
       "Sim, mas existem avaliaes por mais de trs quartos de um milho de no ano passado.
Nenhuma entrada de dbito. Dinheiro novamente. Subtraia outro setenta e cinco. Equipamento de Vdeo,
assegurado para um ponto cinco mil. Dois novos excntricos na lista no ano passado para a melodia de
metade de um mil. Dois garaged veculos na cidade. Anual para  disso que, dois, trs mil um ms, cada.
Se seja um XR-7000Z, novo ltimo setembro. O que eles correm?"
       "Ah . . . duzentos K, se ele conseguisse isto carregado."
       "Condomnio de trs quartos em Parque. Anual sobre seja o mesmo que o carro, certo?"
       Ele estava fazendo a matemtica em sua cabea. "Fim suficiente."

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       "Ento voc adiciona uma casa de praia de cinco quartos no Hamptons, a taxa de deslize para seu
watercraft. O que  isto?"
       "Corra ele prximo um milho."
       "Certo. Voc adiciona nele sai jantando e debauchering quase noturno. Despesas vivas bsicas
acima disto. O que voc consegue?"
       "Qualquer um que eu estar muito bem na estimativa de seu lucro de negcios, ou ele teve outra
fonte de renda."
       "Outra fonte." Ela engatou um quadril sobre sua escrivaninha. "Siga-me aqui. Voc conseguiu
uns negcios subterrneos que supre para clientela bastante exclusiva. Algum de que poderia rubor se
seu pequeno passatempo terminou na luz. Voc tem gosto caro, e seus negcios fazem satisfatrios, mas
inferno, voc quer melhor. O que voc faz?"
       "Chantagem."
       "E ns temos um vencedor."
       "Certo, ento ele correu uma extorso no lado. Um lucrativo pelo que dizem. O que isso tem que
fazer com o assunto  mo?"
       "O assunto  mo  homicdio.  um golpe de Pureza, e  conectado, mas voc ainda corre isto
pelos nmeros. Ele poderia ter mantido seus dados de chantagem em um safebox. Se ele fez, ele
manteria isto perto de casa. Acesso fcil. Ns podemos verificar os bancos e depsitos. Mas, talvez ele
manteve eles muito mais ntimo para casa. Eu vou ir verificar seu lugar novamente."
       "Queira companhia?"
       "Dois podem lanar isto mais rpido que um."
       -=O=-***-=O=-
       Ele pensou que ela estava desperdiando seu tempo e dela. Mas ele sups o policial nela
precisava para cortar fora de quaisquer pontas soltas.
       E ele no teve nenhuma inteno de deixar ela voltar s para um lugar que teve taunted seus
pesadelos.
       Ele esperou at que ela ultrapassou o lacre policial, decodificando as fechaduras.
       O ar ainda levou morte. Foi a primeira coisa que o atingiu quando ele entrou ao lado dela. O
fedor cru, lamentavelmente humano de demorou debaixo do odor de substncias qumicas usadas pelo
time da cena de crime e varredores.
       Manchas vermelhas, salpicos, fluxos eram um horror virulento acima do branco. Paredes, tapete,
moblia. Ele podia ver onde a menina caiu. Podia ver onde ela rastejou. Onde ela morreu.
       "Cristo, como voc enfrenta isto? Como voc olha para isto e no quebra?"
       "Porque est l se voc olha ou no. E se voc quebrar, voc  feito."
       Ele tocou em seu brao. Ele no percebeu que ele falou em voz alta. "Voc precisou ver isto
novamente? Para enfrentar este novamente para provar voc?"

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       "Talvez. Mas se isso era tudo, eu teria vindo sozinha. Segundo quarto e o escritrio esto ali. Ns
fomos pelo lugar completamente no primeiro varre. Mas ns no estvamos procurando por um hidey-
buraco. Agora ns fazemos."
       Ela pe Roarke no segundo quarto e comeou no escritrio se. Eles tomaram os dados e centro
de comunicao longe, examinaram cuidadosamente a rea do trabalho, pelo armrio onde o Greene
manteve seu material extra.
       Ela fez isso tudo novamente, aponte por ponto. Existia um seguro. Uma da cena de crime techs
recapitulou seu scanner isto, identificou a combinao. Ela no achou nada inesperado nisto. Um pouco
de dinheiro, documentos de disco, um pouco papelada.
       No suficiente dinheiro, ela pensou agora. Longe de suficiente. Se trs clientes vieram por nos
ltimos dias--pelo menos dois deles quando sintomas do Greene teriam aumentado--onde estava o
pagamento?
       Ele teria enviado Ler com dificuldade com dinheiro para dobrar isto em um safebox? Ela no
achou. Voc poderia bater um adolescente, venda ela fora para clientes, mas voc no ps dinheiro em
sua mo e acenou adeus.
       Ela levou duas pinturas e uma escultura fora da parede, procurados atrs deles para painis.
       "Limpo do quarto," Roarke disse a ela.
       "Ele pegou outro seguro. Ele pegou um buraco. Isto  o lugar lgico. O escritrio  o lugar
lgico."
       "Talvez  muito lgico. Primeiro lugar voc pareceu, no ?"
       Ela parou de fugir ao longo do rodap e sentado atrs em seus saltos de sapatos. "Certos, se isto
seu lugar era, onde seu  esconder?"
       "Se eu gostasse combinar negcios e prazer, como ele pareceu que ele fez, o quarto mestre."
       "Certo, vamos tentar isto."
       Ela foi  frente, ento permanecida na entrada com ele, esquadrinhando o quarto.
       "Dinheiro sempre no compra gosto, faz isto, querida?" Ele agitou sua cabea na decorao preta
e vermelha. "Um pouco bvia para uma guarida de paixo."
       Ele vagou para o armrio, abriu isto. "Bem, aqui pelo menos ele mostrou a um pouco de nvel de
classe. Tecidos muito bons."
       "Sim, e ele morreu em sua roupa ntima. S vai mostrar."
       "S o que a cidade faz com este tipo de coisa?"
       "As roupas? Se ele no tiver famlia, herdeiros, aquele tipo de coisa, eles so doados para
abrigos."
       Ele apertou o boto que teve a primeira fileira de ternos revolvendo revelar o segundo. "Os
dormentes de calada vo ser melhores vestidos este ano."


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       Ele moveu a segunda fileira de lado, estudou a parede de sapatos para seu direito. Sorriu. "Aqui
voc tem isto."
       "Tenha o que?"
       "D a ns um minuto," ele disse, correndo suas pontas do dedo ao longo prateleiras, debaixo
deles. "Ah, aqui ns somos. Vamos ver."
       Ele deprimiu uma alavanca pequena. As mais baixas terceiras das prateleiras balanaram devagar
aberto. Ele abaixou. "Aqui  seu hidey-buraco, Tenente. E seu segundo seguro."
       Ela j estava respirando abaixo seu pescoo. "Voc pode abrir isto?"
       "Isso seria uma pergunta retrica?" Ele riu.
       "S abra a coisa de maldio."
       Ele desenhou o jammer que ele tirou de Jamie fora de seu bolso. "Bem, isto  por que voc  o
policial e eu no sou."
       "Porque voc pode estalar um seguro?"
       "No. Eu podia ensinar voc para fazer isto rpido suficiente, at sem este pequeno brinquedo 
mo. Porque eu pensei que voc estava desperdiando tempo voltando aqui hoje  noite."
       "Voc ainda pensa que eu estou desperdiando tempo."
       "I supe que eu fao, mas voc achou seu seguro." A exibio no jammer comeou a relampejar,
nmeros que fecham com fecho por em um obscurecer. Ento uma srie delas bloqueada em. A segura
zumbida uma vez, ento clicou.
       "Abracadabra," Roarke declarou, e abriu isto.
       "Agora isto  mais como isto." Hunkered abaixo ao lado dele, Eve estudou as pilhas limpas de
dinheiro. "Isto  como ele ficou fora de uma gaiola to longa. Nenhum crdito, no e-transferncias.
Dinheiro na linha. E uma caixa de arquivo, carregados com discos e vdeos."
       "Melhor de todo." Roarke alcanou em, tirou um PPC. "Sua palma pessoal, muito provvel no
infectada e cunha-total de dados interessantes."
       "Vamos carregar isto, pega isto." Ela retirou-se seu livro de memorando.
       "O que voc est fazendo?"
       "Registrando a entrada. melhor Eu no ver qualquer daquele material verde ou aquelas
bugigangas entram em seus bolsos, s."
       "Agora eu sou ofendido." Ele endireitou, escovada em sua camisa. "Se eu beliscasse qualquer
coisa, voc pode apostar seu traseiro que voc no veria-me fazer isto."




       Captulo 18




                                                                                                   194
       A Eve comeou a correr os discos assim que ela voltou em seu escritrio. Ela deixa aqueles
etiquetou financeiro e contabilidade de lado. Eles podiam esperar.
       Ela passou pelo PPC sobre Roarke levar para o lab para prova. Em resumo ordena que ela achou
se escutando o que tinha sido diariamente dirio do Greene.
       Ele mencionou clientes, mas sempre por iniciais ou um apelido bvio. Lardbutt fez seu
pagamento mensal. G.G. Implorou por outra extenso. Ele fez entradas em compras, na cena de clube,
em faanhas sexuais. Eles eram todos registrados em um tom de humor e derriso desdenhosa.
       Greene menosprezou as pessoas que ele serviu.
       Ento ele chantageou eles, Eve meditou. Apertando eles at que ele iria eventualmente se tornar
eles. Rico, chateou, e pervertido.
       Trazida casa um pedao bom de traseiro hoje, ele notou no dia que ele enganchou em cima com
Hannah Vadeia. Eu tenho assistido ela por alguns dias. Ela ronda os clubes, objetivos sua marca, e o
conversa em a conseguir em. Diretamente at um quarto de isolamento a maior parte de tempos. Quando
ela fez, ela cruza o clube procurando por ao. Eu decidi dar seu algum. Eu tenho clientes que pagaro
topo para uma sesso com este pequeno nmero. Ela sabe a pontuao. A figura eu a manterei em cima
aqui umas semanas do par, aprecie os benefcios de franja, classifique ela em cima alguma. Equipe seu
direito, ela podia passar por mais ou menos quatorze. H.C.'S estado pedindo alguma carne jovem nova.
Eu acabei de trazer para casa a vaca.
       "Rasteje," Eve disse em voz alta, e examinou o dirio de semana. Ela bate o prximos nvel dois
dias depois que ele trouxe Vadeia para casa.
       Enxaqueca de Fucking. Enxaqueca de Fucking o dia todo. Zoner apenas toca isto. Reunies
conseguidas hoje. No pode sentir falta. G.G DITO. Para apresentar o pagamento mais penalidade por
amanh ou seu marido amoroso vai conseguir uma entrega. Wonder como ele sentir sobre ver sua
esposa fazer o srdido com um St. Bernard?
       Otrios. Ela tenta me atarraxar, ela sentir muito.
       Existia mais dos mesmos acima dos prximos trs dias. Entradas crescentemente bravas, cheias
de ameaas vagas, reclamaes, frustrao. Ele conversou sobre mim enxaquecas, e pela primeira vez
que mencionaram um sangramento nazal.
       Na vspera de sua morte, o disco estava cheio de choro, de bater como se ele estivesse batendo
um punho contra a parede.
       Difcil me atarraxar. Todo mundo est tentando me atarraxar. Eu matarei eles primeiros. Mate
eles. Bloqueada ela fora, bloqueada a pequena cadela fora. Ela pensa que eu no sei. Oh Deus, oh Deus,
oh Deus, minha cabea. Ela pe algo em minha cabea! No pode deixar ela ver. No pode deixar
algum ver. Fique do lado de dentro. Seguro do lado de dentro. Eu preciso dormir. Eu preciso dormir.
Faa isto ir embora! Feche isto. Eu tenho que fechar tudo em cima apertado. Ela no conseguir o que 
meu. Pequena cadela de prostituta.

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        A Eve arquivou o disco, caminhada na cozinha para caf. Ento ela acabou de abrir as portas de
terrao e respirado.
        Era fcil ver como infeco do Greene progrediu. Parania, raiva, medo. Os sintomas
comearam logo depois de que ele instalou Vadeia no condomnio, ento ele acreditou em que ela era
responsvel por eles.
        Em seu modo doente, ele a matou em autodefesa.
        Ela conseguiu seu caf, voltou para sua escrivaninha para fazer notas. Ento, entretanto sua
cabea estava zumbindo com uma combinao de cafena, fadiga, e tenso, ela comeou nos vdeos.
        -=O=-***-=O=-
        Era claro como Greene bateu sua renda em cima vrios parnteses. Os vdeos no eram s
tecnicamente bem passados, mas mostrou a uma sensao estranhamente criativa de teatro.
        Se voc gostasse de seu entretenimento cru e perverso.
        "Ainda nisto?" Roarke entrou, encabeada diretamente na cozinha sem olhar na tela. "Voc ter
algum vinho agora?"
        "Oh sim. Eu podia usar uma bebida."
        "Eu enviei os outros a caminho. Voc ter seu pequeno ltimo drink aqui, Tenente, ento eu
estou indo . . ."
        Ele diminuiu como ele voltou com duas taas de vinho. Qual estava tocando na tela teve at seus
olhos alargando. "O que  isto? Um urso pequeno?"
        "No, eu penso que  um realmente grande cachorro. Um St. Bernard."
        Ele tomou um gole de vinho, caminhado mais ntimo. "Eu acredito em que voc seja certo.
Algum devia reportar esta atividade para a Liga de Direitos Animal ou qualquer . Embora . . . hmmm.
Ele certamente parece estar se divertindo se o tamanho de sua . . . Me de Deus."
        "Gimme que vinho." Ela agarrou isto, bebeu fundo. "Existe doente e existe doente. Este aqui sai
a balana. Eu no tenho nenhum termo para isto. Voc reconhece a mulher que folia com Fido?"
        " um pouco duro de dizer, dadas as circunstncias."
        "Greene a lista como G.G. Eu corri uma procura de imagem nela enquanto ela era manteiga de
roadura por toda parte se para ajudar conseguir Fido no jogo. Gretta Gowan, esposa de Jonah Gowan.
Isto  Professor Jonah Gowan, de NYU. Ele  cabea do Departamento de Sociologia. Um membro de
Festa Conservadora forte e um dicono metodista. Queira apostar Clarissa Avaliar tomou um pouco de
suas classes?"
        "Nunca aposta contra a casa," Roarke declarou, fascinado apesar dele mesmo com a ao na tela.
        "Ela o recrutou em Pureza, ou ele a fez. Eu apostei naquele. De qualquer maneira, Gretta existe a
me de duas e--whoa, isto  s srdido! Gretta preside vrios comits, inclusive o clube de jardim, que
no iria nenhuma carranca de dvida em seu afeto fundo para caninos."


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        "Existe uma entrada de tronco no PPC--que  limpo a propsito--para G.G. Seis mil pagaram a
seis dias antes dos assassinatos."
        "Monte com seu dirio. Este vdeo no era feito em seu lugar," Eve disse. "Algum do outros eu
visualizei era. Ele usou o segundo quarto. Eles so domesticar que isto. Sexo de grupo com fantasias,
escravido, e papel-tocando. Se usou uma menina adolescente. Eu corri sua imagem, tambm. Ela
estalou como outro fugitivo. Greene soube como cheirar eles. Copie disco, tronco arquivar."
        Roarke alarga uma respirao longa. "Que tal ns corremos uma comdia clssica boa para
limpar o paladar?"
        "Eu quero terminar isto hoje  noite. Pelo menos consiga o IDs."
        "Com que propsito, Eve?"
        "Saber em primeiro lugar." Ela arquivou o disco, selecionado outro. "E segundo, ver se eu achar
um vnculo."
        "Voc realmente pensa que terroristas esto matando todas estas pessoas assim eles podem
livrar-se de um chantagista?"
        "No, mas eu penso cada um das vtimas eram cuidadosamente selecionadas, e com Greene a
chantagem era parte disto. Talvez s uma gratificao, mas parte disto. Corra disco. Voc no tem que
ficar para este."
        "Se voc pode estmago isto, eu posso."
        "Casa novamente," Eve disse, reconhecendo o quarto em condomnio do Greene. "Minha
suposio  que ele se equipou as mquinas fotogrficas antes do cliente entrar, correu eles por distantes
at a sesso estava terminada. Fez a edio, fez uma cpia. D aquele para o cliente com uma demanda
por pagamentos. Clientes provavelmente perdidos que modo, mas ele manteve a renda. Nenhuma
despesa mesmo. Lucro s puro. Aqui ns vamos, cortina em cima."
        Uma mulher entrada do juntar banho. Uma mulher bastante elegante em um vestido de assassino
preto com ondas longas, luxuriante de glacial loira cabelo que derrama acima dos ombros. Suas pernas
eram embainhadas em mangueira preta, seus ps dobrados em saltos de sapatos de milha altos.
        Ela vestiu um sufocador de diamante, e seus lbios era sangrento-assassinato vermelho.
        "Olhares familiar," Eve comeou. "Qual  ela? Cliente ou prostituta?"
        "Queira uma procura de imagem?"
        "Deixe isto corrida por algum tempo primeira."
        Um homem entrado da porta exterior. Ele era desnudado-se para a cintura, inchando em couro
preto apertado. Seu trax cintilado com leo. Seu cabelo era alisado de volta de um rosto notvel afiado
de osso. Existia uma tatuagem debaixo de seu mamilo deixado. Quando Eve congelou e realada a
imagem, ela viu era um crnio minsculo.
        Ele correu uma colheita de equitao esbelta por seus dedos.


                                                                                                      197
       "Roseanna." Ele falou o nome, e a mulher ergueu uma mo para o sufocador de diamante em sua
garganta.
       "Como voc entrou?"
       "Papel-tocando," Eve disse. "Ns corremos uma procura neles dois." Ela congelou os rostos de
disco novamente, bloqueado, comeou a tarefa.
       "Eve?"
       "Hmm?"
       "Tome um bom olhar para ela."
       "Eu sou. Eu sei aquele rosto. Continue disco tocar."
       Com um meio-sorriso em seu rosto, Roarke se debruou contra a escrivaninha. "Tome um olhar
melhor."
       Fanzindo o cenho, Eve assistiu a cena tocar fora. O homem correu o centro da mulher abaixo de
colheita de equitao. Ela estremeceu. Ela girou como se correr. Ele a arrastou de volta. Beijo longo,
malfeito. Muitas mos.
       Mos.
       Eve endireitada com um estalo. "Isto no  uma mulher."
       Distrada, Eve assistiu o nu- chested que homem arranca o vestido at a cintura do loira. Em
baixo de era uma cintura de renda preto cincher. Entretanto os peitos que derramados acima de estava
cheio e luxuriante, Eve no teve nenhuma dvida que eles eram s outra parte da fantasia.
       O homem negociou um par de palmadas afiadas para as ndegas quando seu companheiro lutou.
       Existia gemendo agora, ofegantes protestos. O vestido derramado para o cho.
       "Olhares satisfatrios para um sujeito," Eve observada. As pernas eram esbeltas, parta com
mangueira de coxa preta alta, ligas antiquadas. Ombro demais entretanto, ela meditou, e as mos eram
muito grandes. Ela podia ver a sugesto pomo de Ado em baixo do reluzir sufocador.
       Nela se importa que ela apagou a peruca, os lbios vermelhos, os fortemente olhos acentuados, e
tentaram ver em baixo do artifcio. Ela soube aquele rosto.
       E quando encheu a tela, esvaziada com excitao como a cmera ampliou isto, ela ouviu o clicar.
       "Oh bom Deus."
       "Voc o fez? Eu no estou bastante l ainda. D-me outro minuto." Mas quando o nu-chested
homem empurrou seu cativos at os joelhos, exps ele mesmo, Roarke estremeceu. "No importa, como
eu logo saltaria esta parte. No faz--ah bem."
       Ele estourou uma respirao como o rosto encheu a tela novamente, outro ngulo como os olhos,
cristal azul, olhada fixamente em cima--cheio de fome.
       "Sim, realmente, eu iria como logo salto assistindo sua honra o prefeito d ao menino de couro
um trabalho de sopro."


                                                                                                  198
        Ele foi embora a tela, queixo da Eve pego em sua mo. " por isso que voc  o policial, certo.
Voc no estava desperdiando tempo de ningum. Isso me ensinar para duvidar voc."
        "Eu tenho que assistir o resto disto."
        "Deve voc?"
        "Eu tomo este em amanh, eu tenho que saber o que eu estou lidando. Isto no  seu travesti
mdio. Este direito de lances Peachtree no meio de um escndalo de sexo, e uma investigao de
homicdio importante."
        "Ento eu estou conseguindo outra bebida." Ele tomou seu vidro. "Para ns dois."
        -=O=-***-=O=-
        "Esperto," ela disse mais tarde. "Greene supre para uma clientela pequena--rica com caprichos
derrotados. Fora daquele clube exclusivo, ele handpicks um grupo menor. Um punhado das pessoas que
usou seus servios, construiu um certo nvel de confiana nele, que no dispe at uma brisa de
escndalo. Os pagamentos so altos, mas nenhum deles muito alto para estes seleciona poucos para
dispor. Voc conseguiu uma at dzia pagando uma taxa mdia de vinte e cinco mil um ms, voc
acumular dinheiro . . ."
        "Um extra trs milhes seis anualmente. Ningum  apertado to duro que eles estalaro, e voc
vive em luxo."
        "E de que eu posso dizer de seus registros, a maioria dele estava chantageando continuou como
clientes."
        "O diabo voc sabe," Roarke decidiu. "Voc est pondo o prefeito em Pureza?"
        "Eu no sei. Mas eu certamente tenho suficiente para perguntar a ele sobre isto, no ?"
        "Voc estar pondo sua mo no fogo, Tenente."
        "Sim, eu consegui isto, tambm." Ela beliscou a ponte de seu nariz para aliviar a presso de uma
enxaqueca de edifcio. "Tem que estar em uma necessidade para-conhecer. A mdia consegue uma brisa
do odor,  um desastre. Merda, eu votei pelo sujeito."
        "Ele poderia ter conseguido mais vota ainda se ele fizesse campanha naquele pequeno vestido
preto. Muito atraente." Roarke s sorriu abertamente quando ela olhou fixamente para ele. "Eu diria que
 hora para a cama. Ns estamos cansados."
        "Voc comea a conversar sobre sujeitos em vestidos pretos parecendo bonito, voc  mais que
cansado, camarada."
        "Eu disse atraente," ele corrigiu. "E eu quis dizer o vestido. Eu no me importaria de ver voc em
um daqueles coletes, com saltos de sapatos eriados e pequenas ligas."
        "Sim." Ela bocejou como eles montaram para o quarto. "Voc segura sua respirao naquele."
        Ela estava na cama em cinco minutos, adormecido em dez.
        Quando o sonho comeado, ela no soube.


                                                                                                      199
       Um quarto branco, lavado com sangue. Ela podia ver se caminhando por isto, suas botas
espirradas com vermelhas como ela entrou poas horrveis.
       At em sono ela podia cheirar isto.
       A menina era de bruos em tapete branco espesso com sangue vermelho. Seu brao era esticado,
dedos espalham como se ela agarrasse algo.
       Mas nada estava l.
       A faca estava l.
       No sonho ela abaixou abaixo, levantou a faca pelo cabo.
       Ela sentiu a umidade morna lisa que correu dele sobre sua mo.
       Quando ela pareceu, no era a menina agora, mas um beb. Dificilmente mais que um beb.
Corte para pedaos, enrolados-se apertados. Seus olhos eram como da boneca, olhando fixamente.
       Ela lembrou. Ela lembrou. Uma coisa to pequena. Tanto sangue para um corpo to pequeno. E o
homem que fez isto, o pai, louco em Zeus. O beb gritando, gritando, como Eve carregou em cima os
degraus.
       Muito tarde. Ela tem sido muito tarde para salvar o beb. Matou o pai, mas perdeu a criana.
       Ela no salvou eles, o beb, a menina. E seu sangue estava em suas mos.
       A faca cintilada acima de seus dedos.
       O quarto no era branco mais. Era pequeno e trabalhar e frio. To frio. O vermelho lavado em da
luz pela janela. Acima de suas mos. Pequenas mos agora no cabo de uma faca.
       Quando ele entrou a porta, a luz vermelha saltada fora de seu rosto como uma sombra do sangue
ainda para ser derramado.
       "Eve." Roarke juntou ela fechar, segurando apertado quando ela lutou. Sua pele era gelada.
Como ela lamentou em seu sono, rasgou seu corao para pedaos. "Eve, acorde. Volte agora. S um
sonho." Ele apertou seus lbios para sua sobrancelha, suas bochechas. "S um sonho."
       "Mate o pai, salve a criana."
       "Ssh." Ele correu suas mos ternamente acima dela atrs, debaixo da camisa branca velha ela
favorecido para dormente. "Eu estou aqui com voc. Voc  seguro."
       "Tanto sangue."
       "Deus." Ele fez a companhia a, segura ela em seu colo e a balanou na escurido.
       "Eu estou certo." Ela tornou seu rosto em seu ombro. De alguma maneira apenas do odor dele
podia a centrar. "Desculpe. Eu sou certo."
       "Eu no sou, ento voc pode esperar por mim por algum tempo."
       Ela deslizou seus braos ao redor sua cintura. "Algo sobre Hannah Vadeia, o modo que . . . o
modo que ela morreu. Lembrou a mim desta pequena menina. Beb realmente. A pequena menina cujo
pai a rasgou em cima. Eu cheguei l muito tarde."
       "Sim, eu lembro. Era logo antes que ns nos encontramos."

                                                                                                      200
        "Ela me assombra. Eu no podia a salvar, no podia chegar  tempo. E eu penso que talvez se
voc no entrasse em minha vida logo depois, isto  o que poderia ter me quebrado. Mas ela me
assombra, Roarke. Um pequeno fantasma para adicionar a todo o outros. Para adicionar a eu mesmo."
        "Voc a lembra, Eve." Ele escovou seus lbios acima de seu cabelo. "Talvez voc  o nico que
faz."
        De manh, ela levantou cedo suficiente para fazer um treinamento duro, suado, ento tomou um
longo nadar. Ela repeliu a fadiga e a ressaca vaga, resmungo do pesadelo.
        E porque ela soube que ele manteria nela at que ela cedeu de qualquer maneira, ela se sentou no
sentar rea do quarto e comeu o mingau de aveia que Roarke ordenou para ela.
        Mas ela lana um olho suspeito no lcteo lquido no vidro ao lado de seu caf. "O que  isto?"
        "Uma bebida de protena."
        "Eu no preciso de uma bebida de protena. Eu estou comendo o mingau de aveia estpido, no
?"
        "Voc ter ambos." Ele acariciou com uma mo a cabea do Galahad, ento deu sua ateno para
Eve em lugar do matutino financeiro que rola por na tela. "Eles compensaro o doce trancar que voc
provavelmente planeja ter para almoo. Voc no dormiu bem."
        "Eu tenho muito em minha mente. Como vem para que voc no tem que ter uma bebida de
protena?"
        Ele bifurcado em cima uma seo de toronja. "No pode agentar o material. E eu no sou a
pessoa que vai ter que lidar com o prefeito hoje."
        "Sim. Eu tenho que iniciar nisto."
        "Eu estou certo que ele achar isto um at mais caminho desagradvel para comear seu dia que
voc faz seu. Beba todo, Tenente."
        Ela fez cara feia, mas bebeu. Ela estava comeando realmente a gostar de qualquer que ele
esvaziou naquelas misturas. "Este dados no vai para o resto do time ainda. Eu tenho que o reportar
Whitney, provavelmente Tibble, e isso no ser divertido?"
        "Ns devamos ter seu vrus completamente ID iria hoje. Voc est aproximando-se de."
        "Eu tenho pensado sobre isto, tambm." Ela olhou em direo ao centro de dados. "Eu tenho
feito bastante barulho. Eles sabero que eu tenho algum slido leva agora. Eles podiam esvaziar aquele
vrus neste sistema aqui?"
        "Esta segurana do sistema  um grande negcio mais complexo que o que voc achar em
outros sistemas de casas."
        Galahad moveu gradualmente em direo  mesa, os pratos. Roarke meramente deu a ele se
esfria olhar. O gato cresceu rapidamente uma perna e comeou a lavar como se isso tinha sido o plano
desde o princpio.


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        "E eu tomei precaues separadas," ele continuou, "baseada na proteo ns temos trabalhado
em o lab. Eu no posso dar a voc cem por cento de garantia, mas a menos que eles melhorem e
modificam o que eles costumavam datar, no. Eles no podem infectar este sistema."
        "Deixe-me tomar isto em outra direo. Se l um ser tentar infetar, voc pode se equipar um
pouco de alarme, um pouco de detector, qualquer, alerta ns para isto, talvez localize a fonte?"
        "Voc me interessa, Tenente. Eu j comecei a trabalhar nisto. No pode ser feito com qualquer
sucesso real at que ns completemos o cheio ID. Mas seu lab ratos tm inventado algumas opes
criativas. Particularmente qualificado do Jamie nesta rea. Eu juro, se o menino no era determinado
para ser voc, ele faria seu primeiro bilho na frente de . . . bem, antes de eu fazer meu."
        "Se voc pudesse localizar ele deste sistema, voc poderia localizar ele de volta de um dos
infetados unidades?" Ela viu o assistir seu rosto. "Certo, ento eu estou um passo atrs do mestre geek
plano. Voc me consegue que hoje, eu poderia s descobrir um par de ligas."
        "Eu quero o colete, tambm. E os sapatos."
        "Voc me consegue um local de fonte, voc consegue os sapatos."
        "Eu estou realmente comeando a gostar deste trabalho. Voc tem que vestir os sapatos o tempo
inteiro ns--"
        "Deixe no  empurrar isto, camarada." Ela levantou. "Eu vou fazer este telefonema de meu
escritrio."
        -=O=-***-=O=-
        Ela fechou sua porta. Entretanto ela no estava certa de horrio do Whitney, ela assumiu que ele
j estava na entrada de Westchester. Ela tentou seu vnculo de carro, e no se importou de admitir para
ela mesma que ela tem cronometrado ele assim ela no teve que etiqueta ele em casa e chance que lida
com sua esposa.
        "Whitney."
        "Senhor. Existe sido um desenvolvimento na investigao que exige sua ateno, e eu acredito
do Diretor Tibble."
        "Que desenvolvimento?"
        "Eu no acredito em que eu possa discutir este acima de 'vnculo, Chefe. Meu julgamento pe
este em Cdigo Cinco."
        Ela viu seus olhos estreitos. O cdigo Cinco significou completo mdia quarteiro, e todos os
registros departamentais estariam selados durante a investigao.
        "Voc est em seu escritrio de casa?"
        "Sim, senhor. Eu posso estar em Central em--"
        "No. O chefe  mais ntimo para voc que o centro da cidade. No que diz respeito a esse
assunto, neste momento, ento seja eu. Que eu contactarei ele. Espere que ns dentro trinta minutos."
        "Sim, senhor."

                                                                                                        202
       "Seu time foi informado deste desenvolvimento?"
       "No, senhor. Apenas o perito consultor que estava trabalhando comigo quando este novo
desenvolvimento emergiu."
       "Mantenha isto aquele modo no momento. Fora."
       At como a tela branqueada, existia um golpe rpido em sua porta. Nadine estoura em.
       "Condene isto, Nadine, quando eu fechar uma porta que  porque eu quero que fechou. Eu no
tenho tempo para a mdia. V embora."
       "No seja to precipitado." Ela fechou a porta nela atrs, ento cruzando o quarto em um clipe,
lanou um disco para Eve. "Eu fui para muita dificuldade para conseguir aquele para voc e eu no
queremos ningum saber que voc conseguiu isto de mim."
       "Por que, e o que  isto?"
       "Por que, porque ele podia ser visto como tomando media/police relaes se andam muito longe.
Eu tenho um sentimento forte os chefes s 75 achariam. O que ,  uma cpia do de casa vdeo 75
comprou depois de que eu ser informado era uma negociao rpida e alegre de um turista. Um turista
que esteve tomando um giro em um airtram quando Nick Greene abandonou sua sacada. Eles vo arejar
s nove, afiados. Eu quis desistir a voc umas cabeas."
       "Canal 75 vai arejar uma matana de sujeito ele mesmo?"
       "Eu no estou dizendo que eu aprovo. Eu no estou dizendo que eu desaprovo. Este bate s nove,
vai ser grande. O que eu direi, para suas orelhas somente,  eu desaprovar o pblico de ida com ele sem
informar a polcia primeira. O vdeo no muda o resultado, a investigao, mas eu no gosto do modo
que poderia provocar mais suporte para Pureza. Ento eu estou dando a voc tempo para estruturar uma
resposta."
       "Voc olhou para isto?" A Eve levantou o disco.
       "Eu recapitulei isto a caminho.  horrendo,  feio. E ele faz Greene parecer com um monstro.
Vai ser fcil olhar para isto e pensar: Agradea Deus que ele est morto."
       "D-me o nome do turista."
       "Eu no posso fazer isto." Ela empurrou impacientemente em sua juba de cabelo. "Dallas, ainda
que eu soubesse, eu no podia fazer isto. Uma fonte  uma fonte."
       "Isto  sua histria?"
       "No."
       "Ento ele no  sua fonte."
       Nadine agitou sua cabea. "Eu s irei at agora acima de, mesmo como voc. Se voc estiver
pensando que este sujeito era uma planta, eu no vejo como ele podia ter sido. Mas eu examinarei isto.
Eu prometerei se eu cheirar uma instalao, eu derramarei."
       Satisfeita, Eve movimentada a cabea. "Diga a mim uma coisa. Quanto eles pagar para este?"
       "Dallas--"

                                                                                                    203
        "Fora do registro, Nadine. Para ns dois. Eu sou s curioso."
        "Um fresco mil por vinte segundos de alimentao."
        "Eu acho que ele realmente bata o prmio acumulado. Eu sei que voc no teve que fazer isto. Eu
no esquecerei isto."
        "Ento, voc me deve um."
        "Eu no gosto de dever. Algo est indo para busto," ela disse depois de um momento. "Provvel
dentro de no dia seguinte ou dois. No aborrea perguntar a quaisquer perguntas, eu no responderei.
Quando afundar e eu sou passado sem tocar para conversar sobre isto, eu darei a voc um exclusivo."
        "Dentro de uma hora depois de afundar."
        "Eu no posso prometer isto. Na primeira oportunidade possvel."
        "Bom o suficiente. Eu preciso ir. E eu nunca era aqui."
        Quando a porta foi fechada novamente, Eve deslizou no novo disco, ordenou uma corrida.
        Ela viu sacada do Greene, viu a porta abrir-se. Ele terminou para rpido, ele terminou para
sangrento. A imagem balanou como o operador empurrado em que ele viu por seu espectador, e ela
ouviu seu ofegando juramento. Mas ele era fresco suficiente para ampliar em.
        Sim, ele pareceu com um monstro, Pensou Eve. O sangue literalmente gotejando de seus dedos,
seu cabelo. Sua boca era larga, seus olhos selvagens e vermelhos como do demnio. Ele cortou no ar
com a faca, bata um punho contra sua prpria cabea.
        Ele fez correr de um fim do terrao para o outro, rebatendo no ar como se esmagando em insetos.
Ento de prender a atenes o apunhalar ambas as mos, ele lanou de volta sua cabea. E mergulhou
isto em seu prprio trax.
        "Santa merda." Jamie permaneceu na entrada que leva a escritrio do Roarke. Sua mandbula era
frouxa, seu olhe rebitado para tela de viso da Eve.
        "Goddamn isto. O fim corre. Aquela porta foi fechada."
        "Desculpe. Roarke perguntou a mim para . . . que eu estava s conseguindo algo para ele e quis
perguntar a voc--no importa." Ele tomou respirao de um afianar, esfregou o de volta de seu dar
sua boca. "Que o sujeito  de ontem, certo? Ontem homicdio."
        "Voc devia estar no lab."
        "Eu sou parte deste time." Seu queixo surgiu. "Meu av era um policial, e eu vou ter um ano. Eu
vi sangue antes. Eu matei um homem."
        "Feche." Ela estalou isto, andando a passos largos acima de fechar a porta atrs dele. "Existe um
relatrio oficial, com meu nome nisto, aqueles estados Alban foi morto durante a luta para desarmar e
priso. Voc quer me foder, Jamie, voc mantm declarao que voc matou um homem."
        "Eu no faria nada para estragar voc." Algo do que ele sentiu a pena de, o caroo de amor ele
tentou enterrar debaixo de um cobertor de adolescente fresco, emergiu em seu rosto. "Eu nunca faria
isto, Dallas."

                                                                                                      204
          Porque ela viu isto, ela aliviou de volta antes de envergonhar eles ambos. "Certo."
          "Isto est entre voc e eu. Eu sei que voc me manteve fora da instruo especfica ontem, e eu
posso figurar por que. Voc no pensou que eu devia ver algo assim." Ele movimentou a cabea em
direo  tela. "O novo sujeito, Trueheart, ele  o que? Trs anos mais velhos que eu? Talvez quatro. O
que  a diferena?"
          "Ele est vestindo um uniforme."
          "Ento legue eu."
          Ela estudou seu rosto. Algo naqueles olhos cinzas j eram metade-policial. "Sim. Sim, voc ir.
Olhe, eu no estou dizendo que voc no pode lidar com voc mesmo. Existe muito ruim merda l fora.
Voc v demais disto muito cedo, pode absorver voc antes de voc iniciar."
          "Eu j vi muito isto."
          "Existe mais isto  da mesma maneira que ruim. Existe mais isto  pior. Voc consegue pela
Academia, voc coloca o uniforme. Isto  logo o bastante comear a lidar com isto."
          "Certo."
          "Agora suma. E me faa um favor. Eu tenho uma reunio, um soldado que encontra em alguns
minutos. Mantenha todo mundo o inferno fora daqui."
          "Certo." Ele sorriu abertamente e olhou apavorantemente jovem. "Trueheart pegou uma pequena
coisa para voc."
          "Saia."
          Como ele riu, ela deu a ele um empurro e fechou a porta em seu rosto. Ela voltou para sua
escrivaninha, copiou o disco para seus arquivos, ento fechado hermeticamente o outro para seu chefe.
          Ela tomou o resto do tempo para atualizar seu tronco de evidncia, fechado hermeticamente que
tambm. Ento organizados seus pensamentos.
          No golpe em sua porta, ela respirou fundo, e levantou para abrir isto para o dois superior Polis da
cidade.




          Captulo 19


          "Durante o curso de investigar os homicdios de Greene/Wade," Eve comeou, "eu achei
financeiro do Greene no concordou com seu estilo de vida. At assumindo uma renda no relatada
significativo por seus procedimentos alegados em ilegais e servios sexuais, compras, e outros recursos
acumularam durante o ano prvio longe excedido quaisquer segundas-feiras projetadas."
          "Voc assumiu que ele teve outra fonte," Whitney pe em.
          "Sim, senhor. Durante a procura inicial e varre das premissas--"


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       "Tenente." Tibble levantou uma mo para a parar. "Existe uma razo que voc est nos levando
abaixo a estrada longa aqui?"
       "Eu penso que meu neste assunto vai exigir uma fundao slida."
       "Bom. Mas no h necessidade para as formalidades. S atinge isto."
       "Sim, senhor. Ns achamos um seguro quando ns fizemos o primeiro passa. No existia
suficiente nele como reviso das fitas de segurana nos mostrou a que trs negcios provveis
afundando em suas escavaes durante a semana passada. Ele no saiu ele mesmo, ento ele no teria
feito quaisquer depsitos. O sujeito negociou com dinheiro principalmente. Nenhum modo ele vai dar
seu assumir o comando de um adolescente que ele achou em um clube e confiou ela para esvaziar isto
em seu safebox ou conta de bobo. Tido que ser outro esconderijo em seu lugar, s como l teve que ser
outra fonte de renda. Dado o tipo de clientela que ele prestou servio, chantagem pareceu a linha
secundria mais lgica."
       "Voc sentiu este assumiu linha secundria conectada com Pureza?" Tibble perguntou a ela.
       "No  suficiente conectar, investigar o grande retrato. Cada caso tem que ser individualmente
lidado, pelos nmeros, ou voc perde detalhes."
       Tibble movimentou a cabea. "Desde que ns estamos aqui, eu assumo que voc no perdeu os
detalhes."
       "Eu retornei a condomnio do Greene, com o consultor civil. Ns localizamos o segundo seguro.
Eu anotado aqueles contedo naquele tempo, e atualizou o tronco como eu revisei aquele contedo.
Conteve oitocentos e sessenta e cinco mil em dinheiro, um cdigo para um safebox no Banco nacional
de Segurana, 88 Filial de rua, cinco discos de dados, e doze discos de vdeo."
       Ela gesticulou para sua escrivaninha. "Todo contedo so anotados e selados, como  meu
registro de seu confisco do seguro."
       "Desde que voc est sendo muito cautelosa, Tenente, aquele contedo deve ser quente."
       Ela encontrou olhos do Whitney. "Eles so. Os discos de dados contm seus livros subterrneos.
Ele manteve bons registros. Eles tambm contm seus diariamente dirios. Sua deteriorao da infeco
est bem documentada neles, demonstrando dor crescente, parania, raiva e confuso."
       "E o vdeos," Tibble disse. "Chantagem?"
       "Sim, senhor. Eu fiz ID procura e partidas nos indivduos registrados por Greene. Existe pequena
dvida que eles eram desavisados que eles estavam sendo registrados durante suas atividades como
disseram que atividades eram extremamente grficas em natureza. Algumas das gravaes acontecem
em um local ainda desconhecido, outros no quarto sobressalente em condomnio do Greene. Naqueles
vdeos so vrios cidados muito proeminentes registrados em comprometer, ilegais, e/ou situaes de
embarao sexual. Entre eles so um juiz de corte criminal, a esposa de um professor de academia e
partidrio de Festa Conservadora vocal que eu acredito em que eu possa e conecte a Clarissa Avalia,
uma personalidade de mdia famosa, e o Prefeito de Nova York."

                                                                                                   206
       "Oh, Cristo." Tibble olhou fixamente para uns cheios cinco segundos, ento apertados seus dedos
para suas tmporas. "Isto  um ID confirmado em Peachtree?"
       "Sim, senhor. Eu o reconheci, mas seguida em cima com uma imagem esquadrinha."
       "Ento ele  um fudida baguna." Ele soltou suas mos. "Certo, o idiota enganou em sua esposa e
foi registrado."
       "Senhor. Est um pouco mais . . . envolvido que adultrio direto."
       "Soletra isto, Dallas," Whitney impacientemente disse. "Ns somos adultos aqui."
       "Ele estava vestido com roupas de mulhere e tinha uma sesso sexual suada com outro homem,
que incluiu um pouco domnio e castigo e, hum, satisfao e consumao orais."
       "S melhor e melhor." Como se cansado, Tibble se sentou de volta, descansada sua cabea na
almofada de sua cadeira como ele estudou o teto. "O prefeito Steven Peachtree  um travesti que estava
sendo chantageado por um corretor de sexo e ilegais que agora est morto, e cuja morte era precipitada
por uma organizao terrorista agora responsvel por sete assassinatos."
       "Em poucas palavras," Eve concordou.
       "A mdia consegue ahold deste . . ." Ele agitou sua cabea, empurrados para seus ps. Ele
compassou para sua janela. " acima dele, de uma forma ou de outra. At o Chang talentoso no poder
o prolongar do banheiro. A cidade est em suficiente de um alvoroo sem este. Ns mantemos isto
quieto, no momento."
       "Eu preciso o entrevistar, Chefe, como tambm os outros indivduos em vdeo."
       Tibble examinou seu ombro, estudado seu rosto. "Voc acredita que Peachtree  envolvido em
Pureza? O Prefeito, fixando uma organizao terrorista solta sozinho cidade? Ele pode ter mostrado
extremamente julgamento pobre em um assunto pessoal, mas ele no  estpido suficiente para urinar
em seu prprio charco."
       Por que no? Ela pensou. Voc usa um corretor de sexo para cumprir sua fantasia de encontro de
sonho, voc  estpido suficiente para qualquer coisa. "Eu no posso fazer aquela determinao at
depois dele ser entrevistado."
       "Voc quer o arrastar em uma investigao de homicdio importante porque ele vestiu um
goddamn suti."
       Ela sentiu sua pacincia secar completamente, descascando fora como uma uva no sol. "que
Senhor, eu no me importo se ele vestir-se bem como uma pastora e seduz seu rebanho em seu tempo de
manuteno. A menos que fazendo muito o pr em meu caso.  minha alegao, como primrio neste
assunto, aquela Pureza tem pessoas do poder, autoridade, e influncia entre seus membros. Meu pedido
para uma autorizao abrir arquivos juvenis selados foi bloqueados, e continua a ser bloqueado alm de
todas as objees razoveis. As autorizaes visualizar arquivos em Servios de Criana tambm foram
bloqueadas ou negadas. Estes quarteires impedem o adiante curso de minha investigao."
       "Voc achou um modo ao redor eles com Duques."

                                                                                                  207
       Ela respirou fundo. "Sim, senhor, eu fiz. E eu continuarei a achar modos ao redor deles. Sete
pessoas, inclusive um oficial de polcia, esto mortas. Eu continuarei a achar um modo at que eu tenha
as respostas e justia  servida. O Prefeito de Nova York  agora um suspeito nesta investigao se
adapta voc ou no."
       "Diretor Tibble." Whitney chegou a seus ps, muito quase deu ao desejo para andar entre eles
gostam de um rbitro em uma partida de boxe. "A tenente Dallas  certo."
       Tibble balanou seu chamuscando olha sobre Whitney. "Voc pensa que eu no sei que ela seja
certa? Para causa do Cristo, Jack, eu levei lata mais longa que ela tem sido viva. Eu sei que ela seja
certa. Eu tambm conheo que ns estaremos cavando ns mesmos fora da desavena por meses uma
vez que isto bate. Terrorista travesti. Jesus doce, voc pode imaginar o que a mdia far com isto?"
       "A mdia no me concerne."
       Tibble girou para Eve. "Se voc quiser subir a escada, ele melhor. Voc estaria vestindo bares
agora se voc pagasse mais ateno para percepo e imagem. Voc fez escolhas que preveniram voc
de ser a capit mais jovem no NYPSD."
       "Harry."
       Tibble acenou fora de objeo quieta do Whitney, se virou novamente. "Eu me desculparei por
isto. Este tem blindsided me. Eu trabalho com o homem. Eu no posso dizer que ns somos amigos, mas
ns somos certamente amigveis. Eu conheo sua famlia. Eu acreditei em que eu o soube. Eu gostaria
de algum caf. Preto, nenhum acar. Se voc no se importar."
       A Eve no disse nada, no confiou se para falar. Ao invs ela caminhou na cozinha, programado
o AutoChef enquanto temperamento guerreado com treinamento.
       Eles podiam tomar seus bares de capito e empurrar eles.
       Ela voltou em. Como Tibble estava uma vez mais enfrentando a janela, ela deixa seu caf em sua
escrivaninha, ento Whitney dado uma segunda xcara.
       "Eu sou ordenado para ignorar a evidncia que entrou em minhas mos e desvio da rota
investigativa que leva o Prefeito Steven Peachtree?"
       "Eu no tenho nenhuma dvida, Tenente," Tibble disse com suas costas para o quarto, "isso era
eu para emitir que ordenar voc desobedeceria disse comando ou lanou seu distintivo em meu rosto.
Como eu acredito em que voc esteja bravo suficiente no momento para escolher o posterior, eu me
desculparei uma vez mais.
       "Eu no tive nenhum direito para personalizar isto, nem tirar minhas frustraes em voc. Eu
direi que existimos sombras de direito, Tenente Dallas, e o mais altos voc sobe, quanto mais sombras
existem, e os mais fundos eles conseguem."
       "Eu estou ciente da dificuldade da situao, e sua posio, Diretor Tibble."
       "Mas principalmente voc pensa que  merda." Ele espalha seus lbios no sorriso que apavorou
ambos o policial e criminoso ao longo dos anos. Ele subjugou, levantado seu caf, e bebeu. "E

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principalmente voc  certo. No, Tenente, voc no  ordenado para ignorar a evidncia que entrou em
suas mos."
       Sem pensar, ele se sentou atrs de sua escrivaninha. "Eu estou perguntando a voc para demorar
aquela entrevista at que eu fale com o prefeito. Qualquer poro da conversao que  saliente para sua
investigao ser retransmitida para voc. No  apenas do homem, mas o escritrio. O escritrio exige
algum respeito e proteo. Eu espero que voc possa me confiar para separado homem de cargo e
conduzir este interrogatrio preliminar pessoalmente."
       "Eu acredito em que voc seja mais que capaz de manipulao como interrogatrio, senhor.
Como voc quer que eu lide com os outros indivduos identificados nos vdeos?"
       "Discretamente. Eu preciso de cpias daqueles vdeos, suas notas, e arquivos."
       "Eu tenho eles disponveis para voc."
       Ele tomou a bolsa de evidncia que ela ofereceu. "Jack, parece que ns vamos comear o dia
com um pouco de porn."
       "Eu conclu meu com isto," Eve disse e fez Tibble rugir com riso.
       "Nunca enfadonho do trabalho."
       "Quanto eu sou passado sem tocar para dizer meu time?"
       "Confiana  uma rua de dois modos. Eu deixo aquele para voc." Ele levantou. "Se parte do
Peachtree deste, ns o tiraremos. Voc tem minha palavra nisto." Ele resistiu uma mo.
       "Ns tiraremos eles todos, senhor. Voc tem meu nisto."
       -=O=-***-=O=-
       Depois que eles partiram, Eve chamou Peabody em seu escritrio.
       "Sente-se," ela ordenou, ento como Tibble fez, ela tomou a posio de comando atrs de sua
escrivaninha. "Novos dados veio para iluminar que podem ter um porte direto nesta investigao. Eu no
estou livre para compartilhar todos os detalhes destes dados com voc neste momento, mas voc estar
me acompanhando hoje em diante que ser vrias entrevistas sensveis. At que eu d a voc liberao,
voc  no dizer nada deste para outros membros de time."
       "Voc no est trazendo para dentro o time?"
       "No neste momento. Isto  Cdigo Cinco. Qualquer registro eu ordeno voc para fazer estar
fechado hermeticamente."
       Peabody sufocou de volta a dzia de perguntas saltando para sua lngua. "Sim, senhor."
       "Antes de ns comear nesta novas redondas de entrevistas, ns faremos um seguimento com
Duques. Ele precisa de um empurro. E eu figuro terminar o dia com Preo e Dwier. Como, eu no sei,
suportes para livros."
       " o que entre os conectados dos suportes para livros ao todo?"
       "So todos conectados. Eu preencherei voc, tanto como eu posso, a caminho dos Duques."
       -=O=-***-=O=-

                                                                                                    209
       "Chantagem," Peabody disse na primeira luz de parada em rota. "Greene certo tido seus dedos
em muitas tortas srdidas."
       "Tortas lucrativas. Acumulada dinheiro mais de trs milhes de anualmente com esta fraude."
       "Voc pensa Pureza infetada ele por causa da chantagem?"
       "Sim, eu fao. Olhe para os outros. Aqueles eram predadores de criana. Greene, ele negociou
alguma na arena adolescente, mas o tamanho de sua clientela e empregados eram adultos."
       "Voc disse que voc pensou que Pureza comearia a expandir seus critrios."
       "E eles iro. No este logo. Existem bastante mais em ilk do Fitzhugh manter eles ocupados.
Greene balana na linha. Eu penso algum, talvez mais de um, tido razes pessoais para morte de
Greene ausente. Eliminando outro scumbag era um fator, mas descartando um pagamento de chantagem,
e a ameaa de exposio, faz uma gratificao boa real. Mas era estpido. Um engano. Matando o
chantagista antes de voc destruir a evidncia que amarra voc a ele."
       "Voc pode dizer a mim se Duques estavam na lista de chantagem?"
       "No. Mas ele sabe como  feito. Ele sabe que tem sido infectado ou marcado para infeco. Ele
 parte da fundao, ento ns o agitamos. Ou sua esposa. Ela  um ponto fraco."
       "Voc pensa que ela venha logo?"
       "Ela poderia, se ela for assustada suficiente. Ela no  um jogador, mas ela conhece Duques--
seu horrio, seus hbitos. Como outra que ela podia alfaiate a casa para o adaptar? E se ele pensar que
ns estamos a empurrando, ele poderia ser irritado suficiente para cometer um deslize. Ele pegou um
boto quente."
       A Eve caada em cima um estacionamento localiza, ento atravessada a rua distraidamente
diagonalmente do outro lado da rua em direo  residncia dos Duques. A primeira coisa ela notou
estava as flores murchas pela porta.
       "Eles foram."
       Peabody seguido a direo de olhar fixo frio da Eve. "Talvez ela esqueceu de regar eles."
       "No, ela no esqueceria. Provavelmente tem uma lista diria de trabalhos. Condene isto.
Condene isto." Ela tocou a cigarra de qualquer maneira, esperou, tocou novamente.
       "Cortinas esto ainda nas janelas." Peabody guindou seu pescoo para ver do lado de dentro. "A
moblia est ainda l."
       "Eles deixaram isto. Sado rpido. Eles eram provavelmente empacotados e idos dentro vinte e
quatro horas de nossa primeira visita."
       Ela comeou a trabalhar a rua, batendo em portas at uma aberta para ela. Ela ofereceu seu
distintivo para uma mulher cabeludo nevado em um rosa tracksuit.
       "Algo est errado? Existe um acidente? Meu marido--"
       "No, Madame. Nada est errado. Eu sinto muito alarmar voc. Eu estou procurando por um
pouco de seus vizinhos. Os Duques. Eles no respondem sua porta."

                                                                                                     210
         "Os Duques." Ela bateu levemente seu cabelo como se mexer seus pensamentos. "Eu no estou
certo eu . . . oh, claro. Claro. Eu vi a histria no relatrio de mdia. Oh querida, voc  a mulher policial
que eles vo processar."
         "Eu no acredito em qualquer ao legal foi tomada ainda. Voc sabe onde eles esto?"
         "Bondade. Eu realmente no conheo eles. Mulher jovem bonita. Eu veria ela caminhando para o
mercado toda segunda-feira e quinta-feira. Nove e trinta. Voc podia deixar sua unidade de pulso por
ela. Mas agora que voc menciona isto, eu no conheo a ltima vez . . . que Eles perderam seu filho
mais velho, no ? Eles s moveram em dois anos atrs. que eu nunca soube uma coisa sobre isto. Eles
realmente no conversaram com quaisquer dos vizinhos. Algumas pessoas nunca fazem.  uma coisa
terrvel, terrvel perder uma criana."
         "Sim, Madame."
         "Eu veria ele vir e ir de vez em quando. No pareceu com um muito amvel tipo de homem. Nos
domingos eles todos sairiam junto. Dez horas afiadas. Para igreja, eu imagino do modo que eles eram
vestidos. Atrs por doze e trinta. Voc nunca viu o menino tocando do lado de fora, com outras crianas.
Eu nunca vi outra criana entrar naquela casa."
         Ela suspirou, olhando fixamente do outro lado da rua agora. "Eu suponho que eles mantiveram
ele fechar, com medo algo aconteceria para ele, tambm. Espere, existe Nita terminando. Minha
companheira de caminhada."
         Ela acenou de modo selvagem na mulher que terminou de um edifcio diretamente do outro lado
da rua. Ela, tambm, vestiu um caminho-terno. Em p azul.
         "Nita no falta um truque," a outra mulher disse fora do canto de sua boca. "Voc pergunta a ela
sobre eles."
         "Conseguindo voc mesmo preso?" Nita disse alegremente quando ela juntou-se eles. "Melhor a
fechar em cima apertado, Oficial. Sal  um escorregadio."
         "Ns conversaremos sobre escorregadio mais tarde," Sal disse a ela. "Eles esto perguntando
sobre os Duques. Duas portas abaixo de voc."
         "Eles fizeram uma viajem uns dias do par atrs. Carregado em cima o carro com malas. A esposa
no era muito feliz sobre isto, se voc perguntar a mim. Ela tem chorado. Isso teria sido . . . deixado me
pensar. Quarta-feira. Quarta-feira de manh, brilhante e cedo. Eu estava fora frente regando meus vasos
quando eu vi eles carregando em cima."
         "Voc notou qualquer um de visita eles antes daqueles?"
         "Viu voc," Nita disse com um sorriso. "A manh antes. Conseguiu o comandante bonito
provocado de que eu vi na tela mais tarde."
         "Nita."
         "Oh, pare alvoroado, Sal. Eu no gostei do homem e eu no tenho medo de dizer muito fora
alto."

                                                                                                         211
       Ela acenou uma mo e se povoou em como se para uma conversa boa, amigvel. "Eu tive um
velho cocker spaniel, Frankie Velho. Morreu no ano passado. Alguns meses antes de eu estar fora o
caminhar como eu fiz todo dia, duas vezes por dia. Parados na frente dos Duques colocam por um
minuto conversar com um vizinho que estava fora caminhar, tambm. E bem, Frankie Velho fez seus
negcios l na extremidade de sua propriedade enquanto eu no estava assistindo."
       Ela suspirou, uma expulso longa de ar. "Frankie velho. Agora eu limparia isto. Eu limpei atrs
daquele cachorro por dezesseis anos. Mas o comandante vem para a porta e d a mim para que, digo que
ele vai me reportar. Continue assim voc acharia que ele nunca veria um pouco apanha pela popa antes.
Bem, eu dei a ele para que direito de volta. Eu no tomo aquele tipo de coisa de qualquer um."
       Ela xingou fora uma respirao, obviamente quieta ultrajada. "Ele estrondos a porta, eu levanto o
apanhar pela popa, termine de caminhar para Frankie velho, e v para casa. Poucos minutos mais tarde,
o policial de batida est em minha porta. Mulher jovem, olhada mortificada, disse a mim que Duques
chamaram em uma reclamao. Voc pode imaginar isto? Desde que eu j esvaziaria longe a evidncia,
nada resultou disto. O policial acabou de querer deixar-me saber que ele estava vendo vermelho, disse
que ela o esfriou fora de, mas talvez seria melhor ao redor de se eu tivesse certeza manter o cachorro
longe de sua propriedade."
       "Isto  o nico procedimento que voc teve com ele?"
       "Nunca falou outra palavra para o homem, nem ele para mim."
       "Eles perderam uma criana," Sal lembrou a ela. "Pode azedar uma pessoa."
       "Alguns nascem azedos." Nita movimentou a cabea para a casa do outro lado da rua. "Eu diria
aquele homem era."
       -=O=-***-=O=-
       A Eve conduziu as primeiras trs entrevistas em lista do Greene no isolamento de cada de casa
ou escritrio do assunto. Em cada caso existiam graus variados de negao, afronta, embarao, e
pleiteando.
       E no caso de de Juiz Vera Arqueiro, uma aceitao fria.
       "Eu preferiria continuar esta discusso sem a presena de seu uniforme, Tenente Dallas."
       "Peabody, espere do lado de fora."
       O arqueiro dobrou suas mos em sua escrivaninha. Suas cmaras era uma aerodinmica,
organizada espacial que vestido de sua imagem. Ela era uma alta, sternly atraente, mulher de ferrovia
magra de sessenta e trs, com cabelo pequeno, diretamente escuro. Ela teve uma reputao para entregar
decises rpidas e completas que raramente falharam em levantar em atrao.
       Ela tolerou nenhuma arte dramtica em sua sala de tribunal.
       Aparentemente, Pensou Eve, ela os apreciou em particular. Em disco ela vestiu um rosa
ballgown, e apresentou um strip-tease bastante fascinador--abaixo g-para amarrar com barbante e
pasties--para dois bem-musculsos homens como um preldio para um muito atltico menage a trois.

                                                                                                    212
       "Eu assumi que eu estaria lidando com este quando eu ouvi Nick Greene teve sido morto. Minha
vida privada no est em cima para discusso. Nenhuma lei estava quebrada por mim, diferente daqueles
de bom senso."
       "Ainda voc pagou a Nick Greene setenta mil e quinhentos dlares por ms."
       "Eu fiz. No  ilegal para pagar tal taxa. E se ns determinarmos eram chantagem, o crime era
seu em extorquir tal taxa. Eu no vou explicar o contedo do disco, nem a motivao atrs daquele
contedo. Eu sou intitulado para meu isolamento."
       "Sim, Sua Honra, e voc certamente pagou suficiente para isto. Porm, o contedo daquele disco,
e seus pagamentos, so agora parte de uma investigao de homicdio."
       O arqueiro  olhar nunca oscilou. "Eu era em melhor situao com ele vivo. Eu podia dispor o
dinheiro um grande negcio mais que eu disponho a publicidade de exposio. O embarao para minhas
batas, meu marido. Eu fiz revelao cheia deste importa para meu marido quase um ano atrs. que Voc
pode verificar aquele se voc julgar isto necessrio, mas , novamente, um soldado importa. Eu direi a
voc que ns concordamos em continuar os pagamentos."
       "Voc est ciente das circunstncias da morte do Nick Greene?"
       "Eu sou."
       "Enquanto eu simpatizo com seu desejo por isolamento, Sua Honra, aquela condolncia no
estende acima de minha perseguio dos terroristas que so responsveis por sua morte, e a morte de seis
outros para datar."
       "E como expor o contedo daquela ajuda de disco sua perseguio? Eu devo ter o respeito de
minha sala de tribunal quando eu estiver no banco. Voc procura, voc prende, entretanto  at os
tribunais para completar o ciclo de justia. Como eu posso fazer aquele se eu for um laughingstock, um
embarao?"
       "Eu farei qualquer que eu posso proteger seu isolamento. Diga a mim como voc veio para usar
servios do Nick Greene."
       O arqueiro rolou seus lbios dentro em uma linha quase invisvel. "Eu ouvi sobre ele por um
conhecido. Pareceu inocente, e entretanto seus servios eram admitidamente incertos, eu fiz uso deles.
Vlvula de escape, voc podia dizer, das presses do trabalho. Eu fiz uso deles uma vez que um ms
para vrios meses. Ento ele deu a mim uma cpia do disco, explicou o horrio de pagamento e as
conseqncias de no pagamento. Todo muito razovel e eficiente."
       "Voc deve ter estado muito bravo."
       "Eu estava bravo. Mais, eu senti como um bobo. Uma mulher que  vivida para mais de sessenta
anos, sentado em um banco para quatorze, no deviam ser muito facilmente enganados. Eu paguei,
porque se paga sempre por tolice, e eu parei de usar seus servios."
       "Voc tinha medo que ele expor voc de qualquer maneira?"
       Ela angulada sua cabea em surpresa falsa. "E corte um pequeno mas renda fixa? No."

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       "Ele j ergueu os pagamentos ou ameaou fazer isso?"
       "No. Em seu modo, ele era um bom homem de negcios. Se voc sangrar muito rpido e duro,
voc estripa."
       O arqueiro ergueu suas mos, o nico movimento de excesso ela fez ao longo da entrevista. "Eu
at no me ressenti dos pagamentos. Eles lembraram a mim que eu era humano. Que  por que eu usei
seus servios para comear com. Eu precisei ser lembrado eu era humano. Voc fez um fundo em mim.
Pessoal, profissional?"
       "Sim, Sua Honra, uma corrida inicial."
       "Eu servi a lei, e serviu isto bem. Meu registro comprova isto. Eu no estou pronto para me
aposentar." Ela espiou acima de no pequeno visualizando tela em sua parede. "Eu vi a radiodifuso em
75 esta manh. Era uma morte maligna, horrvel eles escolheram para ele. Ele era um chantagista, e ele
mascateou em que podia ser chamado pecado, debilidades secretas das pessoas certamente exploradas.
Mas ele no mereceu morrer como ele fez. Nem fez aquela criana."
       Ela olhou para Eve novamente, ela olha dirige e nivela. "Voc suspeita que eu posso ser uma
parte destes vigilantes chamando eles mesmos puros? Eles suportam tudo que eu detesto, Tenente. Tudo
que eu dediquei minha vida a lutar contra. Eles so tiranos e covardes tocando Deus. Eu estou disposto a
acenar representao legal neste momento e submete para um Teste de Verdade. Minhas condies so
que isto ser feito reservadamente, por um nico autorizado e licenciou tcnico, e aquele quando os
resultados claros mim de suspeita, eles, como tambm o disco e quaisquer arquivos pertencendo para
mim neste assunto, esto fechado hermeticamente."
       "Eu concordarei naquelas condies e organizarei isto. Eu posso perguntar Dra. Mira fazer a
Prova pessoalmente."
       "Dra. Mira  aceitvel."
       "Eu acredito que os resultados poro fim a seu envolvimento neste assunto, Sua Honra."
       "Obrigado."
       "Eu posso perguntar a seu conselho e opinio em outro assunto conectado a minha
investigao?"
       "Sim."
       "Eu solicitei autorizaes para abrir arquivos selados em vtimas juvenis que diretamente
pertencem para este caso. Os servios de criana arquivaram uma blocagem de TRO mim destes
registros e de registros adicionais de sua agncia. O escritrio do promotor toma parte na disputa de
padro legal acima deste. O quarteiro permanece."
       ", particularmente no caso de menores, so assuntos sensveis."
       "Ento  homicdio consecutivo. Ento  terrorismo. Ento est obstruindo uma investigao de
prioridade. Tempo  da essncia, ainda uma ferramenta essencial est sendo resistida de minha alcana.


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Isto no  um assunto de abertura para o pblico, mas para um investigador com causa provvel. Se este
assunto era antes de voc, como iria voc decidir?"
       Arqueiro debruado atrs. " seu slido de causa provvel, Tenente--e no dance swing
comigo."
       " slido de pedra. O TRO discute que o deve permanecer proteger os menores e suas famlias
de angstia adicional, assegurar seu isolamento. O P.A. Discuta aquela causa provvel em uma
investigao de homicdio substitui, e adicional discute que o contedo do ser sabido s para o time
investigativo."
       "Se os argumentos so to bsicos quanto isto, voc teria suas autorizaes em meu tribunal.
Quem assinou as autorizaes iniciais?"
       "Juiz Matthews?"
       "E ele subseqentemente  seguro o ?"
       "No, Sua Honra. Os argumentos esto sendo apresentados para Juiz Lincoln."
       "Lincoln. Entendo. Eu farei algumas investigaes."
       -=O=-***-=O=-
       A Eve deixou o palcio de justia com Peabody ao lado dela e tomou um momento no ar. "Se ela
no for limpa, eu perdi toda sensao de direo."
       "Ns continuamos trabalhando lista abaixo?"
       "Sim, ns continuamos trabalhando isto. Enquanto isso, faa uma corrida em Juiz Lincoln."
       "Outro juiz? Jeez."
       "Ele no est em do Greene. Mas ele est em do Arqueiro. Ela  boa," Eve disse como ela entrou
em seu veculo. "Mas ela no  to boa. Eu vi algo em seu rosto quando eu disse a ela que ele estava
ouvindo as disputas acima das ."
       Fanzindo o cenho, ela retirou-se ela buzinando vnculo de bolso. "Dallas."
       "O 'do Malley," Dwier vivamente disse. "Vinte minutos. Venha s."
       "O Esquilo Azul," Eve retornada, querendo para casa vantagem de campo. "Quinze."
       Ela quebrou transmisso.




       Captulo 20


       A Eve no freqentou o Esquilo Azul to freqentemente quanto ela uma vez teve. Era uma
articulao sem qualidades redentoras, inclusive a comida e servio. Durante o dia, supriu para um
punhado de grosseiros regulares e a alma perdida ocasional que era tola suficiente para pensar que ele
poderia mbito fora uma comida barata e um pouco ao.


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          De noite estava normalmente emperrado com as pessoas que fizeram a ao e eram duras
suficiente ou loucas suficiente para arriscar suas vidas para que passaram por lcool em tais lugares.
          A msica era alta, as mesas pequenas e raramente limpas, e o ar geralmente penetrado com
bebida ruim e Zoner passado.
          A Eve teve um afeto estranho para isto, e estava contente para achar no mudou desde sua ltima
visita.
          Por um tempo Mavis tinha sido um dos apresentados artistas, girando em fantasias que eram
indescritveis e gritando fora sua msica para um cho de dana empacotada onde as pessoas realmente
pareceram entender isto.
          Pensando sobre Mavis, Eve perguntou-se se maternidade iminente a afinaria abaixo.
          Nenhuma chance.
          "Agarre um lado de mesa oposta," Eve ordenou Peabody. "Coma se voc ousar."
          "Sua batatas-fritas de soja so s meio ruins. Eu arriscarei isto."
          A Eve escolheu uma mesa no longe comer, deslizou em. E decidiu Peabody era certo. As batatas-
fritas eram s meio ruins, e mereciam outra chance.
          Ela teclou em uma ordem no menu, e decidiu no danar qualquer mais ntima para a
extremidade arriscando o caf. Ela optou para a gua engarrafada, que ela temeu era engarrafada em um
dos pssimos atrs quartos por apartamento-nosed homens com juntas cabeludas.
          No vendo nenhum sinal de Dwier, ela retirou-se seu Comunicador e verificado em com Feeney.
"O que  a condio?"
          "Quase l." Existia um brilho de lnguido de suor em sua sobrancelha e seu cabelo estava
esticando em topetes. "Duas horas, ns pregaremos isto. No que voc est trabalhando?"
          "Em uns minutos, almoo. Esquilo azul."
          "Voc caminha no lado escuro, Dallas."
          "Sim, isto sou eu. Conseguiu um encontro com Dwier. Ele devia estar vindo junto brevemente.
Eu penso que ele quer negociar."
          "Eu darei a ele um negcio de maldio." Feeney soprou ar fora seu nariz. "Voc quer dizer a
mim o que o metal estava fazendo aqui esta manh?"
          "No pode. Eu tenho que esperar por algumas informaes. Percevejos me, Feeney, mas eu no
posso."
          "Gancho um grande peixe, no , criana? No, no sue isto," ele disse. "S lembre, algum
grande peixe conseguiu dentes."
          "Eu sou cuidadoso. Dwier acabou de entrar. Mais tarde."
          Ela embolsou o Comunicador, ento esperado por ele vir para a mesa.
          "Eu disse s. Fosso o uniforme ou este termina agora."


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       "O uniforme precisa comer. Voc quer caminhar,  sua escolha." Ela beliscou a garrafa da gua
como estalou fora do servio encaixa. "Mantenha-se afastado o caf," ela disse conversationally. "Se
voc quiser viver."
       Ele soltou na cadeira em frente a ela. Ela no ficava surpreendida quando ele ordenou bebida
fermentada engarrafada.
       "Sua namorada diz a voc sobre nossa conversao ontem?"
       "Voc mostra a algum respeito quando voc conversar sobre Clarissa. Ela  uma lady. Seu tipo
no reconhece uma lady."
       "Meu tipo reconhece errado Polis, conspiradores, assassinos, fanticos." Assistindo seu rosto, ela
tomou um puxar de sua gua. "Eu no me importo como suas extenses de pele."
       "Eu quero voc fora dela atrs. Eu estou dando a voc uma advertncia nisto."
       Ela se debruou adiante. "Voc me ameaando, Dwier? Voc  sugerindo que se eu continuar
procurar a linha da investigao que envolve Clarissa Avaliar, voc pode tentar causar mim dano
fsico?"
       "O que, voc  telegrafada?"
       "No, eu no sou telegrafada. Eu s quero ser real claro na natureza de sua advertncia. Aquele
modo, eu no estarei chutando seu traseiro arrependido atravs deste cho pegajoso, fora a porta, e do
outro lado da rua devido a uma falha de comunicao."
       "Voc acha que voc alguns estar badass, no ? Voc homicdio Polis todos pensam que voc 
to fudidos importante. A elite ou alguns cagam. Voc termina na rua e vadeia pelo lixo por algum
tempo, voc levanta os pedaos de um pouco de criana que tem sido estuprada e ataca, ou arraste pelo
vmito de um pouco de otrio adolescente que  OD iria em Jazz que ele conseguiu de um pouco de
abutre trabalhando as jardas da escola. Veja quanto tempo voc  tal badass."
       Ela sentiu alguma condolncia, uma lasca de desprezando acima dela para um policial que viu
mais que ele podia lidar. Mas existia a linha novamente, a linha que podia s ser movida at agora antes
de cair da extremidade.
       " por isso que voc  parte deste, Dwier? No acabava de no poder lidar com tomada todos os
passos, vendo alguns daqueles sai busto de debaixo de voc?  por isso que voc decidiu ser juiz, jri, e
executor?"
       Suas batatas fritas deslizaram fora, e ela ignorou eles. Sua garrafa estalou segundos mais tarde.
Ele pegou isto, tranado o topo com a violncia de um homem que desejou que fosse um pescoo
humano.
       "Eu quero que voc fora de Clarissa."
       "Voc est repetindo voc mesmo. Diga a mim algo novo."
       Ele levou duas andorinhas fundas da garrafa. "Eu no estou dizendo que eu consegui qualquer
coisa para dizer a voc. Mas se eu fiz, eu tenho preciso de um negcio."

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        "No pode negociar sem os cartes."
        "No tente mangueira me." Ele bufou nela, e ela perdeu at aquela lasca de condolncia.
        Ele no era s um policial que quebrou debaixo da presso. Ele era um que tem soprado em cima
nele e encheu ele mesmo a estourar--como a pele magra de um balo--que incha com arrogncia, com
retido.
        "Eu sou um distintivo. Eu sei como este trabalha. Se eu tivesse qualquer coisa para dizer
pertencendo para os homicdios recentes, eu tenho preciso de imunidade para Clarissa e eu mesmo
relativo a qualquer envolvimento possvel."
        "Imunidade." Ela se debruou de volta, cuidadosamente selecionou uma batata-frita, estudou
isto. "Voc s quer que eu enxugue sua lousa? Sete mortos, sendo um policial, e voc quer um passeio
livre por voc mesmo e sua senhora? S como voc espera que eu tirar aquele para voc, Dwier?"
        "Voc tirar isto. Voc tem peso."
        "Deixe seja posto ele deste modo." Ela encharcou as batatas-fritas com sal. Eles precisaram
desesperadamente de ajuda. "Por que voc pensa que eu usaria o peso que voc pensa que eu tenho que
ajudar voc patina neste?"
        "Voc quer o colarinho. Eu conheo seu tipo. O colarinho vem primeiro. Mantenha seus casos-
passada sem tocar porcentagem alta. Voc figura que eles alfinetaro outra fudida medalha em voc."
        "Voc no me conhece." Sua voz era baixa e letal. "Voc quer um retrato em sua cabea, Dwier?
Que tal este aqui? Uma menina de dezesseis anos de idade, cortada em tiras, seu sangue por toda parte
das paredes seguindo a trilha onde ela correu tentando cair fora de um homem que era dirigido louco por
um grupo das pessoas que decidiram que ele devia morrer. Seu nome era Hannah Vadeia. Ela era uma
criana estpida com uma atitude ruim que acabou no lugar errado no tempo errado. Como Kevin
Halloway, um policial jovem slido s fazendo seu trabalho. Como faa as pessoas empurrando sua taxa
de botes que em sua lista de porcentagens. Uma perda aceitvel?"
        "Doente da Clarissa acima daquela menina. Ela  rompida para pedaos acima disto. No dormiu
uma piscada na noite toda."
        A Eve sentiu pressa de blis em sua garganta, lavou isto atrs com a gua. "O remorso pesar em
com o promotor. Talvez voc era enganado. Talvez voc dois era enganado pelas pessoas em carga de
Pureza. Voc estava s procurando por um caminho para proteger as crianas em seu relgio."
        "Sim." Ele bebeu, teclou no menu para uma segunda garrafa. "Se isso era o caso, iria em direo
a imunidade. O fato, se ns soubssemos algo relevante, ns estvamos dispostos a voluntariamente
desistir."
        Voc causa nuseas, ela pensou, seu rosto em branco como uma lousa enxuta. "Voc sabe que eu
no possa garantir imunidade. Aquela deciso no vem de mim. Eu posso s solicitar isto."
        "Voc pode empurrar isto. Voc sabe os botes."


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       Ela olhou dele um momento porque sabendo que ela tentaria para o negcio fez ela doente. O
bem maior, ela disse a si. s vezes justia no podia varrer limpa.
       "Eu empurrarei para imunidade. Mas voc  fora do trabalho, e ento  ela--"
       "Voc no pode--"
       "Feche, Dwier. S feche, porque o que eu vou anunciar aqui  to bom quanto voc j vai
conseguir. E a oferta  somente de um tempo. Eu ponho meu peso para imunidade. Faa o caso para o
P.A. que suas informaes, e do Preo, eram chave para minha investigao. Se ele no for chave,
Dwier, esta conversao  discutvel. Voc e Preo caminham, nenhum tempo de gaiola. Mas voc
concorre a aposentadoria, e ela renuncia a Servios de Criana.  at o P.A. E o metal sobre se voc
mantm seus benefcios. Isto est fora de minhas mos. Mas voc caminha."
       Ela empurrou seu prato de lado. "Voc recusa este negcio e eu dou a voc um voto para caar
voc, voc dois, at que eu tenha suficiente para pr vocs dois. Eu empurrarei para cargas mltiplas, de
primeiro grau, conspirao para assassinato. Eu empurrarei para o assassinato de um oficial de polcia.
Eu empurrarei duro e o dois de voc gastar o resto de suas vidas atrs de barras. A ltima respirao
voc toma estar em uma gaiola. Eu farei isto minha misso pessoal."
       Seu temperamento de olhos reluzidos, terror, lcool. E, Eve pensou com um assombro
enfadonho, com insulto.
       "Eu consegui dezesseis anos. Dezesseis anos busting minha corcunda."
       "E agora voc tem cinco minutos para decidir." Ela empurrou em cima da mesa. "V embora ou
esteja pronto para conversar quando eu voltar."
       Como ela andou a passos largos atravs do clube, Peabody comeou a subir. A Eve
simplesmente agitou sua cabea e manteve ida.
       Ela bateu em que o Esquilo chamou seu sanitrio pblico. Cinco estreito protele e duas covas
rasas para pias. Ela correu o frio da gua, espirrou isto em seu rosto novamente at o calor de sua raiva e
desgosto gelados.
       O rosto gotejando, ela ergueu sua cabea e olhada fixamente para ela mesma no espelho
manchado preto. Sete pessoas mortas, ela pensou. Sete. E ela estava para ajudar dois de aqueles passeio
responsvel livre assim ela podia parar os outros.
        isto o que levou para falar para Kevin Halloway, para Hannah Vadear?  isto o que levou?
       Sombras de direito, Tibble disse. E agora mesmo ela sentiu smeared pelas sombras.
       Ela esfregou seu rosto seco, ento retirado seu Comunicador.
       "Chefe. Eu preciso de um negcio para Thomas Dwier e Clarissa Avaliam."
       -=O=-***-=O=-
       Dwier estava ainda  mesa quando ela retornou e comeando em sua terceira garrafa. Ela
perguntou-se quanto tempo atrs ele afogou sua conscincia.
       "Conversa," ela disse.

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       "Eu preciso ter algumas garantias."
       "Eu atingi isto para voc uma vez, eu no estou atingindo isto novamente. A conversa ou
caminha."
       "Eu quero que voc entenda ns fizemos o que ns tivemos que fazer. Voc trabalha conseguir
escria fora da rua e antes de voc escrever em cima seu cinco, eles voltam fora. O sistema foi suave.
Tudo isso caga sobre direitos civis emperrado abaixo nossa garganta, advogados corredios pela graxa,
voc no pode fazer o trabalho,"
       "Eu no quero a conferncia, Dwier. Eu quero dados. Quem est correndo o show?"
       "Eu sou ir dizer isto meu modo." Ele bateu o de volta de seu dar sua boca, curvada em acima da
mesa. "Eu e Clarissa, ns fomos fechados. Ela  dedicada sua vida a ajudar crianas, s para ver metade
deles, talvez mais, seja atarraxada acima de pelo sistema. Ns comeamos a sairmos, principalmente
justo para soprar fora de algum vapor, e ns fomos fechados. Depois que quais aconteceram com os
Duques brincam, ela estava pensando sobre o lotar em. Aquele quase a quebrou. Ela tomou licena de
semanas do par para decidir o que ela quis fazer. E . . . Don veio para a ver."
       "Don? Isso seria Duques de Donald?"
       "Sim. Ela estava em um lugar spero. Um lugar spero. E ele disse a ela sobre este grupo que
estava procurando por respostas, que estava trabalhando achar um modo melhor. Um grupo
subterrneo."
       "Pureza?"
       "Os Investigadores de Pureza. Ele disse muitas pessoas reuniram-se, pessoas como ele, como ela,
outros cidados preocupados. Ele perguntou se ela viesse para uma reunio."
       "Onde?"
       "Poro de igreja. O centro da cidade. Igreja do Salvador."
       "Um poro de igreja?" Ela no soube por que ofendeu suas sensibilidades. Ela no era, nunca
tinha sido, religiosa. Mas ele intimidou algo bem no fundo ela. "Este fica sem uma igreja?"
       "Isto  um dos locais de reunio. Ns movemos ao redor, igrejas e escolas. Ela foi para o
primeiro com Don, com Duques. Trouxe suas costas, puxada ela fora da depresso. Deu seu um aperto
em coisas novamente. Eu fui com ela o da prxima vez. Faz sentido," ele insistiu. "O programa faz
sentido. Voc quer limpar a cidade, voc precisa tirar o lixo. Polis e tribunais so algemados. Ningum
respeita a lei porque a lei no trabalha. No faz fucking trabalhar, e voc sabe isto."
       Ela olhou para seu rosto, o rubor destacado pela cerveja e retido. No sempre, ela pensou.
Sempre no trabalha porque no vai pr voc em uma gaiola.
       "Quem corre as reunies?"
       " uma democracia," Dwier disse a ela com algum orgulho. "Todos ns temos um dizer. Os
duques  um dos fundadores. Ns temos Polis, doutores, juzes, cientistas, pregadores. Ns temos
pensadores."

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       "Nomes."
       Ele imergiu sua cabea. Esfregou a garrafa acima de sua sobrancelha. "Ns vamos por primeiros
nomes, mas eu reconheci algum, correu algum outros. Voc tem que saber quem voc est na cama com.
Olhe, ns tivemos um pouco de glitches com o programa. Talvez ns empurramos coisas muito rpidas.
O techs figurou que eles podiam apagar o vrus depois que Pureza Absoluta era alcanada, mas existia
um pouco de snafu. Eles so dia e noite de trabalho para consertar isto. Ns comeamos a estudar uma
coleo para Halloway. Ns estamos fazendo uma contribuio para os Sobreviventes dos Capital dos
Oficiais de Polcia em seu nome."
       "Eu estou certo isso dar a sua famlia muito conforto, Dwier. D-me nomes."
       "Voc pensa que  fcil para doninha?" Ele bateu a garrafa quase vazia na mesa. "Voc pensa
que  fcil sacudir nas pessoas que com que voc trabalhou?"
       "Era mais fcil matar? Mais fcil lanar alguns coros no chapu para um policial morto porque
existia um snafu? Eu no quero ouvir sobre sua dor, Dwier, ou sua sensao inclinada de lealdade. Eu
quero nomes. Vem at voc ou eles. Nenhum nome, nenhum negcio."
       "Cadela."
       "Sim. Mantenha aquela em mente. Duques de Donald? Sua esposa?"
       "No. Ele a manteve fora disto. Ele no faz muito gostar de trabalhar com mulheres."
       "Mas ele recrutou Clarissa."
       "Eu figuro existia alguma presso nele a escolher em cima, desde que eles tiveram uma histria."
Dwier empurrou um ombro. "Serrador de Matthew, grande-disparado doutor de Kennedy
Comemorativo. Sujeito de crebro. Keith Queima, um daqueles computador geeks. Trabalhados com
Duques no vrus. Ele era a da criana, do Devin, padrinho. Stanford Quillens, outro doutor. Julgue
Lincoln, Angie e Raio Anderson--sua criana foi estuprado por Fitzhugh. Angie corre sua prprio
consultor de mdia firme midtown."
       Ele continuou a falar rapidamente nomes. A Eve registrou eles. Ele ordenou outra cerveja. Ele
no era malfeito ainda, ela notou. Quatro cervejas em menos que uma hora e ele no estava mostrando a
isto. Disse a ela seu corpo foi usado para o influxo fixo.
       Existiam outros doutores, outro Polis, uma mulher de assemblia municipal, mais
programadores, dois assistentes sociais antigos, e um ministro.
       "Isto  tudo que eu fiquei confirmado. Clarissa poderia ter um par mais."
       "Que tal a consolidao de dvida flutuante?"
       "Todo mundo contribui o que eles podem, doa tempo." Ele chupou na garrafa. "Alguns dos
membros ficaram bolsos fundos, e ponham seu dinheiro onde sua boca est. Ns temos suporte
poderoso--suporte poltico--e ns podamos ter expandido naqueles sem os acidentes."
       "Quem  seu suporte poltico?"


                                                                                                   221
        "O prefeito. Peachtree, ele no vem para as reunies. Mas ele envia declaraes, e contribuies.
Meu toma  ele alinhar-se Serrador e Lincoln, Duques, tambm."
        "Voc est dizendo a mim esta organizao gerada fora do escritrio do prefeito?"
        "Isto  como eu vejo isto, sim. Peachtree quer reforma, e ele no pode pegar isto pelas urnas. Ele
achou outro modo. Ele  um goddamn heri."
        Ela armazenou isto, clamped abaixo em outra onda de desgosto. "Como voc seleciona os
objetivos?"
        "Ns pomos os nomes, as folhas, para a sociedade. Ns votamos."
        "Quem outro  indicado?"
        "S conseguidos mais infetados. Ns decidimos tardar at que ns descobrimos o glitches. Dru
Geller. Clubes de corridas privadas, vende carne jovem para protetores. Fugitivos principalmente, ela
conchas eles em cima e bombas eles cheias de Ertica. Marcado do seu AP dentro dez horas."
        "Como voc sabe quando  alcanado?"
        "Isto  principalmente tech material. No minha rea. Mas ns podemos localizar uso em sua
unidade ou unidades infetadas. Eles correram sims assim eles sabem quanto tempo que leva para
finalizar."
        "Quando seja a prxima reunio?"
        Dwier fechou seus olhos. 'Hoje  noite, oito. A igreja do centro da cidade."
        "Onde est Duques?"
        Ele agitou sua cabea. "Casa segura, Upstate. Albany. Eu deveria ajudar descobrir uma
recolocao. Ele est ainda trabalhando no programa. Ele e Queimaduras e o outro techs. Eles tero isto
aperfeioado em alguns dias. Eles esto certos disto. Ningum antecipou aquela menina que est em
lugar do Greene. Como o inferno voc pode antecipar algo assim? Mas ele vem at isto, ela no era
qualquer diferente que Greene. Conseguida o que ela mereceu, mesma como ele. S uma pequena
prostituta--"
        Ela cadela-slapped ele. Sua mo estava em cima e balano antes dela perceber a fria assumiu o
comando de, antes dele poder ver isto em seus olhos e evadir. A rachadura afiada de carne em carne
cortada pelo clube. Algumas pessoas giradas suas cabeas, ento depressa olharam novamente.
        A Eve chegou a seus ps. "Fique onde voc est. Peabody! Voc est entrando. Voc pode dizer
sua histria para o P.A. O preo est sendo levantado agora mesmo."
        "S um fudido minuto."
        "Feche, voc pulsando pedao de merda. Voc conseguir sua imunidade. Voc est entrando
agora, e ficando em at o resto de seus auto-proclamados heris so levantados. Existe um branco e
preto, e um representante do escritrio do promotor. Thomas Dwier, voc est agora em custdia. Renda
sua proteo e sua arma? Agora," ela disse, deitando uma mo em seu brao. "Ou eu tomarei voc modo
abaixo que eu quero em vez de pelo livro que voc mostrou a tal desprezo."

                                                                                                      222
       "Pessoas sabem que ns ramos certos." Ele deitou sua arma na mesa, lanado seu distintivo
abaixo ao lado disto. "Existem quatro monstros fora das ruas graas a ns."
       Ela tomou sua arma, tomou seu distintivo. Ento o arrastou para seus ps. "Existem todos os
tipos de monstros, Dwier. Voc no qualifica quase. Voc  s uma doninha. E um embarao para o
trabalho."
       -=O=-***-=O=-
       Quando ele era assegurado no branco e preto, Eve entrou em seu prprio veculo. Ento s deitou
sua fronte no volante.
       "Voc certo, Dallas?"
       "No. No, eu no estou certo." Ela arrancou distintivo e arma do Dwier de seu bolso. "Lacre
estes. Eu no quero minhas mos neles novamente. Eu o consegui imunidade. Eu o consegui um passeio.
Talvez, talvez eu o prendo, martele nele em Entrevista, eu consigo que ele role sem o negcio. Mas eu
fiz o negcio, porque talvez ele no rola, e eu no posso sobrar o tempo para descobrir."
       "O promotor no teria negociado imunidade se ele no figurasse isto era o caminho para ir."
       "Quando voc quiser a torta inteira, sacrificando uma pequena fatia  um comrcio razovel. Isto
 como o P.A. Figurou isto. Isto  como Dwier soube que ele figuraria isto. Eu desejo que eu pudesse.
Consiga-me um endereo em um Dru Geller. Ela estar no sistema."
       Ela retirou-se seu Comunicador correr os prximos passos com o chefe.
       -=O=-***-=O=-
       Levou uma hora para instalar isto para sua satisfao. Tempo precioso, mas ela no estava
perdendo outro policial. No hoje.
       "Ns no podemos estar certos que tipo de forma ela est em," Eve lembrou o time de crise que
ela tem colhido a mo. "Ns assumiremos que ela  violenta e armada. Trs homens na porta, trs para
as janelas. Ns entramos rpido. Ns subjugamos, asseguramos, e transportamos. O assunto no pode
estar chocado com armas normais, at em colocao baixa. A probabilidade  alta que a infeco
espalhou para a extenso que isto resultaria em trmino. Ns usamos tranqs, e tranqs somente."
       Ela gesticulou para a fotocpia azul de apartamento na tela. "Voc familiarizou vocs mesmos
com a instalao. Ns sabemos o assunto est neste local. Ns no sabemos onde ela est dentro de seu
permetro, mas a probabilidade mais alta  para o quarto principal, aqui. As comunicaes so para
permanecer abrem ao longo do op. Quando o assunto  assegurado, ela ser transferida, imediatamente,
para o mdico techs, acompanhados por dois membros de time durante o transpo para designar centro
mdico onde um time mdico est esperando."
       Talvez eles a salvariam, Eve pensou como ela abordou a porta para apartamento do Dru Geller. E
talvez eles no iriam. Se informaes do Dwier eram precisas, ela teve abaixo de remanescer de oito
horas. Morris chamou a infeco irreversvel depois da expanso inicial.


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       Ela estava arriscando seis Polis, seu ajudante, e se acima de uma mulher que estava em toda
probabilidade j morta.
       Ela desenhou seu tranq-atirador, movimentado a cabea para o policial de time de crise para
uncode as fechaduras. "Decodificando," ela disse quietamente em seu Comunicador. "Fechaduras
desembaraadas. Espere por meu sinal."
       Ela aliviou a porta aberta. Ela pegou uma brisa de comida deteriorada, de urina passada. As luzes
eram fora de, as protees de sol apertado nas janelas. O quarto olhou e cheirou como uma caverna.
       Ela gesticulou, apontando Peabody e o segundo oficial partiram. Ela entrou rpido, baixo, e
direito. "rea viva clara."
       Ela ouviu isto ento, uma espcie de rosnar. O som um cachorro radical poderia fazer quando
encurralado. "Movendo para o quarto principal. Segure nas janelas."
       Ela tomou flanco na porta, movimentou a cabea novamente, ento chutou isto.
       Dru Geller teve suas costas para a parede. Ela vestiu nada alm de calcinha. Existia sangue em
seus peitos, peitos marcado de suas prprias unhas. Seu nariz teve sangrado tambm, e o vermelho parou
acima de seu snarling lbios, manchados seus dentes, gotejado fora de seu queixo.
       A Eve viu isso tudo no espao de uma batida do corao e viu as tesoura com lminas longas em
sua mo.
       O scissor voou, como uma seta de um arco. Eve girou, desdobrou o tranq. Pegou Geller no peito
deixado. "Agora! V! Bata ela novamente," ela ordenou como Geller investiu adiante.
       Um segundo tranq bate seu midbody, e ainda ela saltou em Eve como um negcio fraudulento,
todos os dentes e unhas. Ela viu os olhos vermelho girando, sentiu a goteira de sangue em seu rosto.
Geller uivou como um terceiro tranq a levou no ombro direito.
       Ela corta como uma luz, olhos vermelhos forar o recuo de, ida de membros manca.
       Levou segundos, s segundos. Existia uma agitao de movimento como Geller era
desaparecido, seu corpo inconsciente contido.
       "Consiga ela para o MTs, consiga seu transportado," Eve ordenada. "Movimento."
       "Ns conseguimos um oficial."
       "O que?" Enxugando o sangue de seu rosto, Eve ganhou seus ps, girado ao redor.
       E viu Peabody deitando no cho, sangrando, as tesoura emperraram no fundo de seu ombro.
       "No. Goddamn isto. No." Ela estava em seus joelhos em um movimento rpido, e sem pensar
escovou sua mo pelo rosto branco do Peabody.
       "Direito de Zigged, devia ter zagged sobrando," Peabody administrou. Ela girou sua cabea,
olhadas fixamente estupidamente nas tesoura pratas claro. "No  muito ruim, ? No muito ruim."
       "No, no  nada. Consiga-me um mdico, agora. Agora mesmo!" Eve desnudada-se fora de sua
jaqueta, se preparou para usar isto para forte o fluxo de sangue.


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       "Puxe eles fora, certos? Wouldja?" Peabody procurou no escuro para a mo da Eve. "Est me
fazendo bonito doente, tendo eles esticando de mim."
       "Melhor no. MTs surgindo agora mesmo. Eles consertaro voc."
       "Eles bateram uma polegada, o colete de revolta teria inclinado eles. O que so as chances?
Realmente machuca. Jesus, realmente machuca. Eu estou frio. Choque apenas, certo? Certo, Dallas? Eu
no estou morrendo ou qualquer coisa?"
       "Voc no est morrendo." Ela impediu a colcha enrugada de um do time de crise. "Eu no tenho
tempo para desperdiar treinando outro ajudante."
       A Eve girou sua cabea como uma MT apressou em. "Faa algo," ela ordenou.
       Ignorando ela, ele correu um scanner acima do ponto de entrada, tomou sinais vitais do Peabody.
"Certo, Oficial. O que  seu nome?"
       "Peabody. Eu sou Peabody. Voc conseguiria estes goddamn tesoura fora de mim?"
       "Certo. Eu vou dar a voc um pouco algo primeiro."
       "Gimme muitos. Dallas  a pessoa que vive para dor."
       Ele sorriu nela, deixe sua seringa de presso.
       "Ela est perdendo sangue," Eve estalada. "Voc s vai deixar ela sangrar fora no cho?"
       "S mantenha a presso," ele ligeiramente disse. "Muito ruim sobre aquela jaqueta. Parea com
tecido bom. Eu vou retirar o objeto invasivo. Em trs, Peabody, certo?"
       "Um, dois, trs."
       A MT encontrou olhos da Eve, e declarou: Segure ela.
       A Eve sentiu isto em seu intestino, sentiu o choque afiado das lminas que fatiam fora de carne
do Peabody. Sentiu isto no puxo rpido de corpo do seu ajudante contra que ela contendo mos.
       Sangue fluu acima de seus dedos, mornos e molhados.
       Ento ela era cutucada fora do modo, enquanto a MT trabalhou no ferimento.
       Vinte minutos mais tarde ela estava compassando a sala de espera de ER. Ela quase enfeitaria o
doutor que a ordenou fora da rea de tratamento. Conteve se s porque ela figurou o mdico tido que ser
trabalho consciente em Peabody.
       McNab estoura pelas portas em corrida de um mancar, com Roarke logo atrs ele.
       "Onde est ela? O que eles esto fazendo para ela? O quo ruim  isto?"
       "Ela est em tratamento. Eles esto a remendando em cima.  s como eu disse a voc, McNab.
Ela pegou uma perfurao funda em seu ombro, mas ele faltou as artrias importantes. Eles no pensam
que existir qualquer dano de msculo. Eles vo limpar isto, d-lhe algum sangue e fluidos, coisa ela.
Ento eles provavelmente a pularo."
       Ela o viu olhar fixo abaixo em suas mos. Ela no levou tempo lavar o sangue. Amaldioando se,
ela as empurrou em seus bolsos.
       "Qual o quarto de tratamento?"

                                                                                                   225
       "B. Em torno do canto  esquerda."
       Ele apressou fora de, e Eve esfregou suas mos em seu rosto. "Eu no posso ficar aqui," ela
murmurou e apressado fora de.
       " mais srio que voc disse a McNab?" Roarke perguntou a ela.
       "Eu no acho. A MT pareceu slida. Ele disse que era muito srio para tratar e lanar na cena,
mas no importante. Ela perdeu muito sangue."
       Ela olhou fixamente abaixo em suas mos.
       "Voc perdeu um pouco voc mesmo." Ele localizou seus dedos acima de sua mandbula onde as
unhas do Geller bateram.
       "No  nada. Goddamn isto, no  nada." Ela girada longe dele, chutou o pneu de uma
ambulncia estacionada na baa. "Eu a levei l."
       "Ela  menos um policial que voc?"
       "Isto no  o ponto. Isto no  o fudido ponto." Ela girou de volta. "Eu a levei e seis outro Polis
l. Eu fiz a escolha, eu fixo o op. Eu evitei fora do modo quando Geller lanou as tesoura em mim."
       Porque seus olhos estavam nadando, ela verbaliza incio para engatar, ele tomou seus ombros. "E
Peabody no moveu to depressa. Isto  sua culpa?"
       "No  sobre culpa.  sobre razo. Eu a levei em, tomou todos eles em assegurar e transportar
para mdica uma mulher que provavelmente vai morrer de qualquer maneira. Eu ordenei aquelas
pessoas para pr sua vida da linha para ela. Uma mulher que vende pequenas meninas. Menino, isto 
ironia para voc. Eu tenho sangue do Peabody em minhas mos por causa de uma mulher que vende
crianas para sexo."
       Ela agarrou sua camisa, fisted suas mos. "Para que?" Ela exigiu. "O que  o ponto de
maldio?"
       "Tenente."
       Ela empurrou em voz do McNab, girou depressa.
       Ele nunca veria seu grito antes. No soube que ela podia. "Ela  acordada. Voc era certo, eles
vo a pular. Eles querem a manter sobre uma hora primeira. Ela est ainda um pouco embriagada. Ela
perguntou se voc estivesse ao redor."
       "Eu entrarei e a verei."
       "Dallas." McNab moveu em seu caminho, levou ela pelo brao. "Se voc perguntar a ela o que o
ponto , ela diria a voc. Voc no perguntou a mim, mas eu direi a voc de qualquer maneira. Porque
quando algo tiver que ser feito, ns somos as pessoas que deveriam fazer isto. Eu no tive que estar l
para saber voc foi pela porta primeiro. Ento voc j sabe o que o ponto ."
       "Talvez eu precisei de algum para lembrar a mim."
       Roarke assistiu ela caminhar de volta do lado de dentro. "Voc  um bom homem, Ian." Ele
deitou uma mo em ombros do McNab. "Vamos ir comprar Peabody algumas flores."

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       "Eu normalmente s roubo elas."
       "Vamos fazer uma exceo para este aqui."




       Captulo 21


       Whitney tomou relatrio da Eve oralmente, em seu escritrio. Ela estava em seu shirtsleeves, e a
camisa levou uma mancha pequena de sangue secado.
       "Peabody foi lanado do centro mdico?"
       "Eles estavam preparando a assinar fora quando eu parti. Ela precisar tomar licena mdica por
um par de dias."
       "Veja que ela tem o que ela precisa. Dwier e Preo esto em custdia, e ser segura
incomunicado at a situao seja resolvida. Ns temos o local em Albany debaixo de vigilncia. Quando
voc limpou aqui, Duques de Donald sero tomados. Ns concordamos que ele no devia ser preso at
depois de sua correria em hoje  noite reunio?"
       "Sim, senhor. Dwier e Preo eram soldados justo. Os duques  um dos Generais." O comandante,
Eve lembrada. " provvel que ele permanece em contato com outros membros chave da organizao.
Ns deixamos ele nos sentar at que ns quebramos suas costas. Senhor, como Dwier tem implicado
adicional Prefeito Peachtree, eu solicito permisso para interrogatrio formal."
       "O prefeito concordou em priso da casa temporria. Suas transmisses entrantes e de partidas
esto sendo monitoradas. Debaixo de conselho de conselho ele  admitido para a transgresso sexual,
mas continua a negar qualquer associao com Pureza. Politicamente, ele est acabado."
       "Politicamente," Eve comeou.
       "Sim. Isto no  suficiente. Eu no discordarei. Porm, hoje  noite op toma prioridade acima de
interrogar ele. Ns ensacaremos a maioria de se no todos os outros membros neste varrem,
essencialmente destruindo esta organizao. Isto  a primeira ordem de negcios."
       "Quando o escritrio do prefeito  uma frente para terroristas, isto  um pedao importante de
negcios, Chefe."
       "E ele far uma diferena a fechar este caso se voc o questionar agora, ou espere at amanh?"
       Ela quis o levar agora. Ela quis o saborear em sua garganta. "Podia se ele desistir de informaes
adicionais."
       "Eu posso prometer voc aquela com sua frota de advogados, voc estar em para um longo,
duro arraste conseguindo mais que seu nome. Voc no tem o tempo para sobrar hoje. Ele est em gelo,
Dallas. Ele fez. Ser satisfeito com aquelas por algumas horas mais longas. Eu dou a voc minha palavra
isto a partir de dez da manh amanh, ele pertence a voc."
       "Sim, senhor. Obrigado."

                                                                                                     227
          "Voc fez trabalho superior neste apesar de vrios obstculos difceis." Ele hesitou, estudando
seu rosto. "Eu gostaria de falar com algo que Chefe Tibble disse esta manh. Voc merece os bares,
Dallas."
          "Eles no importam."
          "Fpda-se isto. Isto est entre voc e eu, aqui neste quarto. Voc merece vestir os bares. Voc os
ganhou. Se ele fosse s um assunto de mrito, voc vestiria eles. Lamentavelmente no  s um assunto
de mrito. Sua idade  uma considerao. O que so voc, Dallas, trinta?"
          "Trinta e um, senhor."
          Ele alarga um meia-risada. "Eu tenho camisas mais velhas que voc. Eu tenho que esconder eles
de minha esposa, mas eu tenho eles. Ainda isto  uma considerao que podia ser resolvida, at
acostumado a vantagem, em algumas circunstncias."
          "Chefe Whitney. Eu estou ciente que minha vida pessoal  um fator neste assunto. Que meu
casamento com Roarke, que  considerado em alguns quartos, certamente algum dentro do
departamento, com suspeita--a menos que ele esteja sendo til-- e ser mais um detrimento para
minha ascenso em grau que o prefeito usando um corretor de sexo ilegal e fazendo o mambo em roupas
das mulheres estariam para seu futuro poltico permanecendo. Diretor Tibble era correto. Era minha
escolha."
          "Eu espero que voc seja igualmente ciente que seu casamento no  considerado como um
detrimento neste escritrio."
          "Eu sou."
          "Nem, no que diz respeito a esse assunto, pelo chefe. Se ele fosse at mim, voc teria seus
bares."
          "Costumava importar para mim. No parece to importante mais. Eu nunca poderia tocar o jogo
com a mesma paixo que eu posso pr no trabalho."
          "Voc diferentemente descobrir." Sua cadeira rangeu quando ele se debruou de volta. "
alguma estrada abaixo de anos ainda, como coisas permanecem. Mas voc diferentemente descobrir.
V para casa, limpe. Engrene em cima. Ento v tirar estes bastardos."
          A Eve decidiu seguir ordens exatamente. O minuto ela chegou em casa que ela dirigiu-se ao
chuveiro. Ela s desejou que ela pudesse lavar frustrao e raiva longe to facilmente quanto sangue e
suor.
          Tonificantes suas mos nos azulejos, ela abaixou sua cabea muito os jatos da gua podia bater
abaixo acima dela, expulsando fora as pequenas dores.
          Ela no pensou. Por vinte minutos debaixo do spray ela se permitiu em branco. Mais tranqilo,
ela andou no tubo secante, deixe o redemoinho areo quente e sopre ao redor ela. Ela engatou em uma
toalha, andado atrs no quarto.
          E viu Roarke.

                                                                                                       228
       "Sente-se, Eve."
       Seu sangue drenou. "Peabody."
       "No. No, ela est fazendo bem. De fato, ela est a caminho aqui agora. Voc s precisa se
sentar."
       "Eu tenho um importante op em algumas horas. O time investigativo merece estar descontente
com o busto. Eles precisam ser informados."
       "Pode esperar enquanto voc toma alguns minutos mais para povoar voc mesmo." Ele escavou
ela fora de seus ps.
       "Eh! O que  voc, um coelho de maldio. Eu no tenho tempo para sexo."
       "Se eu pensasse que sexo era o que voc precisou, ns estaramos na cama." Ao invs ele a
soltou no sof, sentada ao lado dela. "Revira volta aqui. Feche seus olhos."
       "Olhe, Roarke--oh Deus." Seus olhos tremulados como ele cavou dedos e dedos polegares em
seus ombros.
       "Voc tem laos aqui o tamanho de meu punho. Eu podia esvaziar um calmante em voc, mas
ns tentaremos isto ao invs."
       "Sim? Bem, se voc no parar aqueles dentro quinze minutos, eu vou chutar seu traseiro."
       Ele curvou sua cabea, tocado seus lbios para seu ombro nodoso. "Eu amo voc, Eve. Toda
polegada obstinada de voc."
       "Eu no me sinto obstinado. Eu sinto . . ." Ela sentiu se enchendo novamente, dvidas e
abominando. "Eu no estou certo de eu mesmo. Voc tem que saber que voc ser certo. Voc no tem
que conhecer? Aquele otrio Dwier, ele sabe que ele seja certo. No uma dvida em sua mente, no uma
puno. Ele est s tentando salvar sua pele, e da sua mulher."
       "Muitas pessoas sabem que eles sejam certos, quando o que eles so estar errados. Tendo dvidas
mantm voc humano."
       "No goste disto. No quando voc comear a duvidar o caroo. Isto no  como este grupo
prendeu pessoas? As pessoas que comeadas a duvidarem o caroo, no confiante isto. Eu negociei
Dwier para o caso hoje. Eu dei a um policial errado um passeio assim eu podia fechar isto."
       "Voc teve uma escolha para fazer."
       Ela voltou atrs, agarrada sua mo. Ele tem sido uma de suas escolhas. A melhor escolha de sua
vida. Pelo menos l, ela no teve nenhuma dvida. "Ele disse que . . . ele disse que eles tomaram uma
coleo para Halloway, como um comemorativo. Como eles tiveram um direito."
       Roarke embrulhou seus braos ao redor sua cintura, desenhou suas costas contra ele, e deixe ela
despejar isto. "Eu estou sentando l, olhando para ele, escutando seu bullshit justificaes, a propaganda
de programa, e eu lembro como Colleen Halloway me agradeceu. Ela me agradeceu e eu estou chutando
solto uma das pessoas responsveis pela morte do seu filho."


                                                                                                      229
          Ela parou seus joelhos, apertado seu rosto contra eles. "Eu estou vendo o que aconteceu para
Hannah Vadeia. Eu vejo ela deitando de bruos em sua prprio sangue. E ele diz que  muito ruim sobre
ela. Disse que isto era um acidente. Mas ela s conseguiu o que ela mereceu porque ela era s uma
prostituta. Eu quero bater meus punhos em sua carne isto, bata ele insensato para isto. Mas eu balano
peso com o P.A. Para conseguir ele imunidade assim ele no ter que pagar por isto. Para qualquer disto.
Eu sou suportar os mortos, ou eu estou subjugando para eles?"
          "Voc sabe a resposta para aquele." Ele a forou ao redor. Suas bochechas eram midas
novamente. "Voc sabe a resposta em seu corao."
          "Eu costumava saber isto em meu intestino. Eu costumava saber isto em meus ossos. E eu no sei
que tipo de policial eu vou fazer se eu no sentir isto aquele modo novamente."
          "Eu no conheo este Dwier, mas eu sei isto: Ele no pode viver fora sua vida em uma gaiola,
mas ele nunca estar livre novamente. Eu conheo voc, Eve. Qualquer que voc fez, voc fez para
Halloway, para Hannah Vadear, e o resto. Voc pechinchou suas prprias necessidades longe para seus."
          "Eu no sei se eu fiz. Mas eu espero deus que valia a pena isto." Ela usou suas mos para
esfregar suas bochechas secas. "Eu vou quebrar eles hoje  noite. E amanh, eu vou enviar Peachtree at
inferno com eles."
          Ela estourou uma respirao, empurrado atrs seu cabelo. 'Para fazer isto, eu preciso escapar
disto."
          "Voc gostaria de algumas notcias positivas?"
          "Eu podia usar isto."
          "Ns terminamos o cheio ID no vrus. Ns duplicamos isto. Que significa que ns podemos criar
uma proteo permanente contra ele que nos permite acesso cheio aos dados nas unidades restantes."
          "Voc pode localizar ele de volta para fonte?"
          "Ns podemos. Ns iremos. Levar um pouco mais tempo, mas ns estamos a caminho, bem
nisto, para aquele ponto."
          "Bom. Eu tenho uma autorizao. Uma que foi aprovado," ela adicionou, pensando sobre
Arqueiro de Juiz. "Todo o equipamento dos Duques--remanescente de qualquer em seu lugar-- para
ser confiscado. Eu preciso de voc para cavar fora transmisses. Algum deu a ele a palavra para correr,
e onde correr para. Ns estamos conseguindo do Dwier e do Preo, tambm. Por via das dvidas eles
esto segurando quaisquer nomes de volta."
          "Ns estaremos ocupados."
          "Voc e Jamie podem pr em algum tempo em diante eles hoje  noite enquanto ns corremos o
op."
          "Eu recordo voc dizendo que o time investigativo estaria em este busto."




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       "Eu no posso tomar a criana em um op." Ela levantou, caminhado para o armrio. "Voc seria
muito mais valioso para mim no lab. Isto no  uma trapaa, e provar isto, eu no estou ordenando voc
para ficar." Ela agarrou uma camisa, voltou. "Eu estou perguntando."
       "Isto  enganador de voc." Ele chegou a seus ps. "Eu serei seu lab rato ento, para um pouco
mais longo."
       "Aprecie isto."
       "No vista aquela cala comprida com aquela camisa. O que voc est pensando?"
       "Eu estou indo para um busto, no uma festa."
       "Isto no  nenhuma razo para no olhar sua melhor. Vamos ver, o que o policial vestido de
poo vestindo estes dias para tirar uma organizao terrorista grande? Voc no pode ir errado com
negro bsico."
       "Isto um ser brincar?" Ela perguntou como ele selecionou outra camisa.
       "Boa sensao de moda nunca  uma piada." Ele a deu a camisa, deslizou um dedo abaixo do
entalhe em seu queixo. "Mas  bom para ver voc sorrir novamente, Tenente. Oh, e vista as botas pretas,
no o marrom."
       "Eu no tenho quaisquer botas pretas."
       Ele alcanou em, retirou-se um par de couro preto robusto. "Voc faz agora."
       -=O=-***-=O=-
       Metade de um quarteiro abaixo da Igreja do Salvador, Eve sentada no veculo de vigilncia e
discutida com Peabody.
       "Olhe, voc  sortudo para estar aqui mesmo. Voc est em licena mdica."
       "No, eu no sou porque eu no terminar."
       "Eu assinei voc."
       "Eu me assinei de volta em."
       A Eve trancou seus dentes. "Voc esqueceu o 'senhor.'"
       O queixo do Peabody sobressaiu. "No, eu no fiz."
       "Que tal eu escrevo para voc em cima para insubordinao?"
       "V em frente." Peabody dobrou seus braos atravs de seu trax. "Eu posso lidar com isto. S
como eu posso lidar com este op."
       A Eve alarga um suspiro tempestuoso. "Talvez voc  certo."
       Ao lado dela, Feeney trocou seu olhar do monitor em direo a Eve. E pensou: Oh-oh.
       "Eu sou remendada," Peabody reivindicou, relaxando um pouco como ela viu sua abertura. "Eu
sou ajustado para trabalhar. No era aquele grande um negcio."
       "Eu acho que eu estava apenas reagindo exageradamente um pouco." A Eve ergueu suas mos,
ento empurrados para seus ps. "Voc saber como voc devia sentir, certo?"
       "Absolutamente. Senhor," ela disse.

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       "Bem ento." A Eve bateu levemente ombro do Peabody ligeiramente. Ento apertou. Ela
assistiu cor do seu ajudante drenar, assistida sua boca vai negligente em um chocado e aflito O "E como
fazer que voc sente agora?"
       "Eu somente sinto . . ."
       "Todo remendado em cima?" Ela assistiu a prola de suor em sobrancelha do Peabody. "Ajuste
para trabalhar?"
       "Eu sou . . ."
       "Sente-se. Feche."
       "Sim, senhor." Em gentil da Eve cutuca, Pernas dobradas do Peabody. Ela no estava certa se ela
puser sua cabea entre seus joelhos ou Eve fez, mas de qualquer modo ela era agradecida.
       "Voc ficar no veculo de vigilncia e ajudar McNab. Alguns argumentos de voc, Detetive?"
Ela disse, olhando para McNab.
       "No. No, senhor, Tenente." Ele bateu levemente Peabody atrs. "Voc certo, mel?"
       "Nenhum mel!" Eve puxada em seu cabelo. "No existe nenhum mel em um op, para causa do
Cristo doce. Mantenha isto, s mantm isto, e eu estou tendo um de voc transferido para Queens."
       Ela ligou seu salto de sapato, solto abaixo ao lado de Feeney novamente. "O que  a condio?"
       "Alguns primeiros pssaros entrando. Bonito quieto ainda." Ele abaixou sua voz. "Bom trabalho
l. Ela no est pronta para balanar ainda. A menina pegou espinha entretanto."
       "Existir outro ops," Eve concordou, e estudou o monitor. "Existe sempre outro op."
       A igreja era pequena, um edifcio modesto que poderia ter comeado branco. Era cinza agora, um
suave e sujo cinza que ostentou uma cruz preta simples. No teve nenhum campanrio, e s uma difuso
de janelas atravs da frente.
       A Eve soube o que pareceu que do lado de dentro. Ela estudou as fotocpias azuis e o registro
Baxter tomou. Ele vestiu como um dormente de calada, tropeou ao redor do lado de dentro. Entretanto
ele no podia chegar ao poro, ele conseguiu um bom retrato do nvel principal.
       E ganhou dez crditos do dicono que finalmente o moveria junto novamente.
       Existiam cinqenta bancos, vinte e cinco para um lado. Um pdio centrado na frente. Existiam
duas portas fora da rea de adorao. Baxter conseguiu estragar seu modo em um, impea um registro
rpido de uma rea de escritrio antes do dicono apressar em exagerar acima dele.
       O equipamento no escritrio era da melhor qualidade e vrios nveis acima de que qualquer
pequena igreja de bairro podia dispor.
       Existiam trs fora de portas. A frente, o lado do leste, e o traseiro aquele levado ao poro.
       Todos eram cobertos. Quando eles moveram, ela pensou, eles cercariam o edifcio como os anis
ao redor de Saturno.
       "Levantando mais tagarele agora," Feeney disse a ela.
       A Eve ergueu seu receptor do telefone, sintonizou.

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         Existia conversa sobre esportes. Que tal aqueles Puxes? As receitas de mulheres trocadas e
conversaram criana se importar. Algum mencionou uma venda em do Barney.
         "Jesus." Feeney agitou sua cabea. "Soe como uma maldio PTA encontrando."
         "Um o que?"
         "Negcio da escola. Pais, professores. Que tipo de terroristas so eles?"
         "Pessoas ordinrias," Eve disse. " disso que faa eles to perigosos. A maioria de so Joes s
regular procurando por um caminho limpar as ruas. Eu assisti este vdeo com Roarke. Esta coisa do
Oeste Velho. Os sujeitos ruins chutando traseiro nesta cidade. A lei no pode parar eles porque que eles
chutam o traseiro da lei, tambm. Ento as pessoas renem-se, charco alguns coros e contratam esta
faixa de gunslingers--que  uma grande palavra, no ? Gunslinger."
         Ela saboreou isto para s um momento, impedidas algumas de nozes confeitadas do Feeney. "De
qualquer maneira, eles contrataram estes sujeitos para livrar-se dos outros sujeitos. E eles fazem.
Entretanto o gunslingers decide, eh, ns gostamos disto aqui, ento ns vamos pendurar e corremos
coisas nosso modo. O que voc  ir fazer sobre isto? Ento a cidade acabar debaixo de seu dedo
polegar."
         "Comrcio justo uma arma de fogo para outro."
         "Sim, mais voc perde os coros, muitas pessoas que estavam importando seu prprio so
machucadas. Acaba este os Estados Unidos que Marshall digita entra--que devia ter sido feito no
primeiro lugar--e atrs de muito tiroteio, tomada das pessoas mergulha fora de telhados, sendo arrastada
ao redor por cavalos e cagar, ele limpa o lugar."
         "Ns no temos os cavalos, mas ns limparemos o lugar hoje  noite."
         "Condene direito."
         Eles esperaram. Conversao enfadonha, silncios longos, atualizaes rpidas de outro unidades
estacionadas em torno do permetro. O policial trabalha, Pensou Eve, como ela sorveu caf preto e
monitorado, eram horas de esperar, montanhas de papelada, extenses de enfado incrvel. E momentos,
momentos de extremo onde veio at vida e morte.
         Ela espiou acima de em Peabody. Momentos, ela pensou, e polegadas. E destino.
         "Eles esto comeando," Feeney quietamente disse. "Deve ser tudo que eles esto esperando hoje
 noite. Bastardos esto comeando sua morte que encontram com A Orao do Senhor."
         "Eles esto para ter bastante para rezar." A Eve chegou a seus ps. "Vamos reunir eles, e tirem
eles."
         Ela correu confere com cada unidade capitanear, ordenou todas as posies seguras enquanto ela
e Feeney moveram em juntar-se Baxter e Trueheart.
         Sua unidade bateria a porta de poro primeiro.
         Ela deu trax do Baxter um rpido cutuca ter certeza que ele estava vestindo seu equipamento de
revolta. Sorrindo abertamente, ele a cutucou de volta. "Pesado do material de maldio, no ?"

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         "Irrite o inferno fora de mim," ela admitiu. Ela circulou seu dedo. Ele girou assim ela podia
arrancar abaixo o esconder ponta e revelar o emblema de NYPSD atrs de sua jaqueta.
         "Se encontrar esteja a caminho," McNab reportou por seu receptor do telefone. "O juiz Lincoln
est presidindo. Eles esto lendo fucking minutos da ltima reunio."
         "Vamos dar eles uns minutos do par," Eve ordenada. "Consiga mais em registro. Quanto mais
ns temos, os mais fundos ns pomos eles."
         "Tenente?" Trueheart sussurrou, como se j em igreja. "Eu quero que obrigado por permitir a eu
ser uma parte deste op."
         "Voc vai absorver," Baxter disse a ele. "Voc absorve para mim agora. Eu absorvo para Dallas.
Isto  a cadeia alimentcia."
         "Abrindo para novos negcios," McNab reportou. "Discusso em trmino de Greene. Vadeie
trmino chamou subproduto sistmico desgraado. Jesus. Objeo nica de sociedade."
         "Senhor?" A voz do Peabody foi bem sucedida. "A palavra acabou de entrar. Geller no fez isto."
         Oito mortos, Pensou Eve. Isso terminava agora. "Esta terminada a reunio."
         "Bloqueado e carregado," Baxter disse.
         "Todas as unidades, vo. V"
         Ela entrou a porta primeira, e abaixo um conjunto de degraus de ferro velho. Na mente dela ela
pintou outras unidades entrando a frente, o lado, fluindo atravs do cho principal.
         Arma desembainhada, distintivo levantado, ela balanou pela entrada no poro.
         "NYPSD! Ningum se mexe."
         Existiam alguns gritos, alguns gritos. Algumas pessoas subidas, ou para cobertura ou fuga. As
unidades secundrias despejadas dentro como formigas em um piquenique. Formigas armadas com rifles
de laser e gmeo-barreled stunners.
         "Ponham suas mos ao alto. Mos ao alto," Eve gritou, "ou voc ser atordoado. Este edifcio
est cercado. Existe nenhum modo fora. Voc est debaixo de priso para atos terroristas, conspirao
para cometer o assassinato, para o assassinato de um oficial de polcia, e outras cargas que ser feita para
voc."
         Ela moveu adiante, varrendo rostos, movimentos. Alguns lamentaram agora, e outros estivam
rgidos em fria. Ainda mais ajoelhou, mos apertadas como martiriza sobre ser alimentada para os lees
pagos.
         "No cho," ela ordenou. "Em seus rostos. Mos atrs de suas cabeas."
         Ela balanou duro como ela viu Juiz Lincoln alcanar dentro de sua jaqueta. "Faa isto," ela
suavemente disse. "D-me uma razo."
         Sua mo solta. Ele teve um rosto duro, pedra escura com caractersticas nitidamente esculpidas.
Ela se sentou em sua sala de tribunal, testemunho dado l. Confiou ele para alimentar a justia.
         Ela tomou a arma de debaixo de sua jaqueta, bateu levemente ele.

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       "Ns somos a soluo," ele disse a ela. "Ns somos corajosos suficiente para agir enquanto
outros nos sentem e esperem."
       "Eu aposto Hitler disse a mesma coisa. No cho." Ela o empurrou para seus joelhos. "Em seu
rosto, mos atrs de voc."
       Ela bateu palmas as restries nele ela mesma. "Isto  para Colleen Halloway," ela disse
suavemente em sua orelha. "Ela sabe mais sobre coragem que voc j vontade. Voc  um goddamn
vergonha."
       Ela chegou a seus ps. "Baxter, leia a este grupo de heris seus direitos."
       -=O=-***-=O=-
       Era dois e trinta quando ela fez isto casa. Mas ele no era fadiga que obstinada sua agora mas um
cansao to interno arrastou em ambos os corpo e mente.
       Ela sentiu nenhuma da pressa de vitria, o bombeate energia de ver um trabalho. Quando ela
fechou a porta nela atrs, ela no podia achar isto nela lanar um insulto na espera Summerset.
       "Apesar do atraso da hora, eu sou para esperar que sua casa que convidados chegaro com seu
desejo habitual por refrescos?"
       "No. Eles tm casas de suas prprias, e eles esto usando eles."
       "Voc era bem sucedido?"
       "Eles marcaram oito antes de eu parar eles. Eu acho que dependeria de sua definio de bem
sucedida."
       "Tenente."
       Ela se importa de estava muito sombreada para mais que irritao aprazvel. Ela parou no
segundo passo, olhou de volta. "O que voc quer?"
       "Durante as Guerras Urbanas existiam vrios civil-dirigidas organizaes. Alguns arriscaram
suas prprias vidas para tentar proteger bairros debaixo de assdio ou reconstruir aqueles que tinham
sido dizimados. Existiam muitos atos de herosmo. E existiam outros grupos que tambm estavam
organizados. Eles buscaram s para destruir, castigar, empreender outros nveis de guerra. Alguns
formaram seus prprios tribunais, testes seguros. Esquisitamente, todos aqueles testes terminados com
um veredicto de culpado, e eram rapidamente seguidos por execuo.
       "Cada," ele disse, "tido sucesso considervel com seus programas de trabalho separados. A
histria , porm, iluminado por um e estragado pelo outro."
       "Eu no estou olhando fazer histria."
       "Isto  uma pena," ele disse como ela continuou em cima os degraus. "Porque voc fez muito
hoje  noite."
       Ela foi pelo lab primeiro, mas existia s Jamie. Ele era modo obviamente sem trabalho e em
recreao. Existia um grfico de Estdio de Yankee em seu monitor. Ele estava jogando contra
Baltimore, e o  estava em cima duas corridas na parte inferior da sexta.

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        "Merda, voc cego?" Ele esbofeteou a unidade como o ump chamou uma greve em sua massa.
"Isso era alto e fora de, otrio."
        "Pegou o canto," Eve discordou. "Beliscou a zona de greve. Bom lance."
        "Como inferno." Ele pausou seu jogo, rodou ao redor. "Queira competir comigo?  melhor com
dois reais em vez de jogar contra o comp."
        "Eu surrarei por toda parte voc algum outro tempo. Bata os lenis."
        "Eh, eh, espere!" Ele subiu em cima. "Voc no vai dizer a mim como afundou?"
        "Afundou."
        "Bem, eu sei. Ns conseguimos o solicitar isto. Mas nenhum detalhe. Derrame um pouco de
detalhes, Dallas."
        "Amanh. Ns teremos uma instruo especfica cheia."
        "Um deet. Voc d a mim um, ento eu consegui um para voc."
        "Ns confiscamos discos contendo registros de todo encontrando. Ns temos eles costurados em
cima to apertados que eles no podem cortar sua sada do saco com uma espada de folha larga. D."
        "Certo, frig-o. Ns conseguimos um pouco de caminho."
        "Voc achou a fonte?"
        "Nada para ele uma vez que ns clonamos. O vrus era enviado fora da unidade confiscada de
nvel mais baixo dos Duques trabalha rea. Ele mandou a eles cambaleantes acima de um perodo de trs
dias. Ele empurrou o boto em todos deles."
        "Eles trouxeram o para dentro de Albany hoje  noite. Ele  lawyered. Eu o levarei
separadamente amanh. V para a cama, criana."
        "Precisa quebrar o seja primeiro."
        Ela encolheu os ombros. "Qualquer." Ela caminhou para a porta, pausou. "Jamie. Eu era contra
Roarke trazendo voc sobre o time. Eu estava errado. Voc fez trabalho de um levantar-se."
        Seu rosto clareou como um sol. "Obrigado."
        Ela deixou ele para batalhar os Pssaros, e foram para escritrio do Roarke. Ele, tambm, estava
em sua unidade, mas ela duvidou que ele estava jogando. Qualquer seus negcios eram, ele fecha isto
quando ela entrou.
        "Parabns, Tenente. Onde  seu time?"
        "Eles estavam encabeando para algum depois de-lugar de horas para descer com umas bebidas.
Eu passei."
        "Ento voc pode ter um aqui comigo." Ele andou para topo fora de seu conhaque e aguaceiro
sua uma taa de vinho. "Ns temos sua fonte."
        "Sim, Jamie disse a mim. Eu parei pelo lab a caminho."
        "Ele est ainda em cima?"
        "Puxes e O , parte inferior da sexta. Ele  dois, com dois fora e um corredor em primeiro."

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       "Ah, bem ento." Ele deu a ela o vinho. "Ele disse a voc que ns tambm achamos vrias
transmisses? Para l e para c Preo e Dwier. E trs, at agora, de vnculo de escritrio do Prefeito
Peachtree. O entrando pela ltima vez a tarde de sua visita para os Duques alojam. Texto somente.
Aconselha a Duques tomar um pouco feriado com sua famlia, e d uma sugesto para o endereo em
Albany.  cuidadosamente redigido, mas dadas as circunstncias, condenando suficiente."
       "Eu tomo Duques e o prefeito amanh." Ela se sentou no brao de uma cadeira, mas no bebeu o
vinho. "Eu separo as entrevistas depois do busto. Deu um empurro em suspeitos com vrios membros
de time e msicos de jazz. Todo mundo gritou advogado, como era sua alegria de time. Eu quebrei
alguma dona de casa pattica em abaixo de trinta minutos. Derramados seus intestinos enquanto seu
advogado est xingando e bufando sobre compulso. Pleiteou ela abaixo uns nveis do par para o fechar
em cima, e ela rolou acima de como um filhote de cachorro."
       "Voc os parou. Voc os quebrou."
       "Eu assisti um juiz, dois outros Polis--um policial aposentado que ps trinta anos. Eu assisti
mes que eram quase como apavorous sobre notificar sua criana me importar provedor como eles eram
sobre gastar a noite em uma gaiola. Eu assisti um menino apenas velho suficiente para barbear, e uma
mulher que no ver cem novamente. Ela cuspiu em mim." Ela verbaliza garganteado s um pouco
nisto. "Ela cuspiu em mim quando ns estvamos a pondo no vago."
       Roarke acariciou seu cabelo, e quando ela girou sua cabea, embalado seu rosto contra seu lado.
"Eu sinto muito."
       "Eu, tambm," ela murmurou. "Eu s no sei o que eu sinto muito sobre. Eu preciso ir para a
cama." Ela aliviou longe, permaneceu. "Eu examinarei os dados voc e Jamie extraram de manh."
       "Eu serei junto quando eu puder. Eu tenho uma reunio brevemente."
       "Uma reunio?  quase trs de manh."
       "Est em Tquio. Ns faremos um holo conferncia."
       Ela movimentou a cabea, ento economizar o vinho intacto. "Voc deveria estar l? Em
Tquio?"
       "Eu posso ser onde eu quero. E eu quero estar aqui."
       "Eu cortei em muito seu tempo s ultimamente."
       Ele esfregou um dedo polegar acima das sombras debaixo de seus olhos. "Voc certamente tem,
e eu espero estar corretamente recompensado." Ele tocou em seus lbios para sua fronte. "Agora v para
a cama. Eu tenho trabalho aqui."
       "Eu podia entrar em midtown algum dia, e . . . consultar."
       "Eu gostaria de saber o que eu fiz para merecer uma ameaa assim."
       Ajudou a sorrir. "Ou, sabe, fazer compras com voc. Ajudar voc escolher um terno ou algo."
       "Eu senti aquele frio completamente para o osso. V embora, Tenente."
       "Certo. At mais."

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         "Mmm." E como seu holo unidade sinalizada, ele assistiu ela ir.




         Captulo 22


         Ela despertou na frente de amanhecer, e mediu o tempo pela qualidade da escurido. Ela calculou
uma hora na frente de alvorada, e pensou sobre tentar zona fora novamente para a melhor parte disto.
         Ela dormiu como uma mulher em um coma, caindo de bruos na cama depois de desnudar-se at
a pele. Ela no ouviu Roarke vir para a cama. Mas pelo menos ela no sonhou.
         Ela trocou para seu lado e fingiu a forma dele. No era freqentemente que ela despertou antes
dele fazer. Por causa dele ela raramente teve a oportunidade para prover a escurido, no silncio da casa
e escutar ele dormir.
         Ele dormiu como um gato, ela pensou. No, mais quieto que um gato. O estrondo leve de roncar
que ela ouviu era do outro lado da cama onde o Galahad deita espreguiado em suas costas como
roadkill.
         Era um tanto quanto bom, ela decidiu, com todo mundo todo dobrados em cima seguros e
mornos.
         O desperdcio muito bom a melhor parte da hora ela deixou para a cama dormindo.
         Ela rastejou em cima de Roarke, achada sua boca s onde ela deixou isto. E o despertou com
calor.
         Ela sentiu seu corpo livrar-se do sono. Um fingersnap. Cinta, avalie, relaxe novamente.
         "Trabalhe tarde?" Ela perguntou a sua boca.
         "Mmm."
         "Dormente em?"
         "No mais."
         Ela riu e desprezou seus dentes acima de sua mandbula. "Mentira justa atrs. Eu farei o
trabalho."
         "Se voc insistir."
         Ela era morna e desnuda e ainda suave da noite. Na escura na frente de luz ela mover acima dele
como um sonho, todo odor e toque e sombra. Seus lbios e dedos acariciaram acima dele, necessidades
ativas que nunca eram bastante quietas.
         Suas mos emolduraram seu rosto. Sua boca afundou para dele.
         Ela suspirou nele. Ele ouviu algo saudoso no som, e como ela o pra, ele localizou suas mos ao
alto e abaixo ela atrs, to longa, linha magra, tanto para conforto como seduo.
         Sua policial, ele pensou. To problemtica. To rasgada. Mas aqui, eles eram seguros e certos.
Aqui, eles eram certos.

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       Ele soube, ela percebeu, e tornou seu rosto em sua garganta. Ele sempre conheceu. E o presente
de ter algum que fez, que podia, estava subjugando.
       "Eu amo voc. Roarke. Eu amo voc." Sua boca encontrou seu novamente, mais quente agora,
com o primeiro gosto de urgncia. "Eu amo voc. Para todos os tempos eu esqueo de dizer isto."
       O beijo deslizou de volta para doura. Sua batida de corao espesso, batida afiana contra seu.
       Em um movimento longo, lento, ele a rolou para ela atrs. Ele deitou seus lbios em sua
clavcula como suas pernas emaranharam, como sua separado. Ele podia a ver agora, a forma de seu
rosto, o cintilar de seus olhos. Ele deslizou nela, um deslizamento de cetim de carne para carne. Uma
captura rpida e quieta de respirao.
       Novamente longo, novamente lento, e fundo, com seu corpo que sobe em direo a seu, com seu
outono em direo a sua. Ela estremeceu, e procurado no escuro para suas mos. Seus dedos ligados;
Suas bocas encontradas.
       Despesa, amanhecer surgiu.
       -=O=-***-=O=-
       Era ainda tmido de sete quando ela estudou os dados Roarke e Jamie acessaram a noite antes.
Ela carranca acima disto, ponderou isto. Considerou.
       "Duques afunda, a distncia toda abaixo. Ele tem que saber isto. Essencialmente, ele era o
homem de boto. At sem uma confisso, eu estou dando o promotor um caso que ele teria que ser um
babuno para perder."
       "Ento por que voc parece aborrecida?"
       "Eu maravilha justa se este sujeito sabe que ele era a cabra. Desde o princpio. Qualquer, quem
afunde, ele toma a queda mais pesada. Ele  o nome a mdia trombetear, a imagem das efgies
queimaram uma vez que as viradas de multido. Se ele no figurasse isto, eu poderia ser capaz de usar
que convencer ele para apontar o dedo em ningum que eu no tenho na caixa."
       "E eles giraro," Roarke concorda.
       "Sim eles iro." Ela carranca. "Poltica," ela suavemente disse. "Inferno de um jogo."
       Ela espiou acima de em Roarke. "Eu vou verificar umas coisas do par, ento cabea em comear
a separadamente o escolher. Eu quero um bom pedao de tempo com ele antes de eu o passar para
Feeney e movimento sobre Peachtree."
       "Voc est fazendo Peachtree em Central?"
       "Sua casa. Seu envolvimento permanece Cdigo Cinco at que ele esteja formalmente
carregado."
       "Eu quero observar as entrevistas." Ele examinou de onde ele se sentou no sof do quarto,
monitorando a linhagem reporta no mini-unidade e o relatrio de mdia matutina na tela de parede.
       "O que  o ponto?"
       "O ponto  fechamento. Eu retirei-me no busto ontem  noite. Eu quero isto."

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       "O que se passa com voc, s? Voc  pulado. Trabalho feito, jogo acima de. Voc pode espiga
a bola. Voc pode voltar trabalhar e comprar . . . o Alasca ou algo."
       "Eu tenho tanta rea medida em acres e interesse no Alasca como eu preciso para o momento.
Mas se fixado do seu corao em uma geleira s manda a mim um memorando. Voc pode organizar
isto, Tenente.  um razovel suficiente pedido."
       "Para Duques, sim, mas Peachtree--"
       "Ele  tido meu suporte, financeiramente. Voc no  o nico que  urinado-fora por esta
situao. Eu quero estar l para o fim disto."
       "Certo. Certo, eu resolverei isto. Mas eu estou partindo em dez, ento voc ter que--"
       "Espere um minuto." Seu olhe estreitado na tela de parede como Nadine Furst apareceu com um
boletim de flash.
       "Este s em. Quarenta e trs pessoas suspeitadas de serem parte do grupo conhecido como Os
Investigadores de Pureza foram tomados em custdia ontem  noite na Igreja do Salvador em Rua de
Franklin. Esta operao de NYPSD era encabeada por Tenente Eve Dallas. As fontes de polcia
identificam alguns dos suspeitos prenderam como Juiz Lincoln, um juiz de corte criminal nesta cidade,
Michael e Hester Stanski . . ."
       "Onde fez ela conseguir os nomes!" A Eve explodiu e apenas resistiu esmurrando um punho na
tela. "Ns no estamos lanando nomes ainda."
       "Escute o resto," Roarke disse a ela. "Isto no pode ser isto. No h razo para este tipo de
vazamento."
       "Duques de Donald," Nadine continuou, "um sargento marinho antigo e um cientista de
computador, foi preso em uma privada casa em Albany e foi tomado em custdia. Vrias cargas foram
trazidas contra Duques, inclusive conspirao para cometer o assassinato, com respeito s matanas de
Pureza durante a ltima semana."
       Existia uma pausa leve, ento Nadine continuou. "Mas o desenvolvimento mais perturbador no
assunto de Pureza  as alegaes impostas contra Prefeito Steven Peachtree. As fontes oficiais
confirmam que o Prefeito de Nova York  um principal suspeito nos crimes atribudos para Os
Investigadores de Pureza e estar formalmente questionadas esta manh. A evidncia ligando Prefeito
Peachtree para Pureza inclui um vdeo de conduta imprpria sexual alegada, que era recuperava da
residncia de Nick Greene durante a investigao da morte do Greene.  suspeitado que o vdeo foi
usado como parte de um esquema de chantagem. O prefeito no podia ser comentrio agarrado, nem tem
seu escritrio emitiu uma declarao relativo s alegaes."
       "Filho de uma cadela." At como Eve jurou, seu Comunicador buzinou, como fez o vnculo de
lado da cama, seu vnculo de bolso. Ela imaginou os centros de comunicao em seu escritrio, aqui e
em Central, era iluminado como Natal.


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         "Voc est na tempestade de mdia agora, Tenente," Roarke disse a ela. "Voc vai ter que montar
isto."
         Ignorando os 'vnculos, ela arrancou fora seu Comunicador.
         "Tenente," era todo Whitney teve que dizer.
         "Sim, senhor. Eu vi isto. Eu no sei onde ela conseguiu isto, mas eu descobrirei o que eu posso."
         "Rpidos. Os advogados do Peachtree j esto fora para sangue."
         "Vazamento ou nenhum vazamento, Chefe, eu estou fazendo uma priso hoje. E ele pegar."
         "Nenhuma declaraes de mdia," ele ordenou. "Nem confirme nem negue at que eu passe sem
tocar isto. Tome Duques primeiros, e o quebre, Dallas. Eu informarei quando e onde para Peachtree."
         "No responda os 'vnculos," ela disse a Roarke como ela emperrou o Comunicador de volta em
seu bolso. "Diga a Summerset para tela todas as transmisses, e manter Jamie aqui e debaixo de mantas.
Eu no quero que ele conversando com ningum sobre qualquer coisa. Nem mesmo sua me."
         "Voc pensa que o menino vazou isto? Eve--"
         "No, ele no vazou isto. Ele  muito bom um policial j. Eu sei onde o vazamento veio de." Ela
impediu uma jaqueta. "Isto pode no ser meu jogo, mas eu sei como tocar isto quando eu tiver que. Eu
sei como ganhar isto. Se voc for comigo," ela adicionou. "Voc tem cinco minutos."
         -=O=-***-=O=-
         Ela deixa ele dirigir e gastou o tempo inteiro no 'vnculo, cobrindo a situao com seu time,
coordenando eles e organizando para corpos extras em Centrais para conter-se a mdia que certamente
estaria fervilhando em um pacote do lado de fora das portas.
         Ento ela etiquetou Nadine.
         "Escute, antes de voc saltar em mim, eu recebia aquele boletim trinta segundos na frente de ar.
No existia nem o tempo para polir a cpia. Eu no podia ter sacudido ele para voc se eu quisesse."
         "Quem deu isto para voc?"
         "Voc est me pedindo para revelar uma fonte, e voc sabe que eu no irei. Mas como acontece
isto recebia para mim por meu produtor. Eu no sei sua fonte. Fontes," ela emendou. "Ele nunca 
conseguido este quente com menos que dois. Tudo que eu conheo  algum alto em cima vazou para
ele com a estipulao que eu leio a histria--que ele confirmou, e ns arejamos."
         "Voc especificamente?"
         "Est certo."
         "Esperto," Eve decidida.
         "Coisas esto estalando ao redor aqui, Dallas. Voc vai querer dar a mim uma declarao O
MAIS RPIDO POSSVEL. Que evidncia voc tem de elo Prefeito Peachtree para as atividades dos
Investigadores de Pureza?"
         "Nenhum comentrio, Nadine."


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        "O cagar batendo o f no  toda ida para cair sobre rosto do Peachtree. Muito ele vai voar em
seu." Como ela falou, Nadine angulado sua cadeira, dados educados manualmente em sua tela de
computador. "Ele teve um cinqenta e trs por cento popularidade avaliao antes disto. E muitos dos
eleitores includos naquela porcentagem so muito vocais, muito forte, e muito monied partidrios. No
outro lado  a faco que querer politicamente o linchar, e usar voc como a corda."
        "Nenhum comentrio. Curioso. Em qual apia que voc aposta? Partidrios ou festa de
linchamento?"
        Era um bom ngulo, ela meditou, e um no machucaria ela para conseguir um salto. "Ele
renunciar. Nenhum modo fora disto. Sem os detalhes sujos desta conduta imprpria sexual, eu no
posso projeto. Ele tomar bate para enganar em sua esposa, e para qualquer conexo com Greene."
        "Fora do registro, Nadine?"
        A Eve podia ver Nadine puxar contra os ttulos. "Certos, condene isto, fora do registro."
        "Se ele for um pouco mais suculento que enganando? Se ele envolvesse algum sexual torce?"
        "Oh Deus, voc est me matando. Se for bom e suculento, ele est provavelmente cozinhado,
pelo menos a curto prazo. Condenando ele de assassinato, a menos que voc o consiga com sangue
fresco em suas mos,  outro assunto. O suporte pblico balanar ambos os modos, que o pe anel de
centro. As pessoas tm memrias pequenas, e seletivas. Eles no necessariamente lembraro se ele for
culpado ou inocente, mas eles lembraro de que ele fez algo grande. Se ele no fizer tempo duro, se ele
pode escorregar no sexo, ele podia correr novamente em alguns anos. E ele provavelmente ganharia."
        "Isto  poltica," Eve declarada. "Mais tarde."
        "Dallas--"
        Mas Eve a corta fora de.
        "Voc est puxando em uma srie, Tenente," Roarke disse. "Eu estou comeando a ver a forma
da bola que vem de."
        "Sim, vamos ver como desvenda. Encabece diretamente para nvel de garagem. Oh, e se voc
atropelar quaisquer reprteres, eu dou a voc pontos extras."
        Dentro dela moveu rpido. Ela teve Duques e seu time de advogados em Entrevista dentro quinze
minutos. Ela agrupou-se com Peabody, deliberadamente escolhendo irritar Duques fora tendo duas
fmeas vo nele.
        Ela ligou o registrador, introduza os dados destacados, ento se sentaram de volta. "Vamos
iniciar."
        "Tenente Dallas." A cabea do time legal, um largo-shouldered, praa-jawed homem chamado
Snyder, interrompeu. "Sr. Duques optou ter todas as perguntas e comentrios dirigidos por e respondidos
por mim ou um de meus associados. Como  seu direito. Ele prefere para no falar com ou  falado com
por voc diretamente."


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       "Nenhum problema. Voc vai querer informar seu cliente que com propriamente executados
autorizaes seus dados e centros de comunicao eram confiscados de sua residncia nesta cidade, e do
portteis registrados at ele achado no local de Albany. Disse que unidades eram ento oficialmente
anotado. Os tcnicos prenderam a NYPSD extraiu dados e transmisses das unidades ditas. Este dados,
estas transmisses, fechem seu cliente em uma gaiola, longe de sua famlia, longe de seus amigos, longe
de qualquer previamente passou por seu mundo para o resto de sua vida natural."
       Ela sorriu quando ela disse isto, e manteve seus olhos em rosto dos Duques. "Voc tambm pode
se relacionar a seu cliente que eu sou da mesma maneira que feliz sobre aquele como eu posso ser. Eu
dancei a distncia toda aqui esta manh. Certa, Peabody?"
       "Voc faz um tango mdio, Tenente."
       "Seu sarcasmo  notado em registro," Snyder disse.
       "Voc betcha."
       "Se, como voc reivindica, voc  em posse de tal evidncia maldita contra meu cliente, eu falho
em ver por que voc est desperdiando seu tempo nesta entrevista."
       "Principalmente eu quis me regozijar." Ela sorriu abertamente. "E, tanto como ofende minhas
sensibilidades, eu sou exigido para dar este otrio--com licena--seu cliente uma oportunidade para
mostrar o remorso, e cooperar de forma que tal remorso e cooperao podem ser considerados durante
seus julgamentos. Voc sujeitos tem feitos o a matemtica? Oito assassinatos de contas de primeiro grau.
Existe um policial l, que pe aquela conta nica em vida cheia, fora de instalao de planeta, nenhuma
possibilidade de liberdade condicional."
       "Tenente." Snyder espalha suas mos. "Voc no tem primeiro e voc certamente no pode
pendurar o policial em meu cliente. O fato , voc no tem qualquer evidncia direta ligando Duques de
Donald para as atividades alegadas desta organizao suposta."
       "Qualquer um que voc ser to sangrento quanto seu cliente, ou ele no deu a voc revelao
cheia. Qual voc figura, Peabody?"
       "Eu penso que ns devamos dar a Sr. Snyder o benefcio da dvida. Eu penso que Duques 
muito soprado em cima com sua prpria importncia para acreditar em que ele precisa dizer seu
advogado tudo. Ele gosta de estar em carga demais."
       "Voc pensa que vestir aquele uniforme faz voc algum," Duques ditos debaixo de sua
respirao.
       "Sim." Peabody afiou mais ntimo. "Me faz uma policial. Me faz algum que  jurado para
proteger o pblico contra pessoas como voc. Me faz," ela disse, batendo suas palmas na mesa e
empurrando seu rosto perto do dele, "uma das pessoas que caminharam pelo sangue que voc
derramou."
       "Voc no falar diretamente para meu cliente." Snyder empurrou para seus ps, e para encanto
da Eve, Peabody trocou e levantou em seu rosto.

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       "Seu cliente falou diretamente para mim, em registro. Ele faz isto, eu estou livre para responder,
em registro."
       "Agora, agora, classe." A Eve bateu palmas suas mos uma vez, fez um sentar gesticularem.
"Deixe no  deixados nossos temperamentos anulam nossos modos. Se ns vamos dar a Snyder o
benefcio da dvida, ento ns devemos isto para ele, e seus associados aqui, informar eles da evidncia
que est agora em nossas mos."
       "Talvez ns devamos lance justo ele para o P.A. Deixe eles pia."
       "Peabody, isto  muito severo."
       "Se o dois de voc pensa que voc pode correr a rotina do policial bom e policial mal em mim,"
Snyder comeou.
       "No pensaria sobre isto." Eve sorriu abertamente ferozmente. "E s PARA SUA
INFORMAO, eu sou o policial ruim. Eu sou sempre o policial ruim."
       "Cadela," Duques murmurou.
       "Veja, ele sabe. Para responder para o comentrio de cadela," Eve continuou, "deixe-me s digo,
voc no  visto nada ainda, Don. Ns ID iria seu brainchild. Ns enganamos isto, e ns localizamos isto
atrs para a fonte. Sua pequena unidade de seminrio. Suas impresses digitais, suas impresses de voz,
seu cdigo pessoal. Voc e nenhum outro. No pensou que ns podamos puxar isto fora, no ?"
       Agora Eve debruada adiante. "Eu tenho um techs em minha disposio que faz que voc parece
com um hacker de primeiro ano."
       "Isto  merda."
       "E-mail infetado transmitido de sua unidade, por voc, para Louis K. Cogburn, oito julho de
2059, s quatorze cem horas. E-mail infetado transmitido para Chadwick Fitzhugh, oito julho, s vinte e
trs quatorze."
       Com seus olhos em seus, ela recitou toda transmisso que ela decorou. Ela viu a incredulidade
lavar acima de seu rosto, ento a raiva inunda isto.
       Ela quis a raiva.
       "Ns temos que voc pregou. Eles souberam que ns penduraramos voc quando ns
rompssemos este aberto. Voc no  um General, Don. Voc no  nem um soldado para aqueles
correndo este show. Voc  o cordeiro sacrificatrio."
       "Voc no sabe que se agacha. Voc  nada alm de alguns secaram completamente fmea
tentando passar por um homem."
       "Ache? Eu mostrarei a voc minhas bolas, Don, voc me mostra a seu."
       "Eu desejo consultar com meu cliente," Snyder interrompeu. "Reservadamente. Eu desejo
terminar esta entrevista at que eu consultei com meu cliente."
       "Voc terminou eles, no ?" Eve exigida.


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       "Ns executamos eles." Os duques cuspiram isto nela, ento batido fora um brao, quase batendo
Snyder fora de sua cadeira quando o advogado tentado interromper. "Feche. Feche o inferno. Voc 
parte do problema. S como ela . Suficiente dinheiro e voc defenderia Satans. Voc ajuda pr lixo de
volta na rua. Eu no preciso de voc. Eu no preciso de ningum."
       "Voc est despedindo sua representao legal neste momento, Sr. Duques?" Eve perguntada.
       "Eu insisto em consultor com--"
       "Foda-se voc." Os duques surgiram para seus ps. Sua cadeira disparada, slammed na parede.
"Fodam-se todos vocs. Ns fizemos algo grande. Voc pensa que eu tenho medo de ir para a priso
para isto? Eu servi meu pas. Eu servi minha comunidade."
       "Como voc serviu sua comunidade?"
       Sua boca tranada. "Exterminando baratas."
       "Sr. Duques." Com admirveis tranqilos, Snyder subiu. "Eu perguntarei a voc mais um tempo
para dispor voc mesmo de seu direito de permanecer mudo. A tenente Dallas terminar esta entrevista e
ns iremos para quarto de um consultar para discutir--"


       "Consiga o inferno," Duques ordenados sem olhar para ele. "Voc e seus irmos de barata so
despedidos."
       "Deixe o registro mostrar que Snyder e Associados no so mais advogados de registro para
Duques de Donald." Snyder levantou sua pasta, sinalizados para seus dois associados. "Tenente Dallas."
       "Na porta," ela disse, e Peabody subjugou abrir isto e deixar os advogados.
       "Duques de Donald, voc conspirou assassinar Louis K. Cogburn?"
       Seus ombros voltavam, sua cabea alta. E o dio bombeou como esperar impacientemente de
seus poros. "Voc  condenar direito, eu fiz."
       "Voc conspirou assassinar Chadwick Fitzhugh?"
       "Eu criei o vrus. Fiz a maior parte do trabalho eu mesmo. Ela  uma beleza. Eu atirei isto nele.
Em todos eles."
       "Por sua conspirao para causar estas mortes, voc fez na sua vez causou a morte de Detetive
Kevin Halloway?"
       "Sim. O que policial morto de outro? Ns tiramos aquela cadela George, Greene--junto com a
prostituta em treinar, qualquer seu nome era, e Geller. Aquela cobertura isto?"
       "Quem d a voc suas ordens?"
       "Eu no tomo ordens."
       "Voc conspirou com Prefeito Steven Peachtree assassinar os indivduos chamados em registro?"
       "Figure isto."
       "Eu tenho," ela disse a ele. "Voc  feito. Eu no preciso de voc. Consiga ele fora daqui,
Peabody. Tire ele assim ele pode comear a viver o resto de sua vida em uma gaiola."

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         Ele veio nela. Um mudo, pulo de pantera. Seu punho disparado, enfiado em seu queixo. Como
sua cabea estalada atrs, ela desenhou sua arma. Mas Peabody sacudiu fora seu stunner e o pregou.
         "Condene isto." Eve, bateu suas mos em seus quadris quando ele deitar espreguiado em seus
ps. "Eu quis fazer isto."
         "Ento fez eu, e eu bato voc. Alm disso, voc precisa o estalar primeiro. Trabalho de equipe."
         "Sim." A Eve sorriu, mas ele ainda no alcanou seus olhos. "Trabalho de equipe bom,
Peabody."
         -=O=-***-=O=-
         Roarke confirmou a opinio quando ele a encontrou em seu escritrio alguns minutos mais tarde.
         "O dois de voc tocou ele como um violino. Isto  virtuosismo superior quando voc figurar que
voc s o encontraria uma vez antes de."
         "Eu o soube."
         "Voc fez, sim. Soube justamente o que conseguiria debaixo de sua pele e empurraria ele para
pontificar. Bem feito, Tenente."
         "No ainda. No  feito ainda." Ela ouviu os argumentos, as vozes levantadas sendo bem
sucedido o bullpen em direo a seu escritrio. "Mas aqui venha para a prxima fase. Voc quer
pendurar em para este?"
         "Eu no faltaria isto para os mundos."
         "Do qual voc possui vrios," ela murmurou na frente de Chang entrar repentinamente em seu
escritrio gostar de um tsunami.
         "Voc emitir uma declarao. Eu escrevi isto. Voc emitir esta declarao imediatamente,
tomando responsabilidade cheia para passar por informaes falsas para um representante de mdia." Ele
bateu ambos os disco e cpia duros abaixo em sua escrivaninha. Seu cabelo era selvagem; Seus olhos
feral.
         "Por que eu faria isto?"
         "Porque eu estou dizendo a voc para fazer isto. Porque isto  a ltima vez que voc
enfraquecer meu trabalho. A ltima vez voc far um escrnio do que eu fao."
         "O que voc  um escrnio, Chang."
         Ele tomou um passo em direo a ela. Ela estava bastante certo que ele pressentiu sujeio suas
mos ao redor sua garganta e apertando at que seus olhos estalados fora. Mas se era o ousar em
presena dos seus olhos ou Roarke, ele resistiu.
         "Voc vaza uma histria para a mdia antes de seu tempo. Voc usa sua influncia com um em-
reprter de ar para empurrar adiante seu prprio programa de trabalho. Voc cria uma tempestade para
distrair do fato que voc maltratou seu prprio trabalho. Para--rechonchudo e se enfeite voc mesmo
antes do pblico enquanto deixando-me limpar a baguna atrs de voc. O prefeito Peachtree no foi


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carregado. Ele ainda no foi entrevistado, ainda voc viu para ele que ele  culpado nos olhos do
pblico."
        "Certo olhe aquele modo, no faa isto? Uma correo pequena, entretanto. Eu no vazei a
histria."
        "Voc pensa que voc pode salvar voc mesmo mentindo para mim?"
        Ela trocou seu peso de corpo, e fascinado, Roarke aliviou de volta. Ele perguntou-se se Chang
soube o quo ntimo ele estava para aniquilao.
        "No chame-me um mentiroso, Chang. Voc de todas as pessoas."
        "Quem ele  quem uma relao pessoal tem com Nadine Furst? Quem ele  quem d favoritismo
regular para ela e Canal 75, com exclusivas e pontas?"
        "Isso me seria. E voc sabe por qu? Porque eu posso confiar nela para pensar sobre mais que
avaliaes. Aquela relao  por que quem vazou esta serra que a histria foi para ela. Isto  seu tipo de
manobra, Chang."
        A mo em torno da imagem de garganta estava apelando suficiente que ela usou isto ela mesma.
Ela o pegou maneta, golpeou ele atrs na parede, e o ergueu para seus dedes do p. "Tudo isso giro,
tudo isso tempestade, tudo isso desavena. Isso vai manter voc um menino muito ocupado durante
algum tempo, no ?"
        "Consiga seu mos fora de mim. Eu terei voc presa para assalto."
        "Sim, voc pode apostar uma esquadra inteira de Polis vai apressar aqui para salvar seu traseiro
oleoso de mim. Voc vai ter muito jogo fora deste--honorrios, gratificaes. Adicione me atarraxando
acima da torta, e  real gostoso. Voc vazou a histria, Chang?"
        Ele estava girando uma sombra interessante de puce como ele rebateu e empurrou em sua mo.
"Caia fora, caia fora!"
        "Voc vazou o goddamn histria?"
        "No! Isto no  algo que voc vaza at que voc seja preparado. At o giro esteja em lugar.
Voc vazou isto."
        "No, eu no fiz." Ela o lanou de forma que ele soltou para os apartamentos de seus ps com
duas pancadas afiadas. "Pense sobre isto. Agora consiga o inferno fora de meu escritrio."
        "Eu estou arquivando uma reclamao." Ele arrancou em seu colarinho. "Voc ler a declarao
ou--"
        "Morda-me," ela sugeriu e o empurrou fora completamente.
        "Isso estava muito entretedor," Roarke comentou.
        "Ns no somos feitos ainda. O ato dois devia estar comeando qualquer minuto."
        "At que ele faa . . ." Ele alisou seus dedos acima dos fins de seu cabelo, ento deslizou sua mo
em torno da parte de trs de seu pescoo. Ela endureceu, olhou muito mortalmente envergonhada que ele
riu. "O que?"

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       "Eu estou de servio aqui. S atrs fora de. Realmente." Ela se virou depressa e movido para o
AutoChef. At como ela caf programado, ela ouviu o rpido, duro clique de saltos de sapatos altos.
"Isto  minha sugesto."
       Franco varreu em. Ela olhou todo pedao to furioso quanto Chang teve, se mais elegante.
"Tenente Dallas." Ela mordeu abaixo nas palavras como se ela podia mastigar eles para pedaos. Ela deu
a Roarke um aceno com a cabea vivo. "Eu sinto muito, mas eu preciso falar com a tenente
reservadamente."
       "Claro."
       "Voc pode querer ir d a Feeney uma mo, Quarto de Conferncia B," Eve disse a ele. "Ele est
trabalhando em um pouco de tech enche que voc ficaria interessado. Um nvel abaixo," Eve adicionada.
"Setor Cinco."
       "Certo. Eu deixarei voc senhoras para seus negcios." Com um olhar casual em Eve, ele
escapou, fechou a porta.
       "Voc foi muito longe este tempo." Diferentemente de Chang, Franco manteve ela verbalizar
abaixo, e controlado.
       "Em que rea?"
       "Que so voc para decidir Prefeito Peachtree  culpado, vazar informaes que arruinaro sua
carreira poltica, danifique sua vida pessoal. E todo antes de voc ter tanto como o questionado. Voc
deu a ele nenhuma chance para defender ele mesmo."
       "Vazando a histria o atarraxou satisfatrio, no fez isto? Caf?"
       "Voc ousa estar l, to arrogante, ento goddamn convencido depois do que voc fez?"
       "Sim. Mesmo como voc." Eve debruada atrs no AutoChef, sorveu seu caf. "Voc vazou a
histria, Franco."
       "Voc est louco?"
       "No, nem est voc. Voc  uma mulher muito esperto. O que eu no posso figurar  se voc fez
tudo isso, formada sua organizao, pessoas mortas, arruinadas vrias vidas porque voc quis sujar
Peachtree ou voc realmente acredita no que voc estava fazendo. Eu pensei muito sobre isto esta
manh, mas eu s no sou certo. Eu penso que era ambos."
       "Se voc pensar que voc pode salvar voc mesmo por pintura que mim com a mesma escova
voc est usando para pintar o prefeito, voc est muito errado."
       "Ele no fez as transmisses."
       "Sobre o que voc est conversando?"
       "Peachtree no fez as transmisses de seu escritrio at Duques. Voc fez. Voc usou seu
escritrio, voc usou seu 'vnculo. A transmisso dizendo Duques para saltar era enviado, daquela
unidade, s dezesseis quarenta e oito. Peachtree deixou para o dia s dezesseis quarenta e dois. Ns o


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temos em excntrico de segurana. Ns temos ele saindo do edifcio no momento a transmisso eram
geradas. Aqueles seis minutos fazem uma diferena."
         A Eve gesticulada com ela assalta, ento tomou um gole longo. "Voc estava ainda no escritrio.
O funcionrio pblico dedicado que voc . Seu assistente viu que voc entrar uns minutos do par depois
que ele partiu. Voc era o nico que podia ter Duques contactado daquela unidade naquele tempo."
         Franco engatou jaqueta abaixo de seu terno de lousa cinza. "Isto  tolice."
         "No, isto  s detalhes mesquinhos. O tipo que normalmente apanha o sujeito ruim. Voc
provavelmente no pensou que ns podamos localizar a fonte, Mas por que chance isto? Voc tem
usado o prefeito desde o princpio, usando ele como uma frente. A poltica  uma rea misteriosa para
mim, mas aqui est como eu vejo isto."
         A Eve subjugou, sentada na extremidade de sua escrivaninha. "Voc quer seu trabalho.
Provavelmente mais que isto, mas Prefeito de Nova York  um bom lugar para comear. Ele  bastante
popular. Talvez ele conseguir outro termo, e ele  um pisser para esperar, tocar deputado quando voc
puder ser principal."
         " disso que voc pensa?"
         "Eu penso que voc viu uma oportunidade para remover um obstculo, at para usar aquele
obstculo para adicionais suas prprias ambies--especialmente quando ele fizer isto fcil para voc
conseguindo enrredar-se com Nick Greene."
         "Sexual do prefeito Peachtree devia ser um soldado importar."
         "Devia ser. Vamos voltar por algum tempo antes disto. Voc acompanha eventos atuais. Voc
acompanha notcias de comunidade, urnas, opinies. As crianas esto sendo exploradas l fora--
eleitores futuros, aquelas crianas. Seus pais, outros pais, outros cidados, eleitores esto plancie
chateada, desiludidas e justa irritadas. Algo devia ser feito, e voc  apenas a moa para fazer isto. Muito
controle. Muito poder. Voc tem uma graduao em direito. Voc sabe alguma daquela escria nunca
vai pagar. Voc achou um caminho para fazer eles pagarem. Isto  um inferno de uma realizao."
         O fantasma de um sorriso apareceu ao redor dos lbios de Franco. Seus olhos eram vivos com
ele--e, Eve notada, com arrogncia. "Voc realmente acredita em que voc possa fazer algum deste
jogo?"
         "Eu tenho Duques." A Eve encolheu os ombros um ombro. "Eu tenho Pureza em pedaos. Voc
deslizando por mim no  to duro de tomar com mais de quarenta outras prises e um caso fechado em
meu registro."
         "Ento, este pequeno argumento voc est escrevendo aqui est entre ns."
         "S voc e eu. Conversa de menina. Ps-jogo tagarela."
         "Ento certamente." Franco gesticulou um ir-em frente. "Continue."
         "Se quebrou em voc, Franco, mas voc ainda teve um boto para empurrar. Vaze a histria.
Empurre o prefeito na sujeira. Defenda ele, mas cuidadosamente. Se ele for condenado, voc lamenta a

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perda de um homem que era corrompido por seu prprio poder, seu prprio inclinou sensao de
trabalhar. Se ele for absolvido, voc louva o sistema para exonerar um homem inocente. Mas de
qualquer modo, voc anda em seus sapatos e corre a cidade. Talvez, talvez algum de era sobre sua
sensao tranada de justia. Mas debaixo de isso tudo, era poltica justa."
       "Voc est errado." Franco vagou acima de, levantou a segunda xcara de Eve de caf teve
programado. "Desde que  apenas do dois de ns aqui, desde que eu respeito voc, eu no direi que voc
est errado sobre tudo. A pureza era uma soluo. Uma exterminao de uma pestilncia. Podia ser
novamente."
       Ela angulada sua cabea. "Ns podamos ter usado algum como voc. Empurrando ter voc
como um smbolo de mdia no era um acidente. Voc tem choque, Dallas. Com sua paixo, suas
habilidades, sua presena, voc manteria a histria quente desde que eu precisasse. Eu penso que eu
soube quando ns nos encontramos em escritrio do Tibble que voc acharia um caminho para quebrar
isto separadamente. Eu tive que aceitar isto, lidar com isto. Eu sempre escolho minhas batalhas."
       "Por que este aqui?"
       "Todo poltico precisa de uma plataforma. Isto  meu. Os duques quiseram infectar voc," ela
adicionou. "Mas isso no era o programa de trabalho. Isso no era o programa. Quantas crianas
inocentes ns salvamos, Dallas?"
       "Isto  seu giro?"
       "Se eu precisasse de um que seria. E  a verdade. Peachtree tem boas intenes, mas ele  suave,
e ele  cauteloso, politicamente. E mais cedo ou mais tarde ele iria ser exposto para sua sexualidade. Por
que eu devia afundar com ele?"
       "Ento voc indicou e foi em frente Greene como um twofer. Voc elimina outro predador, e
voc v que conduta sexual do Peachtree  exposta, e que ele est debaixo de suspeita ao mesmo tempo
para assassinato mltiplo. Me aborreceu que nenhuma tentativa era feita para chegar  chantagem
vdeos. No fez sentido, a menos que voc gire isto ao redor que a idia era para eles serem recuperados
e usados."
       "As pessoas naqueles vdeos merecem ser expostas. Para suas debilidades. Para sua tolice, e para
seus procedimentos com um homem como Greene."
       "E voc  o juiz de todos isto, de todos eles."
       "Eu sou. Ou parte de um grupo das pessoas que acredita em que isto  hora para julgamento.
Voc e eu, Dallas, ns somos nem suaves nem cautelosos. Ns agimos. Ns fazemos coisas
acontecerem. Eu serei Prefeita de Nova York," ela disse simplesmente. "E em alguns anos, governadora.
De l, Leste Washington. Eu serei a terceira Presidente dos Estados Unidos antes de eu ter cinqenta
anos. Eu podia comear a estudar voc comigo. Voc no gostaria de ser policial de topo de Nova York,
Dallas? Chefe de Polcia Eve Dallas. Eu posso fazer que aconteo em cinco, talvez seis anos."


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         "No, obrigado. Poltica demais para mim. Como voc planeja fazer tudo isso, Franco, de uma
gaiola?"
         "Como voc vai me pr em uma gaiola?" Ela rebateu. "Eu tenho sido muito cuidadoso. At onde
aquela transmisso de escritrio do Peachtree, meu time legal chegar ao redor isto. Pode ter sido fixado
e economizado para enviar. O assistente pode ter confundido sobre ver-me entrar em seu escritrio
naquele tempo particular.  um lugar muito ocupado."
         "Mas no era fixado e economizado, e o assistente no estava enganado."
         "No, mas voc nunca provar isto. Nada que eu disse neste quarto far voc qualquer bom. Ser
sua palavra contra minha. E no momento, Dallas, com o muito eficiente Chang seguro voc vazou esta
histria para Furst, com opinio pblica quieto deadlocked acima de Pureza, e sua parte em destruir isto,
pego muito mais suco da minha palavra que seu."
         "Talvez. Talvez ele faz. Mas suas palavras vo trabalhar multa justa." A Eve levantou seu
Comunicador. "Eu penso que embrulho isto," ela disse.
         Franco anotar sua xcara com um estalo. "Voc era telegrafado."
         "Oh sim."
         "Nada disse aqui  admissvel. Voc no me leu meus direitos e voc me atraiu. Tudo que eu
disse era dito em temperamento, simplesmente para voltar em voc para vazar a histria."
         "Bem pensado. Ns veremos o que seus advogados podem fazer com isto. Jenna Franco, voc
est debaixo de priso para conspirao assassinar." Como ela listou os nomes, Eve retirou-se suas
restries. At como Franco andou de volta, a porta aberta.
         O prefeito veio em primeiro, seguido por Whitney e Tibble. "Voc  uma vergonha, Jenna,"
Peachtree quietamente disse. "Eu espero que o sistema que voc muito insensivelmente mal usado d a
voc justia cheia."
         "Eu no tenho nada para dizer." O rosto girado do Franco apedrejar como Eve algemou ela. "Eu
quero meus advogados. Eu no farei quaisquer declaraes."
         "Um pouco tarde isto." A Eve espiou acima de como Nadine veio para a entrada, sua cmera
atrs dela. "Voc consegue isso tudo?"
         "Toda palavra," Nadine segura ela. "Viva alimente. Ns somos pelo telhado."
         "Voc transmite . . ." Rosto pedregoso do Franco foi branco de folha. "Voc tinha cmeras
aqui?"
         "S meu pequeno giro. Oh, e se voc estiver pensando sobre conseguir to lanado, ou usando
ele para morder no NYPSD, eu lembrarei a voc que isto  meu escritrio, e voc entrou nisto sem
convite. Eu estava sob nenhuma obrigao legal informar voc de segurana ou presena de mdia. Com
licena, cavalheiros." A Eve manobrou Franco pelos homens que lotado em seu escritrio minsculo.
"Peabody."
         "Senhor." Peabody aumentou dela localiza no corredor.

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          "Leia ela seus direitos. Registre ela."
          Como Franco era levado longe, Nadine em suas perguntas de tiroteio de saltos de sapatos como
exploses de laser, Eve podia ouvir conciso e furioso do Franco: "Nenhum comentrio."
          "Tenente." Peachtree saiu. "Bem passado. Eu gostaria de agradecer por que voc fez para este
departamento, esta cidade, e para mim pessoalmente."
          "Eu fiz meu trabalho. Se voc tiver sido parte disto, eu tiraria voc da mesma maneira que duro."
          "No ?" Ele disse, cuidando de Franco. "Para no ver o que estava debaixo de meu nariz?"
          "O que est debaixo de  normalmente mais duro de ver que o que est ao longe."
          "Talvez." Ele resistiu uma mo, agitou sua. "Chefe, Chefe. Ns precisamos limpar isto."
          Como Tibble passou, ele movimentou a cabea em Eve. "Conferncia de mdia em uma hora.
Bom trabalho, Tenente."
          "Obrigado, senhor."
          "Voc e seu time so recomendados," Whitney disse a ela. "Eu quero seu relatrio antes da
conferncia de mdia."
          "Sim, senhor. Eu conseguirei direito nisto."
          Ela s se sentaria em sua escrivaninha quando Roarke entrou. "Isso era bastante um show."
          "Sim. Alimentando ela para a mdia era s uma gratificao. Eu tive que pr isto junto bonito
rpido. No teve tempo para dizer a voc."
          "Voc fez," ele corrigiu, "quando voc pareceu horrorizado na idia de eu beijando voc aqui."
          "Sim, bem, os sujeitos em EDD estaro rindo silenciosamente acima daqueles por dias."
          "Mquinas fotogrficas quietas em?"
          "No."
          Ele se debruou abaixo, beijada ela, longa, lenta, e funda.
          "L agora," ele disse. "Eu me sinto melhor."
          "Suficiente divertindo-se, s. Eu tenho trabalhar. Suma."
          "Deixe-me perguntar a voc uma pergunta primeira. Voc sabe que voc seja certo?"
          Ela fechou seus olhos. Ele sempre conheceu. E quando ela abriu eles novamente, encontrados
seus, eles eram claros. "Eu sei que eu seja certo. Eu sinto isto em meu intestino. Eu sinto isto em meus
ossos."
          "Ento faa eu." Ele caminhou para a porta, espiou atrs. "Tenente?"
          "Sim, o que?"
          "Voc  um inferno de um policial."
          Ela sorriu abertamente. "Aposte seu traseiro."
          Ela empurrou de lado seu caf frio, girada para sua unidade de escrivaninha. Enquanto outros
tocaram poltica, ela voltou no trabalho.


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